• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Empresas só descobrem fragilidades quando a crise já começou

      41% dos líderes admitem que investimento em marketing não gera valor esperado

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Prémios Heróis PME já têm finalistas da 8.ª edição após recorde de candidaturas

      Guerra e negócios: seguros ajudam a mitigar impacto económico, mas não são à prova de bala

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Elsa Carvalho: «o futuro não precisará tanto de líderes brilhantes quanto de líderes lúcidos»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Bruno Sambado: «O áudio prospera porque está dotado da eficiência tecnológica aliado à intimidade humana»

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Empresas só descobrem fragilidades quando a crise já começou

      41% dos líderes admitem que investimento em marketing não gera valor esperado

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Prémios Heróis PME já têm finalistas da 8.ª edição após recorde de candidaturas

      Guerra e negócios: seguros ajudam a mitigar impacto económico, mas não são à prova de bala

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Governar algoritmos é o novo desafio das lideranças

      Susana Coerver: «Uma organização pode crescer e, ao mesmo tempo, empobrecer as pessoas que a constroem»

      Frank Gehry, Levi’s e Swatch: 5 escolhas de lifestyle, design e tecnologia para descobrir

      Elsa Carvalho: «o futuro não precisará tanto de líderes brilhantes quanto de líderes lúcidos»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Rita Cadillon (Cegid): «Não somos um oásis da felicidade, que é por si só um conceito muito relativo»

      Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

      Bruno Sambado: «O áudio prospera porque está dotado da eficiência tecnológica aliado à intimidade humana»

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      21 Lições de filosofia para viver uma vida quase boa – David Erlich

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Entrevistas Leadership «O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

Leadership

«O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção», destaca Rita Serrabulho

Link copiado

Partilhe este conteúdo

17 Abril, 2026 | 8 minutos de leitura

Portugal aponta para uma nova fase na relação entre empresas, sociedade civil e poder político com a entrada em vigor, a 27 de julho de 2026, da lei que regula a representação de interesses — frequentemente designada como lobbying. Trata-se de uma mudança estrutural num setor que, até agora, operava sem enquadramento formal e que passa a integrar um regime de transparência, registo e rastreabilidade das interações com decisores públicos.

Para Rita Serrabulho, presidente da Associação Public Affairs Portugal e managing partner da Political Intelligence em Portugal, trata-se de uma evolução relevante no amadurecimento institucional do país, ainda que acompanhada por desafios significativos de implementação e adaptação cultural. A nova lei não elimina a complexidade da relação entre interesses e decisão pública, mas cria um enquadramento formal que poderá reforçar a transparência e a previsibilidade do processo democrático.

 

Qual é a diferença entre a atividade da associação e a atividade empresarial no setor?

A Associação tem uma missão distinta da atividade empresarial. Enquanto uma agência trabalha num plano de negócio, a Associação assume uma função institucional: promover a profissionalização do setor, desenvolver formação, refletir sobre regulamentação, acompanhar o benchmarking internacional e incentivar boas práticas.

Tudo isto é complementar, naturalmente, mas são planos diferentes. Uma coisa é o negócio, outra é a representação institucional de um setor de atividade.

 

Como se materializa a missão de promover transparência e profissionalização?

Antes de mais, é importante compreender o contexto. Até há dois anos não existia em Portugal uma organização que representasse exclusivamente o setor dos public affairs.

E falamos de um setor que está em forte crescimento. Vivemos num mundo cada vez mais globalizado, onde as regras de transparência se tornam ainda mais importantes. A própria prática do lobbying nasceu na Europa, embora tenha sido posteriormente desenvolvida de forma muito intensa nos Estados Unidos.

Desde 1952 existem regras na Europa – a Alemanha foi o primeiro país a estabelecer normas para a representação de interesses. Hoje cerca de 66% dos países europeus têm este tipo de regulamentação.

Portugal estava mais de dez anos atrasado nesta matéria. O facto de termos agora uma lei coloca-nos muito mais alinhados com as democracias europeias. Mas há outro desafio: explicar à sociedade o que são, de facto, os public affairs. O lobbying tem uma perceção muito negativa. Muitas pessoas associam-no automaticamente à corrupção ou a conflitos de interesse. Na verdade, é precisamente o contrário.

