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Home Entrevistas «O futuro digital será mais feminino se quisermos que seja inteligente», destaca Ana Alves

Entrevistas

«O futuro digital será mais feminino se quisermos que seja inteligente», destaca Ana Alves

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30 Março, 2026 | 11 minutos de leitura

Para muitas mulheres, a Inteligência Artificial continua a parecer um território distante. O programa Potenc.IA quer mudar esse cenário. Desenvolvida pela Prosper Digital Skills e apoiada pela tecnológica Numen, a iniciativa já formou 100 mulheres em competências de IA — metade colaboradoras da empresa, metade participantes provenientes de contextos socioeconómicos vulneráveis — através de um modelo que combina formação online, mentoria e projetos práticos.

Num setor onde apenas 29% dos profissionais com competências em Inteligência Artificial são mulheres, Ana Alves, Head of Business da Numen Europa e co-leader da Women in Tech.org, defende que a qualificação feminina em tecnologia é hoje um fator decisivo para a inovação e a competitividade das empresas.

O que levou a Numen a participar e patrocinar o programa Potenc.IA e a apostar na formação de mulheres em IA?

A missão da Numen é aproximar pessoas e tecnologias para construir negócios mais inteligentes, impulsionando o desenvolvimento humano. O Potenc.IA, projeto desenvolvido pela Prosper Digital Skills, personifica essa crença ao democratizar o acesso à Inteligência Artificial para 5.000 mulheres em situações de sub-representação. Para nós, a tecnologia só cumpre seu propósito quando serve como vetor de ascensão e inclusão.

O Potenc.IA junta formação, mentoria e aplicação prática para ajudar mais mulheres a ganhar competências que já hoje têm impacto direto na empregabilidade e na evolução profissional. Para a Numen, esta é também uma forma de ligar diversidade, capacitação e futuro do trabalho de forma prática.

 

Quantas mulheres já participaram e qual a sua evolução em termos de competências?

A participação da Numen no Potenc.IA reflete o nosso compromisso com a evolução do talento através de um modelo de impacto recíproco: para cada uma das 50 colaboradoras da nossa equipa capacitadas, viabilizámos a formação de outras 50 mulheres de comunidades sub-representadas. Esta estratégia permite-nos fortalecer as nossas competências internas em IA, ao mesmo tempo que atuamos como agentes de democratização digital, combatendo a sub-representação histórica no setor tecnológico e preparando profissionais para as funções mais expostas à automação.

Em termos de evolução, o programa foi estruturado para acolher diferentes níveis de literacia digital, permitindo que participantes com contacto inicial progredissem de forma sólida até um nível intermédio de proficiência em IA. O sucesso desta jornada de capacitação é validado por uma taxa de certificação superior a 50%, um indicador robusto de compromisso e aquisição de competências práticas. Para a Numen, este resultado reafirma que a aposta na diversidade e na formação contínua é o caminho mais eficaz para garantir a empregabilidade e a inovação num mercado de trabalho em constante transformação.

 

Como a formação em IA ajuda a mitigar o risco de automação em funções tradicionalmente femininas?

Ajuda sobretudo porque desloca as profissionais de uma posição mais passiva para uma posição mais preparada perante a mudança. Quando falamos de funções mais suscetíveis à automação, o maior risco não está apenas na tecnologia em si, mas na falta de acesso às competências que permitem adaptar-se a ela, utilizá-la e tirar partido dela.

A formação em IA cria precisamente essa base. Ao trabalhar literacia digital, uso de ferramentas, pensamento aplicado e resolução de problemas, o programa ajuda as participantes a compreender melhor o que está a mudar no trabalho e como podem integrar essas ferramentas nas suas funções.

Que critérios são usados para selecionar participantes de contextos socioeconómicos vulneráveis?

A seleção de participantes de contextos vulneráveis é pautada por um critério de impacto real sobre o perfil ideal, priorizando mulheres para quem o acesso a esta qualificação representaria uma mudança estrutural na sua trajetória de empregabilidade e confiança.

