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Marcelo Teixeira

Starmer muda o jogo e quer Reino Unido mais perto de Bruxelas

13 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que a medida não significa regressar ao mercado único, mas sim reduzir obstáculos comerciais e baixar custos para empresas e consumidores.

A proposta prevê que alguns acordos com a União Europeia — em áreas como normas alimentares e emissões ambientais — possam adaptar-se automaticamente às regras europeias ao longo do tempo. A oposição conservadora criticou o plano, acusando o governo de permitir que Bruxelas influencie a legislação britânica.

Starmer defendeu que, num contexto internacional marcado por conflitos e instabilidade económica, uma relação mais próxima com a Europa é do interesse estratégico do Reino Unido.

Fotografia: Parliament/Jessica Taylor – UK Parliament

Arquivado em:Internacional, Notícias

Portugal vive com medo de falhar no trabalho e continua preso à infância

13 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A conclusão foi desenvolvida pela ConsumerChoice, que identificou os 100 principais receios da população nas áreas profissional, da saúde e das relações pessoais.

Um país onde a saúde domina o medo

Entre os dez medos mais referidos, oito estão ligados à saúde. A perda de mobilidade e a hospitalização surgem no topo (85%), seguidas de doenças incuráveis (83%), surdez (83%), cegueira (81%), doenças em geral (81%) e acidentes (79%). No fundo deste inventário emocional, emerge ainda um receio profundamente humano: envelhecer sozinho, apontado por 79% dos inquiridos.

Na esfera pessoal, o envelhecimento solitário lidera, seguido do medo de dececionar a família (30%) e de enfrentar conflitos (22%). Já nas relações amorosas, a tendência para evitar confrontos (40%) e a dificuldade em confiar (26%) revelam relações frequentemente atravessadas por cautelas silenciosas.

O peso invisível da infância

O estudo revela ainda um dado particularmente expressivo: 77% dos portugueses admite que a infância continua a influenciar decisões na vida adulta. Entre críticas, comparações e experiências de rejeição, vão-se instalando crenças limitantes que permanecem ao longo da vida.

Mais de um terço dos inquiridos acredita «não ser capaz» e 27% sente que «já é tarde demais para mudar». Ainda assim, 58% nunca tentou ressignificar estas ideias, deixando que antigas vozes internas continuem a ditar comportamentos presentes.

 

O medo como força e bloqueio

Apesar da sua carga negativa, o medo não é apenas visto como inimigo. Quase metade dos portugueses (46%) considera-o um mecanismo de proteção e 27% uma ferramenta de aprendizagem. Ainda assim, o impacto é concreto: 46% admite já ter evitado decisões importantes por medo e 38% reconhece que este condiciona escolhas relevantes.

No trabalho, o impacto é evidente. 43% dos inquiridos afirma ter sentido prejuízo no desempenho profissional, sobretudo por receio de falhar (28%), de não cumprir objetivos (25%) ou de ser despedido (17%). Ainda assim, 92% acredita que ultrapassar o medo é determinante para o sucesso.

 

Relações sob tensão silenciosa

Na família, o medo de dececionar (30%) e de conflitos (22%) influencia comportamentos e autoestima, afetando 46% dos inquiridos. Nas relações amorosas, a tendência para evitar vulnerabilidade traduz-se numa busca por harmonia aparente, mesmo quando isso significa silenciar desconfortos.

Também aqui se percebe uma transmissão geracional: 29% admite ter herdado o medo de falhar dos pais, enquanto 28% refere receios ligados a perigos físicos ou financeiros.

 

Um livro que transforma o medo em reflexão

Estes resultados são divulgados no contexto do livro Medo – Como Transformar Ameaças em Forças, apresentado hoje na FNAC Colombo, em Lisboa, com a participação de Maria Seixas Correia e Eduardo Madeira.

O autor, José Borralho, defende que o medo não deve ser visto apenas como limitação, mas como espelho: «Sempre que temos medo de falhar ou de sermos rejeitados, estamos a tocar em camadas profundas da nossa identidade», afirma. «O medo mostra aquilo que mais valorizamos — e onde precisamos de crescer».

Num país onde o medo atravessa trabalho, família, amor e memória, o estudo deixa uma pergunta no ar: até que ponto é o medo que nos protege… e até que ponto é ele que nos impede de avançar?

Arquivado em:Nacional, Notícias

Estamos a culpar o dia errado? A ciência começa a olhar para a segunda-feira de outra forma

13 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Mas a investigação científica mais recente mostra que a realidade pode ser mais complexa. Há evidência de que o início da semana está associado a níveis mais elevados de stress, mas também há estudos que sugerem que a segunda-feira pode não ser, afinal, o pior dia.

