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Marcelo Teixeira

PR Gate reforça equipa com Filipa Serejo como diretora de clientes

7 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Com mais de duas décadas de experiência nas áreas do jornalismo e da consultoria estratégica, Filipa Serejo iniciou a sua carreira na televisão, tendo trabalhado durante cerca de 17 anos na TVI, onde integrou equipas de informação, investigação e grande reportagem.

Nos últimos anos, desenvolveu atividade como consultora sénior de comunicação, trabalhando em áreas como política, comunicação corporativa, justiça, saúde, educação e ambiente. Ao longo desse percurso, esteve envolvida em projetos de assessoria mediática, definição de estratégias de comunicação e gestão de crise.

Segundo Joana Branquinho, managing partner da agência, a contratação surge para reforçar a capacidade de resposta da empresa.

«A entrada da Filipa representa um passo muito relevante para a PR Gate. A sua experiência em contextos de elevada pressão, aliada a uma visão estratégica da comunicação, vem reforçar a nossa capacidade de resposta e a qualidade do serviço que prestamos aos nossos clientes», afirma.

A nova diretora de clientes destaca, por sua vez, o momento de crescimento da agência.

«É com grande motivação que abraço este desafio na PR Gate, uma agência que está num momento de crescimento acelerado, com uma equipa com enorme potencial para acompanhar e contribuir para o sucesso dos clientes», afirma Filipa Serejo.

A responsável sublinha ainda que a agência aposta numa abordagem integrada da comunicação e numa relação próxima com os clientes, acompanhando os projetos de forma personalizada.

A integração de Filipa Serejo insere-se na estratégia de reforço da estrutura da PR Gate, num contexto de maior procura por serviços de comunicação estratégica e gestão de reputação por parte das organizações.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Sánchez e Lula em Barcelona: uma cimeira para redesenhar a política global

7 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Barcelona quer tornar-se uma espécie de ‘Davos da esquerda’, um laboratório de liderança global, estratégia política e alianças transcontinentais que poderá redefinir a forma como a esquerda atua no século XXI. A cimeira é organizada sob o guarda‑chuva de três grandes plataformas progressistas: o Partido dos Socialistas Europeus (PES), a Internacional Socialista e a Progressive Alliance — uma aliança transnacional de partidos socialistas, social‑democratas e progressistas que pretende transcender fronteiras nacionais e criar coordenação política global a longo prazo.

Uma mobilização num período de crise

A iniciativa foi lançada após meses de conversas estratégicas entre líderes europeus e internacionais de centro‑esquerda, lideradas pelo presidente do PES, Stefan Löfven, e pelo primeiro‑ministro de Espanha, Pedro Sánchez, que também preside à Internacional Socialista desde 2022. Segundo Löfven, a resposta progressista «não pode ser fragmentada ou tímida» diante do crescimento de forças autoritárias e nacionalistas por todo o mundo, um fenómeno que, segundo ele, exige «acção conjunta e mobilização global».

Barcelona foi escolhida não por acaso: além de ser uma das metrópoles mais cosmopolitas da Europa, a cidade representa um ponto de resiliência política na Espanha contemporânea, um país onde a esquerda e a direita têm entrado em choque sobre temas como democracia, autonomia regional e políticas sociais. O evento pretende, assim, projetar Barcelona como um espaço permanente de diálogo e mobilização no campo político global.

 

Quem já confirmou presença e o significado político

Entre os participantes mais esperados estão chefes de Estado e de Governo de várias regiões do mundo, incluindo: Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil); Gustavo Petro (Colômbia); Yamandú Orsi (Uruguai); Cyril Ramaphosa (África do Sul); António Costa (Presidente do Conselho Europeu) Figuras políticas e intelectuais de renome de todo o espectro progressista.

Este alinhamento tem um significado político que vai além de um encontro de líderes europeus, e que pretende consolidar uma aliança transcontinental de forças progressistas que procuram coordenar um discurso político comum sobre temas que vão desde a defesa da democracia e direitos humanos até políticas económicas, transição climática, redes digitais e migrações.