Através de uma rede robusta de embaixadoras e líderes de comunidades, da qual a nossa CHRO, Vanessa, faz parte ativamente, o programa identifica perfis que enfrentam barreiras históricas de acesso à tecnologia, garantindo que a inclusão seja o critério efetivo de entrada, e não apenas um conceito abstrato.

O desenho do processo foca na identificação do potencial de transformação e na necessidade de reforço de competências, em vez de exigir experiências prévias avançadas que muitas vezes excluem estes grupos. Ao trazer este programa para dentro da Numen, asseguramos que a nossa visão de liderança está alinhada com a democratização do conhecimento, utilizando a nossa influência no ecossistema tecnológico para abrir portas a talentos que, de outra forma, ficariam à margem da economia da Inteligência Artificial.

 

Quais são as histórias ou experiências mais inspiradoras que surgiram do programa até hoje?

São, especialmente, aquelas que materializam a “viragem de chave” na rotina das participantes. É profundamente gratificante acompanhar a evolução das nossas profissionais e de toda a comunidade, carinhosamente tratadas como as nossas “miúdas” e testemunhar o entusiasmo ao aplicarem a IA nos seus projetos diários.

Um dos momentos mais marcantes foi ouvir de uma participante que a sua rotina mudaria por completo, pois já se sentia capaz de estruturar o seu próprio “agente de IA”, demonstrando que a tecnologia deixou de ser um conceito abstrato para se tornar uma ferramenta de autonomia e produtividade.

Além das conquistas individuais, a formatura da primeira turma foi um marco de impacto coletivo, evidenciando diálogos de alto nível técnico e estratégico. Mais do que a conclusão de um curso, as quatro semanas de formação intensiva criaram um sentido de comunidade entre as colaboradoras da Numen. Esse estreitamento de laços, aliado à capacitação prática, reforça o nosso posicionamento de que, ao aproximarmos pessoas e tecnologia, estamos não só a otimizar processos, mas a construir um futuro onde a liderança feminina é protagonista da inovação.

 

Como a combinação de formação, prática e mentoria faz a diferença na evolução das participantes?

Faz diferença porque evita que a aprendizagem fique num plano apenas teórico. No Potenc.IA, estava bastante claro: havia avaliação inicial, trilhas de aprendizagem por nível, conteúdo assíncrono, mentorias em grupo e um projeto prático ao longo de 4 semanas. Essa combinação torna a evolução mais consistente porque permite aprender, experimentar, esclarecer dúvidas e aplicar.

A mentoria é especialmente importante porque ajuda a reduzir a distância entre perceber um conceito e conseguir usá-lo com utilidade. E a componente prática, através do projeto, faz com que a IA deixe de ser uma ideia abstrata e passe a ser uma ferramenta concreta de resolução de problemas. É essa combinação que permite que a aprendizagem se transforme em competência efetiva.

 

Que obstáculos estruturais ainda existem para a igualdade de acesso a competências digitais?

São vários e não começam apenas na formação. Há questões de contexto económico, tempo disponível, acesso a oportunidades, mas também fatores culturais e de representação. Muitas mulheres continuam a ter menos exposição a áreas tecnológicas ao longo do percurso e, em muitos casos, ainda encaram estes temas como distantes do seu dia a dia profissional.

Por isso, a igualdade no acesso a competências digitais não se resolve apenas com mais oferta formativa. É preciso que os programas sejam acessíveis, ajustados a diferentes níveis de entrada, compatíveis com realidades de tempo mais exigentes e acompanhados de mentoria e orientação.

O próprio Potenc.IA procurou responder a isso com percursos diferenciados, aprendizagem faseada e apoio ao longo do processo.

 

Em que medida a qualificação feminina em IA pode tornar-se uma vantagem competitiva para as empresas?

A qualificação feminina em IA traduz-se numa vantagem competitiva imediata através da agilidade operacional. A capacidade de automatizar processos, aumentar a velocidade de entrega e garantir eficiência técnica gera resultados tangíveis que impactam diretamente o bottom line das empresas. No ecossistema Numen, onde operamos com tecnologias de ponta como SAP, Celonis, AWS e Salesforce, vemos que equipas capacitadas em IA conseguem entregar soluções mais robustas em menos tempo, permitindo que a organização responda com maior prontidão às exigências de um mercado global altamente volátil.