No meio da biologia, organização do trabalho e cultura social, o chamado ‘Monday blues’ pode ser mais um reflexo da forma como a semana está estruturada do que um problema específico de calendário.

Segunda-feira pode deixar uma ‘marca biológica’

Um dos estudos mais citados sobre o tema foi publicado em 2025 no Journal of Affective Disorders e analisou a relação entre ansiedade associada à segunda-feira e níveis de cortisol — a principal hormona do stress.

A investigação, conduzida por uma equipa da University of Hong Kong, analisou dados de milhares de adultos e concluiu que pessoas que relatam ansiedade à segunda-feira apresentam níveis mais elevados de cortisol medidos em amostras de cabelo.

Segundo os investigadores, os níveis de cortisol eram cerca de 23% mais elevados em pessoas que reportavam ansiedade específica no início da semana. O dado mais surpreendente foi outro: o efeito também apareceu em pessoas reformadas. Ou seja, o fenómeno não pode ser explicado apenas pelo stress laboral.

Os investigadores defendem que o padrão pode resultar de décadas de exposição a rotinas semanais rígidas. Ao longo da vida profissional, o corpo humano habitua-se a antecipar a segunda-feira como um momento de exigência, criando uma resposta fisiológica condicionada.

Esse padrão pode manter-se mesmo quando a obrigação laboral desaparece.

A hipótese é consistente com outros estudos sobre o eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA), o sistema biológico responsável pela resposta ao stress.

Alterações persistentes neste sistema estão associadas a maior risco de doenças cardiovasculares, ansiedade crónica e problemas metabólicos.

Segunda-feira e ataques cardíacos: um padrão observado em vários estudos

A ideia de que os ataques cardíacos ocorrem com maior frequência no início da semana tem sido observada em investigação médica há décadas. Vários estudos apontam para um padrão semanal na ocorrência de eventos cardiovasculares, conhecido como ‘Monday effect’.

Uma meta-análise publicada no Journal of Epidemiology & Community Health, que analisou 28 estudos realizados em 16 países e mais de 1,6 milhões de eventos coronários, concluiu que existe um pequeno excesso de casos registados à segunda-feira em comparação com os restantes dias da semana.

Segundo os autores, o efeito é relativamente modesto — num cenário com cerca de 100 eventos cardíacos por semana, ocorre em média um caso adicional à segunda-feira — mas o padrão aparece repetidamente em diferentes populações e sistemas de saúde.

Investigações mais recentes também identificam este tipo de variação temporal. Um estudo sobre emergências cardiovasculares descreve que enfartes do miocárdio, arritmias e morte cardíaca súbita tendem a ocorrer com maior frequência nas primeiras horas da manhã e no início da semana de trabalho.

Os investigadores associam este fenómeno à interação entre ritmos biológicos e fatores sociais. O organismo humano segue ciclos circadianos, ligados ao sono, pressão arterial e produção hormonal, que podem sofrer alterações após o fim de semana. O regresso às rotinas profissionais, com horários mais rígidos e níveis de stress mais elevados, pode amplificar esse desfasamento.

Apesar disso, os cientistas sublinham que o efeito não é suficientemente forte para explicar por si só a ocorrência de enfartes. Fatores clássicos de risco cardiovascular, como hipertensão, tabagismo, obesidade ou sedentarismo, continuam a ter um impacto muito maior.

Mas a segunda-feira pode não ser o pior dia da semana

Apesar da ideia popular de que a segunda-feira é o momento mais difícil da semana, alguns estudos sugerem que o padrão emocional diário é mais complexo.

Uma investigação publicada no Journal of Positive Psychology analisou dados do Gallup Daily Poll, um inquérito contínuo que recolhe diariamente informação sobre emoções e bem-estar de centenas de milhares de pessoas nos Estados Unidos.

Os investigadores avaliaram respostas a perguntas simples — como se os participantes tinham sentido stress, tristeza, felicidade ou alegria no dia anterior — e compararam os resultados ao longo da semana.

O padrão encontrado não foi exatamente o que a narrativa do ‘Monday blues’ sugere.

Os níveis de bem-estar emocional tendem a ser mais elevados ao fim de semana, sobretudo devido a maior tempo passado com família e amigos e menor pressão profissional. Já entre os dias úteis — segunda, terça, quarta e quinta-feira — as diferenças são relativamente pequenas.

Em outras palavras, o contraste mais claro não é entre segunda-feira e os restantes dias da semana, mas entre fim de semana e dias de trabalho.

