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Marcelo Teixeira

Tecnologia imersiva acelera vendas online e reduz devoluções

12 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

As marcas que integram tecnologias avançadas nas vendas online registam mais sucesso, menos devoluções e clientes mais satisfeitos. O Instituto Superior Miguel Torga (ISMT), em Coimbra, estudou o impacto da Realidade Aumentada e da Realidade Virtual no comércio digital e concluiu que estas ferramentas revolucionam a experiência de compra. O estudo foi apresentado nos dias 7 e 8 de março, na Turquia, no International Social, Political and Financial Research Congress.

 

Simular para vender mais

A Realidade Aumentada, que permite sobrepor elementos virtuais ao mundo real, e a Realidade Virtual, que cria ambientes imersivos, estão a transformar o comércio eletrónico. Marcas como IKEA, Sephora e Ray-Ban já apostam nestas tecnologias para dar aos clientes a possibilidade de ‘testar’ os produtos antes da compra.

«Podem ser provas online, as virtual try-ons, ou simulações espaciais: em ambos os casos, o cliente interage com o produto de forma mais intensa», explica Maria Nascimento Cunha, investigadora e docente do ISMT, em comunicado. Um sofá pode ser visualizado dentro da sala de casa, um par de óculos pode ser experimentado virtualmente e uma peça de roupa pode ser ajustada ao corpo com um clique.

 

O poder da experiência imersiva

Além de criar envolvimento, estas tecnologias reduzem um dos maiores problemas das vendas online: as devoluções. Segundo o estudo The Impact of Augmented and Virtual Reality on Consumer Engagement and Experience in E-Commerce, as compras feitas através destas plataformas são mais certeiras, diminuindo as trocas e aumentando a confiança dos consumidores.

Já a Realidade Virtual vai mais longe: recria lojas inteiras em ambientes digitais, permitindo que os utilizadores passeiem por corredores virtuais, explorem produtos como se estivessem fisicamente num espaço comercial e interajam com a marca de forma mais profunda. «A experiência torna-se mais próxima do ambiente real, fortalecendo a ligação emocional com o produto», destaca Maria Nascimento Cunha.

 

Benefícios claros, desafios persistentes

O estudo do ISMT evidencia os benefícios para as empresas: mais vendas, maior fidelização e clientes mais confiantes. No entanto, a adoção destas tecnologias ainda enfrenta desafios. «Custos elevados, barreiras de acessibilidade e limitações técnicas dificultam a implementação, sobretudo na Realidade Virtual», alerta a investigadora.

Apesar disso, a tendência é de crescimento. A integração da Realidade Aumentada e da Realidade Virtual com inteligência artificial e gamificação pode ampliar a personalização e o envolvimento dos consumidores, tornando o e-commerce ainda mais eficiente.

 

O futuro do comércio digital

A migração do consumo para o digital é um caminho sem volta. Para se destacarem no e-commerce, as marcas precisam de oferecer experiências cada vez mais imersivas e interativas.

«A Realidade Aumentada e a Realidade Virtual não são apenas inovações passageiras, mas ferramentas essenciais para impulsionar o crescimento do mercado digital», sublinha Maria Nascimento Cunha.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Para onde vão os mercados com as tarifas de Trump?

11 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

As recentes ameaças de tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos espalharam-se como um rio que transborda, alagando mercados financeiros e setores inteiros. Medidas protecionistas não afetam apenas os países exportadores, mas também empresas e consumidores nos próprios EUA, que podem enfrentar preços mais elevados e menor variedade de produtos.

Assim, a introdução destas barreiras comerciais pode alterar o curso natural do comércio global, desviando investimentos, forçando empresas a encontrar novos caminhos e criando incertezas que afetam os mercados de ações. Este artigo parte de uma análise a um relatório da Schroders.

Países e setores mais afetados

México e Canadá

A 4 de março, a administração de Donald Trump implementou tarifas de 25% sobre as importações provenientes do México e do Canadá, justificando a medida com questões relacionadas ao tráfico de fentanil e à imigração ilegal. Esta ação contrariou os termos do acordo comercial entre os três países e afetou diversas cadeias de abastecimento.

