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«As PME não têm falta de ideias, têm falta de ferramentas para as executar», defende Leonor Antunes

«As PME não têm falta de ideias, têm falta de ferramentas para as executar», defende Leonor Antunes

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6 Março, 2026 | 8 minutos de leitura

Leonor Antunes, fundadora da Faable, explica como a IA está a transformar o marketing visual e a democratizar o acesso ao ‘branding’ para startups e PME.

O marketing tal como o conhecíamos está a mudar rapidamente. A inteligência artificial já está a ditar o tom com que as empresas criam, comunicam e competem e esta pode ser a chave para muitas PME e startups acompanharem o ritmo de um mercado cada vez mais visual, rápido e competitivo.

Leonor Antunes decidiu mergulhar nesta transformação. Deixou uma carreira estável na Suíça para fundar a Faable, uma startup portuguesa de martech que está a repensar a forma como as marcas produzem conteúdos visuais de marketing através da combinação entre inteligência artificial e direção criativa humana. O ponto de partida foi a identificação de uma ineficiência estrutural: produzir conteúdos visuais de qualidade continua a ser caro e lento, sobretudo para pequenas empresas que precisam de comunicar com velocidade e experimentar formatos.

Nesta entrevista à Líder, Leonor reflete sobre a transição do mundo corporativo para o empreendedorismo, a democratização do acesso ao marketing e branding e o que poderá mudar na forma como as marcas produzem conteúdos nos próximos anos.

 

O impacto da IA na indústria criativa e no marketing tem sido muito debatido. Considera que, até agora, o balanço tem sido positivo ou negativo?

Eu tenho uma visão clara da inteligência artificial como complemento e não como substituto. Por isso diria que, no geral, o balanço é positivo.

A IA permite que as equipas se tornem mais eficientes e competitivas. Remove muitos bloqueios de produção que existem nas empresas e liberta tempo para que as pessoas se foquem em tarefas mais estratégicas.

Cada solução tem um propósito, uma experiência, um custo e um resultado diferente. A inteligência artificial oferece escolhas estratégicas, mas a direção, a visão e a personalidade de uma marca continuam a ser definidas por pessoas.

Não substitui criatividade. Amplifica a execução. Permite que ideias ganhem vida de forma mais eficiente.

Historicamente, sempre que surge uma nova tecnologia existe algum receio inicial, mas aquilo que normalmente acontece é uma evolução do papel humano e não uma substituição.

 

A Faable nasce da combinação entre inteligência artificial e direção criativa humana. Como funciona, na prática, este equilíbrio entre tecnologia e criatividade?

Se calhar dando um passo atrás: quando voltei a Portugal e comecei a conversar com várias PME percebi que existia um problema comum. As empresas querem comunicar com impacto visual, mas muitas vezes aquilo que falta é orçamento para produções tradicionais. As ideias existem, mas há um bloqueio na execução.

Comecei então a estudar que tipo de soluções poderiam resolver este problema e percebi que a inteligência artificial poderia ser uma ferramenta muito poderosa para reduzir custos. No entanto, precisava sempre de uma direção criativa humana, caso contrário o resultado acabaria por ser genérico.

A Faable nasce exatamente desse cruzamento entre estratégia humana e execução assistida por inteligência artificial. Não é apenas sobre tecnologia, mas sim sobre dar acesso. A nossa missão é democratizar o acesso a marketing de alta qualidade, algo que até agora estava muitas vezes reservado a grandes empresas.

A criatividade continua a ser humana. Não existe falta de ideias no mercado, existe sim falta de ferramentas eficientes para as executar.

 

A democratização da produção de conteúdos visuais levanta também preocupações sobre a valorização do trabalho criativo. Pensando do ponto de vista de artistas ou fotógrafos, é possível integrá-los neste novo modelo que envolve IA?

Sim, claramente. A inteligência artificial democratiza o acesso à produção de conteúdos, mas isso não significa que substitua o marketing tradicional ou os profissionais criativos.

Tal como vemos noutras indústrias, existirão sempre diferentes soluções com diferentes experiências e custos. Muitas grandes marcas, por exemplo, continuam a trabalhar com agências tradicionais e ao mesmo tempo utilizam inteligência artificial como complemento.

Vejo isso como uma sinergia entre ambos. Não acredito que se esteja a retirar espaço aos profissionais criativos, acredito sim que diferentes soluções vão coexistir no mercado.

