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Marcelo Teixeira

Do Château às trincheiras: o novo léxico da política europeia

6 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Os líderes da União Europeia reuniram-se esta segunda-feira, no coração de Bruxelas, para um retiro informal. O objetivo? Discutir o futuro da defesa europeia num mundo cada vez mais instável. O cenário inicial era outro: um encontro mais reservado no Château de Val-Duchesse, um palacete histórico nos arredores da cidade, local de encontros decisivos para a integração europeia. Mas, por razões de segurança, a reunião mudou-se para o centro da capital belga. Ainda assim, o simbolismo manteve-se e a Europa permanece em reflexão sobre o seu papel na defesa e na geopolítica global.

Desde a cimeira de Versalhes, em 2022, ficou claro que o bloco precisava de assumir maior responsabilidade militar. A guerra na Ucrânia foi o alerta. A dependência da NATO e dos EUA já não pode ser eterna. A pergunta que guiou o encontro agendado por António Costa, Presidente do Conselho Europeu, foi simples: consegue a Europa defender-se sozinha? Os líderes tentaram responder.

 

Três pontos essenciais

A agenda do dia tinha três temas centrais. Primeiro, definir prioridades para o desenvolvimento conjunto das capacidades militares. Não basta aumentar os orçamentos de defesa; é preciso coordenar estratégias e evitar redundâncias. A Alemanha e a França lideraram o debate, defendendo uma maior integração da indústria militar europeia. Países como a Polónia e os Bálticos, com a ameaça russa à porta, pediram rapidez nas decisões.

O segundo ponto: financiamento. Quem paga a conta? Os Estados-membros enfrentam pressões económicas e sociais. O investimento em defesa nem sempre é popular. No entanto, a necessidade de segurança parece incontornável. A Comissão Europeia propôs fundos comuns, mas a resistência de alguns países mais endividados, como a Itália, ficou evidente. O equilíbrio entre prudência orçamental e robustez militar continua a ser um desafio.

Por fim, as parcerias externas. A NATO continua a ser a âncora da defesa europeia, mas a relação precisa de novos contornos. Mark Rutte, secretário-geral da Aliança Atlântica, sublinhou que o reforço da UE não pode enfraquecer a NATO. Além disso, o Reino Unido, agora fora da União, mas essencial na segurança europeia, esteve representado por Sir Keir Starmer. Londres quer manter a influência e mostrou abertura para projetos de cooperação militar.

 

Bastidores e tensões

Como em qualquer encontro deste calibre, as conversas mais interessantes aconteceram à margem da agenda oficial. A relação entre Paris e Berlim, essencial para qualquer avanço europeu, revelou sinais de desgaste. Emmanuel Macron pressionou por um comando militar mais unificado. Olaf Scholz, menos entusiasta, defendeu um modelo mais descentralizado, onde cada país mantém um elevado grau de autonomia. A tensão não foi aberta, mas estava no ar.

Ao mesmo tempo, os países do leste europeu formaram um bloco coeso. A invasão da Ucrânia ensinou-lhes uma lição: os avanços russos são reais. Para eles, cada atraso em decisões estratégicas significa vulnerabilidade. A pressão sobre os líderes ocidentais foi constante. Querem menos promessas e mais ação.

 

Declarações marcantes

Durante o retiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, destacou a prontidão da UE para negociações firmes com os Estados Unidos. Nas suas palavras «estaremos prontos para negociações difíceis quando necessário e para encontrar soluções sempre que possível, para resolver quaisquer divergências e estabelecer as bases para uma parceria mais forte», pode ler-se num artigo da  Reuters.

Já o presidente francês, Emmanuel Macron, enfatizou a necessidade de uma resposta europeia unida diante de possíveis medidas comerciais dos EUA. «Se a Europa for atacada em termos comerciais terá que se defender e, portanto, reagir», cita a mesma  agência de comunicação.

Já António Costa, antigo primeiro-ministro português, interveio e reiterou que «a defesa da Europa é um dever coletivo» e que «a história não perdoa os atrasos» . Embora alinhado com as principais direções da UE, sublinha a importância de uma resposta equilibrada e não excessivamente militarizada.