O evento surge também num contexto global cada vez mais tenso: com conflitos no Médio Oriente, tensões no Estreito de Ormuz, um novo ciclo de polarização política em várias regiões e crescentes preocupações sobre o estado da democracia liberal tradicional, esta cimeira promete posicionar a esquerda como actor global e estratégico, não apenas reactivo às crises, mas proactivo na definição de soluções.

Alta teoria política: liderança em rede e transnacionalismo

A cimeira em Barcelona é um exercício de liderança transnacional que se cruza com debates académicos contemporâneos sobre como a política funciona num mundo cada vez mais interdependente.

Na literatura científica, emergem conceitos como «transnational political networks» — redes políticas que operam além das fronteiras nacionais, ligando partidos, movimentos sociais e instituições em torno de ideias e valores partilhados — que são precisamente o que a GPM pretende consolidar.

Estes grupos transnacionais podem influenciar decisores políticos, moldar agendas internacionais e criar espaços de cooperação que subvertem a lógica tradicional do Estado‑nação. A investigação académica sobre este fenómeno sugere que redes sociais, digitais e políticas conseguem gerar impacto real em termos de governação e mobilização quando unem atores com legitimidade social e intelectual, algo que esta cimeira visa alcançar no plano progressista.

Além disso, estudos sobre liderança na era digital mostram que a política contemporânea exige um tipo de liderança que combine digital fluency, comunicação directa e capacidade de mobilizar solidariedades transnacionais, competências que vão muito além da diplomacia tradicional.

 

O argumento central: porquê agora, porquê Barcelona

Para além da retórica política, há forças concretas a empurrar este encontro:

Reação à extrema‑direita organizada: muitos partidos de direita e populistas já desenvolveram redes internacionais sólidas. A esquerda procura agora criar uma contraparte organizada, estratégica e duradoura.  Crise do multilateralismo: segundo investigadores em política global, o actual sistema multilateral enfrenta uma crise, com nações a privilegiar interesses nacionais e soluções unilaterais em vez de cooperação. Barcelona pretende ser um ponto de inflexão nessa dinâmica. Liderança espanhola na cena europeia e global: Pedro Sánchez tem reforçado a sua posição internacional, desde o seu papel na denúncia de conflitos e defesa do direito internacional até à promoção de políticas progressistas em plataformas como a União Europeia.

Barcelona quer, assim, criar um ecossistema político internacional que transcenda as crises pontuais e estabeleça uma agenda progressista sistémica e globalmente coordenada.

O que está em jogo no terreno

A ambição de Barcelona vai muito além de discursos. As conferências, painéis e diálogos estão agendados para tratar questões concretas, incluindo: políticas climáticas e energéticas justas; políticas económicas que reduzam desigualdades; direitos humanos e dignidade laboral; respostas coordenadas a guerras e crises humanitárias; redes digitais e democracia participativa.

Se esta tentativa de coordenação conseguir gerar planos de acção concretos e compromissos visíveis, Barcelona poderá realmente transformar‑se numa referência global. Caso contrário, corre o risco de ser vista como um evento emblemático com pouca aplicação prática real, tornando-se um fenómeno político intenso, mas efémero.

Um ponto de viragem ou um manifesto simbólico?

O debate sobre se Barcelona se tornará ou não numa espérice de ‘Davos da esquerda’ gira em torno da seguinte questão central: será este encontro apenas um palco mediático de grandes discursos, ou pode gerar mecanismos duradouros de liderança global progressista?

A resposta não está ainda escrita, mas o formato, a escala e a ambição política da GPM refletem uma nova forma de liderança que combina mobilização transnacional, alianças partidárias e redes de influência global. Neste sentido, Barcelona é um manifesto político de liderança global em tempos de polarização e instabilidade um pouco por todo o mundo.

