• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O pacote laboral português visto de fora

      Homens e máquinas: onde cabe a tecnologia no terreno dos humanos?

      Lisboa e Porto concentram 82% das vagas tech em Portugal

      Portugal confia que aeroportos evitarão escassez de combustível apesar de crise energética

      Diretor da NOVA IMS distinguido com prémio internacional

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Coronel Carlos Mendes Dias: «A paz dos homens é sempre circunstancial»

      O que sabemos sobre o que ainda não vivemos 

      Leadership Next Gen: «A consistência é o ingrediente essencial para chegar ao topo», realça Duba Barradas

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      «O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

      «A maior bolha que temos de rebentar é mental», realça João Maria Botelho

      Branding como força estratégica: a visão de Cristina Amaro para o The Branding & Business Summit

      Do Damaiense a Nova Iorque: Tomás Tengarrinha e a evolução do futebol feminino

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O pacote laboral português visto de fora

      Homens e máquinas: onde cabe a tecnologia no terreno dos humanos?

      Lisboa e Porto concentram 82% das vagas tech em Portugal

      Portugal confia que aeroportos evitarão escassez de combustível apesar de crise energética

      Diretor da NOVA IMS distinguido com prémio internacional

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Coronel Carlos Mendes Dias: «A paz dos homens é sempre circunstancial»

      O que sabemos sobre o que ainda não vivemos 

      Leadership Next Gen: «A consistência é o ingrediente essencial para chegar ao topo», realça Duba Barradas

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      «O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

      «A maior bolha que temos de rebentar é mental», realça João Maria Botelho

      Branding como força estratégica: a visão de Cristina Amaro para o The Branding & Business Summit

      Do Damaiense a Nova Iorque: Tomás Tengarrinha e a evolução do futebol feminino

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Nacional Notícias Trabalho Há mais gente a trabalhar em Portugal, mas o país continua no topo das baixas qualificações

Trabalho

Há mais gente a trabalhar em Portugal, mas o país continua no topo das baixas qualificações

Link copiado

Partilhe este conteúdo

6 Abril, 2026 | 6 minutos de leitura

Portugal apresenta hoje um dos níveis de participação no mercado de trabalho mais elevados da União Europeia. No entanto, esse desempenho convive com fragilidades estruturais que continuam a distinguir o país das economias mais avançadas do bloco.

A conclusão surge no estudo ‘O mercado de trabalho em Portugal: uma análise comparativa na UE’, divulgado pela Randstad Portugal, que analisa a evolução recente do emprego com base em dados do Eurostat referentes ao quarto trimestre de 2025.

O relatório traça um retrato ambivalente: Portugal aproxima-se da média europeia em vários indicadores e, em alguns casos, até a ultrapassa. Mas continua a enfrentar problemas estruturais, como o elevado peso de trabalhadores pouco qualificados, horários de trabalho prolongados e dificuldades persistentes na integração dos jovens no mercado laboral.

Mais participação no mercado de trabalho do que na média da UE

Um dos dados mais positivos do estudo prende-se com a elevada taxa de atividade registada em Portugal. Atualmente, 79,1% da população em idade ativa participa no mercado de trabalho, valor que supera em 3,5 pontos percentuais a média da União Europeia.

A taxa de inatividade — pessoas fora do mercado de trabalho — situa-se nos 20,9%, significativamente abaixo dos 24,4% registados na média europeia.

Este crescimento da participação tem sido impulsionado sobretudo pelas mulheres. Desde meados da década de 1990, a presença feminina no mercado de trabalho tem aumentado de forma consistente. Em 1995, apenas 59,1% das mulheres estavam ativas, enquanto hoje essa taxa já atinge 75,7%, aproximando-se cada vez mais da participação masculina.

Também a taxa de emprego acompanha esta tendência positiva. Em 2024, fixou-se nos 72,8%, um valor superior à média europeia e que confirma a recuperação registada após os efeitos prolongados da crise financeira da década passada.

Desemprego controlado, mas jovens continuam a enfrentar dificuldades

No final de 2025, a taxa de desemprego em Portugal situava-se nos 5,8%, ligeiramente abaixo da média europeia, que ronda os 5,9%. O país posiciona-se assim em linha com economias consideradas relativamente estáveis dentro do espaço europeu. Contudo, os números escondem uma realidade mais complexa quando se observa o mercado de trabalho por gerações.

O estudo evidencia um forte desequilíbrio entre o desemprego jovem e o desemprego global. O rácio entre ambos atinge 3,4 em Portugal, muito acima da média europeia de 2,5. Na prática, isto significa que os jovens continuam a enfrentar obstáculos muito maiores na entrada no mercado de trabalho do que o conjunto da população ativa.

Entre as razões apontadas por especialistas encontram-se fatores como a precariedade inicial das carreiras, a dificuldade em obter experiência profissional e a persistência de um mercado de trabalho ainda pouco preparado para absorver recém-licenciados ou jovens qualificados.

Portugal entre os países com mais horas de trabalho

Outro traço distintivo do mercado de trabalho português é a intensidade das jornadas laborais. Segundo o relatório, 9,1% dos trabalhadores em Portugal cumprem horários mais longos do que o habitual, um valor claramente superior à média europeia de 6,5%. Este indicador coloca o país na quarta posição entre os Estados-membros com mais horas de trabalho.