 

O caminho a seguir

No final do retiro em Bruxelas, as expectativas de anúncios grandiosos não se concretizaram, mas uma certeza ficou clara: a defesa europeia não pode continuar a ser um tema limitado a debates ocasionais. O Livro Branco da Defesa, previsto para ser publicado ainda este ano, terá de passar das palavras à ação, transformando a retórica em políticas concretas. O tempo das indefinições e das hesitações está a esgotar-se.

Nos meses vindouros, com as eleições europeias no horizonte, a pressão será grande. Os líderes terão de convencer os cidadãos da necessidade dos investimentos em defesa, em detrimento de questões sociais.  Assim, a narrativa europeia começa a reescrever-se.

Se, no passado, o discurso estava centrado na paz e na integração, hoje, o léxico da União Europeia assumiu um tom mais assertivo. Estratégia, segurança e dissuasão – termos que antes eram mais comuns em outras partes do mundo – tornaram-se agora cruciais para o futuro do continente. Os tempos mudaram, e com ele os ideais.

Será que a história encarará essa transformação como um ato de sabedoria estratégica ou, ao contrário, como mais um capítulo de um ciclo que a Europa jurou não repetir?
Imagem destaque: European Council – Council of the European Union

Arquivado em:Notícias, Política

Investimento imobiliário comercial duplicou face a 2023

6 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O investimento em imobiliário comercial em Portugal atingiu €2.370 milhões em 2024, um aumento de 47% em relação ao ano anterior. Os dados são de um relatório do departamento de Research da WORX Real Estate Consultants, que apresentou os principais indicadores analisados no ‘WMarket Review Year-end 2024-2025’.

A consultora aponta que a redução das taxas de juro impulsionou a atividade de investimento, resultando numa diminuição das discrepâncias nas negociações, à medida que as condições de financiamento se tornaram mais favoráveis. Espera-se uma recuperação mais substancial da atividade de investimento em 2025.

Após a descompressão de 2023, as yields prime (taxas de rentabilidade dos ativos imobiliários considerados de primeira linha) estabilizaram. No último trimestre de 2024, algumas operações reduziram as yields, especialmente no retalho e na logística. As quedas foram de 10 a 25 pontos base.

Já o mercado de escritórios, em 2024, teve o terceiro melhor ano de sempre, com 222.000 m² ocupados na Grande Lisboa. Este aumento foi quase o dobro de 2023. Espera-se que as mudanças nas políticas de trabalho híbrido impulsionem a procura de escritórios em 2025. A renda prime fixou-se em €28/m²/mês, estabilizando após o aumento de 2023.

 

Crescimento do retalho: vendas e rendas

As vendas no retalho cresceram 4% até novembro de 2024. No último trimestre, as rendas prime aumentaram em todos os segmentos:

  • Comércio de rua em Lisboa: €135/m²/mês
  • Comércio de rua no Porto: €75/m²/mês
  • Centros comerciais: €95/m²/mês
  • Retail parks: €12/m²/mês

Indústria e Logística: expansão do setor

O setor industrial e logístico teve uma forte recuperação em 2024, com 778.500 m² ocupados, quase duplicando a absorção de 2023. A escassez de stock e a oferta inadequada impulsionaram o crescimento da renda prime, que subiu para €5,25/m²/mês.

Hotelaria: resultados positivos

As dormidas turísticas aumentaram 4% em 2024, atingindo 76,1 milhões. O rendimento médio por quarto (RevPAR) foi de €72,0, e o preço por noite (ADR) subiu para €121,6. As taxas de ocupação em Lisboa (74%) e Porto (69%) ficaram acima da média nacional.

Mercado residencial: estabilidade nos preços

O mercado de habitação viu um montante de novos empréstimos de €22,3 mil milhões, mantendo-se estável em relação ao ano anterior. No entanto, os preços de venda apresentaram um abrandamento. Em Lisboa, os preços caíram 3%, para €4.790/m², enquanto no Porto aumentaram 2%, para €3.310/m².