 

Créditos fotográficos: Global Progressive Mobilisation (GPM

 

 

Arquivado em:Internacional, Notícias

Programa de Neurodiversidade arranca hoje com dias abertos em quatro cidades

7 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A iniciativa surge no âmbito do Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, assinalado a 2 de abril, e tem como objetivo integrar profissionais no espectro do autismo em equipas de engenharia, além de sensibilizar empresas para a importância da diversidade cognitiva em projetos tecnológicos complexos. Para esta edição, a meta passa por formar e empregar cerca de dez participantes.

Os dias abertos destinam-se a potenciais candidatos, familiares e profissionais de apoio, permitindo conhecer o ambiente das empresas parceiras, esclarecer dúvidas e compreender melhor o processo de integração profissional. A Critical Software acolhe as primeiras sessões hoje e amanhã, nos escritórios de Coimbra e Viseu, respetivamente. Segue-se a Critical TechWorks, que abre portas no dia 9 de abril, no Porto. A última sessão está marcada para 15 de abril, em Lisboa, nas instalações da NOS.

O programa é gratuito, mas requer inscrição prévia. Podem candidatar-se pessoas com diagnóstico de autismo interessadas na área tecnológica, através do site da iniciativa.

Catarina Fonseca, coordenadora do Programa de Neurodiversidade na Critical Software, sublinha que a nova edição reforça o compromisso da empresa com ambientes de trabalho mais inclusivos. «A integração de profissionais autistas na empresa tem sido um caminho muito gratificante, marcado por aprendizagens e por uma evolução significativa a nível individual e organizacional. Trata-se de um contributo claro para equipas mais inovadoras e produtivas», afirma.

Também Fernanda Lima, coordenadora de projetos na Specialisterne, destaca o impacto da iniciativa. «Para além do efeito direto na vida das pessoas contratadas, é encorajador assistir à quebra gradual de paradigmas e à promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva», refere.

Na perspetiva das empresas parceiras, o programa é também uma forma de identificar talento ainda pouco representado no mercado de trabalho. Diana Silva, responsável de pessoas na Critical TechWorks, defende que equipas diversas são essenciais para desenvolver soluções tecnológicas mais robustas. «Estes dias abertos aproximam candidatos e famílias da realidade da empresa e mostram que a inclusão faz parte da forma como trabalhamos», afirma.

Isabel Carla Silva, responsável pela área de People Experience e comunicação interna da NOS, sublinha que a diversidade é um pilar central para a inovação e o crescimento da empresa. Já Francisco Viana, da direção de Pessoas e Cultura da Caixa Geral de Depósitos, considera que a participação no projeto reforça uma cultura organizacional baseada no respeito e na valorização da diferença.

Criado em 2021 através de uma parceria entre a Critical Software e a Specialisterne, o Programa de Neurodiversidade tem vindo a crescer ao longo dos últimos anos. Atualmente, 39 profissionais formados pela iniciativa trabalham em diferentes unidades das entidades empregadoras envolvidas.

Desde o lançamento, o programa recebeu mais de 280 candidaturas e proporcionou formação a cerca de 70 pessoas. Em 2024, a iniciativa foi distinguida internacionalmente pela Zero Project, organização que reconhece projetos inovadores na área da inclusão de pessoas com deficiência em domínios como educação, emprego e participação social.

Arquivado em:Diversidade e Inclusão, Notícias

Santander distingue 50 líderes femininas em Portugal no programa global W50

7 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

Nesta edição foram realizadas nove edições locais do programa — em Portugal, Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Espanha, México, Reino Unido e Uruguai. Cada país selecionou 50 finalistas nacionais, que terão agora acesso a um curso online de liderança feminina da London School of Economics (LSE) e passarão a integrar a comunidade internacional SW50, uma rede global de líderes comprometidas com a promoção de práticas empresariais éticas, inclusivas e sustentáveis.

