Ministro Adjunto e da Economia inaugura nova Casa Microsoft

A Microsoft abriu hoje as portas à sua nova casa em Lisboa. O novo edifício-sede reflete agora a cultura implementada por Satya Nadella e as mudanças que se verificaram nos últimos anos, no que diz respeito à realidade do trabalho e ao próprio negócio da companhia. O Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, visitou, esta quarta-feira, o renovado espaço, que abriu hoje portas a parceiros, clientes e comunidades para o evento “O Futuro é Hoje”. A partir de amanhã, 04 de junho, parte do piso térreo estará aberto ao público, num convite à população para conhecer o universo Microsoft.

Sete anos depois de inaugurar o edifício instalado no Parque das Nações, a evolução do negócio e os ciclos de transformação digital exigiam uma nova arquitetura de espaço. Segundo um estudo interno, realizado através da sensorização e IoT (Internet of Things), apenas 38% das áreas do espaço anterior eram usadas ativamente pelos colaboradores.

A análise justificou, assim, a criação de novos espaços, de um aumento da área dedicada exclusivamente a clientes e parceiros e uma envolvência mais familiar, propícia à criatividade e colaboração. O novo espaço tem agora mais de 500 workstations, 105 salas – todas equipadas com o sistema Microsoft Teams Room, com exceção das salas designadas de Phone Booths, pensadas para a realização de chamadas telefónicas.

A nova Casa Microsoft mantém a política de hot seat e clean desk – ou seja, ninguém tem lugar assinalado e não existem gabinetes pessoais –, e apresenta diferentes tipologias de salas: Phone Booths, Focus Rooms, Conference Rooms, Scrum Rooms – para brainstorm e design thinking – e Multipurpose Rooms – adaptadas a servir múltiplos propósitos. A multinacional, que em 2020 assinalará os 30 anos em Portugal, mantém a sua personalidade local através da utilização de materiais tipicamente portugueses, como a cortiça, o burel, as cerâmicas e têxteis nacionais, os azulejos, as cadeiras “Gonçalo” e outras peças de design nacional. As salas do edifício têm ainda nomes de cidades (Piso 0), rios e serras (Piso 1), praias (Piso 2) e monumentos nacionais (Piso 3), num espaço que convida a abraçar a geografia portuguesa.

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