 

Para muitas PME, a IA pode representar uma oportunidade de acesso a ferramentas antes inacessíveis. Mas para grandes empresas poderá também significar uma forma de reduzir custos e recursos humanos. Na sua perspetiva, deve existir algum tipo de enquadramento ou regulação na forma como as organizações adotam estas tecnologias?

Sim, claro. Quando falamos de inteligência artificial temos inevitavelmente de falar também de ética. É fundamental que a IA seja usada de forma responsável, como ferramenta e não como substituto da visão humana. Isso implica transparência, respeito por direitos de autor e autenticidade de conteúdos.

Existe uma necessidade clara de garantir que estas tecnologias são utilizadas de forma responsável e que produzem resultados sustentáveis e de confiança. Devem existir limites e princípios orientadores.

 

Deixou uma carreira estável para lançar a Faable. Para além das lacunas que identificou, houve algum momento ou motivação pessoal que tenha sido determinante para dar esse salto?

Antes de criar a Faable estive cinco anos na Suíça a trabalhar numa multinacional, sempre muito ligada ao marketing e à expansão de marca. Fui crescendo profissionalmente, mas havia sempre aquela vontade de criar algo meu. Acho que essa foi a minha maior motivação.

Desde pequena que queria ingressar no mundo do empreendedorismo e naturalmente cheguei a um ponto da minha vida em que senti que era o momento de criar algo novo. Já tinha também alguma estabilidade financeira para o fazer e isso foi fundamental, porque nunca é uma trajetória linear passar de uma multinacional para criar uma marca de raiz. Havia também uma ambição pessoal de construir algo que pudesse deixar um legado, não só para mim, mas para as gerações futuras.

 

Que competências da sua experiência executiva se revelaram mais valiosas na transição para fundadora?

A primeira coisa que me vem à cabeça é a disciplina. Quando estamos numa multinacional tudo é extremamente estruturado e isso ajuda-nos a criar uma organização no dia-a-dia. No empreendedorismo, pelo contrário, o calendário é feito por nós próprios e por isso essa disciplina torna-se fundamental.

Diria também a resiliência. Estar fora da zona de conforto, noutro país completamente diferente do meu, obrigou-me a aprender a navegar numa sociedade distinta. Essa capacidade de ir à luta, de não desistir ao primeiro embate, é essencial quando se entra no mundo do empreendedorismo.

Por outro lado, a empresa onde trabalhava tinha um ritmo muito rápido, com muitos projetos diferentes, quase como uma startup. Isso criou em mim uma grande capacidade de adaptação e de assumir diferentes papéis – algo que hoje acontece naturalmente no meu dia-a-dia enquanto empreendedora.

 

Que mudanças espera ver na forma como as marcas produzem conteúdos nos próximos anos?

Acredito que a inteligência artificial se tornará um parceiro estratégico no marketing. Não apenas na criação de conteúdos visuais, mas também no apoio às equipas de marketing para pensar como comunicar a marca, transformar ideias em mensagens consistentes e utilizar visuais para atingir objetivos de negócio.

Vejo a Faable nesse papel de acompanhar o crescimento das marcas, fornecendo ferramentas que permitem testar ideias e contar histórias de forma mais eficaz.

Muitas vezes as marcas desenvolvem um plano estratégico com uma agência tradicional, têm tudo estruturado, mas depois não têm os recursos para executar essa visão. Nós podemos funcionar como essa ponte entre estratégia e execução.

 

Em que tipo de acompanhamento se traduz o vosso serviço?

Funcionamos em duas vertentes complementares. Por um lado, temos uma plataforma self-serve, um modelo SaaS, onde as equipas podem gerar visuais profissionais de forma rápida e autónoma, mantendo sempre a consistência da marca.

Por outro lado, operamos também como um estúdio criativo. Oferecemos direção estratégica, curadoria e produção de conteúdos mais complexos ou personalizados.

Depende sempre das necessidades da empresa, mas este modelo permite que muitas PME escolham a solução que melhor se adapta à sua realidade, sem comprometer a qualidade e a identidade da marca.

 

Se tivesse de convencer uma PME ou um líder que ainda olha para a IA com ceticismo, que mensagem deixaria?

Diria que a inteligência artificial é uma ferramenta poderosa para reduzir custos e potenciar equipas criativas. Não substitui criatividade, amplifica a execução. Permite que as equipas se concentrem no que realmente é estratégico: posicionamento, crescimento e visão de longo prazo.

Resumidamente, a inteligência artificial amplifica a criatividade e torna as equipas muito mais eficientes na execução.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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