Em Portugal, o programa recebeu mais de 700 candidaturas. As 50 vencedoras foram escolhidas por um painel de especialistas que avaliou o percurso profissional e académico das candidatas, o potencial de liderança, o impacto social das suas iniciativas e a motivação demonstrada para integrar o programa.

«No Santander, acreditamos que as portas devem estar sempre abertas ao mérito, é isso que verdadeiramente importa. O Santander W50 distingue 50 mulheres líderes que são exemplo de resiliência, talento e determinação, e que provam que, com trabalho e ambição, é possível alcançar melhores resultados e inspirar outras mulheres a liderar», afirmou Isabel Guerreiro, presidente executiva do Santander Portugal.

As 450 finalistas das diferentes edições nacionais passam agora à fase global do programa, onde serão selecionadas 50 líderes internacionais. As escolhidas participarão num programa intensivo presencial em Londres, com formação executiva ministrada pela London School of Economics, sessões de coaching individuais e em grupo e várias iniciativas de networking. O programa inclui ainda alojamento e propinas totalmente financiados.

Durante a formação, as participantes terão oportunidade de aprofundar competências de liderança, adquirir ferramentas para gerir equipas em contextos internacionais e reforçar a sua rede de contactos.

Esta é a 16.ª edição do Santander W50. Desde a sua criação, o programa já apoiou mais de 1.700 mulheres líderes em todo o mundo.

A iniciativa integra o compromisso do Banco Santander com a educação, a empregabilidade e o empreendedorismo — áreas nas quais a instituição afirma ter investido mais de 2,4 mil milhões de euros ao longo de quase 30 anos, beneficiando cerca de 3,7 milhões de pessoas e empresas.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Volkswagen Group Digital Solutions reforça liderança em Portugal com nova responsável de People

6 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A Volkswagen Group Digital Solutions (VWGDS) designou Andreia Duarte para o cargo de Director of People e membro do board, numa decisão que a empresa apresenta como parte da estratégia de crescimento do hub tecnológico do grupo no país.

A nomeação surge num momento de expansão da operação portuguesa da empresa, que tem vindo a reforçar o seu papel dentro da transformação digital do Volkswagen Group.

Com mais de 20 anos de experiência na gestão de recursos humanos, Andreia Duarte passou por empresas como MEO, Hovione, Lidl e Auchan. Na nova função, ficará responsável por liderar as políticas de talento, desenvolvimento profissional e cultura organizacional da empresa em Portugal.

Segundo a empresa, a nova responsável terá como missão reforçar a capacidade da organização para atrair e reter talento tecnológico altamente qualificado, num contexto de crescimento das equipas e de aumento do número de projetos internacionais desenvolvidos a partir do país.

Reorganização da liderança

A reestruturação anunciada inclui também outras mudanças na equipa de direção.

Oriol Ocon assume funções como Chief Technology Officer (CTO), enquanto Igor Carvalho passa a liderar a área de Marketing e Comunicação do grupo.

A empresa explicou ainda que promoveu uma reorganização interna da área de Delivery, com o objetivo de simplificar processos e aproximar equipas globais. A intenção, segundo a direção, é tornar a estrutura mais ágil e melhorar a coordenação entre diferentes mercados e marcas do grupo.

Para Felix Krüger, responsável pela operação, esta evolução procura reforçar o papel da empresa dentro da estratégia tecnológica global do grupo.

«Esta evolução reforça a nossa posição como parceiro tecnológico global do Grupo Volkswagen. Ao alinhar a liderança e simplificar a nossa estrutura, estamos a criar o foco e a escala necessários para acelerar a inovação entre marcas e regiões», afirmou o responsável.

Hub tecnológico em crescimento

A operação portuguesa integra a rede internacional de desenvolvimento tecnológico do grupo automóvel.

Em 2025, a empresa passou a utilizar oficialmente a designação Volkswagen Group Digital Solutions, alinhando a identidade da operação portuguesa com os restantes hubs tecnológicos da organização na Alemanha e na Índia.

