• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      Humanidade, empatia e a guitarra de Tigerman – o que a IA nunca vai ter

      «Cada ponto cego que temos é, na verdade, a força de outra pessoa», destaca Vanessa Arelle

      O futuro precisa de manter as pessoas na mesma órbita 

      Da nuvem soberana à gigafábrica: Portugal prepara-se para competir na era da IA

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      O futuro precisa de manter as pessoas na mesma órbita 

      Data com IA (Intenções Artísticas)

      Alberto Levy: «A IA não é perigosa por substituir os humanos; é perigosa quando deixamos de pensar»

      Quem manda aqui já não precisa de mandar: cortaram os custos e inventaram o vício

      «Não há pessoas especiais». Na Ucrânia, diz Diana Dayub, «somos todos humanos»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      «Os princípios resistem melhor ao tempo do que as ferramentas», realça Elsa Veloso

      A inteligência artificial cabe na arte? «Em vez de procurar soluções, estamos a produzir perguntas»

      António Damásio: «A consciência não é o fim do caminho. É o início.»

      Clara Capitão (Penguin Random House): «A leitura não pode de todo ser um hábito de elites»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

      O pensamento sociológico da comunicação – Organizado por Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      Humanidade, empatia e a guitarra de Tigerman – o que a IA nunca vai ter

      «Cada ponto cego que temos é, na verdade, a força de outra pessoa», destaca Vanessa Arelle

      O futuro precisa de manter as pessoas na mesma órbita 

      Da nuvem soberana à gigafábrica: Portugal prepara-se para competir na era da IA

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      O futuro precisa de manter as pessoas na mesma órbita 

      Data com IA (Intenções Artísticas)

      Alberto Levy: «A IA não é perigosa por substituir os humanos; é perigosa quando deixamos de pensar»

      Quem manda aqui já não precisa de mandar: cortaram os custos e inventaram o vício

      «Não há pessoas especiais». Na Ucrânia, diz Diana Dayub, «somos todos humanos»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      «Os princípios resistem melhor ao tempo do que as ferramentas», realça Elsa Veloso

      A inteligência artificial cabe na arte? «Em vez de procurar soluções, estamos a produzir perguntas»

      António Damásio: «A consciência não é o fim do caminho. É o início.»

      Clara Capitão (Penguin Random House): «A leitura não pode de todo ser um hábito de elites»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

      O pensamento sociológico da comunicação – Organizado por Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Educação Internacional Notícias Quase metade dos alunos portugueses usa IA semanalmente, mas só 57% aprende a avaliá-la

Educação

Quase metade dos alunos portugueses usa IA semanalmente, mas só 57% aprende a avaliá-la

Link copiado

Partilhe este conteúdo

9 Setembro, 2026 | 6 minutos de leitura

Os alunos portugueses utilizam inteligência artificial acima da média da OCDE, mas ficam aquém na preparação para avaliar criticamente as respostas geradas pela tecnologia. O novo PISA revela também uma queda significativa na leitura e na matemática e alerta para desigualdades no acesso às competências do futuro.

Quase metade dos alunos portugueses de 15 anos — 48,3% — utiliza ferramentas de inteligência artificial pelo menos uma vez por semana para apoiar a aprendizagem, ligeiramente acima da média de 46% registada na OCDE. Contudo, apenas 57,4% dizem ter aprendido na escola a avaliar a qualidade da informação gerada por IA, abaixo dos 62,6% observados no conjunto dos países da organização.

Os dados constam do PISA 2025 – Future-Ready Students, divulgado ontem pela OCDE, que avaliou mais de 760 mil alunos em 91 países e economias. Em Portugal, participaram 6945 estudantes de 225 escolas, representando aproximadamente 97 400 jovens de 15 anos.

O relatório mostra uma geração que chegou rapidamente à inteligência artificial, mas que ainda não recebeu, ao mesmo ritmo, as ferramentas necessárias para compreender os seus limites. Uma diferença particularmente relevante quando o pensamento crítico já é considerado uma das competências mais importantes no mercado de trabalho.

 

IA chegou às escolas antes da literacia crítica

Em Portugal, 35% dos alunos usam IA para fazer pesquisa preliminar, 32% para resumir textos e 34% para preparar trabalhos escolares. Apenas 8% afirmam nunca ou quase nunca recorrer à tecnologia em tarefas relacionadas com a escola, face a 14% na média da OCDE.

No entanto, o relatório afasta conclusões simplistas sobre o impacto da tecnologia no desempenho. Nos países da OCDE, os alunos que recorrem regularmente à IA para tarefas como resumir textos, pesquisar ou preparar trabalhos obtêm, em média, cerca de 20 pontos menos em Ciências do que aqueles que não a utilizam dessa forma — uma diferença comparável a aproximadamente um ano de escolaridade.

A associação não prova que a IA seja responsável pelos resultados. Pode refletir diferenças no perfil dos alunos, nas dificuldades sentidas ou na forma como a tecnologia é utilizada. O mesmo estudo indica que os utilizadores regulares que recebem formação em literacia de IA tendem a alcançar resultados ligeiramente superiores.

O desafio passa, assim, menos por limitar o acesso e mais por desenvolver competências para utilizar a IA com critério: verificar fontes, identificar erros, reconhecer enviesamentos e compreender quando uma resposta aparentemente convincente está incompleta ou errada.

Leia também: Geração Z e Millennials serão dois terços da força de trabalho: cinco estratégias para as empresas

 

Portugal acompanha a média, mas perde terreno na leitura

Os alunos portugueses obtiveram 482 pontos em Ciências, exatamente a média da OCDE, 462 em Leitura, ligeiramente acima dos 461 pontos da organização, e 460 em Matemática, abaixo dos 463 pontos internacionais. Na resolução computacional de problemas, Portugal alcançou 501 pontos, face a uma média de 500.

