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Marcelo Teixeira

Está lançado o primeiro projeto português de financiamento europeu para inovação

3 Março, 2025 by Marcelo Teixeira

A Agência Nacional de Inovação (ANI) anunciou o lançamento do SIID – I&D EMPRESARIAL – Projetos Demonstradores, o primeiro programa nacional certificado pela Comissão Europeia através do mecanismo EIC Plug In. Este reconhecimento reforça a ligação entre os programas de financiamento nacionais e europeus, permitindo que empresas inovadoras acedam diretamente à segunda fase (Full Proposal) do EIC Accelerator, um dos mais competitivos programas europeus de apoio à inovação.

Criado pela Comissão Europeia, o EIC Plug In destina-se a empresas Deep Tech cujos projetos, financiados a nível nacional, demonstrem elevado potencial para alcançar os mercados internacionais. Com esta nova certificação, startups, PME e pequenas mid-caps que tenham participado no SIID – I&D EMPRESARIAL passam a ter um acesso privilegiado ao financiamento europeu. Para serem elegíveis, os projetos devem ter sido concluídos até 22 meses após o encerramento oficial.

Além disso, o concurso EIC Accelerator, que pode garantir apoio até 12,5 milhões de euros, torna-se agora mais acessível em Portugal. A ANI, enquanto entidade responsável pela implementação do EIC Plug In, reforça assim a aposta na inovação e na competitividade empresarial, criando um caminho estruturado para a internacionalização e escalabilidade das empresas nacionais.

 

Apoio contínuo à inovação

Para António Grilo, presidente da ANI, este avanço representa um marco estratégico. «O reconhecimento do SIID – I&D EMPRESARIAL como o primeiro programa nacional certificado pelo mecanismo EIC Plug In é um passo determinante para fortalecer a ligação entre o financiamento nacional e europeu. Com este novo enquadramento, proporcionamos às empresas portuguesas um acesso mais direto a oportunidades estratégicas de crescimento e internacionalização, potenciando o impacto dos seus projetos de inovação no mercado global», destaca.

O lançamento deste programa soma-se a outras iniciativas do governo para impulsionar o setor. Recentemente, o Ministério da Economia anunciou os vouchers ‘Go to EIC Accelerator’ e ‘Deep Tech’, ambos geridos pela ANI, que visam reforçar a competitividade das startups Deep Tech em Portugal. «Todas estas medidas demonstram o compromisso da ANI em fortalecer o ecossistema de I&D e apoiar as empresas no seu percurso para a excelência e competitividade», sublinha António Grilo.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Memes vão de piada a protesto transformando a sociedade

28 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Os memes tornaram-se uma das formas mais impactantes de comunicação na era digital. Nascidos do cruzamento entre cultura pop e humor instantâneo, espalham-se como fogo pelas redes sociais, transformando-se em símbolos culturais e, muitas vezes, ferramentas políticas e sociais.

O que antes era apenas uma piada passageira, hoje carrega consigo um poder capaz de moldar perceções e até alterar rumos de eventos globais. Em 2016, por exemplo, o meme Pepe the Frog foi apropriado por grupos extremistas, gerando uma batalha pública pela sua imagem e forçando o seu criador a lutar por sua recuperação. Já em 2021, as imagens do Bernie Sanders com luvas tornaram-se mais do que simples memes: foram usadas para criticar desigualdades económicas e sociais nos Estados Unidos.

Os memes, com a sua mistura de humor e crítica, tornaram-se um reflexo vívido do espírito do tempo, movendo-se além do entretenimento para se estabelecerem como armas de transformação social e política. O seu impacto vai muito além do virtual, atravessando fronteiras físicas e ideológicas, tornando-se um campo de batalha onde o riso e o debate se encontram.

 

A evolução digital dos memes

O termo ‘meme‘ foi inventado pelo biólogo evolutivo britânico Richard Dawkins, em 1976, no seu livro ‘O Gene Egoísta“ (originalmente ‘The Selfish Gene’). Dawkins usou a palavra para descrever uma unidade de cultura que se espalha de pessoa para pessoa, de forma análoga à forma como os genes se transmitem e evoluem ao longo das gerações. O termo deriva do grego mimeme, que significa ‘algo imitado’. No contexto de Dawkins, os memes podem ser ideias, comportamentos, modas ou até expressões culturais que se disseminam dentro de uma sociedade.

