• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O que aconteceu às chamadas telefónicas?

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O que aconteceu às chamadas telefónicas?

      Não existe um inglês ‘mais correto’: sotaques refletem identidade, cultura e diversidade, diz estudo

      Leading People 2026: «O ser humano não se realiza na sua vida diletante», salienta Adolfo Mesquita Nunes

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Falta de talento e competências digitais tornam-se prioridade de risco na Europa

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O dano reputacional pode ser muito mais profundo e duradouro do que uma coima», diz Joana Cadete Pires sobre a transparência salarial

      Uma empresa pode ser eficiente e «estar a jogar o jogo errado», explica Adrián Caldart

      «A energia pode tornar-se um ponto de ligação entre vizinhos», realça a investigadora Margarida Ortigão

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Marcelo Teixeira

A poesia resiste: cinco poemas que enfrentaram regimes, a morte e o amor

24 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Ao longo da história, houve versos que desafiaram ditaduras, palavras que foram armas mais perigosas do que espadas, amores que só encontraram redenção na metáfora e despedidas que se recusaram a ser definitivas. Sexta-feira passada, 21 de março, assinalou-se o Dia Mundial da Poesia, e a palavra ergueu-se, como sempre fez, contra o esquecimento. Poesia não é apenas beleza, mas também insubmissão – é resistência contra regimes, contra a perda, contra a morte e até contra o próprio tempo.

Para marcar a data, a Líder revisita cinco poemas que atravessaram fronteiras e décadas, mantendo-se tão vivos e urgentes como no dia em que foram escritos.

 

‘Liberdade’ – Sophia de Mello Breyner Andresen

«Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.»

Poucas palavras carregam tanto peso histórico como ‘Liberdade’. Durante a ditadura do Estado Novo, a poesia portuguesa foi um refúgio e uma trincheira, e Sophia de Mello Breyner Andresen escreveu este poema sem precisar de nomear o opressor. Em cada verso, ergue um espaço onde tudo é possível, um lugar puro onde a censura não pode tocar.

O poema tornou-se um símbolo de resistência e continua a ser lido como um hino à democracia. Quando a Revolução dos Cravos chegou, foi este espírito – o da palavra como ferramenta de transformação – que ajudou a moldar um país novo. Um país com sonhos por cumprir.

‘No Caminho com Maiakóvski’ – Eduardo Alves da Costa

«E por temor eu me calo.
Por temor, aceito a condição
de falso democrata
e rotulo meus gestos
com a palavra liberdade,
procurando, num sorriso,
esconder minha dor
diante de meus superiores.
Mas dentro de mim,
com a potência de um milhão de vozes,
o coração grita – MENTIRA!»

Poucos poemas tiveram uma vida tão atribulada como este. Durante décadas, circulou como se tivesse sido escrito pelo poeta russo Vladimir Maiakóvski, mas a verdade é que foi Eduardo Alves da Costa, poeta brasileiro, quem o escreveu. Os versos são um aviso sobre como a repressão não chega de rompante – instala-se aos poucos, apaga liberdades discretamente, até que já não sobra ninguém para resistir.

Este poema foi lido e citado em tempos de ditaduras e golpes de Estado, do Brasil à União Soviética, da Espanha franquista a outros cantos do mundo. A sua força reside na simplicidade da mensagem: a liberdade, quando ameaçada, não desaparece de uma só vez – morre aos poucos, se não for defendida.

 

‘Howl’ – Allen Ginsberg

«I saw the best minds of my generation destroyed by madness, starving hysterical naked,
dragging themselves through the negro streets at dawn looking for an angry fix,
angelheaded hipsters burning for the ancient heavenly connection to the starry dynamo in the machinery of night,
who poverty and tatters and hollow-eyed and high sat up smoking in the supernatural darkness of cold-water flats floating across the tops of cities contemplating jazz,»

Escrito em 1955, Howl é um longo grito de raiva e desespero contra a sociedade americana da época. Allen Ginsberg, um dos ícones da beat generation, criou um poema que denunciava a hipocrisia moralista, a perseguição dos diferentes, a destruição dos que não se encaixavam nas normas.