Segundo os investigadores, isso indica que o fator determinante pode não ser o dia específico, mas sim as condições associadas ao trabalho, como horários rígidos, pressão profissional ou menor autonomia na gestão do tempo.

Quando essas variáveis são controladas, por exemplo entre trabalhadores com maior flexibilidade laboral, a diferença de bem-estar entre dias úteis e fim de semana tende a diminuir.

O papel da organização do trabalho

Para vários investigadores, o fenómeno associado à segunda-feira deve ser analisado também no contexto da organização moderna do trabalho.

A semana laboral tradicional de cinco dias consecutivos cria uma alternância muito marcada entre períodos de descanso — concentrados no fim de semana — e períodos de produção intensiva durante os dias úteis. Esse contraste pode amplificar a sensação de quebra entre domingo e segunda-feira, sobretudo quando o regresso ao trabalho implica mudanças abruptas de horário, sono ou ritmo diário.

Organizações internacionais têm alertado para o impacto dessas estruturas na saúde mental. Um relatório conjunto da World Health Organization e da International Labour Organization concluiu que longas horas de trabalho estão associadas a um aumento significativo do risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca isquémica.

A análise estima que trabalhar 55 horas ou mais por semana aumenta em cerca de 35% o risco de AVC e em 17% o risco de doença cardíaca quando comparado com jornadas de 35 a 40 horas semanais.

Para os investigadores, estes dados reforçam a importância da organização do tempo de trabalho na saúde física e mental. Estruturas laborais rígidas, com pouca flexibilidade de horários ou recuperação insuficiente entre períodos de trabalho, podem contribuir para níveis mais elevados de stress acumulado ao longo da semana.

Nos últimos anos, vários países e empresas têm testado modelos alternativos, como semanas de trabalho mais curtas ou horários flexíveis, precisamente para reduzir esse impacto. Experiências com semanas de quatro dias, analisadas por investigadores do University of Cambridge e do Boston College, mostram melhorias significativas na satisfação dos trabalhadores e reduções nos níveis de stress relatados.

Segunda-feira é também um fenómeno cultural

Além dos fatores biológicos e económicos, existe também uma dimensão cultural. A expressão ‘Monday blues’ tornou-se popular nos Estados Unidos no século XX e foi reforçada pela cultura popular, música e redes sociais.

Hoje, a segunda-feira funciona quase como um símbolo coletivo do regresso à rotina. Essa narrativa cultural pode amplificar a perceção negativa do dia, independentemente da realidade estatística.

A investigação disponível sugere que a segunda-feira não é necessariamente o pior dia da semana em termos absolutos. Mas há evidência de que o início da semana está associado a alterações fisiológicas reais, desde níveis de cortisol mais elevados até maior incidência de eventos cardiovasculares.

Mais do que um problema de calendário, o fenómeno parece refletir a forma como o tempo foi estruturado na sociedade moderna. E isso levanta uma questão maior: se o corpo humano reage assim à segunda-feira, talvez o problema não esteja no dia, mas na forma como organizámos a semana.

Arquivado em:Notícias, Saúde

Quer poupar na energia? ADENE lança guia com medidas imediatas

13 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

O documento reúne um conjunto de medidas simples e imediatas que procuram mitigar o impacto da subida dos preços da energia na economia doméstica e na atividade das organizações, promovendo ao mesmo tempo uma utilização mais eficiente dos recursos energéticos.

Segundo a agência, o manual pretende capacitar os consumidores para tomar decisões informadas, num momento marcado pela instabilidade internacional nos mercados da energia e pelos efeitos dessa pressão nos custos da eletricidade e dos combustíveis.

«O objetivo deste manual é ajudar os consumidores a tomar decisões mais informadas e a reduzir custos de forma imediata, num contexto particularmente exigente», afirma Nelson Lage, presidente da ADENE.

Recomendações para famílias, empresas e autarquias

O guia está organizado em quatro áreas principais, dirigidas a diferentes setores da sociedade.

No caso das famílias, o documento apresenta um conjunto de dez ações prioritárias que podem ser aplicadas no dia-a-dia, incluindo a regulação adequada dos termóstatos, a gestão eficiente da água quente ou a utilização mais racional de eletrodomésticos.

Para as empresas, são sugeridas estratégias de gestão energética capazes de reduzir custos operacionais, sobretudo em períodos de maior pressão no sistema energético.

O manual inclui ainda recomendações na área da mobilidade, com conselhos para reduzir a dependência de combustíveis fósseis e otimizar deslocações, e orientações para autarquias, focadas na gestão da iluminação pública e na eficiência energética dos edifícios municipais.

