Os melhores e os piores países da Europa no pagamento de baixas médicas

O pagamento de subsídios de doença tornou-se um tópico debatido nos últimos tempos, com milhares de pessoas a ter de se ausentar do trabalho em consequência da Pandemia COVID-19.

Uma recente análise a 42 países europeus feita pela organização The Compensation, mostra uma grande disparidade em termos de apoio à doença e pagamento das respetivas baixas.

Baseada na pesquisa foi publicada uma classificação que revela quais os países europeus que oferecem as melhores e piores compensações aos seus trabalhadores em situação de doença.

 

 

 


Islândia e Malta – o melhor e o pior

De acordo com a pesquisa, a Islândia lidera na Europa com um pacote de subsídio de doença que paga 100% aos trabalhadores islandeses, por dois dias de trabalho por semana. No entanto, é referido que os sindicatos geralmente intervêm caso um cidadão exceda os seus direitos. Outras nações do norte da Europa, como a Noruega e Dinamarca, também garantem 100% do pagamento do salário os seus cidadãos, com o governo norueguês a ir até um ano de subsídio e os dinamarqueses até 22 semanas por um período de nove meses.

Malta revelou-se o pior país da Europa no pagamento de baixas médicas aos seus trabalhadores, enquanto Portugal ocupa o 32.º lugar (em 42) com o máximo de 75% do salário pago por um período máximo de três anos.

ClassificaçãoPaísPagamento mínimoPagamento máximoPeríodo máximo
1Islândia100%100%2 dias / semana
2Noruega100%100%52 semanas
3Luxemburgo100%100%89 semanas
4Dinamarca100%100%30 dias + 22 semanas
5Áustria50%100%78 semanas
32Portugal55%75%156 semanas
42Malta420.30€/mês420.30€/mês22 semanas

 

 

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