O Canadá reagiu prontamente, anunciando a imposição de tarifas equivalentes sobre produtos norte-americanos no valor de 20,6 mil milhões de dólares. O primeiro-ministro Justin Trudeau expressou que tais tarifas violavam o acordo comercial e prejudicavam a economia canadiana. Estima-se que, se mantidas, essas tarifas poderiam levar a uma recessão no Canadá e à perda de até 100.000 empregos.

O México, liderado pela presidente Claudia Sheinbaum, manifestou a intenção de ripostar às tarifas comerciais introduzidas pelos Estados Unidos, incluindo a preparação de medidas que envolvem tarifas sobre produtos norte-americanos. Além disso, a presidente  expressou a disposição do México em adotar ações económicas não tarifárias contra os EUA, embora detalhes específicos não tenham sido divulgados.

Após negociações, o presidente dos EUA, Donald Trump, concordou em adiar a implementação das tarifas até 2 de abril de 2025.

Segundo a Reuters, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que a persistência dessas tarifas teria efeitos adversos significativos nas economias do México e do Canadá, devido à forte integração económica com os EUA. O FMI enfatizou que períodos prolongados de incerteza podem levar famílias e empresas a adiar decisões de consumo e investimento, prejudicando o crescimento económico.

Automóvel: Europa no centro da tempestade

O setor automóvel europeu é um dos mais vulneráveis às potenciais tarifas dos EUA. Fabricantes como o Grupo Volkswagen, a BMW e a Stellantis têm uma presença significativa no mercado norte-americano e dependem das exportações para manterem a sua competitividade.

Recentemente, declarações sobre possíveis tarifas adicionais sobre automóveis importados dos EUA levaram a uma queda nas ações dessas empresas. Um aumento nos custos de exportação pode forçá-las a subir preços ou a encontrar alternativas para manterem a margem de lucro, como a deslocalização parcial da produção para os EUA, o que implicaria investimentos elevados.

Tal como um rio que se vê bloqueado por um deslizamento de terra, estas empresas terão de encontrar novas formas de escoar os seus produtos para evitar a estagnação e a erosão dos seus lucros.

Tecnologia: cadeias de abastecimento em risco

O setor tecnológico também enfrenta desafios com as tarifas comerciais. Empresas como a Nvidia, a Intel e a Apple dependem de componentes fabricados em diferentes partes do mundo, especialmente na Ásia. A imposição de tarifas sobre semicondutores e outros componentes eletrónicos pode encarecer a produção e afetar a rentabilidade dessas empresas.

Além de uma guerra tecnológica, a guerra comercial entre os EUA e a China já havia demonstrado como medidas protecionistas podem desestabilizar este setor. Restrições comerciais à exportação de tecnologia sensível, como semicondutores avançados, podem limitar o crescimento de empresas chinesas e, ao mesmo tempo, dificultar o acesso dos fabricantes norte-americanos a certos mercados.

Agricultura e bens de consumo: impactos diretos e indiretos

Outro setor sensível é o da agricultura, especialmente em países que exportam produtos agrícolas para os EUA, como o Brasil e a União Europeia. A imposição de tarifas pode reduzir a competitividade dos produtos estrangeiros e beneficiar os produtores locais nos EUA. Contudo, ao mesmo tempo pode levar a represálias comerciais por parte dos países afetados, prejudicando exportadores norte-americanos de outros setores.

Os bens de consumo também podem sofrer impactos. Empresas que dependem da importação de matérias-primas ou de produtos acabados para vender no mercado norte-americano podem enfrentar aumentos de custos, o que pode ser refletido nos preços finais para os consumidores.

 

Impacto nos mercados financeiros

Os mercados de ações têm reagido com volatilidade às notícias sobre a tarifo-mania de Trump. O índice pan-europeu STOXX 600, que reúne as principais empresas europeias, registou quedas após declarações sobre novas medidas protecionistas. Da mesma forma, o S&P 500 nos EUA e o Nikkei 225 no Japão também enfrentaram oscilações devido a receios sobre o impacto económico das tarifas.

