Grupos ou equipas?

Muito tem sido escrito acerca das exigências, turbulências e mudanças do mercado de trabalho, nas quais as nossas organizações têm de operar. Atualmente, os grupos/equipas de trabalho mostram ser vitais na eficácia organizacional. A este respeito, e dada a frequente utilização dos dois vocábulos – grupo e equipa – na literatura neste domínio, uma questão deve ser, desde logo, colocada: que termo deve ser usado quando nos referimos a estas unidades estruturais de trabalho? Devemos falar de “grupos” ou de “equipas”?

Alguns autores afirmam que não há distinção entre os dois termos, enquanto outros acreditam que eles são distintos.

Para quem defende o ponto de vista de que não há distinção entre os termos, quer o conceito “grupo”, quer o conceito “equipa”, têm a mesma função e os mesmos processos, ambos se comportam e podem ser descritos da mesma forma. Podemos, em jeito de conclusão, dizer que os autores que apoiam esta visão, referem-se a “equipas” como “grupos”, e a “grupos” como “equipas”, não comprometendo qualquer distinção entre os conceitos.

De forma totalmente oposta à referida, existe um outro ponto de vista que acredita na existência de diferenças entre os dois conceitos, tentando distingui-los. De uma forma genérica, sugerem que uma equipa é um grupo, mas com algo extra.

Fica o desafio: na sua opinião que termo deve ser usado – Grupo? Equipa? Independentemente da sua posição, uma coisa podemos garantir, é que este tipo de unidades estruturais do trabalho, atualmente, são fonte de vantagem competitiva para as organizações.

Por: Ana Pinto, professora universitária e consultora em recursos humanos

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