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Marcelo Teixeira

Legislativas 2025: conheça os horários e canais de todos os debates

3 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

Já são conhecidas as datas e horários dos debates entre partidos para as eleições legislativas de 2025. Esta ronda de debates eleitorais contabiliza um total de 27 confrontos que arrancam já na próxima semana.

Os duelos começam a sete de abril, em formato ‘dupla’. Às 21h, a TVI transmite o embate entre a Aliança Democrática (AD) e a CDU, enquanto, uma hora depois, a RTP3 coloca frente a frente o Chega e o PAN.

Por sua vez, o último e mais aguardado debate acontece entre os principais candidatos, Luís Montenegro, líder da AD, e Pedro Nuno Santos, do Partido Socialista. Este confronto está agendado para 28 de abril e será transmitido em simultâneo pela SIC, RTP e TVI.

As Legislativas estão marcadas para 18 de maio, depois da queda do Governo na sequência do chumbo de uma moção de confiança. O calendário completo dos debates segue abaixo:

Segunda-feira, 7 de abril 

Luís Montenegro (AD) e Paulo Raimundo (CDU) – 21 horas – TVI
André Ventura (Chega) e Inês Sousa Real (PAN) – 22 horas – RTP3

 

Terça-feira, 8 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e Mariana Mortágua (BE) – 21 horas – SIC
André Ventura (Chega) e Rui Tavares (Livre) – 22 horas – RTP3

 

Quarta-feira, 9 de abril

Paulo Raimundo (CDU) e Rui Tavares (Livre) – 18 horas – SIC Notícias

 

Quinta-feira, 10 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e Rui Rocha (IL) – 21 horas – RTP1
Mariana Mortágua (BE) e Inês Sousa Real (PAN) – 22 horas – CNN Portugal

 

Sexta-feira, 11 de abril

Nuno Melo (AD) e Rui Tavares (Livre) – 21 horas – TVI
Rui Rocha (IL) e Paulo Raimundo (CDU) – 22 horas – SIC Notícias

 

Sábado, 12 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e Inês Sousa Real (PAN) – 21 horas – TVI
Mariana Mortágua (BE) e Paulo Raimundo (CDU) – 22 horas – RTP3

 

Domingo, 13 de abril

Nuno Melo (AD) e Inês Sousa Real (PAN) – 21 horas – SIC
Rui Rocha (IL) e Rui Tavares (Livre) – 22 horas – CNN Portugal

 

Segunda-feira, 14 de abril

Luís Montenegro (AD) e Rui Rocha (IL) – 21 horas – RTP1
Mariana Mortágua (BE) e Rui Tavares (Livre) – 22 horas – SIC Notícias

 

Terça-feira, 15 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e André Ventura (Chega) – 21 horas – TVI
Rui Rocha (IL) e Inês Sousa Real (PAN) – 22 horas – SIC Notícias

 

Quarta-feira, 16 de abril

Nuno Melo (AD) e Mariana Mortágua (BE) – 21 horas – RTP1
André Ventura (Chega) e Paulo Raimundo (CDU) – 22 horas – CNN Portugal

 

Quinta-feira, 17 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e Rui Tavares (Livre) – 21 horas – SIC
André Ventura (Chega) e Rui Rocha (IL) – 22 horas –  RTP3

 

Segunda-feira, 21 de abril

Pedro Nuno Santos (PS) e Paulo Raimundo (CDU) – 21 horas – RTP1
André Ventura (Chega) e Mariana Mortágua (BE) – 22h00 – SIC Notícias

 

Terça-feira, 22 de abril

Rui Tavares (Livre) e Inês Sousa Real (PAN) – 18 horas – RTP3

 

Quarta-feira, 23 de abril

Paulo Raimundo (CDU) e Inês Sousa Real (PAN) – 18 horas – CNN Portugal

 

Quinta-feira, 24 de abril

Luís Montenegro (AD) e André Ventura (Chega) – 21 horas – SIC
Rui Rocha (IL) e Mariana Mortágua (BE) – 22 horas – CNN Portugal

 

Segunda-feira, 28 de abril

Luís Montenegro (AD) e Pedro Nuno Santos (PS) – 21 horas – SIC/ RTP/ TVI

 

Eleições – 18 de maio

Arquivado em:Notícias, Política

Nova calculadora de carbono mede impacto ambiental das entregas

3 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

Uma nova ferramenta permite aos clientes medir, em tempo real, as emissões de carbono das suas encomendas. O objetivo é claro: dar transparência ao impacto ambiental das entregas e incentivar escolhas mais sustentáveis.