A mudança refletiu uma estratégia mais ampla de integração entre equipas e centros de inovação dentro do grupo.

Atualmente, a Volkswagen Group Digital Solutions conta com mais de 5.300 profissionais distribuídos por 14 localizações internacionais e desenvolve mais de 680 projetos ativos ligados à digitalização da indústria automóvel.

Entre as áreas de atuação estão soluções de software, plataformas digitais, dados e inteligência artificial aplicadas à mobilidade.

Com o reforço da liderança em Portugal, a empresa procura consolidar o seu papel como polo estratégico de inovação tecnológica dentro da transformação digital do grupo automóvel alemão.

 

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Há mais gente a trabalhar em Portugal, mas o país continua no topo das baixas qualificações

6 Abril, 2026 by Marcelo Teixeira

A conclusão surge no estudo ‘O mercado de trabalho em Portugal: uma análise comparativa na UE’, divulgado pela Randstad Portugal, que analisa a evolução recente do emprego com base em dados do Eurostat referentes ao quarto trimestre de 2025.

O relatório traça um retrato ambivalente: Portugal aproxima-se da média europeia em vários indicadores e, em alguns casos, até a ultrapassa. Mas continua a enfrentar problemas estruturais, como o elevado peso de trabalhadores pouco qualificados, horários de trabalho prolongados e dificuldades persistentes na integração dos jovens no mercado laboral.

Mais participação no mercado de trabalho do que na média da UE

Um dos dados mais positivos do estudo prende-se com a elevada taxa de atividade registada em Portugal. Atualmente, 79,1% da população em idade ativa participa no mercado de trabalho, valor que supera em 3,5 pontos percentuais a média da União Europeia.

A taxa de inatividade — pessoas fora do mercado de trabalho — situa-se nos 20,9%, significativamente abaixo dos 24,4% registados na média europeia.

Este crescimento da participação tem sido impulsionado sobretudo pelas mulheres. Desde meados da década de 1990, a presença feminina no mercado de trabalho tem aumentado de forma consistente. Em 1995, apenas 59,1% das mulheres estavam ativas, enquanto hoje essa taxa já atinge 75,7%, aproximando-se cada vez mais da participação masculina.

Também a taxa de emprego acompanha esta tendência positiva. Em 2024, fixou-se nos 72,8%, um valor superior à média europeia e que confirma a recuperação registada após os efeitos prolongados da crise financeira da década passada.

Desemprego controlado, mas jovens continuam a enfrentar dificuldades

No final de 2025, a taxa de desemprego em Portugal situava-se nos 5,8%, ligeiramente abaixo da média europeia, que ronda os 5,9%. O país posiciona-se assim em linha com economias consideradas relativamente estáveis dentro do espaço europeu. Contudo, os números escondem uma realidade mais complexa quando se observa o mercado de trabalho por gerações.

O estudo evidencia um forte desequilíbrio entre o desemprego jovem e o desemprego global. O rácio entre ambos atinge 3,4 em Portugal, muito acima da média europeia de 2,5. Na prática, isto significa que os jovens continuam a enfrentar obstáculos muito maiores na entrada no mercado de trabalho do que o conjunto da população ativa.

Entre as razões apontadas por especialistas encontram-se fatores como a precariedade inicial das carreiras, a dificuldade em obter experiência profissional e a persistência de um mercado de trabalho ainda pouco preparado para absorver recém-licenciados ou jovens qualificados.

Portugal entre os países com mais horas de trabalho

Outro traço distintivo do mercado de trabalho português é a intensidade das jornadas laborais. Segundo o relatório, 9,1% dos trabalhadores em Portugal cumprem horários mais longos do que o habitual, um valor claramente superior à média europeia de 6,5%. Este indicador coloca o país na quarta posição entre os Estados-membros com mais horas de trabalho.

Esta realidade afeta sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria, grupos que frequentemente acumulam responsabilidades operacionais e de gestão.