As políticas tarifárias também influenciam as taxas de câmbio, afetando a competitividade das exportações e importações. O dólar norte-americano, por exemplo, tem sido impactado pelas expectativas de inflação decorrentes das tarifas comerciais. As apostas dos investidores na possibilidade de taxas de juro mais elevadas pela Reserva Federal dos EUA, devido ao aumento da inflação, resultaram na valorização do dólar face a outras moedas.

 

Perspetivas futuras e possíveis cenários

Se as tarifas forem implementadas de forma agressiva, é provável que vejamos uma escalada nas tensões comerciais, com retaliações por parte dos países afetados. No entanto, também há a possibilidade de negociações que levem a soluções intermédias, minimizando os impactos para as empresas e para os mercados.

Nesse sentido, os investidores deverão manter uma abordagem cautelosa, diversificando os seus portfólios e monitorizando as decisões políticas que possam afetar o comércio global. O impacto das tarifas não se limita a curto prazo; pode moldar a dinâmica dos mercados financeiros e do crescimento económico durante anos.

Tal como um rio que precisa de se adaptar a novos obstáculos, as economias e os mercados terão de encontrar novos leitos por onde fluir, evitando bloqueios e mantendo o dinamismo que sustenta o crescimento.

Arquivado em:Economia, Notícias

Investidores em early stage apostam no crescimento, mas enfrentam desafios na liquidez

11 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

A maioria dos investidores nacionais em early stage encara o primeiro semestre de 2025 com otimismo, tanto no número de negócios como no montante a investir. No entanto, esse entusiasmo não se reflete nas saídas dos investimentos – o chamado exit, ou seja, a venda de participações para recuperar capital. Segundo a terceira edição do Barómetro do Investimento Early Stage, da Investors Portugal, 58% dos investidores veem poucas perspetivas de saída nos próximos seis meses, uma descida de 26 pontos percentuais face ao mesmo período do ano passado.

 

Mercado menos líquido e captação de capital mais difícil

O otimismo atual contrasta com as dificuldades vividas no segundo semestre de 2024. Apesar de 68% dos investidores terem mantido uma visão positiva sobre o mercado, 71% enfrentaram obstáculos para levantar capital e 78% referem que houve menos oportunidades de saída dos investimentos. Ainda assim, 71% dos investidores identificaram mais oportunidades de negócio, mas com maior prudência: 65% reduziram o número de investimentos e 61% investiram montantes menores face à primeira metade do ano.

 

Investidores pedem mais incentivos e estabilidade nas políticas públicas

As políticas públicas continuam a ser um entrave para o setor. Mais de metade dos investidores (55%) considera que o atual ambiente regulatório não favorece o crescimento do ecossistema, ainda que este número tenha caído três pontos percentuais em relação ao semestre anterior. Entre as medidas defendidas pelo setor estão benefícios fiscais mais alinhados com os padrões europeus, maior estabilidade nas regras e a criação de mecanismos que dinamizem transações secundárias, permitindo que investidores vendam as suas participações com maior facilidade.

«O otimismo em relação ao volume e às oportunidades de investimento não anula um problema estrutural do mercado: a falta de liquidez para saídas», afirma Lurdes Gramaxo, presidente da Investors Portugal.

 

Portugal atrai mais capital estrangeiro, mas desafios persistem

Apesar dos desafios internos, o mercado português tem chamado a atenção de investidores estrangeiros. Fundos internacionais procuram startups nacionais, especialmente nas áreas de tecnologia, sustentabilidade e biotecnologia, setores que apresentam um crescimento sustentado. No entanto, a dificuldade em escalar negócios e a baixa liquidez do mercado continuam a ser barreiras para um ecossistema mais competitivo.

Além disso, a incerteza económica global e a volatilidade dos mercados financeiros podem afetar a confiança dos investidores nos próximos meses. Taxas de juro elevadas, inflação persistente e tensões geopolíticas ainda pesam sobre as decisões de investimento, podendo dificultar a captação de capital para novas rondas de financiamento.

