Edson Athayde, CEO e Diretor Criativo da FCB Lisboa, assina a criatividade da capa. Na edição de outono com o tema “Renascer do Caos. O Caminho para um Novo Renascimento” explica-nos o exercício de construção criativa. «O mito da Caixa de Pandora é uma narrativa que, acredite, relaciona-se muito com a complexidade do papel de […]
Edson Athayde, CEO e Diretor Criativo da FCB Lisboa, assina a criatividade da capa. Na edição de outono com o tema “Renascer do Caos. O Caminho para um Novo Renascimento” explica-nos o exercício de construção criativa.
«O mito da Caixa de Pandora é uma narrativa que, acredite, relaciona-se muito com a complexidade do papel de liderança e as características necessárias para enfrentar desafios.
Na história, Pandora abre uma caixa proibida, liberando males no Mundo. Porém, o mito também revela uma qualidade essencial num líder: a curiosidade. Assim como Pandora, um líder curioso busca compreender a essência de cada situação, investigar desafios e encontrar soluções inovadoras.
A curiosidade alimenta a aprendizagem contínua e a adaptabilidade, permitindo ao líder enfrentar crises com criatividade e discernimento.
Outra lição do mito é a importância do autocontrole. Pandora foi alertada para não abrir a caixa, mas a tentação a levou a desobedecer. Um líder precisa ter controle sobre suas emoções e impulsos, tomando decisões racionais e consideradas. Pandora lembra que um pouco de autocontrole só faz bem. Resta ao líder decidir a medida certa.
Após libertar os males, Pandora encontra a esperança na caixa. Um líder empático compreende a diversidade de sentimentos e perspectivas da sua equipa, criando um ambiente de confiança, colaboração e apoio mútuo.
Assim como a caixa continha esperança, um líder otimista inspira e motiva a sua equipa, vendo oportunidades mesmo em tempos difíceis. O otimismo contagia os colaboradores, impulsionando-os a alcançar metas desafiadoras.
Muitos foram os caminhos e hipóteses que exploramos até encontrar a capa desta edição da Líder. Podemos dizer que abrimos muitas caixas e enfrentámos momentos de caos. Mas a de Pandora revelou-se a mais certa».

Este artigo foi publicado na edição de outono da revista Líder. Subscreva a Líder aqui.