A fotografia atual esconde, contudo, uma evolução negativa. Entre 2022 e 2025, Portugal perdeu 15 pontos em Leitura e 12 pontos em Matemática. Em Ciências, a descida de três pontos não foi estatisticamente significativa. Os resultados aproximaram-se dos níveis registados em 2006, anulando parte dos progressos alcançados nas décadas anteriores.

Atualmente, 18,6% dos alunos portugueses apresentam baixo desempenho simultaneamente nas três áreas avaliadas, enquanto apenas 9% atingem níveis elevados em pelo menos uma delas. Desde 2015, a percentagem de alunos com dificuldades aumentou 11 pontos percentuais em Matemática e Leitura e sete pontos em Ciências.

O problema ultrapassa Portugal. Na OCDE, a leitura apressada — responder sem analisar devidamente o texto — quase duplicou entre 2018 e 2025, chegando aos 9%. Mais de metade dos jovens pode também estar vulnerável à desinformação: apenas 46% afirmam verificar a credibilidade das fontes e, simultaneamente, privilegiar evidência científica.

A capacidade para interpretar informação, questionar respostas e distinguir evidência de opinião confirma que as competências para o futuro não dependem exclusivamente do domínio de ferramentas digitais.

 

Falta de professores continua a afetar as escolas

O PISA identifica igualmente fragilidades nos recursos humanos. Em Portugal, 44% dos alunos frequentam escolas cujos diretores consideram que a falta de professores prejudica, pelo menos em alguma medida, o ensino, acima da média de 39% da OCDE. O valor representa, ainda assim, uma melhoria face aos 62% registados em 2022.

A carência de profissionais de apoio é mais acentuada: 64% dos alunos portugueses estão em escolas afetadas pela falta de pessoal auxiliar, contra 39% na OCDE. Outros 29% estudam em estabelecimentos condicionados pela escassez de materiais educativos e 37% pela insuficiência ou inadequação das infraestruturas.

Apesar destas limitações, Portugal apresenta indicadores positivos na relação com os professores. Cerca de 80% dos alunos consideram que os docentes demonstram interesse pela aprendizagem de cada estudante, acima dos 69% registados na OCDE, e 83% afirmam receber ajuda adicional quando necessário.

 

Mentalidade de crescimento pode valer 33 pontos

A forma como os alunos encaram a aprendizagem também parece fazer diferença. Cerca de 67% dos estudantes portugueses revelam uma mentalidade de crescimento, isto é, acreditam que as capacidades podem ser desenvolvidas através de esforço, estratégias e aprendizagem.

Em Portugal, esta mentalidade está associada a uma vantagem de 33 pontos em Ciências, mesmo depois de considerado o estatuto socioeconómico dos alunos, acima da diferença média de 28 pontos na OCDE.

O dado reforça a importância da aprendizagem contínua, da autonomia e da capacidade de adaptação — dimensões que serão determinantes na transição entre o ensino e a vida profissional.

 

Sustentabilidade já pesa nas expectativas profissionais

Os estudantes portugueses destacam-se ainda na relação entre aprendizagem, ambiente e futuro profissional. Cerca de 76% afirmam querer proteger o ambiente através do trabalho que vierem a desempenhar, muito acima da média de 62% da OCDE.

Além disso, 91% acreditam que podem contribuir positivamente para o ambiente, 90% consideram que a ação coletiva consegue responder aos problemas ambientais e 84% dizem saber colaborar com outras pessoas para gerar impacto. Estes resultados mostram que a futura força de trabalho portuguesa não chega apenas com maior familiaridade tecnológica. Chega também com expectativas elevadas sobre sustentabilidade, impacto e propósito.

O PISA 2025 deixa, por isso, um aviso às escolas, empresas e lideranças: dar acesso à tecnologia não é o mesmo que preparar para o futuro. A vantagem estará na capacidade de combinar IA com leitura profunda, pensamento crítico, autonomia, responsabilidade e aprendizagem contínua. A IA já entrou na sala de aula; falta garantir que o conhecimento entra com ela.

Redação,
Equipa editorial Líder

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Política

Out 12, 2026

«A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

Ler Entrevista

Tecnologia

Out 12, 2026

Humanidade, empatia e a guitarra de Tigerman – o que a IA nunca vai ter

Ler notícia

Liderança

Out 12, 2026

«Cada ponto cego que temos é, na verdade, a força de outra pessoa», destaca Vanessa Arelle

Ler notícia

Tecnologia

Out 12, 2026

O futuro precisa de manter as pessoas na mesma órbita 

Ler Artigo

Tecnologia

Out 09, 2026

Da nuvem soberana à gigafábrica: Portugal prepara-se para competir na era da IA

Ler notícia

Notícias

Out 09, 2026

O que nos vai fazer rir daqui a 30 anos? José Diogo Quintela e a IA respondem

Ler notícia

Tecnologia

Out 09, 2026

«Estamos a deixar valor na mesa»: Elisa Farri desafia empresas a mudar a forma como adoptam a IA

Ler notícia

Sustentabilidade

Out 09, 2026

Luís Capão: «Uma rua não pode ser avaliada apenas pelo número de lugares de estacionamento que consegue acomodar»

Ler notícia
Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

Out 09, 2026

Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

Esperança em ação – Sanna Marin

Saber mais

Líder Corner

Líder Corner

Líder Corner

Out 06, 2026

«A cultura organizacional revela-se quando o líder não está na sala», defende Pedro Gomes (TP)

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Out 02, 2026

Quando a tecnologia ganha dimensão humana 

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Out 01, 2026

Out-of-home com propósito: medir para transformar 

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.