O poema foi alvo de censura nos Estados Unidos. Em 1957, foi julgado por obscenidade, mas os tribunais acabaram por defender a sua publicação, reconhecendo a sua importância literária. Hoje, Howl continua a ser um marco da literatura de protesto, um testemunho do poder da palavra contra qualquer sistema que tente calá-la.

 

‘Soneto de Fidelidade’ – Vinicius de Moraes

«E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.»

Nem toda a poesia nasce da revolta política. Às vezes, a resistência acontece na forma mais íntima e humana possível: o amor. Vinicius de Moraes escreveu um dos mais belos sonetos da língua portuguesa, onde não há promessas de eternidade – apenas a certeza de que, enquanto durar, o amor será tudo.

Este poema tornou-se um clássico, declamado em casamentos, despedidas e reencontros. É um lembrete de que o tempo pode levar tudo, mas nunca o que foi vivido intensamente. Num mundo que muda, onde tudo parece efémero com a morte à espreita, há versos que persistem como se desmentissem a passagem dos anos.

 

‘Em Creta, com o Minotauro’ – Jorge de Sena

«Em Creta, com o Minotauro,
sem versos e sem vida,
sem pátrias e sem espírito,
sem nada, nem ninguém,
que não o dedo sujo,
hei-de tomar em paz o meu café.»

Jorge de Sena escreveu este poema no exílio, depois de ter sido forçado a deixar Portugal. Nele, há uma amargura cortante, mas também uma esperança discreta. É uma ode àqueles que não se vergam, que escolhem a verdade mesmo quando é mais difícil, que não usam a hipocrisia como moeda de troca.

Sena, um dos maiores escritores portugueses do século XX, sabia o preço de ser fiel a si mesmo. E este poema, tantas vezes lido em momentos de desencanto, recorda-nos que há escolhas que, mesmo dolorosas, são as únicas que valem a pena.

 

A poesia não morre

Na última semana celebrou-se a poesia, mas a verdade é que ela nunca precisou de um dia marcado no calendário. Está na história dos povos, na voz dos inconformados, nos amores que se recusam a ser esquecidos. Pode ser grito ou sussurro, faca ou carícia – mas nunca deixa de ser.

Nestes cinco poemas, estão cinco formas de resistir: à tirania, à censura, à passagem do tempo, à hipocrisia e à ausência. E, enquanto houver quem os leia, haverá sempre algo que nunca se poderá apagar.

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias

Decidir com ousadia em tempos de mudança: nove realidades incontornáveis

24 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Vivemos tempos de disrupção. A inteligência artificial redefine mercados, políticas de diversidade e sustentabilidade enfrentam retrocessos, a desinformação prolifera e a geopolítica fragmenta-se. O mundo empresarial já não pode operar em piloto automático. A incerteza exige ousadia. E a inação tornou-se o maior inimigo do sucesso.

A LLYC apresenta o relatório ‘Liderar, Decidir com Ousadia’, um guia essencial para executivos e decisores que precisam de gerir riscos e capitalizar oportunidades. O estudo identifica nove realidades críticas e analisa as melhores estratégias para enfrentá-las com determinação.

 

1. Mudança permanente: a nova normalidade

O mundo está em transição. Com Donald Trump nos EUA, uma Comissão Europeia renovada e alterações significativas nas políticas comerciais, o cenário político global está em ebulição. Em 2024, 1,6 mil milhões de pessoas participaram em eleições, muitas delas exigindo mudanças radicais. Mas a transformação não se limita à política. Avanços tecnológicos, mudanças culturais e novas dinâmicas económicas redesenham o quotidiano. A instabilidade cresce, mas também surgem oportunidades. «Até que ponto estamos dispostos a colaborar com startups inovadoras ou a moldar as novas regulamentações?», questiona María Esteve, Sócia e Diretora-Geral de Estratégia de Corporate Affairs da LLYC.