O conceito de meme como conhecemos hoje, relacionado principalmente a imagens e vídeos humorísticos na internet, evoluiu posteriormente, especialmente com o advento das redes sociais e a internet como plataforma de comunicação massiva.

A ascensão dos memes acompanha a evolução da internet. Desde os primórdios dos fóruns como o 4chan e o Reddit, até às plataformas dominantes como o X, Instagram e TikTok, os memes adaptam-se às novas formas de consumo digital. A sua força reside na simplicidade: uma imagem, um vídeo ou um texto curto com um toque de ironia são suficientes para criar uma sensação de identificação coletiva.

 

Memes como armas políticas e sociais

Além do entretenimento, os memes desempenham um papel crucial na forma como interpretamos eventos atuais. Políticos, marcas e figuras públicas já perceberam o seu poder e tentam aproveitá-los para atingir audiências mais jovens. No entanto, a natureza volátil dos memes faz com que muitas campanhas falhem ou se voltem contra quem tenta forçar um meme artificialmente.

Os memes também podem ser armas de crítica e resistência. Movimentos sociais utilizam-nos para desafiar discursos hegemónicos e expor hipocrisias. Exemplo disso foram os memes sobre eleições, crises económicas e momentos culturais marcantes, que ajudaram a moldar perceções públicas.

No entanto, há desafios éticos associados. A propagação rápida de memes pode perpetuar desinformação, reforçar estereótipos ou ser usada para ataques virtuais. A linha entre sátira e discurso de ódio é, por vezes, ténue, e a cultura do cancelamento pode amplificar essa tensão.

De seguida, a Líder elencou seis memes icónicos que fizeram correr muita tinta.

 

Pepe the Frog

Criado pelo artista Matt Furie para a banda desenhada ‘Boy’s Club’ em 2005, Pepe tornou-se um dos memes mais utilizados globalmente. Inicialmente um símbolo de humor e casualidade, a sua imagem foi posteriormente apropriada por grupos políticos, levando o próprio criador a tentar resgatar a sua figura para o uso original.

 

 

 

Distracted Boyfriend

Esta foto de um banco de imagens tirada pelo fotógrafo Antonio Guillem em 2015 ganhou popularidade como um meme para expressar mudanças de interesse e distração em diversos contextos. O meme espalhou-se globalmente e tornou-se um dos mais reconhecidos da internet.

 

 

 

Woman Yelling at a Cat

A combinação de uma cena do reality show ‘The Real Housewives of Beverly Hills’, onde a mulher Taylor Armstrong aparece a gritar, com a imagem do gato Smudge sentado à mesa, criou um dos memes mais virais. O contraste entre a agressividade humana e a expressão inexpressiva do gato foi um sucesso imediato.

 

 

Mocking SpongeBob

Derivado de um episódio de ‘SpongeBob SquarePants’, onde o personagem assume uma postura distorcida, este meme simboliza uma imitação sarcástica e tem sido usado para ridicularizar argumentos online.

 

 

This Is Fine

Criado pelo artista KC Green na banda desenhada “Gunshow” em 2013, este meme mostra um cão sentado num quarto em chamas, simbolizando a tentativa de manter a calma em meio ao caos. É amplamente usado para ilustrar situações absurdas ou de negação.

 

 

Leonardo DiCaprio Cheers

Esta cena de ‘O Grande Gatsby’ (2013), onde DiCaprio levanta uma taça de champanhe com um sorriso irónico, tornou-se um dos memes mais usados para celebrar conquistas ou ironizar situações.

 

 

O futuro dos memes

Os memes não são apenas piadas descartáveis; são um reflexo do espírito do tempo, uma linguagem em constante mutação que define a maneira como comunicamos, rimos e debatemos. Enquanto a internet existir, os memes continuarão a ser a sua expressão mais irreverente e poderosa.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Marlene Vieira: a nova estrela Michelin que sabe temperar o mundo da alta gastronomia

28 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Na cozinha, como na vida, tudo precisa de equilíbrio. E, se há quem souber dosar com perfeição ingredientes, emoções e ambições, é Marlene Vieira, a chef portuguesa que, recentemente, conquistou a tão cobiçada estrela Michelin. Um feito que, para muitos, representa o auge de uma carreira construída à  base de dedicação, sabor e, claro, muito talento. Ao receber este prémio, Marlene não apenas condimentou a sua carreira com um toque de prestígio internacional, mas também colocou o nome de Portugal no mapa da alta gastronomia, onde os ingredientes não são só frescos, mas também ousados.

