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COP30 deve representar «nova derrota para os negacionistas», mas acordos ficaram aquém

COP30 deve representar «nova derrota para os negacionistas», mas acordos ficaram aquém

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24 Novembro, 2025 | 7 minutos de leitura

Na luta para travar a subida da temperatura global, um novo inimigo ganha protagonismo: a desinformação climática. Este foi um dos temas que marcou a abertura da COP30, que decorreu em Belém do Pará, no Brasil, quando o presidente, Lula da Silva, defendeu que a cimeira deve representar «uma nova derrota para os negacionistas» — […]

Na luta para travar a subida da temperatura global, um novo inimigo ganha protagonismo: a desinformação climática.

Este foi um dos temas que marcou a abertura da COP30, que decorreu em Belém do Pará, no Brasil, quando o presidente, Lula da Silva, defendeu que a cimeira deve representar «uma nova derrota para os negacionistas» — um aviso direto num momento em que falsidades online ameaçam comprometer anos de diplomacia e ciência. Foi também a primeira vez que a COP chegou à Amazónia, o maior reservatório de biodiversidade do planeta e um dos ecossistemas mais pressionados pela desflorestação.

Em resposta ao avanço coordenado de conteúdos manipulados, 12 países assinaram a Declaração de Integridade da Informação sobre Mudanças Climáticas, comprometendo-se a combater campanhas de desinformação e ataques contra jornalistas, cientistas e investigadores que divulgam evidências sobre a crise climática. O documento foi endossado por Brasil, Canadá, Chile, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Espanha, Suécia, Uruguai, Países Baixos e Bélgica.

A 30.ª Conferência do Clima, que terminou na sexta-feira passada, trouxe este e outros decretos, mas as grandes conclusões foram alvo de fortes críticas. No plenário de encerramento foi assinado o documento ‘Decisão Mutirão’, com o objetivo de acelerar a transição climática através do esforço coletivo. Ainda assim, a sessão ficou marcada pela discórdia, por falhar em apresentar medidas concretas para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis, considerado por muitos como o ponto central da ação climática. Organizações científicas, ativistas e delegações vulneráveis acusaram a presidência da COP30 de produzir um texto vago e insuficiente, cedendo a pressões de países produtores de petróleo.

A controvérsia agravou-se com críticas a processos pouco transparentes e à exclusão de vozes indígenas e da sociedade civil em momentos-chave das negociações — especialmente sensível numa cimeira sediada na Amazónia.

Resto da conferência não escapou a indignação 

Os onze dias em que a cimeira decorreu ficaram marcados por celeuma e polémica, que expuseram tensões profundas entre governos, ativistas e comunidades indígenas. Um dos episódios mais mediáticos ocorreu quando grupos indígenas invadiram a zona oficial da conferência, denunciando que a cimeira estava a «decidir o futuro da Amazónia sem os povos da Amazónia».

Protestos das comunidades indígenas. Agência Brasil/Bruno Peres

As manifestações surgiram em resposta a políticas consideradas contraditórias por várias lideranças indígenas, que acusaram o governo brasileiro de promover simultaneamente uma agenda ambiental e projetos de desenvolvimento que ameaçam territórios ancestrais.

António Guterres também deixou duras críticas, a começar pela cerimónia de abertura. A meta de manter o aquecimento global abaixo de 1,5º C foi tema claro durante o evento, algo que o Secretário-Geral das Nações Unidas classificou como «uma falha moral e negligência mortal». «A escolha é entre liderar ou sermos levados à ruína», acrescentou.

 

Financiamento e metas falham, mas o compromisso mantém-se

Apesar das críticas, todos os intervenientes se comprometeram com o objetivo climático, num ano que coincide com o 10º aniversário do Acordo de Paris. O European Council definiu a sua posição para a COP30, comprometendo-se com a meta de manter o aumento da temperatura global muito abaixo de 1,5 °C, reforçar a mobilização de financiamento climático e acelerar a transição energética global.