 

2. Inteligência Artificial: o impacto real está a chegar

Muito se falou sobre IA, mas o seu verdadeiro impacto ainda está por definir. Com biliões de dólares investidos em centros de dados e uma competição feroz entre modelos de IA, a tecnologia já influencia a gestão de talento, a automatização de processos e a análise de padrões complexos. As empresas que apostarem cedo nesta revolução terão vantagem. «A IA não é uma moda, é a base da próxima revolução industrial», afirma Miguel Lucas, Diretor Global de Inovação da LLYC.

 

3. O retrocesso nos valores: o fim das agendas DEI e ESG?

Nos Estados Unidos, muitas empresas estão a recuar nas suas políticas de diversidade e sustentabilidade, desafiando a abordagem europeia. No entanto, ignorar estas dimensões pode ser um erro estratégico. Com consumidores e investidores cada vez mais atentos, a inclusão e a sustentabilidade continuarão a ser fatores competitivos decisivos. «Avançar é possível, mas exige uma visão abrangente e compromisso da liderança», sublinha Luisa Garcia, Sócia e Diretora-Geral Global de Corporate Affairs da LLYC.

 

4. O maior risco? Não fazer nada

Adam Grant, no seu livro Think Again, alerta para a tendência humana de evitar a mudança. O fenómeno path dependency explica por que razão empresas outrora bem-sucedidas falham ao resistir à inovação. O caso da Kodak, incapaz de transitar da fotografia analógica para a digital, é um exemplo clássico. O erro da inação pode ser fatal.

 

5. Desinformação: o novo campo de batalha

O Fórum Económico Mundial alerta para o impacto crescente da desinformação. Plataformas como X (ex-Twitter), TikTok e Bluesky moldam a opinião pública de formas imprevisíveis. A fragmentação informativa cria bolhas ideológicas, tornando as empresas vulneráveis a ataques reputacionais. Navegar este ambiente requer estratégias de comunicação robustas e transparentes.

 

6. Regulação em aceleração: oportunidade ou ameaça?

Bruxelas lançou o Competitiveness Compass, um plano ambicioso para os próximos cinco anos. Nos EUA e na América Latina, as mudanças regulatórias também avançam a ritmo acelerado. Estar na linha da frente do debate regulatório pode ser uma vantagem competitiva. As empresas que não participarem ativamente na formulação de normas correm o risco de serem surpreendidas.

 

7. Tecnologia: entre o fascínio e a desconfiança

Gigantes tecnológicos como Elon Musk e Mark Zuckerberg tornaram-se influentes não só nos negócios, mas também na política global. No entanto, a confiança na tecnologia diminui. Embora a maioria da população dos países desenvolvidos use a internet diariamente, cresce o ceticismo em relação às plataformas digitais. Empresas devem estar atentas a esta relação ambígua entre consumidores e tecnologia.

 

8. Geração Z no comando e Silver Economy em crescimento

A Geração Z já supera os baby boomers na força de trabalho dos EUA. Exigem mais sustentabilidade, diversidade e flexibilidade laboral. Paralelamente, o envelhecimento da população cria um novo mercado: a silver economy. Em Espanha, 20 milhões de pessoas têm mais de 65 anos. O sucesso passará por equilibrar estas duas forças demográficas.

 

9. A Bioglobalização e a Nova Ordem Mundial

A globalização já não é um dado adquirido. As tensões entre os EUA e a China criam dois blocos económicos rivais, obrigando empresas a redefinir estratégias de exportação, cadeias de fornecimento e investimentos. O mundo não está a desglobalizar-se, mas a reorganizar-se em novas esferas de influência. Adaptar-se rapidamente será crucial.

 

Conclusão

O cenário empresarial exige decisões audazes. O relatório da LLYC oferece uma bússola para navegar um ambiente de incerteza, mostrando que a liderança eficaz requer ação imediata. Em tempos de mudança, hesitar pode ser o maior erro.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Atração e integração de talento: desafios e oportunidades para o futuro de Portugal

21 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Em tempos de mobilidade global e transformação constante, o talento já não conhece fronteiras. A discussão centra-se em como Portugal pode captar mais talento do que aquele que perde para o exterior, criando condições de competitividade para que os jovens escolham ficar no país.

