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Home Notícias Sociedade Entre Descartes e os algoritmos, o pensamento crítico é mais urgente do que nunca

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Entre Descartes e os algoritmos, o pensamento crítico é mais urgente do que nunca

Entre Descartes e os algoritmos, o pensamento crítico é mais urgente do que nunca

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25 Fevereiro, 2026 | 5 minutos de leitura

«Assim, visto que os sentidos às vezes nos enganam, quis supor que nada existe tal como eles nos fazem imaginar.» - René Descartes, Meditações concernentes à Primeira Filosofia, Primeira Meditação

A advertência de Descartes é um convite radical à dúvida. Parte da ideia desconfortável de que tudo o que nos rodeia é passível de questionamento, que o que vemos, ouvimos e sentimos pode não corresponder à realidade. Que, para aceitar qualquer certeza, é preciso primeiro questionar as suas bases.

A verdade é que a realidade se tem apresentado incerta, com guerras e invasões que se intensificam, da Venezuela à Palestina, num registo que pensávamos ser antigo. Os efeitos climáticos extremos nunca se fizeram sentir tanto e tão intensamente, em Portugal e no mundo. Os jovens temem por um futuro que parece não esperar por eles e por um presente que se revela cada vez mais imprevisível.

Descartes propõe a dúvida como método, não como ceticismo paralisante, mas como caminho para um conhecimento mais sólido. Hoje, esse exercício traduz-se na necessidade de evitar certezas imediatas e abraçar o pensamento crítico como filosofia de vida. Questionar fontes, compreender contextos e reconhecer vieses tornou-se um imperativo num espaço público fragmentado por bolhas de informação e polarização digital.

O Dia do Pensamento, que se assinalou a 22 de fevereiro, relembra-nos a importância do pensamento crítico numa era fragmentada.

 

Por que importa o pensamento crítico em 2026?

Muito antes dos algoritmos, os filósofos já alertavam para a necessidade de vigilância intelectual. Dos estóicos, como Marco Aurélio e Séneca, aos pensadores do século XX, como Hannah Arendt, a reflexão crítica foi entendida como uma marca distintiva da condição humana: não apenas interpretar o mundo, mas questionar pressupostos e resistir à manipulação.

Como escreveu Brigid Delaney, no The Guardian, de acordo com a filosofia clássica, preservar a capacidade de pensar racionalmente é preservar a própria autonomia. Pensar não é apenas um exercício intelectual; é um ato de liberdade, dentro e fora do feed.

Mas é no campo digital que se trava uma das maiores batalhas da atualidade. A disseminação de fake news representa uma ameaça concreta à confiança pública e à qualidade democrática, sendo identificada como um dos riscos mundiais mais críticos a curto prazo. Compreender os mecanismos da desinformação é essencial para fortalecer políticas de literacia mediática e resistência cognitiva.

Investigações recentes indicam que indivíduos com menor propensão para o pensamento crítico e maior envolvimento emocional com determinados temas revelam maior suscetibilidade a notícias falsas – incluindo conteúdos gerados por inteligência artificial. A capacidade crescente da IA para produzir textos, imagens e vídeos convincentes torna mais difícil distinguir entre informação legítima e manipulação sofisticada.

Fake news, IA e vulnerabilidade cognitiva

A própria adoção massiva de ferramentas de IA levanta questões adicionais. Numa entrevista na India AI Impact Summit, o CEO da Google DeepMind, Demis Hassabis, comparou a inteligência artificial à Internet: pode ser usada para aprender e expandir horizontes ou de formas que «degradam» o pensamento. «Se for utilizada de forma preguiçosa, poderá piorar o pensamento crítico», afirmou, sublinhando a responsabilidade que recai sobre o utilizador.

E Delaney concorda: «Entregar o nosso pensamento crítico a uma máquina é também entregar uma das poucas coisas que estão sob o nosso controlo: a capacidade de pensar por nós próprios.»

Além disso, há preocupações jornalísticas de que a adoção generalizada de IA na educação pode prejudicar as capacidades críticas dos estudantes. Ao privilegiar respostas rápidas e convenientes em detrimento do raciocínio profundo, um fenómeno apelidado de «tinderfication do conhecimento», potencia-se uma crescente «desvalorização das disciplinas de humanidades e um equívoco sobre o que a escrita original em disciplinas como história, literatura e filosofia possibilita: o pensamento crítico.»

Pensamento crítico como competência social

No final de contas, o pensamento crítico não é um luxo intelectual, mas sim um instrumento de resiliência social e individual. Permite distinguir entre evidências sólidas e manipulação, entre argumentos profundos e simplificações perigosas. Fomenta a capacidade de dialogar com quem pensa de forma diferente e fortalece instituições democráticas ao exigir transparência e rigor.

Além da academia, também no ambiente de trabalho esta competência brilha. Líderes eficazes valorizam quem sabe fazer perguntas profundas e diferentes, pois isso revela capacidade de compreender problemas de forma holística e propor soluções inovadoras. Um artigo da Harvard Business Review afirma que a essência do pensamento crítico está na habilidade de formular perguntas mais eficazes e abertas, que desafiam hipóteses, consideram múltiplas perspetivas e evitam armadilhas cognitivas comuns.

Pensar criticamente é, hoje, um ato de responsabilidade. Implica tempo, método e humildade intelectual para reconhecer incertezas e rever posições perante novos dados. Num mundo marcado por polarização digital, desinformação e automatização crescente do conhecimento, cultivar essa competência é investir na solidez das decisões empresariais, na maturidade das sociedades e na autonomia dos cidadãos.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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