A estrela Michelin, mais do que um simples símbolo de excelência culinária, é uma espécie de assinatura dourada para o talento excepcional. E Marlene, com a sua cozinha que mistura tradição e inovação, trouxe à tona uma assinatura única que encantou não só os paladares mas também os jurados da insígnia que dita as regras do jogo gastronómico mundial. O seu restaurante, o Lisboeta, é agora um  banquete de sensações, onde a cozinha portuguesa se mistura com técnicas contemporâneas, criando um prato que faz com que a cada garfada se sinta a história do país a bailar na língua.

A estrela Michelin de Marlene é apenas a cereja no topo de um bolo recheado de paixão pela gastronomia e pela arte de transformar simples ingredientes em experiências inesquecíveis. Mas Marlene não está sozinha nesta jornada de chefs talentosas que conquistaram o paladar dos críticos mais exigentes. Pelo mundo, outras mulheres também vestem o manto das estrelas Michelin, provando que o talento feminino na cozinha é uma verdadeira receita de sucesso.

Outras mulheres com estrela Michelin:

Anne-Sophie Pic (França)

A chef francesa Anne-Sophie Pic é um exemplo perfeito de que a alta gastronomia pode ser também feminina. Com uma estrela Michelin, ela tem um legado de família e uma cozinha que é uma verdadeira sinfonia de sabores, com uma elegância que derrete qualquer crítica. Cada prato que sai da sua cozinha é uma verdadeira obra-prima, temperada com tradição e inovação. O seu restaurante Maison Pic é um dos templos da alta gastronomia francesa.

Dominique Crenn (Estados Unidos)
A chef francesa radicada em San Francisco, Dominique Crenn, é uma artista da culinária. A sua abordagem única, que mistura a filosofia da arte com a ciência da gastronomia, fez com que o seu restaurante Atelier Crenn se tornasse um destino de três estrelas Michelin. A sua cozinha é como um poema – cada prato é uma palavra, e cada refeição, uma história contada em sabores.

Clare Smyth (Reino Unido)
Clare Smyth, uma das chefs mais respeitadas no Reino Unido, já recebeu duas estrelas Michelin com a sua cozinha refinada, mas ao mesmo tempo acolhedora. A sua habilidade de transformar ingredientes simples em pratos complexos, cheios de nuances, fez com que o Restaurant Gordon Ramsay, que ela comanda, se tornasse um verdadeiro templo de sabores que encantam até os paladares mais exigentes.

Hélène Darroze (França)
A chef Hélène Darroze, com duas estrelas Michelin, é uma verdadeira mestra quando o assunto é a cozinha francesa. Com uma paixão por transmitir a emoção através dos sabores, ela utiliza a herança familiar e a sua criatividade para criar pratos que são mais do que simples refeições, são viagens sensoriais. O seu restaurante Hélène Darroze é um dos melhores exemplos de como a alta gastronomia pode ser simultaneamente simples e sublime.

Pía León (Peru)
A chef peruana Pía León traz à mesa uma interpretação inovadora da culinária peruana, cheia de sabores autênticos e técnicas modernas. O seu restaurante Kjolle, em Lima, é uma verdadeira explosão de sabor e originalidade, onde o uso de ingredientes locais é elevado à máxima expressão da gastronomia de vanguarda.

Essas mulheres não apenas detêm estrelas Michelin, mas são também verdadeiras alquimistas do sabor, transformando pratos em experiências que permanecem na memória como boas receitas: memoráveis, vibrantes e com um toque de magia. A sua habilidade de transformar a simplicidade em algo extraordinário é o que as torna estrelas no firmamento da gastronomia mundial.

E assim, como uma boa receita, o sucesso de Marlene Vieira, Anne-Sophie Pic, Dominique Crenn, Clare Smyth, Hélène Darroze e Pía León é composto de uma mistura de trabalho árduo, paixão e um pouco de audácia – ingredientes essenciais para quem deseja não só conquistar uma estrela, mas iluminar o mundo da gastronomia com o seu próprio brilho.

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias, Pessoas

O Direito de Não Ser Desinformado

27 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

«A proposta deste livro é que abandonemos, por momentos, as certezas dadas pela inevitabilidade dos cenários apocalípticos e questionemos, antes, como podemos moldar a mudança em curso na nossa relação com a autenticidade? Pois, quanto a certezas apenas podemos ter a de que a mesma água de um rio nunca passa por nós duas vezes, ou passará?» –  Gustavo Cardoso.