Ainda assim, o setor mantém a expectativa de que, com políticas públicas mais estáveis e incentivos adequados, o investimento early stage possa continuar a crescer e contribuir para a inovação e o desenvolvimento económico em Portugal.

O “Barómetro do Investimento Early Stage” relativo ao segundo semestre de 2024 é baseado num inquérito realizado junto de uma amostra que representa cerca de 30% do ecossistema do investimento early stage em Portugal, tendo como objetivo compreender melhor o ecossistema e as suas necessidades, bem como traçar tendências e definir estratégias.

 

Arquivado em:Corporate, Economia, Notícias

Herodes, o Grande: Rei Judeu num Mundo Romano – Martin Goodman

10 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Em Herodes, o Grande: Rei Judeu num Mundo Romano, o historiador Martin Goodman desconstrói os mitos acerca do reinado de uma das figuras mais controversas da história da Judeia, conhecido como um déspota insatisfeito e cruel, perseguidor de rabinos, que cometeu atos de extrema violência, inclusive contra membros da sua própria família e todas as crianças dos arredores de Belém com a idade de Jesus. A edição é da Bertrand.

Arquivado em:Livros e Revistas

A Família de Pascual Duarte – Camilo José Cela

10 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

Publicado em 1942, A Família de Pascual Du arte, é o livro de estreia de Camilo José Cela, iniciando um caminho que levaria o escritor espanhol até ao Prémio Nobel da Literatura, quase 50 anos depois, em 1989. Lidando com o lado trágico da vida, é considerado um clássico moderno e uma meditação sobre a crueldade, o absurdo, o crime e o vazio espiritual. É num tom mordaz e cruel que Camilo José Cela se confunde com o narrador que confessa os seus próprios crimes sem arrependimento. A edição é da Quetzal.

 

 

Arquivado em:Livros e Revistas

O futuro do trabalho: 78 Milhões de oportunidades, um milhão de ameaças

10 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

A próxima década será vertiginosa no mercado de trabalho. De um lado, 78 milhões de novas oportunidades emergirão até 2030. Do outro, milhões de empregos desaparecerão, esmagados pelo avanço da automação e da inteligência artificial. O relatório ‘Future of Jobs 2025’ do Fórum Económico Mundial lança um alerta claro: quem não se adaptar, ficará para trás.

A questão já não é se o mundo do trabalho está a mudar, mas sim se a sociedade está preparada para lidar com esta mudança. Governos, empresas e trabalhadores enfrentam um desafio sem precedentes: requalificar milhões de pessoas, redesenhar carreiras e evitar que a desigualdade cresça ao ritmo da inovação tecnológica.

 

A revolução invisível

A transformação já começou. Não se trata de um evento distante no tempo ou no espaço – está a acontecer agora, nas fábricas, nos escritórios e até no comércio de rua. O que diferencia esta revolução das anteriores é a velocidade brutal com que está a reformular indústrias inteiras. Profissões tradicionalmente estáveis tornam-se obsoletas enquanto novas funções surgem do nada, exigindo competências que poucos ainda possuem.

A inteligência artificial não é apenas uma ferramenta, mas sim um novo colega de trabalho – mais rápido, mais eficiente, incansável. Os call centers veem os seus operadores substituídos por bots que nunca perdem a paciência. Empresas financeiras adotam algoritmos que analisam riscos com precisão cirúrgica, reduzindo a necessidade de analistas humanos. O sector do retalho vê lojas sem caixas, onde os pagamentos são processados automaticamente.

E esta revolução invisível não está apenas a afetar trabalhadores de baixa qualificação. Médicos recorrem cada vez mais a diagnósticos assistidos por IA, advogados veem softwares jurídicos a reduzir o tempo necessário para analisar processos e até jornalistas enfrentam o impacto dos algoritmos que já conseguem redigir notícias básicas em segundos.

A pergunta impõe-se: onde ficam os trabalhadores nesta equação?

