Gilda Caeiro: «Traçámos um plano ambicioso que fez da PRIO a maior produtora de biocombustíveis em Portugal»

A PRIO nasceu em 2007 como uma empresa de energias para a mobilidade do futuro, futuro esse que sabia que teria de ser sustentável.

A estratégia de Sustentabilidade tem três eixos: mobilidade verde, promoção do bem-estar dos colaboradores e responsabilidade social corporativa. Explica Gilda Caeiro, a Diretora Jurídica e de Recursos Humanos da PRIO desde 2015. Licenciada em Direito e advogada de profissão, Gilda juntou-se à PRIO em 2011, ao Departamento Jurídico.

Reunimos algumas marcas que se destacam no panorama da Sustentabilidade para nos desvendarem quais as suas metas para um futuro mais verde. Gilda Caeiro aceitou o desafio.

«A PRIO nasceu em 2007 como uma empresa de energias para a mobilidade do futuro, futuro esse que sabíamos que teria de ser sustentável. A nossa estratégia de sustentabilidade tem três eixos: mobilidade verde, promoção do bem-estar dos colaboradores e responsabilidade social corporativa.

Na mobilidade a PRIO apostou desde início em “mudar por dentro”. Assim, traçámos um plano ambicioso que fez da PRIO a maior produtora de biocombustíveis em Portugal e a terceira maior produtora europeia de biodiesel a partir de matérias-primas residuais. Ou seja, no nosso processo produtivo só usamos resíduos, cujo tratamento teria um elevado custo, e transformamo-los em combustível verde, com muito menos emissões de CO2 do que os combustíveis fósseis. A PRIO é também pioneira em Portugal no desenvolvimento da mobilidade elétrica e poderá também investir na aplicação do hidrogénio à mobilidade.

A nível interno, a PRIO adotou uma abordagem holística, promovendo o bem-estar interno dos seus mais de 700 colaboradores, oferecendo workshops focados na saúde, mas também apostando na formação através da Escola PRIO e promovendo a educação para a Sustentabilidade.

Na responsabilidade social externa, focamo-nos em contribuir para gerar um impacto positivo nas nossas comunidades, muitas vezes em parceria com o terceiro sector. A título de exemplo todos os anos lançamos uma campanha de incentivo à poupança e recentemente uma campanha de responsabilidade social para apoiar duas associações que se dedicam a combater a pobreza habitacional e a apoiar grupos excluídos e vulneráveis.»

Pode ler todas as intervenções na edição de primavera da revista Líder.

Por TitiAna Amorim Barroso

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