Na semana passada, 13 de março, o Centro Cultural de Cascais acolheu o debate da  Leading People International HR Conference, onde líderes e especialistas do setor traçaram um panorama sobre as melhores práticas e diretrizes para atrair e integrar talentos, incluindo migrantes, refugiados e nacionais de países terceiros.

O painel, composto por figuras como Pedro Portugal Gaspar, Presidente do Conselho Diretivo da AIMA, I.P., António Calçada de Sá, Presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, Susana Correia de Campos, Employee Relations Global Director da Jerónimo Martins, e Pedro Ginjeira do Nascimento, Secretário Geral da Associação Business Roundtable Portugal, explorou caminhos para garantir que este movimento global de migração se traduza em soluções eficazes e sustentáveis para o país. A moderação ficou a cargo da jornalista Catarina Marques Rodrigues.

A jornalista Catarina Marques Rodrigues

 

Um enquadramento com dados concretos e perguntas necessárias

De acordo com os últimos dados, em apenas seis anos, o número de estrangeiros em Portugal mais do que duplicou, superando a marca de um milhão de pessoas. Este aumento de 33,6% em 2023 coloca em evidência um desafio significativo: como acolher e integrar este talento de forma digna e eficaz, garantindo que o saldo migratório seja positivo, tanto em quantidade como em qualidade? A imigração, defendem os especialistas, deve ser planeada com regras claras e rigorosas.

Nesse sentido, surgem outras questões. Como transformar a burocracia em flexibilidade, a escassez de talento em oportunidade, e a diversidade num motor de crescimento? Ao longo do debate foram destacadas as potencialidades do país enquanto território de futuro, prosperidade e inovação. No setor empresarial, onde a meritocracia e a competitividade estão longe de serem ideais, as questões de inovação e diversidade empresarial surgem como áreas-chave para os horizontes da consolidação económica do país.

 

Uma conversa à mesa: de onde vimos e para onde vamos

Pedro Portugal Gaspar iniciou a sua intervenção destacando a diversidade do perfil dos imigrantes que têm chegado a Portugal. Embora continue a haver uma preponderância de países de língua portuguesa, como os PALOP e o Brasil, ele sublinha que os novos êxodos «trazem desafios, mas também muitas oportunidades, tanto em áreas não qualificadas quanto em áreas mais qualificadas».

O Presidente do Conselho Diretivo da AIMA destacou ainda a importância de um acolhimento eficaz, afirmando que «é necessário conjugar a integração com a distribuição dos imigrantes no território». Para ajudar a solucionar esses entraves, a AIMA tem desempenhado um papel crucial na articulação com autarquias e instituições como universidades para garantir que os imigrantes se estabeleçam em regiões adequadas às suas características e capacidades.

Pedro Portugal Gaspar, Presidente do Conselho Diretivo da AIMA
Pedro Portugal Gaspar, Presidente do Conselho Diretivo da AIMA

Além disso, Pedro Portugal Gaspar recordou que a migração tem várias faces: «Às vezes chegam os homens primeiro, mas depois querem trazer as suas famílias. Outros partem ao final de meia dúzia de anos». Estes aspectos levantam a questão da necessidade de políticas públicas eficazes, que ajudem não só a reter talento, mas também a criar um ambiente propício para a integração em todo o país. A inclusão de migrantes e a capacitação de profissionais são, assim, essenciais para o futuro económico e social de Portugal.