Sistema de cenários e guias rápidos

Além das recomendações práticas, o documento introduz um sistema de cenários — do nível “Verde” ao “Vermelho” — que permite ajustar comportamentos e medidas de poupança de acordo com o grau de pressão energética.

Para facilitar a consulta, a ADENE desenvolveu também sete guias rápidos dirigidos a diferentes setores: cidadãos e famílias; transportes e mobilidade; empresas e organizações; autarquias e serviços públicos; IPSS e instituições sensíveis; indústria; comércio e serviços

Estes materiais incluem orientações específicas, como a gestão eficiente de iluminação e climatização, estratégias de condução eficiente ou medidas para otimizar consumos em processos industriais e equipamentos comerciais.

 

Reforço da literacia energética

O manual contextualiza ainda os impactos da atual crise energética em Portugal e na Europa, sublinhando o papel da eficiência energética e da redução da dependência de combustíveis fósseis como elementos centrais para uma resposta estrutural ao problema.

Com esta iniciativa, a ADENE pretende reforçar a literacia energética e disponibilizar ferramentas que permitam aos consumidores agir de forma informada e reduzir despesas associadas à energia.

O ‘Manual Poupança – Crise Energética’ está disponível aqui.

Arquivado em:Finanças, Notícias

Big Tech acelera aposta em energia nuclear para alimentar data centers de IA

10 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A expansão acelerada de data centers dedicados a IA está a pressionar redes elétricas em várias regiões, levando várias gigantes da tecnologia e da cloud a procurar soluções energéticas de longo prazo, estáveis e com baixa emissão de carbono.

De acordo com a Reuters, este movimento marca uma mudança estrutural na indústria: já não se trata apenas de aquisição de chips ou expansão de servidores, mas da garantia de fornecimento energético contínuo para suportar modelos de IA cada vez mais exigentes.

Analistas do setor consideram que a aposta na energia nuclear pode tornar-se um dos pilares da infraestrutura digital da próxima década, à medida que a competição global pela liderança em inteligência artificial continua a acelerar.

Apesar do entusiasmo, especialistas alertam para desafios regulatórios, custos elevados e prazos longos de implementação, que podem atrasar o impacto real destas iniciativas no curto prazo.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Marta Gómez Álvarez assume direção de Pessoas e Cultura da Iberdrola | bp pulse na Península Ibérica

10 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Na nova função, Marta Gómez Álvarez ficará encarregue de desenvolver políticas ligadas à atração e retenção de talento, liderança e experiência do colaborador, bem como de reforçar uma cultura organizacional alinhada com os objetivos de negócio da empresa.

Com mais de duas décadas de experiência em Recursos Humanos, a nova diretora construiu grande parte da sua carreira no setor tecnológico, onde participou em processos de crescimento acelerado e transformação organizacional. Ao longo do percurso profissional, acompanhou empresas na criação de estruturas e processos orientados para a inovação, o crescimento sustentável e o desenvolvimento das equipas.

Antes de integrar a Iberdrola | bp pulse, destacou-se pelo papel na criação e consolidação da DatioDB, uma joint venture resultante da parceria entre a Stratio e o BBVA. A partir da área de gestão de pessoas, participou na definição do modelo organizacional e na construção de uma cultura corporativa orientada para a expansão internacional e para a atração de talento especializado.

Segundo a empresa, a contratação reforça a aposta na inovação aplicada à gestão de talento, incluindo o recurso a ferramentas analíticas e metodologias avançadas, num contexto em que a organização continua a expandir a sua rede de carregamento elétrico na Península Ibérica.

Em declarações sobre a nova função, Marta Gómez Álvarez afirmou que o crescimento das empresas depende da forma como tecnologia, pessoas e cultura trabalham em conjunto. «Ao longo da minha carreira, tenho comprovado que o verdadeiro motor do crescimento empresarial não reside apenas na tecnologia, mas nas pessoas e na cultura que as une», afirmou, acrescentando que pretende alinhar cultura e estratégia para reforçar a capacidade de crescimento e inovação da empresa.

Entre as prioridades para o novo cargo, a responsável aponta o reforço da liderança em todos os níveis da organização e uma maior atenção ao ciclo de vida dos colaboradores dentro da empresa, desde a atração de talento até ao desenvolvimento e retenção das equipas.

Marta Gómez Álvarez é licenciada em Pedagogia, com especialização na área laboral, pela Universidade Complutense de Madrid. Ao longo da carreira, complementou a formação com programas de coaching, analítica de Recursos Humanos e utilização de inteligência artificial e visualização de dados aplicadas à gestão de pessoas.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

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