A autoria é de Vania Baldi e a edição da Almedina.

Arquivado em:Livros e Revistas

Inteligência Artificial, Benção ou Maldição?

27 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Inteligência Artificial, Bênção ou Maldição, da autoria de Diogo Freitas, garante ao leitor que a Inteligência Artificial (IA) veio para ficar. Sucede que a evolução desta tecnologia não trará apenas benefícios mas também, assegura Diogo Freitas, malefícios que poderão superar largamente os proveitos.

A edição é da Guerra e Paz.

Arquivado em:Livros e Revistas

Elon Musk podia comprar um país inteiro? A desigualdade global em números astronómicos

27 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Segundo a Forbes, os milionários do mundo nunca estiveram tão numerosos – nem tão ricos. Em 2024, houve um recorde de 2.781 milionários, 141 a mais do que no ano anterior, com uma fortuna acumulada de cerca de 13,2 biliões de euros, um aumento de 2 biliões de euros em relação a 2023.

Grande parte deste crescimento vem do top 20, que somou 651 mil milhões de euros ao seu património, com uma riqueza combinada de 5,3 biliões de euros. Se Elon Musk decidisse adquirir um país, não enfrentaria grandes obstáculos. Com uma fortuna estimada em 346,95 mil milhões de euros, o magnata da Tesla e da SpaceX poderia, por exemplo, comprar o Afeganistão, o Sudão do Sul e o Burundi juntos e ainda lhe sobraria capital para uma frota de naves ou outros investimentos.

Os cinco países mais pobres do mundo em 2024 – Afeganistão, Sudão do Sul, Burundi, República Centro-Africana e Chade – têm um PIB combinado de cerca de 40,8 mil milhões de euros, representando pouco mais de 10% da riqueza de Musk.

 

O Clube dos Super-ricos

Musk não está sozinho neste restrito círculo de magnatas com fortunas que ultrapassam economias nacionais. Jeff Bezos, fundador da Amazon, possui uma fortuna de 216,83 mil milhões de euros. A sua estratégia? Criar uma plataforma de comércio eletrónico omnipresente, redefinindo o consumo global.

Mark Zuckerberg, criador da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), detém uma fortuna semelhante à de Bezos, 216 mil milhões de. Transformou as redes sociais numa parte integrante da vida moderna, influenciando a comunicação global.

Larry Ellison, cofundador da Oracle, acumula 197,7 mil milhões de euros, Ellison construiu o seu império através do desenvolvimento de software empresarial, tornando-se uma figura central no mundo tecnológico. Recentemente, aumentou significativamente a sua participação na empresa britânica de sequenciação genética Oxford Nanopore Technologies, demonstrando o seu interesse contínuo em áreas inovadoras.

Bernard Arnault, presidente do conglomerado de luxo LVMH, possui 189,2 mil milhões de euros. Sob a sua liderança, marcas como Louis Vuitton e Dior tornaram-se símbolos de opulência e desejo.

Enquanto isso, os cinco países mais pobres do mundo

Nos países mais pobres, a realidade é drasticamente diferente. No Burundi, o PIB per capita é de apenas 489 euros por ano. Isso significa que um cidadão burundês precisaria de 612 mil anos para acumular o equivalente a 1% da fortuna de Elon Musk.

O Sudão do Sul, marcado por conflitos e instabilidade política, apresenta um PIB anual de 4,3 mil milhões de euros, valor inferior ao que a Tesla gera em poucos meses.

No Afeganistão, após anos de conflito e mudanças políticas, o PIB é comparável ao custo de uma única instalação da SpaceX.

A República Centro-Africana enfrenta desafios económicos significativos, com uma economia baseada na agricultura de subsistência e na mineração, onde recursos valiosos muitas vezes não beneficiam a população local.

O Chade, apesar das reservas de petróleo, vê a riqueza concentrada em pequenas elites, enquanto a maioria da população carece de serviços básicos como saúde e educação.

 

E agora? O que fazemos com esta informação?

A disparidade entre as fortunas individuais e as economias nacionais levanta questões sobre a distribuição de riqueza e justiça económica. Embora seja improvável que Elon Musk ou outros bilionários adquiram países, a existência de tais desigualdades convida a uma reflexão profunda sobre as estruturas económicas e sociais que permitem tamanha concentração de riqueza.

Arquivado em:Economia, Notícias, Sociedade

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