Arquivado em:Economia, Notícias

Selecionar talento: o erro de procurar os ‘melhores dos melhores’

5 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Empresas de todo o mundo procuram constantemente recrutar os melhores talentos. A lógica parece simples: selecionar os candidatos mais qualificados e de maior desempenho garantirá melhores resultados. No entanto, novas investigações desafiam esta abordagem. Focar-se apenas nos ‘melhores dos melhores’ pode ser um erro estratégico.

Em vez disso, os especialistas sugerem que as empresas devem valorizar a diversidade de talentos e a complementaridade entre os membros da equipa. Este modelo não só melhora o desempenho coletivo, como também fortalece a cultura organizacional e a inovação. Este artigo parte de um estudo da Harvard Business Review.

 

A lição da Rijksakademie

Há mais de 150 anos, a organização Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em Amesterdão, tem identificado e desenvolvido talento artístico. Com uma taxa de admissão inferior a 2%, a instituição recebe mais de 1.600 candidaturas anuais para um programa de dois anos. A seleção fica a cargo de um painel de artistas de renome que segue um processo rigoroso: primeiro, analisam imagens das obras e reduzem a lista para 60 candidatos. Depois, entrevistam os finalistas em duas rondas. No final, escolhem apenas 25.

Mas será que esta seleção identifica realmente os melhores? Empresas de vários setores enfrentam o mesmo dilema ao recrutar talento ou escolher ideias inovadoras. Estudos recentes mostram que processos de seleção longos nem sempre geram melhores escolhas.

 

O problema com as entrevistas finais

Uma investigação publicada em 2022 analisou uma década de dados da Rijksakademie. A equipa comparou os candidatos aceites e rejeitados, medindo o seu sucesso posterior através do Artfacts, um diretório global de artistas, e de registos de vendas em leilões.

O resultado? A triagem inicial dos jurados foi eficaz: os artistas eliminados raramente tiveram carreiras notáveis. Por outro lado, os finalistas, independentemente de terem sido admitidos ou não, tiveram carreiras de sucesso semelhantes. Ou seja, as entrevistas finais, que consumiam mais tempo e recursos, não fizeram grande diferença.

Outro estudo de 2025 confirmou esta tendência. Quando especialistas em criatividade e inovação analisavam ideias numa primeira triagem, escolhiam as mais ousadas. Mas quando tinham de tomar a decisão final, tornavam-se mais conservadores, preferindo opções seguras. O medo de errar levava a escolhas menos inovadoras.

 

O que as empresas podem aprender

Os resultados destas investigações trazem lições valiosas para as empresas que querem melhorar os seus processos de seleção. Definir critérios demasiado rígidos pode afastar talentos promissores, como mostra a abordagem da Rijksakademie, que evita grelhas formais e confia na experiência dos jurados para reconhecer potencial criativo.

O mesmo princípio pode ser aplicado nas empresas. Além disso, tentar escolher apenas os ‘melhores dos melhores’ pode ser um erro. Os especialistas conseguem identificar talento com facilidade, mas reduzi-lo ainda mais pode ser contraproducente. Focar-se na diversidade e na compatibilidade com a equipa pode ser mais eficaz do que procurar um candidato perfeito.

Outro ponto essencial é o momento em que se envolvem os especialistas. Muitas empresas deixam a decisão final para eles, mas os estudos sugerem que a sua maior utilidade está na triagem inicial. O comité final pode ser composto por gestores que priorizem fatores como a integração na equipa e a diversidade.

Por fim, criar uma comunidade em torno do processo pode aumentar o seu impacto. Na Rijksakademie, chegar à fase final já é visto como um reconhecimento. Empresas podem replicar este efeito ao oferecer eventos de networking e oportunidades de desenvolvimento para candidatos promissores que não forem selecionados.