Esta realidade afeta sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria, grupos que frequentemente acumulam responsabilidades operacionais e de gestão.

Para os analistas, o fenómeno reflete uma cultura laboral mais intensiva em tempo de trabalho, algo que historicamente caracteriza várias economias do sul da Europa. Em contraste, alguns países do norte do continente privilegiam modelos de produtividade mais associados à eficiência do que ao número de horas trabalhadas.

A força de trabalho está mais qualificada, mas ainda insuficiente

Nas últimas décadas, Portugal registou uma transformação profunda no nível de qualificações da população ativa. Hoje, 36,2% dos trabalhadores têm ensino superior, um valor apenas três pontos percentuais abaixo da média da União Europeia. Embora o país se situe numa posição intermédia no ranking europeu, a evolução histórica é significativa.

No início da década de 1990, apenas 11,4% da população ativa possuía formação superior. Em pouco mais de três décadas, esse número praticamente triplicou, atingindo 33,7% em 2024.

Apesar deste progresso, o estudo identifica um problema persistente: Portugal continua a liderar o ranking europeu de trabalhadores com baixas qualificações. No quarto trimestre de 2025, 29,1% da força de trabalho tinha níveis de qualificação considerados baixos, praticamente o dobro da média europeia, que se situa nos 14,7%.

Ainda assim, também neste indicador houve melhorias relevantes ao longo do tempo. Em 1992, quase 77% dos trabalhadores portugueses tinham baixas qualificações, um valor que caiu para 32,2% em 2024 e para 29,1% em 2025.

A evolução é clara, mas a distância face aos países mais qualificados da Europa permanece significativa.

Imigração ganha peso no mercado de trabalho

O estudo identifica igualmente uma mudança importante na composição da população ativa portuguesa: o crescimento da presença de trabalhadores estrangeiros.

No final de 2025, 7,9% da população ativa em Portugal era composta por cidadãos estrangeiros. Apesar do aumento registado nos últimos anos, este valor permanece abaixo da média europeia, que se situa nos 10,5%. Mesmo assim, a tendência sugere uma transformação gradual do mercado de trabalho nacional.

Em várias economias europeias — como o Luxemburgo ou mesmo a vizinha Espanha — os trabalhadores estrangeiros já representam uma fatia muito mais significativa da força laboral.

Em Portugal, a imigração começa agora a assumir um papel mais relevante na resposta às necessidades de mão-de-obra e ao envelhecimento demográfico, dois fatores que pressionam a sustentabilidade do mercado de trabalho.

Quatro décadas de transformação

Para Isabel Roseiro, diretora de marketing da Randstad Portugal, o mercado laboral português sofreu mudanças profundas desde a adesão do país à então Comunidade Económica Europeia em 1986.

Segundo a responsável, nas últimas quatro décadas Portugal aproximou-se progressivamente da média europeia e, em alguns indicadores, até conseguiu ultrapassá-la.

Hoje, destaca-se sobretudo pela elevada participação no mercado de trabalho — impulsionada pela presença feminina — e, mais recentemente, pela crescente contribuição da imigração.

Ainda assim, sublinha que persistem desafios estruturais importantes. Entre eles estão o elevado peso de trabalhadores pouco qualificados, a cultura de horários de trabalho prolongados e as dificuldades enfrentadas pelos jovens na entrada no mercado laboral, problemas que continuam a marcar o funcionamento da economia portuguesa.

Um mercado em convergência, mas ainda com distância a percorrer

O retrato traçado pelo estudo sugere que Portugal percorreu um longo caminho desde o início da integração europeia. A força de trabalho está mais qualificada, a participação no mercado é elevada e o desemprego encontra-se relativamente controlado. Mas a convergência com as economias mais avançadas da Europa continua incompleta.

A modernização do mercado de trabalho — através de mais qualificação, melhores condições de emprego e maior capacidade de integração das novas gerações — surge como um dos desafios centrais para a próxima década.

 

Redação,
Equipa editorial Líder

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Trabalho

Abr 10, 2026

Formação ultrapassa atração de talento nas prioridades estratégicas dos RH em Portugal

Ler notícia

Trabalho

Abr 07, 2026

Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas mercado de trabalho mostra forte resiliência

Ler notícia

Trabalho

Abr 02, 2026

Entre terça e quinta: a ‘midweek mountain’ é a nova geografia do trabalho

Ler notícia

Trabalho

Abr 02, 2026

Cinco minutos de natureza é a pausa mais barata contra o stress laboral

Ler notícia

Trabalho

Mar 27, 2026

Agricultura em Portugal produz mais com menos trabalhadores, mas enfrenta crise de talento

Ler notícia

Trabalho

Mar 27, 2026

Teletrabalho leva empresas portuguesas a reforçar formação em cibersegurança

Ler notícia

Trabalho

Mar 24, 2026

O seu currículo passou no teste do algoritmo?

Ler notícia

Trabalho

Mar 20, 2026

Salário secreto? Acabou. 2026 obriga empresas a explicar cada euro

Ler notícia

Trabalho

Mar 11, 2026

ACEGE pede consenso político na revisão do Código do Trabalho e alerta para risco de instabilidade legislativa

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.