 

Portas abertas e desafios na integração

Susana Correia de Campos, Employee Relations Global Director da Jerónimo Martins, centrada no tema das oportunidades, afirmou: «Não existem pessoas sem capacidades, existem pessoas sem oportunidades». A sua intervenção sublinhou que, embora os imigrantes cheguem frequentemente em situações de vulnerabilidade, «eles procuram melhores condições de vida», e a organização que representa tem sido capaz de acolher esses indivíduos como uma mais-valia. «Temos um programa que se chama ‘Liderança para a Diferença’, que desempenha um papel importante na integração», explicou, destacando as iniciativas da Jerónimo Martins para ajudar na reintegração e garantir uma qualidade de vida adequada.

Susana Correia de Campos, Employee Relations Global Director da Jerónimo Martins

No entanto, Susana Correia de Campos ressalta que, embora o trabalho seja fundamental para a integração plena, é necessário ir mais longe. A empresa tem promovido não apenas «oportunidades», mas também uma verdadeira preocupação com as «necessidades muito específicas para a reintegração» das pessoas que chegam ao país.

 

A visão crítica sobre os desafios da diversidade cultural

Pedro Ginjeira do Nascimento, Secretário-Geral da Associação Business Roundtable Portugal, trouxe uma visão mais crítica sobre o volume e a diversidade migratória, destacando os desafios dessa realidade. «Portugal tem sido um bom país de acolhimento», começou por dizer, mas alertou para a rapidez do aumento do fluxo migratório. «A velocidade do volume migratório e a diversidade cultural são desafios. Se mal gerido, o país não cresce», afirmou, deixando claro que a gestão inadequada da imigração pode afetar não só a economia, mas também a coesão social. A aprendizagem da língua portuguesa, segundo ele, é essencial para garantir uma integração eficaz e criar um clima próspero e compreensivo.

Pedro Ginjeira do Nascimento sublinha que, para além dos desafios económicos, a integração cultural deve ser bem gerida para garantir que a sociedade portuguesa continue a prosperar de forma equilibrada e inclusiva.

Pedro Ginjeira do Nascimento, Secretário Geral da Associação Business Roundtable Portugal

 

A transformação da emigração e a construção de redes de apoio

António Calçada de Sá, Presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, trouxe uma imagem simbólica para refletir a transformação da emigração ao longo do tempo. «Os antigos emigrantes partiam com a mala cheia e uma vazia com sonhos. Hoje, levam o currículo num braço, o iPad no outro e uma bolsa pequena nas costas», descreveu, evidenciando como a emigração tem mudado na era globalizada.

A sua análise focou-se na exportação de talento e na necessidade de manter uma ligação contínua entre os emigrantes e Portugal. «O nosso trabalho é criar essa rede, alargar a pirâmide, permitir que os portugueses que saem continuem ligados a Portugal», afirmou, destacando o papel da diáspora portuguesa em manter a conexão com o país.

O Presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa acredita que essa rede sólida é fundamental para garantir que o talento português espalhado pelo mundo continue a contribuir para o país, e que apenas com um sistema de apoio bem estruturado será possível perceber como algumas diásporas funcionam de forma eficaz.

António Calçada de Sá, Presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa

 

Os desafios de fixar os jovens em Portugal

Por fim, todos os oradores concordaram que, apesar das vantagens que a imigração oferece, é crucial que Portugal crie as condições necessárias para fixar o seu próprio talento jovem no país. De acordo com Pedro Ginjeira do Nascimento, «apenas um em cada sete jovens portugueses regressa, devido a salários baixos, poucas grandes empresas no mercado, impostos elevados e a crise de habitação».

Para fixar os jovens, ele acredita que é necessário repensar a estrutura do mercado de trabalho e garantir uma verdadeira «experiência de aprendizagem» que os incentive a permanecer em Portugal. Como reforça António Calçada de Sá: «hoje vive-se com menos medo. Os jovens saem com entusiasmo daquilo que podem encontrar lá fora», mas é fundamental que o país seja capaz de oferecer as condições certas para que voltem a casa.

 

Assista ao debate completo aqui:

MIGRAÇÕES E TALENTO: DESENHAR UM ROADMAP DE SOLUÇÕES

 

Tenha acesso à galeria de imagens aqui.