António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas participa da sessão Plenária Geral dos Líderes Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Foto Ueslei Marcelino/COP30

O financiamento climático foi outro ponto crítico do debate. Apesar de ter sido fixada a meta coletiva de mobilizar 1,1 triliões de euros por ano até 2035 para países em desenvolvimento, persistem tensões sobre o nível atual de ambição e os mecanismos de entrega.

Relatórios do Le Monde e do The Guardian destacaram que o fosso entre ambição e execução ficou patente: muitos países ainda não apresentaram planos de financiamento; outros rejeitaram novas contribuições obrigatórias. O mecanismo de perdas e danos, aprovado na COP28, também avançou pouco, continuando a gerar divisões entre países mais ricos e mais vulneráveis.

 

Segurança alimentar, pobreza e clima entram no centro da equação

A segurança alimentar, a pobreza e o clima entraram pela primeira vez no coração das negociações, marcando uma mudança de paradigma na abordagem global à crise climática. A presidência brasileira, com o apoio do Programa Mundial de Alimentos e da FAO, deixou claro que não haverá neutralidade carbónica sem sistemas alimentares resilientes — uma mensagem reforçada por vários países vulneráveis.

Como sublinha o El País, a COP30 assumiu que a ação climática não pode continuar a ignorar a fome agravada por eventos extremos, a fragilidade das pequenas agriculturas e a necessidade urgente de financiamento dedicado à adaptação agrícola. Mais do que uma questão ambiental, a política climática passa a ser, de forma explícita, económica, social e profundamente humanitária.

O presidente da COP 30, André Correa do Lago e a CEO da COP 30, Ana Toni participam de entrevista coletiva durante a 30ª Conferência das Partes. Foto de Ueslei Marcelino/COP30

Apoio às comunidades indígenas deu grandes passos

Apesar da indignação, a cimeira não esqueceu as comunidades indígenas. O Governo do Brasil anunciou, no Dia dos Povos Indígenas (17 de novembro), a assinatura de dez portarias de demarcação de terras indígenas, um passo histórico após anos de paralisação (não havia novas demarcações desde 2018). As medidas, assinadas pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em coordenação com o Ministério dos Povos Indígenas, reconhecem oficialmente territórios habitados por povos como os Tupinambá, Mura, Pataxó, Guarani-Kaiowá, Munduruku, Pankará e Guarani-Mbya, reforçando direitos territoriais e proteção cultural.

Joenia Wapichana, presidente da Fundação Nacional dos Povos Indigenas e Sonia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas do Brasil participam de cerimônia de assinatura da delimitação de terras com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas. Foto de Ueslei Marcelino/COP30

Com estas novas delimitações, o Brasil passa a ter 21 terras indígenas oficialmente reconhecidas desde 2024, num total de 117,4 milhões de hectares, cerca de 13,8% do território nacional — áreas essenciais para travar a desflorestação e a crise climática. Estudos da Apib, do IPAM e do CIMC indicam que ampliar as demarcações pode evitar até 20% de desflorestação adicional e reduzir 26% das emissões de carbono até 2030.

Adicionalmente, foi lançado o programa ‘Coopera+ Amazônia’, que investirá cerca de 17,3 milhões de euros para fortalecer a inovação de gestão e produtiva em 50 cooperativas extrativistas que atuam nas cadeias de valor do babaçu, açaí, castanha-do-pará e cupuaçu.

A iniciativa procura apoiar cooperativas em cinco estados da Amazónia Legal (Pará, Rondônia, Maranhão, Amazonas e Acre) ao longo de um período de 48 meses. «Esses recursos, nesta primeira etapa, agregarão valor, aumentarão a renda familiar, fortalecerão o cooperativismo na região e contribuirão para o combate às mudanças climáticas. Aproximadamente 3.500 famílias serão beneficiadas», afirmou o Vice-Presidente do Brasil Geraldo Alckmin.

 

Imagens: COP30 e Agência Brasil

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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