O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que a medida não significa regressar ao mercado único, mas sim reduzir obstáculos comerciais e baixar custos para empresas e consumidores.
A proposta prevê que alguns acordos com a União Europeia — em áreas como normas alimentares e emissões ambientais — possam adaptar-se automaticamente às regras europeias ao longo do tempo. A oposição conservadora criticou o plano, acusando o governo de permitir que Bruxelas influencie a legislação britânica.
Starmer defendeu que, num contexto internacional marcado por conflitos e instabilidade económica, uma relação mais próxima com a Europa é do interesse estratégico do Reino Unido.
Fotografia: – UK Parliament