Para os analistas, o fenómeno reflete uma cultura laboral mais intensiva em tempo de trabalho, algo que historicamente caracteriza várias economias do sul da Europa. Em contraste, alguns países do norte do continente privilegiam modelos de produtividade mais associados à eficiência do que ao número de horas trabalhadas.

A força de trabalho está mais qualificada, mas ainda insuficiente

Nas últimas décadas, Portugal registou uma transformação profunda no nível de qualificações da população ativa. Hoje, 36,2% dos trabalhadores têm ensino superior, um valor apenas três pontos percentuais abaixo da média da União Europeia. Embora o país se situe numa posição intermédia no ranking europeu, a evolução histórica é significativa.

No início da década de 1990, apenas 11,4% da população ativa possuía formação superior. Em pouco mais de três décadas, esse número praticamente triplicou, atingindo 33,7% em 2024.

Apesar deste progresso, o estudo identifica um problema persistente: Portugal continua a liderar o ranking europeu de trabalhadores com baixas qualificações. No quarto trimestre de 2025, 29,1% da força de trabalho tinha níveis de qualificação considerados baixos, praticamente o dobro da média europeia, que se situa nos 14,7%.

Ainda assim, também neste indicador houve melhorias relevantes ao longo do tempo. Em 1992, quase 77% dos trabalhadores portugueses tinham baixas qualificações, um valor que caiu para 32,2% em 2024 e para 29,1% em 2025.

A evolução é clara, mas a distância face aos países mais qualificados da Europa permanece significativa.

Imigração ganha peso no mercado de trabalho

O estudo identifica igualmente uma mudança importante na composição da população ativa portuguesa: o crescimento da presença de trabalhadores estrangeiros.

No final de 2025, 7,9% da população ativa em Portugal era composta por cidadãos estrangeiros. Apesar do aumento registado nos últimos anos, este valor permanece abaixo da média europeia, que se situa nos 10,5%. Mesmo assim, a tendência sugere uma transformação gradual do mercado de trabalho nacional.

Em várias economias europeias — como o Luxemburgo ou mesmo a vizinha Espanha — os trabalhadores estrangeiros já representam uma fatia muito mais significativa da força laboral.

Em Portugal, a imigração começa agora a assumir um papel mais relevante na resposta às necessidades de mão-de-obra e ao envelhecimento demográfico, dois fatores que pressionam a sustentabilidade do mercado de trabalho.

Quatro décadas de transformação

Para Isabel Roseiro, diretora de marketing da Randstad Portugal, o mercado laboral português sofreu mudanças profundas desde a adesão do país à então Comunidade Económica Europeia em 1986.

Segundo a responsável, nas últimas quatro décadas Portugal aproximou-se progressivamente da média europeia e, em alguns indicadores, até conseguiu ultrapassá-la.

Hoje, destaca-se sobretudo pela elevada participação no mercado de trabalho — impulsionada pela presença feminina — e, mais recentemente, pela crescente contribuição da imigração.

Ainda assim, sublinha que persistem desafios estruturais importantes. Entre eles estão o elevado peso de trabalhadores pouco qualificados, a cultura de horários de trabalho prolongados e as dificuldades enfrentadas pelos jovens na entrada no mercado laboral, problemas que continuam a marcar o funcionamento da economia portuguesa.

Um mercado em convergência, mas ainda com distância a percorrer

O retrato traçado pelo estudo sugere que Portugal percorreu um longo caminho desde o início da integração europeia. A força de trabalho está mais qualificada, a participação no mercado é elevada e o desemprego encontra-se relativamente controlado. Mas a convergência com as economias mais avançadas da Europa continua incompleta.

A modernização do mercado de trabalho — através de mais qualificação, melhores condições de emprego e maior capacidade de integração das novas gerações — surge como um dos desafios centrais para a próxima década.

 

Arquivado em:Nacional, Notícias, Trabalho

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