Tudo o que aconteceu na Leading People está disponível na Líder TV e nos canais 165 do MEO e 560 da NOS.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Benedita Miranda assume liderança da Foundever.org e reforça aposta na educação

21 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Benedita Miranda é a nova Diretora Executiva da Foundever.org, a organização sem fins lucrativos da Foundever. A nomeação reforça o compromisso da Foundever com a educação e o desenvolvimento de competências.

Reconhecida pela Forbes Portugal como uma das Mulheres Mais Poderosas nos Negócios, Benedita Miranda destaca-se pelo seu percurso na empresa, iniciado em 2010. Agora, assume um novo desafio: liderar a Foundever.org na promoção da educação como direito humano. «É uma honra para mim assumir esta liderança e continuar a criar oportunidades para todos», afirma.

A Foundever.org, lançada em 2023, apoia programas educacionais dirigidos tanto a colaboradores da empresa como a comunidades carenciadas. A iniciativa ‘CX for Good’ é um dos projetos-chave, focando-se na capacitação profissional de talentos de meios desfavorecidos.

A nomeação surge num momento de reforço das parcerias da Foundever. No Dia da Mulher, a empresa renovou a colaboração com a Inspiring Girls Portugal. Esta iniciativa promove a partilha de experiências de carreira para inspirar jovens mulheres e combater estereótipos de género.

O compromisso da Foundever com a diversidade tem sido reconhecido internacionalmente. A empresa recebeu os prémios ‘Best Company for Women’ e ‘Best Company for Diversity’ da Comparably’, baseados em avaliações de colaboradores.

Para além da liderança na Foundever.org, Benedita Miranda continua a gerir a região multilingue da Foundever, coordenando cerca de 14.000 colaboradores em dez mercados.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

O estado de uma nação em sete minutos: o peso da Rússia no mundo

20 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

A Rússia não é apenas um país; é um continente dentro de um continente, uma terra onde o gelo siberiano guarda os ossos de impérios extintos e onde catedrais de ouro refletem o brilho de um passado grandioso. O Kremlin, erguido sobre os sonhos de Ivan, dos Romanov e dos sovietes, não é apenas uma fortaleza de tijolos vermelhos – é o coração palpitante de uma nação que nunca se permitiu ser pequena.

No Global Soft Power Index 2025, a Rússia manteve a 16ª posição, sustentada pelo seu peso geopolítico e influência cultural, apesar da pressão ocidental. Contudo, ​o Índice de Democracia de 2024, publicado pela Economist Intelligence Unit (EIU), classifica a Rússia como um regime autoritário, ocupando a 150ª posição com uma pontuação de 2,03. O relatório destaca que a «farsa eleitoral de 2024 garantiu a Putin um quinto mandato, enquanto opositores foram perseguidos, presos ou forçados ao exílio».

Este é o artigo inaugural da nova rubrica da Líder, ‘O estado de uma nação em sete minutos’. Todas as quintas-feiras, traremos um retrato de um país, explorando sucintamente quatro dimensões: cultural, politica, económica e social.

Cultura

A Rússia, na literatura, deu ao mundo Tolstói e Dostoiévski – o primeiro, um arquiteto de epopeias humanas como Guerra e Paz, onde cada página vibra com o destino de impérios e almas; o segundo, um cirurgião do espírito, que em Crime e Castigo desceu aos porões da culpa e da redenção como poucos ousaram fazê-lo.

Na música, ofereceu Tchaikovsky, cujo Lago dos Cisnes continua a hipnotizar plateias em todo o lado, cada nota anunciando a tragédia do amor impossível. Ou Stravinsky, que rompeu a tradição musical, especialmente com obras como A Sagração da Primavera que provocou um escândalo na sua estreia.

Já nos tabuleiros de xadrez, a Rússia moldou campeões e génios, de Alekhine a Kasparov, dominando o jogo como se cada jogada fosse um reflexo da própria estratégia nacional: paciência, cálculo, inevitabilidade.