O lobbying, quando regulado, é o antípoda da corrupção. E cabe também à associação contribuir para essa literacia.

 

Porque é que a representação de interesses é importante numa democracia?

Porque enriquece o processo legislativo e executivo. As empresas, as associações e as organizações da sociedade civil vivem no terreno económico e social. Não cabe aos deputados conhecer em detalhe cada setor ou cada indústria. Cabe-lhes, sim, decidir e legislar com base em informação rigorosa.

Se não existir contacto com essa realidade, como podem decidir bem?

A questão fundamental é estabelecer regras que permitam que essas interações ocorram num ambiente transparente. Isso evita situações dúbias e reduz riscos como aqueles que Portugal viveu recentemente, com suspeitas, crises políticas e até quedas de governos – com custos elevados para o país e para os contribuintes.

 

Portugal estava atrasado face a outras democracias?

Na prática, o lobbying sempre existiu em Portugal e continuará a existir. A diferença está na profissionalização.

Até há poucos anos não havia praticamente profissionais dedicados a esta atividade. Quando abri a minha própria agência há cerca de dez anos, lembro-me de sentir que parecia quase um extraterrestre. Houve resistência, incompreensão e até alguma hostilidade. Isso revela precisamente a conotação negativa associada ao tema.

Hoje o cenário começa a mudar. O setor está a crescer e as universidades começam também a acompanhar esse movimento.

 

De que forma a academia entra neste processo?

A articulação com as universidades é essencial. Já existem programas executivos e pós-graduações nesta área e algumas universidades estão a trabalhar na criação de licenciaturas em public affairs.

Isso é fundamental para formar talento. Neste momento muitos profissionais vêm de áreas como Direito, Economia, Ciência Política ou Relações Internacionais. São formações que dão uma base sólida, mas uma especialização específica na área trará ainda mais qualidade.

Além disso, o crescimento do setor abre novas oportunidades de emprego e pode ajudar a reter talento em Portugal.

 

A nova lei representa uma reforma da democracia?

Talvez não seja uma reforma no sentido pleno, mas é certamente um contributo muito significativo.

Não vai acabar com a corrupção, seria irrealista pensar isso. Mas cria condições para que quem quer trabalhar de forma transparente o possa fazer com regras claras.

Haverá sempre quem tente contornar a lei, do lado público ou privado. Mas, se isso acontecer, passará a existir um enquadramento legal que permite identificar essas situações e aplicar sanções.

E as sanções previstas não são irrelevantes, sobretudo para empresas que dependem da relação com decisores públicos.

 

Quais são agora os principais desafios?

O maior desafio é a operacionalização da lei. Ela levou cerca de 15 anos a ser aprovada. Agora existe um período de adaptação de 180 dias para criar os mecanismos necessários: o registo nacional, a plataforma digital e a entidade reguladora.

Todas as entidades públicas estarão abrangidas – governo, parlamento, Presidência da República, câmaras municipais, institutos e reguladores.

Sempre que uma empresa quiser reunir com uma entidade pública terá primeiro de estar registada na plataforma nacional. Só depois poderá solicitar a reunião. E após o encontro deverá existir uma ata que identifique quem esteve presente, quais foram os temas abordados e que contributos foram apresentados.

Toda essa informação passará a integrar uma agenda pública acessível à sociedade.

 

Isso pode gerar muita especulação?

Sem dúvida. Vai correr muita tinta. Vivemos numa sociedade bastante especulativa e por isso a literacia será fundamental. O objetivo não é expor a vida de toda a gente nem alimentar polémicas políticas ou concorrenciais.

O objetivo é criar aquilo que se chama a “pegada legislativa”: saber quem falou com quem e sobre que temas.

 

Haverá também desafios culturais?

Sim. Portugal ainda não tem a cultura de transparência de outros países. Mas vamos fazer esse caminho.

Nos primeiros anos haverá dúvidas, erros e talvez alguma confusão. Mas no final acredito que teremos uma democracia mais madura, mais transparente e mais justa.

 

Em que áreas prevê maior atividade de public affairs?

Nas áreas mais reguladas e nos setores ligados às grandes transformações económicas: energia, digitalização, tecnologia ou defesa.

As multinacionais que operam em Portugal já utilizam serviços de public affairs porque é uma prática normal nos seus países de origem. Elas precisam de gerir a relação com decisores públicos de forma transparente e profissional.