A calculadora analisa variáveis como o tipo de serviço, destino e meio de transporte. Os dados seguem os padrões internacionais do GLEC Framework, garantindo fiabilidade e comparabilidade. Para Rui Nobre, Diretor-Geral de Operações da DPD Portugal, este é um avanço estratégico: «a sustentabilidade é um pilar essencial para nós. Queremos dar aos clientes total transparência sobre o impacto ambiental das suas escolhas e incentivá-los a optar por soluções mais ecológicas.»

A aposta na redução de emissões da parte da DPD já está em marcha. Atualmente, circulam 207 veículos elétricos no país, evitando 274 toneladas de CO2 por ano. Lisboa foi a primeira cidade a receber entregas 100% elétricas, em 2021. O Porto seguiu o mesmo modelo em 2023. Hoje, 14 cidades já operam sob esta lógica. Além da eletrificação, há também investimento no biocombustível HVO, permitindo que 32% da frota circule com emissões reduzidas.

A implementação da calculadora insere-se numa estratégia mais ampla de neutralidade carbónica, alinhada com os objetivos da Geopost e validada pela iniciativa Science Based Targets (SBTi).

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Antes dos dados, as pessoas

3 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

O mundo em que vivemos opera inevitavelmente a uma velocidade vertiginosa, exigindo, tanto às pessoas como às empresas, a tomada de decisões rápidas e eficazes. No caso das empresas, a capacidade para analisar grandes volumes de dados – o novo petróleo da era digital – tornou-se crucial para a sua competitividade. Este cenário é particularmente relevante no setor de Recursos Humanos, onde a rapidez e a precisão na identificação do talento certo são fundamentais. 

As empresas de recrutamento e RH são contratadas para ligar talentos a oportunidades de forma eficiente. Nesse contexto, a Inteligência Artificial (IA) pode ser, como sabemos, uma poderosa aliada, porque permite analisar grandes quantidades de informação de forma rápida e precisa, conferindo uma vantagem competitiva significativa. É, por isso, essencial reconhecer o potencial transformador da IA e investir em tecnologias de ponta para agilizar os processos, mantendo a capacidade de tirar partido da constante inovação tecnológica. 

A utilização da IA em plataformas de recrutamento permite analisar milhares de perfis, identificando candidatos com o potencial adequado para cada vaga ou para o tipo de profissional que o cliente procura. No entanto, esta utilização deve ser bem ponderada. É essencial ter em conta os eventuais vieses presentes em qualquer motor de IA que é inevitavelmente influenciado pelos códigos culturais de quem está por trás da sua engenharia.

É importante que os especialistas das empresas de RH estejam treinados para interpretar os resultados da IA com rigor e discernimento, garantindo uma seleção justa, equitativa e nunca discriminatória. 

Graças a isso, a liderança tecnológica não se limita à adoção de ferramentas inovadoras. O investimento contínuo na formação dos profissionais garante que possuem as competências necessárias para utilizar a IA de forma ética e responsável. A tecnologia é uma ferramenta poderosa, mas é o conhecimento e a experiência das equipas que verdadeiramente fazem a diferença. 

A tecnologia e o fator humano devem sempre trabalhar em sinergia. A IA acelera os processos e identifica padrões, enquanto os consultores de RH utilizam a sua expertise para interpretar os dados, avaliar os candidatos e garantir a melhor combinação entre talento e oportunidade. 

É importante não esquecer que, no final do dia, uma grande empresa é feita de pessoas. A tecnologia de ponta é essencial, mas são os seres humanos, com a sua experiência, intuição e capacidade de relacionamento, que constroem relações duradouras e impulsionam o sucesso dos clientes. A ideia é simples: a velocidade dos dados vale de pouco sem a competência de quem os utiliza. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 29 da revista Líder, sob o tema Incluir. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

«As organizações querem caixas, mas as pessoas são desordenadas, mudam e evoluem» (Bianca Crivellini Eger)

2 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

A  investigação de Bianca Crivellini Eger atravessa fronteiras entre disciplinas e realidades, desde o direito à consultoria financeira, até à etnografia. E foi exatamente essa intersecção que trouxe ao palco, no passado dia 13 de março, em Cascais, na Leading People HR Conference, um evento que reuniu especialistas em gestão, liderança e desenvolvimento organizacional.