Contudo, o diferencial estratégico mais profundo reside na inovação sustentada pela diversidade. É um facto consolidado que a ausência de pluralidade de perspetivas limita a capacidade criativa de uma organização; sem diversidade, não há inovação disruptiva, e sem inovação, as empresas correm o risco real de perder relevância na nova economia digital.

Ao investir na formação de mulheres em IA, a Numen não está apenas a preencher uma lacuna técnica, mas a assegurar que o desenvolvimento tecnológico seja enriquecido por visões distintas, mitigando enviesamentos e garantindo que o futuro dos negócios seja tão inclusivo quanto eficiente.

 

Que conselhos daria para transformar iniciativas de diversidade em impacto real e mensurável na empregabilidade?

O primeiro passo é superar a dimensão simbólica e ancorar a iniciativa em resultados concretos. Na Numen, acreditamos que a verdadeira transformação começa com a intenção clara de impactar o mundo ao nosso redor, mas isso exige um desenho estruturado: objetivos bem definidos, critérios de evolução rigorosos e mecanismos de acompanhamento. O impacto na empregabilidade não é um subproduto; é o objetivo central que deve guiar cada etapa da formação, garantindo que as competências adquiridas têm aplicação imediata nas necessidades reais das organizações e do mercado.

O segundo conselho é medir para além da participação. Monitorizar o número de inscritos é insuficiente para aferir o sucesso; o foco deve estar na evolução entre níveis de proficiência, nas taxas de certificação e, crucialmente, no reforço da confiança das participantes para utilizarem a tecnologia no seu contexto profissional. Por fim, é vital garantir a continuidade. A empregabilidade constrói-se num percurso, não num evento isolado. As empresas devem ver estas iniciativas como parte de um ecossistema mais alargado de capacitação e acesso a oportunidades, criando pontes reais entre a formação e o mercado de trabalho para assegurar que o investimento em talento se traduza em valor sustentável para todos.

 

Como vê a relação entre talento feminino, inovação tecnológica e sustentabilidade das empresas?

A relação entre talento feminino, inovação e sustentabilidade é, na verdade, o motor de uma sociedade e de uma economia funcionais. Como embaixadora do programa nacional Raparigas nas STEM e participante neste momento de uma formação sobre IA e não-discriminação, a convite a CIG, em especial da Presidente Carina Quaresma, vejo que não podemos falar de inovação plena quando mais de 50% da população parte de um ponto atrás na linha de partida. O impacto de ignorar este potencial é sentido na entrega coletiva e na saúde económica global.

No perímetro das organizações, os números são incontestáveis e transformam a diversidade numa vantagem competitiva mensurável. Estudos de instituições como o Peterson Institute e a McKinsey demonstram que empresas com pelo menos 30% de mulheres em lideranças de topo lucram significativamente mais do que os seus pares, chegando a apresentar resultados 25% acima da média do setor quando a diversidade de género está presente nas equipas executivas.  É tão simples quanto isto: a diversidade gera rentabilidade, resiliência e o futuro dos negócios.

 

Se pudesse deixar uma mensagem às empresas sobre a importância da qualificação digital das mulheres, qual seria?

A qualificação digital das mulheres não é uma ação de filantropia, mas um imperativo de competitividade e sobrevivência económica. Numa era definida pela Inteligência Artificial e pela automação, ignorar o potencial de mais de metade da população é aceitar um teto de crescimento artificial. As empresas precisam entender que a inovação disruptiva só acontece quando unimos tecnologia de ponta a uma pluralidade de visões. Qualificar mulheres em tecnologia é, acima de tudo, garantir que a sua organização tem as melhores mentes a resolver os problemas mais complexos de amanhã.

Portanto, o meu conselho é: não esperem pelo “perfil perfeito”, criem-no. Invistam em programas estruturados que transformem o potencial em proficiência técnica, pois os dados são claros, equipas diversas e com liderança feminina entregam mais valor, mais lucro e mais inovação.

O futuro digital está a ser escrito agora, e ele será necessariamente mais feminino se quisermos que seja, de facto, inteligente.

 

 

Marcelo M. Teixeira,
Jornalista

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