Aliás, nos últimos anos Portugal sofreu algum desgaste reputacional junto de investidores internacionais devido a crises políticas e suspeitas públicas.

Uma lei clara ajuda a recuperar confiança.

 

Este setor cresce mais em períodos de crise?

Muitas vezes sim. É um setor que funciona em contraciclo. Quando surgem crises – energéticas, económicas ou geopolíticas – aumenta a necessidade de diálogo entre empresas e decisores públicos.

As empresas precisam de explicar as suas posições, propor soluções ou contribuir para políticas públicas. É precisamente essa mediação que os public affairs procuram organizar.

 

Alguns poderão ver a nova lei como mais burocracia?

Pode haver essa perceção. Mas o registo nacional será gratuito e relativamente simples de utilizar. O objetivo não é criar obstáculos, mas garantir transparência e responsabilidade de ambos os lados – público e privado.

 

Como imagina o setor daqui a dez anos?

A mudança cultural levará tempo. Durante décadas vivemos sem regras nesta matéria. Adaptar-nos a um sistema mais transparente exigirá aprendizagem, campanhas de esclarecimento e também coragem institucional.

Porque há também um lado menos falado: a insegurança de quem está dentro do Estado. Muitos funcionários públicos, hoje, têm receio de decidir sem enquadramento claro. E esta lei também ajuda nisso. Dá segurança, rastreabilidade e confiança.

Acredito que, dentro de uma década, o setor estará muito mais profissionalizado, mais integrado na cultura democrática. Se olhar para o futuro, acredito que este setor será mais transparente, mais profissionalizado e mais integrado na cultura institucional do país. Mas isso não vai acontecer de forma imediata.

 

O que ainda se discute pouco em Portugal sobre esta relação entre política e sociedade?

Infelizmente, fala-se deste tema sobretudo quando surgem escândalos. Foi precisamente isso que acabou por acelerar a criação desta lei. Chegámos aqui, mas pelas piores razões.

Agora é necessário explicar o outro lado: o lado positivo do lobbying regulado, da transparência e da participação da sociedade civil no processo político.

 

Quem tem essa responsabilidade?

Todos. Não apenas os políticos que aprovaram a lei. Também as empresas, as associações, os sindicatos e os media. Esta nova realidade só funcionará se houver vontade coletiva de a compreender e de ultrapassar a fase inicial de adaptação.

É, no fundo, uma nova gramática nas relações entre política, economia e sociedade.

Marcelo M. Teixeira,
Jornalista

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Opinião

Tecnologia, ética e inovação: construir o futuro que queremos habitar 

Ler artigo

Dia Internacional da Família: cuidar da família também é cuidar das relações

Ler artigo

O vazio dos canais de denúncia – que se tornam gritantes quando menos se espera!

Ler artigo

Com IA, o líder será útil no comando? 

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Leadership

Mai 12, 2026

Cátia Batista: «Há pessoas que passam meses à procura de informação simples sobre como regularizar a própria vida»

Ler Entrevista

Leadership

Abr 20, 2026

Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

Ler Entrevista

Leadership

Abr 16, 2026

«A maior bolha que temos de rebentar é mental», realça João Maria Botelho

Ler Entrevista

Leadership

Abr 08, 2026

Do Damaiense a Nova Iorque: Tomás Tengarrinha e a evolução do futebol feminino

Ler Entrevista

Leadership

Abr 07, 2026

«Sou a mesma pessoa dentro e fora do escritório»: Inês Mateus explica o que é uma carreira ‘não aborrecida’

Ler Entrevista

Leadership

Abr 06, 2026

«A cultura não se impõe, constrói-se diariamente», explica Daniel Wukowitsch

Ler Entrevista

Leadership

Abr 01, 2026

«Sem interoperabilidade entre organismos do Estado, a inovação terá impacto limitado», afirma Fernando Reino da Costa

Ler Entrevista

Leadership

Mar 27, 2026

«A arquitetura também deve tratar da morte e do luto», diz Maria João Correia, fundadora do Segmento Urbano

Ler Entrevista

Leadership

Mar 24, 2026

«A personalização é agora um fator crítico para atrair e fidelizar equipas», defende Ana Correia

Ler Entrevista
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.