Entre as palestras que marcaram a conferência, destacou-se a de Bianca Crivellini Eger, professora assistente na Nova SBE e doutorada em Gestão pela HEC Paris e com um percurso notável na compreensão da interseção entre identidade, aprendizagem e liminaridade. O seu trabalho explora a complexidade das múltiplas identidades que cada indivíduo carrega e como estas interagem no contexto profissional.

Com uma abordagem provocadora, na flash talk ‘Belonging in a fragmented world: identity, purpose and the workplace’, lançou o repto: o que podemos aprender sobre identidade e autenticidade no trabalho ao estudar drag queens?

 

Entre saltos altos e fatos de executivos

«Estudo drag queens», anunciou Bianca Eger, desafiando as expectativas da audiência. «Estou interessada na complexidade, nas contradições e paradoxos da identidade». Através da sua investigação, a investigadora encontrou um grupo de profissionais que, de dia, são advogados, gestores de recursos humanos ou médicos, e, de noite, transformam-se em rainhas do palco.

A questão que se impõe é: como conseguem conciliar estas duas facetas? Como podem coexistir duas identidades aparentemente opostas sem que uma invalide a outra?

A resposta de Bianca Eger é clara: «todos nós temos múltiplas identidades. Somos profissionais, mas também somos pais, irmãos, amigos, artistas, atletas. E movemo-nos entre estas identidades constantemente». O problema é que, nos locais de trabalho, existe frequentemente uma expectativa de consistência e de encaixe num padrão corporativo bem definido. «As organizações querem caixas, mas as pessoas são desordenadas, mudam e evoluem. E isso é uma ferramenta para o crescimento».

Bianca Crivellini Eger, professora assistente na Nova SBE doutorada em Gestão pela HEC Paris
Bianca Crivellini Eger, professora assistente na Nova SBE doutorada em Gestão pela HEC Paris

O laboratório de identidade

O estudo da investigadora revelou um conceito fascinante: o «laboratório de identidade». As drag queens não apenas alternavam entre dois mundos, mas utilizavam o palco como um espaço de experimentação. Um dos entrevistados, advogado de profissão, confessou nunca ter sido um bom orador. Contudo, através da sua identidade drag, encontrou uma maneira de explorar a expressão pública sem medo do julgamento. «Chanel era uma excelente oradora», disse ele. «E com o tempo, eu também passei a ser».

Isto levanta uma questão crucial: e se todos nós tivéssemos um espaço seguro para testar competências e atributos que gostaríamos de desenvolver? Melhor ainda, e se as organizações incentivassem isso?

 

Construir um ambiente de pertença

O conceito de ‘belonging’ – pertencer – foi o fio condutor da palestra. «Falamos muito sobre diversidade e inclusão», explicou Bianca Eger. «Mas pertencer é mais do que isso. Não se trata apenas de encaixar. Trata-se de ser visto, valorizado e conectado».

Numa era de incerteza e isolamento digital, criar ambientes onde as pessoas se sintam verdadeiramente integradas é uma prioridade para as lideranças. Para isso, a investigadora propõe três pilares fundamentais:

  1. Abandonar o modelo ‘tamanho único’ de profissionalismo – Permitir que os colaboradores definam a sua própria identidade profissional, incluindo títulos de cargo que reflitam as suas forças e talentos.
  2. Criar espaços de segurança psicológica – Implementar práticas como ‘mesas-redondas do fracasso’, onde os funcionários partilham experiências sem medo de julgamento, criando uma cultura de aprendizagem em vez de punição.
  3. Incentivar o inesperado – Dar espaço para que os colaboradores partilhem paixões e projetos pessoais, fomentando ligações inesperadas que podem gerar ideias inovadoras.

O desafio: quem é o teu alter ego?

Para concluir, Bianca Eger lançou um desafio à audiência: «Talvez não sejam drag queens, mas qual seria o vosso alter ego? O que surpreenderia os vossos colegas?».

Ao explorar essas facetas escondidas, não só enriquecemos a nossa experiência individual, como criamos locais de trabalho mais humanos, onde as pessoas não apenas se encaixam – pertencem.

