Leonor Dias: «Falamos quando sentimos que temos algo de verdadeiro a dizer»

A Vodafone não se precipita, aguarda e fala apenas quando sente que, graças à tecnologia, tem algo de verdadeiro a propor aos portugueses, garante a diretora de Marca.

Leonor Dias está na Vodafone Portugal há quase cinco anos, mas movimenta-se na área da Comunicação e da Publicidade como peixe na água. Está no mundo da Publicidade, desde que se lembra, para provocar emoções. É este caminho que procura trilhar e a Comunicação é a cola para tudo isto e a ponte para relações de confiança, conta, enquanto explica que nunca desliga e o telemóvel é o grande responsável por isso também.

Quem a conhece sabe que é uma líder próxima numa casa ágil, que se desdobra e responde a ritmos alucinantes para fazer frente, em equipa, a estes tempos exigentes. Já a Vodafone assume-se obcecada por servir o cliente, com um potencial emocional enorme, que tem também como meta fazer o bem. Leonor Dias partilha os inúmeros exemplos do muito que é feito na Fundação Vodafone. Mas ressalva de imediato: «Nada disto se faz para comunicar em publicidade. Faz-se na esperança de fazer a diferença na vida de alguém».

No fundo, tudo se resume a mostrar «o propósito de ligar as pessoas a um futuro melhor, como ligamos as nossas equipas. Assim se constrói a nossa marca, assim se constrói a Vodafone.»


Colocámos a pergunta: Como estão as marcas a comunicar?, ainda em pleno estado de emergência e antes do anúncio das medidas de desconfinamento. Leonor Dias aceitou o desafio:

«Neste momento, mais do que nunca, inspiram-me as pessoas, as minhas pessoas. A maneira como se riem das graças dos colegas no Skype, a maneira como partilham a dificuldade de gerir filhos pequenos em casa ou a “pequena” grande solidão do isolamento social, longe de pais e avós. A maneira como, estando todos separados, nos sentimos mais unidos que nunca. Como uma segunda família que somos e que sai reforçada nestas alturas. E, porque a equipa que lidero me inspira, sinto que vamos continuar a inspirar quem nos vê e se revê no que fazemos na Vodafone. Quem admira a marca pela sua autenticidade, pelos insights humanos que retrata e pelo sentido cívico de comunidade que defende.
O lançamento do SMS de auxílio a vítimas de violência doméstica, a instalação de fibra numa ala pediátrica de um hospital, a doação de câmaras de monitorização à distância de pacientes, a compra de equipamentos de diagnóstico ou o auxílio escolar a crianças mais desprotegidas, são apenas exemplos do muito que fazemos na Fundação Vodafone. Nada disto se faz para comunicar em publicidade. Faz-se na esperança de fazer a diferença na vida de alguém. Não nos precipitamos, aguardamos e falamos quando sentimos que, graças à nossa tecnologia, temos algo de verdadeiro a dizer e a propor aos portugueses. Algo que mostre o nosso propósito, o propósito de ligar as pessoas a um futuro melhor, como ligamos as nossas equipas. Assim se constrói a nossa marca, assim se constrói a Vodafone».

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