Cada vez mais globalizado e concorrencial, o mercado de trabalho caracteriza-se atualmente por uma escassez generalizada de recursos humanos qualificados, o que torna a atração e a retenção de talento num desafio crescente para muitas empresas de múltiplos setores em vários países.
Com acesso a mais informação, conhecimento e formação especializada, os jovens talentos de hoje estão mais conscientes, e bem, do que se passa no País e no mundo. Têm uma maior mobilidade, possuem uma ampla capacidade de adaptação e comparação e revelam também uma maior consciencialização para questões ambientais e sociais, numa altura em que temas como as alterações climáticas e os direitos humanos são cada vez mais prementes e exigem respostas inequívocas da sociedade, incluindo das empresas.
Neste contexto, as novas gerações revelam ter uma visão muito mais apurada e integrada sobre o que significa trabalhar numa determinada empresa e os critérios que estão na base dessa opção profissional. Esta nova consciência não se cinge aos mais jovens e é cada vez mais transversal às várias faixas etárias e quadros mais experientes.
Se no passado o salário e os benefícios eram fatores preponderantes, hoje os candidatos e colaboradores estão cada vez mais atentos, sensíveis e exigentes quanto à forma como as empresas articulam os seus valores com as suas ações, as suas prioridades e causas a que se dedicam.
A coerência entre o que a empresa defende e o que pratica é, por isso, crucial.
Igualmente fundamental é a ética no ambiente de trabalho e a maneira como se reflete em todas as decisões, seja na forma como os colaboradores são tratados, tendo em vista a sua valorização, satisfação e bem-estar, seja nas práticas de sustentabilidade e responsabilidade social que a organização adota, ou ainda nas relações que mantém com fornecedores e parceiros. Este alinhamento é decisivo para a promover uma maior confiança, sentimento de pertença e ligação emocional dos colaboradores com a empresa.
A combinação da missão, dos valores e dos princípios que orientam políticas, práticas e condutas, formam a cultura da empresa, a identidade que a define, que a explica e que no fundo nos ajuda a saber o que dela esperar. Com candidatos e colaboradores cada vez mais cientes do que querem e do que defendem, com uma sociedade mais desperta para os desafios do presente e do futuro, as empresas precisam de refletir com rigor sobre o seu posicionamento e ter abertura para adaptá-lo, se necessário. A cultura das empresas tem um grande impacto na sua relevância, competitividade e, até, na sua sobrevivência, em todas as vertentes da transição sustentável e no caminho da inovação.
No Bankinter, colocamos o foco nas pessoas e no poder que cada uma delas tem para fazer a diferença. Reconhecemos o talento jovem a par da experiência adquirida. Vemos no mérito, na aprendizagem contínua e na partilha a base do crescimento e da realização profissional, numa atmosfera organizacional feita de diversidade, proximidade e empatia, em que o espírito de equipa, a liberdade e a criatividade são a semente da inovação que sempre caracterizou este banco. Levamos muito a sério o compromisso com as nossas pessoas, com a sua valorização, formação, saúde, bem-estar e reconhecemos o contributo de todos para a história de sucesso de 9 anos do Bankinter em Portugal.
A nossa missão é clara: apoiar as famílias e as empresas a concretizar os seus projetos de vida e de negócio, contribuindo assim para a sua realização pessoal e dos seus projetos corporativos, para o seu crescimento e para o desenvolvimento da economia. Fazemo-lo a acreditar e a praticar os valores do Bankinter. Com agilidade, respondemos de forma célere e eficaz aos desafios, adaptando-nos às circunstâncias. Com entusiasmo, promovemos uma cultura de união, energia e motivação. Com integridade, somos coerentes entre o que defendemos, o que praticamos e somos responsáveis pelo impacto das nossas ações na sociedade. Com originalidade, procuramos ser inovadores, pensar de maneira diferente e criar valor. Estes quatro pilares norteiam a relação do banco com os seus colaboradores e o elo de proximidade que estes estabelecem com os parceiros, clientes e sociedade em geral.
Extraímos o melhor da tecnologia, da inovação e do processo de transição digital a favor das nossas equipas e dos nossos clientes. Esta evolução traz novidades, requer a adaptação de todos nós e revela-se também como uma excelente oportunidade para aprender e saber mais, para tornar procedimentos mais eficientes, para melhorar a própria experiência do colaborador, para dinamizar a forma como comunicamos internamente, aproximando-nos e fomentando ainda mais a noção de propósito comum. A par deste progresso tecnológico, mantemos o foco nas pessoas, na sua realização, na excelência das práticas de gestão, no crescimento sustentável, sempre alinhado com os princípios que nos movem e que fazem do Bankinter um banco único e reconhecido. É esta a base da nossa cultura!
Esta opinião foi publicada na edição nº 29 da revista Líder, sob o tema Incluir. Subscreva a Revista Líder aqui.