Bianca Crivellini Eger –  BELONGING IN A FRAGMENTED WORLD: IDENTITY, PURPOSE, AND THE WORKPLACE

Tenha acesso à galeria de imagens aqui.

Tudo o que aconteceu na Leading People está disponível na Líder TV e nos canais 165 do MEO e 560 da NOS.

Arquivado em:Leadership

Nova SBE e Harvard lançam curso gratuito sobre Inteligência Artificial na Saúde

2 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

O Digital Data Design Institute da Nova SBE e NOVA Medical School, em parceria com o Digital Data Design Institute at Harvard, disponibiliza a partir de amanhã o primeiro módulo do curso Introduction to AI in Healthcare, um programa gratuito que visa preparar profissionais de saúde para a revolução tecnológica impulsionada pela Inteligência Artificial (IA).

O curso introdutório abrange temas essenciais, como o papel da IA no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças, a otimização do trabalho clínico e a sua aplicação na previsão de surtos. Além disso, destaca a importância de uma implementação ética e responsável da tecnologia, garantindo que os avanços digitais complementam, e não substituem, a experiência humana na medicina.

IA na Saúde: inovação com responsabilidade

«A IA está a evoluir a um ritmo acelerado, e a formação é fundamental para que os profissionais de saúde compreendam o seu potencial e desafios. Este curso é um passo essencial para que a tecnologia seja aplicada de forma responsável e centrada no bem-estar dos pacientes», afirma Leid Zejnilovic, Co-Diretor Académico do Digital Data Design Institute at Nova SBE and NOVA Medical School.

Para Sérgio Laranjo, Diretor-adjunto da instituição, a transformação já está em curso: «A IA não é apenas o futuro da saúde, está a moldar o presente. A nossa responsabilidade agora é garantir que os profissionais dominam estas ferramentas para que a tecnologia amplifique a compaixão humana, sem a substituir.»

O lançamento do curso ocorre num momento em que os desafios do Sistema Nacional de Saúde se intensificam, com o envelhecimento da população, a escassez de profissionais e a sobrecarga dos serviços. Neste contexto, a IA surge como uma solução estratégica para aumentar a eficiência e melhorar os cuidados prestados.

O módulo inaugural é o primeiro de uma série que aprofundará a aplicação da IA no setor da saúde, capacitando os profissionais para liderar a inovação na área. O acesso ao curso está disponível [aqui].

Arquivado em:Notícias, Saúde, Tecnologia

Big Data – quais as melhores estratégias para uma utilização eficaz dos dados?

2 Abril, 2025 by Marcelo Teixeira

A transformação digital tem colocado os dados no centro das organizações, independentemente do seu tamanho ou setor, abrangendo tanto os domínios públicos quanto privados. Diversos fatores contribuem para este fenómeno, como a ascensão da cloud, o uso generalizado da Internet e, mais recentemente, os sensores, dispositivos e sistemas que compõem a Internet das Coisas (IoT). 

As organizações têm acesso a dados em grande velocidade e volume, provenientes de uma vasta gama de fontes. Como resultado, a análise de Big Data tornou-se uma exigência para atuar no competitivo cenário atual.

Contudo, é importante destacar que aproveitar o poder da Big Data vai além de um simples investimento em tecnologia adequada.

Organizações que não possuem uma estratégia de dados bem estruturada enfrentarão grandes dificuldades em interpretar toda essa informação, correndo o risco de ficar para trás em relação aos seus concorrentes mais bem preparados. 

A utilização eficaz dos dados empresariais é uma das melhores formas de impulsionar um negócio. Segundo dados de um artigo da Forbes, empresas baseadas em dados têm 23 vezes mais chances de superar os concorrentes na aquisição de clientes, quase sete vezes mais chances de os reter e 19 vezes mais chances de manter a rentabilidade. Além disso, estão a melhorar a eficiência operacional e a reduzir custos. 

Cada vez mais organizações estão a monetizar dados e a utilizá-los para aumentar as suas receitas. Nos últimos anos, as empresas melhoraram a utilização dos dados, desbloqueando o seu valor e ampliando infraestruturas, plataformas e ferramentas para tirar partido dos dados de forma mais eficaz. 

Atualmente, quase dois em cada três executivos concordam que as suas organizações utilizam dados devidamente preparados para lançar novos produtos ou serviços ou para criar modelos de negócios. No entanto, existem desafios na implementação de sistemas de dados em cloud. 