A história da Rússia é, no fundo, um tabuleiro onde as peças nunca param de se mover. E para entender o presente deste gigante, há que olhar para as mãos que ainda seguram as rédeas do seu destino. Hoje, a liberdade artística enfrenta desafios. Esta semana, o humorista Artemy Ostanin foi detido por supostas ofensas a veteranos de guerra, ilustrando o controlo apertado sobre narrativas que possam enfraquecer o espírito patriótico promovido pelo governo.

Política

O poder na Rússia continua centralizado nas mãos do Presidente Vladimir Putin, caracterizando-se por um sistema autoritário que controla os meios de comunicação e reprime a oposição genuína. Apesar disso, e das acusações de autoritarismo do exterior, dentro da Rússia, a realidade é diferente: Putin continua a contar com forte apoio popular. Mais do que uma pessoa, o líder russo representa um lugar e um tempo: a União Soviética, onde todos – não só os russos, mas também as outras etnias – parecem marchar pelo bem comum e pela pátria.

A constatação é de Alexey Levinson, diretor de Pesquisas do Centro Analítico Yuri Levada, de Moscovo, o mais importante instituto de opinião da Rússia. No cargo desde 2003, Levinson levantou mais de 270 pesquisas realizadas pelo Centro Levada a partir da chegada de Putin ao poder, em 2000. Uma pesquisa feita em 2023 regista um índice de aprovação de Putin de 81% no seio popular.

Economia

De acordo com a Reuters, a economia russa cresceu 4,1% em 2024 e mantém-se resiliente em 2025. Contudo, com um crescimento projetado de 1,3%, a Rússia enfrenta desafios, como a inflação e as taxas de juro elevadas. O Banco Central da Rússia decidiu manter a taxa de juro de referência em 21%, conforme previsto por analistas. Apesar de uma desaceleração nos empréstimos corporativos e ao consumo, a inflação permanece elevada, situando-se em 10,1%, bem acima da meta de 4% estabelecida pela autoridade monetária.

A valorização do rublo, que subiu 26% desde o início do ano, pode ajudar a reduzir as taxas de inflação, caso a moeda russa mantenha os níveis atuais por tempo suficiente para impactar os preços dos bens importados. Além disso, continua a beneficiar da reorientação comercial para a Ásia, pela sua posição como fornecedor de energia para mercados emergentes, incluindo a China e a Índia.

As sanções ocidentais impactaram alguns setores, mas também impulsionaram a industrialização interna e o desenvolvimento de cadeias de abastecimento alternativas. Apesar de um maior isolamento do Ocidente, a economia russa não dá sinais de colapso iminente, no entanto apresenta de um claro abrandamento.

Sociedade

A opinião pública russa reflete um forte espírito nacionalista. Aliás, uma pesquisa do Centro Levada de 2009 revelou que 59% dos russos consideravam a ordem mais importante do que a democracia, mesmo que isso implicasse algumas infrações dos princípios democráticos e limitações das liberdades individuais.

Um aspeto preocupante no país passa pela crise demográfica. Nos primeiros seis meses de 2024, nasceram 599.600 crianças na Rússia, uma redução de 16.500 em relação ao mesmo período de 2023, marcando a taxa de natalidade mais baixa desde 1999. Projeções indicam que a população russa pode diminuir para entre 133 e 136 milhões até 2050.

​A Rússia também enfrenta desafios ambientais significativos, especialmente na gestão dos seus vastos recursos naturais e no equilíbrio entre desenvolvimento económico e sustentabilidade ambiental. A organização Greenpeace Internacional foi declarada «indesejável» pelo Gabinete do Procurador-Geral da Federação Russa. O motivo passa pelas suas atividades representarem uma ameaça à ordem constitucional e à segurança do país, segundo fontes oficiais russas. Porém, o país reconhece a necessidade de desenvolver uma economia ‘verde’ para promover a sustentabilidade, embora a implementação de políticas eficazes seja um desafio contínuo.