 

As profissões em ascensão

O relatório aponta três áreas-chave onde a procura por trabalhadores vai disparar:

 

1. Tecnologia e Inteligência Artificial

O mundo digital não vai apenas expandir-se – vai tornar-se omnipresente. Especialistas em cibersegurança, engenheiros de software, cientistas de dados e programadores serão os grandes vencedores. À medida que a IA se torna mais sofisticada, a necessidade de profissionais que a desenvolvam e supervisionem cresce exponencialmente.

Além disso, funções que antes estavam limitadas ao setor da tecnologia começam a espalhar-se para todas as indústrias. Da agricultura à moda, a integração de inteligência artificial e automação exige cada vez mais especialistas capazes de adaptar essas ferramentas a diferentes contextos.

 

2. Saúde e Bem-Estar

O envelhecimento da população mundial está a criar uma procura sem precedentes por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e cuidadores. A medicina personalizada e a telemedicina também exigirão especialistas em biotecnologia e análise de dados médicos.

Mas não se trata apenas de tratar doenças. O bem-estar emocional e mental está a ganhar relevância, criando oportunidades para terapeutas, coaches de vida e especialistas em mindfulness e neurociência aplicada.

 

3. Sustentabilidade e Energias Renováveis

À medida que governos e empresas aceleram a transição energética, engenheiros ambientais, especialistas em energias limpas e técnicos de eficiência energética tornar-se-ão indispensáveis. O combate às alterações climáticas não é apenas uma questão de sobrevivência planetária, mas também uma fonte de milhões de novos empregos, da requalificação de infraestruturas à criação de novas formas de produção energética.

Por outro lado, muitas funções repetitivas e de baixa qualificação estão condenadas. Operadores de máquinas, caixas de supermercado, assistentes administrativos e motoristas são apenas alguns dos empregos em risco de extinção.

 

O déficit de qualificações: uma crise à espera de acontecer

O problema não está apenas na extinção de postos de trabalho, mas no brutal desfasamento entre as competências dos trabalhadores e as exigências do novo mercado.

Segundo o Fórum Económico Mundial, metade da força de trabalho global precisará de requalificação nos próximos cinco anos. No entanto, apenas 20% das empresas dizem estar a investir na formação dos seus colaboradores.

Isto significa que a transição para o futuro do trabalho não será pacífica. Haverá resistência, protestos e insegurança. Milhões de trabalhadores verão as suas funções desaparecer sem um caminho claro para a requalificação. Os governos enfrentarão pressão crescente para criar redes de apoio, enquanto as empresas terão de escolher entre investir na formação dos seus funcionários ou arriscar-se a uma escassez de talento qualificado.

As consequências são óbvias: desemprego em massa, desigualdade crescente e uma nova divisão social entre os que dominam as ferramentas do futuro e os que ficam para trás.

O relatório enfatiza que governos e empresas devem agir agora. Programas de formação acessíveis, parcerias com instituições de ensino e incentivos à aprendizagem contínua são fundamentais para evitar uma crise de desemprego.

 

A responsabilidade individual

A adaptação não pode depender apenas dos governos ou das empresas. Cada trabalhador deve encarar a requalificação como uma necessidade urgente. A aprendizagem contínua deixou de ser um luxo – é um requisito para a sobrevivência profissional.

E esta transformação não significa apenas adquirir novas competências técnicas. Habilidades como criatividade, pensamento crítico e inteligência emocional serão tão valiosas quanto o domínio de linguagens de programação. A capacidade de adaptação será o maior diferencial entre aqueles que prosperam e aqueles que lutam para se manterem à tona.

As histórias de sucesso do futuro não serão escritas por aqueles que tentaram resistir à mudança, mas pelos que souberam abraçá-la. O erro fatal será acreditar que se pode ignorar esta revolução. As empresas que não investirem na transformação dos seus trabalhadores verão os seus negócios definhar. Os profissionais que não evoluírem, tornar-se-ão irrelevantes.

A revolução do trabalho já começou. O relógio está a contar.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

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