De acordo com dados da HFS Research, apenas cerca de um terço das organizações estão a concretizar os seus objetivos de implementação de cloud, embora 65% tenham feito investimentos estratégicos, o que leva a questionar como devem as organizações avançar para alcançar os resultados desejados.

 

Criar um ecossistema de dados estruturado e seguro 

A capacidade de partilhar dados entre os stakeholders é um componente essencial para transformar dados em informações e ações úteis, comercializáveis e amplamente consumíveis. No entanto, muitas empresas cometem um erro ao migrarem para a cloud: tratam os dados da mesma forma que o faziam nas suas infraestruturas locais, ignorando a possibilidade de operar de maneira mais eficiente. A grande vantagem das plataformas de dados em cloud é a sua capacidade de gerir dados de formas que antes não eram possíveis, desde que o ecossistema de dados esteja bem estruturado e seguro. 

Plataformas de dados em cloud gerem, processam e analisam grandes quantidades de dados de forma escalável e flexível, podendo ser usadas para tudo, desde ingestão e armazenamento de dados até processamento, análise e visualização. No final, estas plataformas permitem que as empresas se tornem organizações orientadas por dados, com melhores decisões e operações mais eficientes. 

 Oito estratégias para a implementação de plataformas de análise de dados 

A Capgemini trabalha em várias plataformas de análise de dados, ajudando grandes empresas a modernizar os seus dados e a usar ferramentas de cloud e Inteligência Artificial/Machine Learning para extrair e partilhar informações acionáveis. Partilhamos algumas melhores práticas: 

  1. Crie uma arquitetura de plataforma de dados que impulsione o sucesso. A arquitetura da sua plataforma central é fundamental para alcançar resultados com utilização de dados em cloud. Três condições são essenciais: capacidade de alojar todos os formatos de dados, segregação em domínios de negócio, e o formato correto para melhor compressão e desempenho.
  2. Use particionamento e indexação nativos de cloud. A migração para a cloud não é apenas uma transferência de dados, mas requer transformação para se adaptar à lógica do negócio.
  3. Considere a segurança dos dados desde o início. A segurança de dados deve ser parte do desenho desde a fase inicial para evitar problemas futuros ao nível do compliance, como o RGPD. 
  4. O rastreamento de dados é crucial. A catalogação de dados facilita o acesso e garante consistência em toda a organização. A partilha de dados através de um catálogo assegura que todos os utilizadores falem a mesma linguagem.
  5. Capacite a IA generativa. A IA generativa pode melhorar a experiência de pesquisa e desbloquear novas informações rapidamente.
  6. Inclua FinOps e AIOps nas operações de negócio. Para evitar custos elevados na cloud, é importante que o processo de FinOps seja integrado no desenho da plataforma para monitorizar e controlar o uso e os custos.
  7. Plataformas de dados devem ser robustas e flexíveis. A escolha de uma plataforma de dados é uma decisão a longo prazo. É necessário pensar nas necessidades futuras da empresa e escolher uma plataforma que possa evoluir ao longo do tempo.

Para empresas que não pretendem uma nova implementação, poderão adotar uma estratégia de replatforming, ou até uma combinação de replatforming e nova implementação, para alcançar os melhores resultados. 

Num cenário empresarial cada vez mais competitivo, as decisões baseadas em dados são fundamentais para o sucesso e crescimento sustentável das organizações. A utilização eficaz na análise e visualização de dados, permite às empresas não só compreenderem melhor o comportamento dos consumidores, mas também tomarem decisões estratégicas mais assertivas e fundamentadas. Ferramentas de business intelligence e plataformas em cloud desempenham um papel essencial nesse processo, proporcionando uma gestão eficiente de dados e informações acionáveis em tempo real. 

Ao integrar estas soluções e ao adotar uma abordagem estruturada, as empresas podem transformar dados brutos em informações valiosas que impulsionam inovações, otimizam processos e melhoram a experiência do cliente. Assim, ao analisar e interpretar os dados com precisão, as organizações não apenas ganham uma vantagem competitiva, mas também estão mais preparadas para prever tendências, antecipar necessidades e tomar decisões estratégicas que resultam em maior rentabilidade e fidelização dos consumidores. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 29 da revista Líder, sob o tema Incluir. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Notícias, Opinião

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