 

Conclusão

A Rússia é uma terra de paradoxos, onde a grandeza imperial e as convulsões revolucionárias se entrelaçam numa narrativa de resistência e renascimento. Pedro, o Grande, o maior dos czares, moldou um império à força do ferro e do mar, rasgando janelas para a Europa e empurrando a nação rumo à modernidade. Mas onde há grandeza, há sombras – e poucas foram tão enigmáticas quanto Rasputin, o monge de olhos hipnóticos que se insinuou nos corredores do poder, alimentando lendas que ainda hoje percorrem os becos da história.

O império ruiu sob o peso das próprias contradições. Em 1917, as ruas de Petrogrado arderam com a fúria dos famintos e dos deserdados, e o bolchevismo emergiu como a tempestade que varreu um mundo antigo. Da revolução nasceu um novo império, com os mesmos delírios de eternidade, mas agora vestido de vermelho e aço. A Rússia nunca caiu sem se erguer de novo, e, ao longo dos séculos, aprendeu a dobrar-se sem quebrar, a recuar apenas para ganhar fôlego.

Assim, o país mantém-se um ator central no tabuleiro global, desafiando previsões de colapso económico e mantendo um forte apoio interno ao seu líder, mesmo sob um regime autoritário e de medo. Entre desafios e conquistas acasteladas de sombras, o país continua a traçar o seu próprio rumo, distante do modelo ocidental, mas consolidando o seu lugar como potência duradoura.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

‘Inteligência Artificial para Líderes’ é o tema da Aprender Magazine 2025

20 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

A Aprender Magazine – Inteligência Artificial para Líderes já está disponível nas bancas, integrando a revista Líder de Primavera. Pode ainda lê-la online na plataforma Wisloc.

‘A Inteligência Artificial Generativa – Riscos e Vantagens’ é o mote desta edição, sendo o enquadramento de Arlindo Oliveira, Professor do Instituto Superior Técnico e Presidente do INESC.

A revista reúne textos de Sara Sousa Brito, Partner People Value; Rita Teixeira d’Azevedo, Diretora-geral da RTA Consultoria, coordenadora pedagógica e científica da RTA Academy; Isabel Freire de Andrade, Diretora Geral da Bright Concept – Consultoria, Formação e Coaching; Rita Duarte, CEO Header; Margarida Segard, Diretora do ISQ Academy; João Nogueira Santos, CEO Learninghubz; e Jorge Lopes, Diretor Rumos, área da Formação.

Contém algumas breves sobre acontecimentos relacionados e recomenda ainda livros que exploram a fundo as várias dimensões da Inteligência Artificial. Além disso, aponta no calendário eventos futuros que mergulham nesta nova e inevitável realidade.

‘Novos Desafios de Liderança’ é uma análise de Sara Sousa Brito, Partner da People Value.

‘Inteligência Artificial e Liderança – Tomada de decisões e futuro humanizado’, escrito por Rita Teixeira d’Azevedo, CEO e Diretora geral e Coordenadora Técnica da RTA Consultoria, Coordenadora Pedagógica e Científica da RTA Academy.

‘Liderar com IA – O seu novo parceiro estratégico’, pela lente de Isabel Freire de Andrade, , Diretora Geral da Bright Concept – Consultoria, Formação e Coaching.

Rita Duarte, CEO da Header™ debruça-se sobre ‘IA E Liderança – O (novo) imperativo do desenvolvimento executivo’.

‘Onde Está o Nosso Capital Inteligente na Transição Digital Inteligente?’, é a pergunta lançada por Margarida Segard, Diretora do ISQ Academy.

‘A IA Vai Torná-lo um Líder Mais Eficiente, Não Extinto’ é a convicção de João Nogueira Santos, CEO Learninghubz.

E, por fim, ‘Formação Contínua como Pilar da Competitividade no Setor Tecnológico’ é o olhar de Jorge Lopes, Diretor Rumos, área da Formação.

Arquivado em:Liderança, Notícias

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 148
  • Página 149
  • Página 150
  • Página 151
  • Página 152
  • Interim pages omitted …
  • Página 178
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.