Mais inclusão, melhor seleção

O estudo da Rijksakademie e as investigações recentes apontam para uma necessidade urgente de reformular os processos seletivos. O talento nem sempre se revela à primeira vista, e um método de escolha excessivamente restritivo pode impedir que ideias inovadoras e indivíduos promissores tenham a oportunidade de crescer.

Em vez de procurar apenas os ‘melhores dos melhores’, as empresas devem investir em métodos mais equilibrados e inclusivos, garantindo que não perdem talentos valiosos no processo. Afinal, o verdadeiro sucesso não vem apenas de escolher as mentes mais brilhantes, mas também de criar um ambiente onde todos possam desenvolver-se e contribuir.

Arquivado em:Corporate, Gestão de Pessoas, Notícias

Procura de experiências culturais autênticas dispara turismo em África

5 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

O turismo em África está em forte recuperação, com vários países a ultrapassarem os números registados antes da pandemia. O Egito, Marrocos e a África do Sul continuam no topo, representando mais de 70% das chegadas internacionais em 2022 e cerca de metade das receitas turísticas do continente.

A segunda edição do Annual African Tourism Outlook, lançada pelo Nova SBE WiTH Africa, reforça esta tendência. O relatório analisa o desempenho do turismo africano e avalia três áreas estratégicas: chegadas internacionais, setor da aviação e performance dos países segundo o Fórum Económico Mundial.

 

Crescimento desigual, mas aviação impulsiona setor

O avanço do turismo não é uniforme. Enquanto alguns países registam crescimentos robustos, outros continuam com um setor subdesenvolvido. Para organizar esta realidade, o estudo classifica os mercados turísticos africanos em quatro categorias:

  • Indústria do turismo estabelecida – Egito, Marrocos e África do Sul dominam.
  • Indústria emergente – Quénia e Maurícias crescem rapidamente.
  • Economia do turismo em crescimento – Gana e Etiópia mostram evolução consistente.
  • Mercado nascente – Países com turismo subdesenvolvido, mas grande potencial de investimento.

Apesar das diferenças, a aviação tem sido um motor da recuperação. O tráfego aéreo entre África e a China subiu 63% em 2024. As rotas para o Médio Oriente cresceram 11,1% e para a Europa 4,3%. No entanto, desafios estruturais persistem. Infraestruturas deficientes e instabilidade política travam um avanço mais expressivo.

 

Obstáculos estruturais ainda pesam

O Travel and Tourism Development Index de 2024 mostra uma evolução positiva. Dezesseis das 19 economias africanas analisadas melhoraram o desempenho. A África do Sul lidera o ranking, seguida pelas Maurícias e Gana. Ainda assim, problemas estruturais continuam a dificultar o crescimento.

A falta de segurança, as más infraestruturas de transporte e as restrições no uso de tecnologias são entraves. O orçamento reduzido para o turismo também limita o desenvolvimento sustentável do setor. Além disso, a fraca conectividade entre países africanos complica um crescimento mais integrado, apesar de iniciativas promissoras como a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) e o Mercado Único Africano de Transportes Aéreos (SAATM).

Mesmo com estes desafios, o turismo africano mostra resiliência. Com uma procura crescente por experiências culturais autênticas, o continente está numa posição privilegiada para captar mais visitantes e consolidar-se como um destino de referência.

Arquivado em:África, Notícias

Cristiano Ronaldo – Astros do Futebol

4 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Cristiano Ronaldo é um dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos. O seu talento e a sua capacidade de trabalho inigualáveis conquistaram o mundo do futebol. E esta é a sua história contada pelo argumentista Luke Patton. A edição ficou a cargo do Grupo Almedina.

Arquivado em:Livros e Revistas

Mais Poderosos do que os Estados

4 Fevereiro, 2025 by Marcelo Teixeira

Este livro expõe um fenómeno fascinante, mas igualmente perturbador: o poder cada vez mais extraordinário de seis líderes bilionários, cuja riqueza e influência competem hoje com as dos Estados e países à volta do mundo. A autoria é de Christine Kerdellant, jornalista de economia, e a edição foi realizada pelo Grupo Almedina.

Arquivado em:Livros e Revistas

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