Cinco tendências da Cibersegurança para 2022

Os ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes. Só no início deste ano, o grupo Impresa foi alvo de ataque, resultando na destruição de dados e registos digitais. O Centro Nacional de Cibersegurança indica o aumento de 23% de casos no primeiro semestre de 2021, comparativamente ao mesmo período do ano anterior.

Numa era tecnológica, a possibilidade de vir a acontecer é exponenciada, e pode comprometer e prejudicar o futuro das empresas e organizações. A ManpowerGroup partilha cinco tendências de Cibersegurança para 2022:

  1. Comportamentos mais seguros: As empresas precisam de abordar políticas de Cibersegurança nas suas discussões estratégicas e planos de trabalho. Estima-se que recorram cada vez mais à análise de dados a fim de avaliar ameaças no que visa o comportamento dos trabalhadores em regime de teletrabalho, para que a adoção de modelos híbridos ou remotos não comprometa a segurança;
  2. Comités de Cibersegurança: Liderados por um membro do Conselho Executivo experiente, em temas de liderança, estes comités propõem aumentar a consciencialização para os riscos cibernéticos na organização e dispõem de uma maior visibilidade e recursos;
  3. Inteligência Artificial: Maior adoção de IA nas iniciativas de Cibersegurança, permitindo a gestão de dados a analisar, investigar padrões de tráfico e acesso, identificar e corrigir vulnerabilidades nos sistemas e redes, reduzindo, por sua vez, a possibilidade de alvo de ataque;
  4. Consolidar fornecedores: O que passa por simplificar os sistemas operacionais de segurança. Enquanto no princípio a Pandemia forçou à adoção de diferentes ferramentas através de vários fornecedores, de forma a assegurar a capacidade e resiliência, é agora imperativo reajustar para reduzir custos e ter uma visão de segurança mais eficaz;
  5. Regulação: Prevê-se que também a legislação evolua de forma a cobrir infrações, perdas de dados, vulnerabilidades e exposição a potenciais danos, conduzindo a que o nível de compliance esteja mais próximo de níveis elevados de segurança na proteção de privacidade, acesso e base de dados. As empresas deverão evoluir de forma a serem capazes de certificar a nova implementação de políticas de segurança.

Artigos Relacionados: