Há cada vez mais norte-americanos a olhar para Portugal como lugar para viver, investir e construir património. No meio dessa procura está Marcello Valle, Consultor Imobiliário Internacional, que tem vindo a construir a sua atividade precisamente nessa ligação entre os dois mercados.
Portugal continua a afirmar-se como um dos destinos procurados pelo comprador internacional, e os Estados Unidos ocupam um lugar cada vez mais relevante nesse movimento. Entre quem procura uma casa para viver, uma segunda residência ou uma oportunidade de investimento, o mercado português tornou-se particularmente visível para os norte-americanos.
Os números ajudam a explicar esta aproximação. Entre 2023 e 2024, o número de cidadãos norte-americanos residentes em Portugal passou de 14.129 para 19.258, um aumento de cerca de 36%. No imobiliário, a presença norte-americana também ganhou peso: em 2026, os Estados Unidos estão entre as principais origens da procura internacional por habitação portuguesa.
Lisboa e Porto são dois dos principais pontos de atração. No primeiro trimestre de 2026, os compradores norte-americanos representaram 14% das visitas internacionais a anúncios de habitação em ambas as cidades. Em Ponta Delgada, nos Açores, o peso chegou aos 35%. No segmento de luxo, para imóveis acima de um milhão de euros, os EUA representaram 12% da procura internacional no final de 2025.
É neste espaço que atua Marcello Valle, Consultor Imobiliário Internacional. O seu trabalho passa por acompanhar compradores de todo o mundo que procuram entrar no mercado português, combinando conhecimento do território com uma abordagem dirigida a clientes que, muitas vezes, fazem todo o processo a milhares de quilómetros de distância.
Mais do que encontrar uma casa, o comprador estrangeiro precisa de compreender um mercado que não conhece: localização, preços, documentação, negociação, enquadramento legal e potencial de valorização. Para um cliente norte-americano, essa intermediação pode ser particularmente relevante quando a decisão envolve valores elevados e um mercado imobiliário com regras e dinâmicas diferentes das que conhece nos Estados Unidos.
A estratégia passa, por isso, por ocupar um lugar específico no mercado onde já se tornou uma referência para norte-americanos que procuram comprar em Portugal e funcionar como ponto de entrada num país que continua a atrair capital internacional.
A oportunidade, contudo, não está apenas no número de compradores. Está também na distância. Quanto maior for a procura de quem compra a partir do estrangeiro, maior é a importância de quem consegue transformar um mercado desconhecido numa decisão de investimento acompanhada localmente.
Num Portugal cada vez mais procurado por capital internacional, essa ponte entre quem procura e quem conhece o território pode tornar-se uma mais-valia.
Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com o Marcello Valle.


