Depois do Amanhã é o grande tema da revista Líder n.º 34. A edição já está disponível nas bancas (incluindo livrarias, Fnac e Bertrand) e em formato digital.
António Damásio, o neurocientista, neurologista e investigador que hoje dirige o Brain and Creativity Institute na University of Southern California é o grande protagonista da Grande Entrevista. O autor do incontornável O Erro de Descartes explica como as emoções, e o afeto, são comprovadamente o centro da Humanidade, e é o que nos distingue das máquinas num futuro em 2056.
‘As Cidades do Futuro Precisam de Sombra e Bancos de Jardim. Para onde Vai Lisboa?’ é o título da Grande Reportagem desta edição. Em 2025, as cidades concentravam 45% da população mundial e estima-se que até 2050 seja quase metade do mundo. Com cada vez mais pessoas, como queremos desenhar as cidades do futuro? Lisboa já está nesta corrida, que talvez não seja para todos.
Depois do Amanhã – O futuro chegou – e com ele o tempo After Tomorrow. A Revista Líder celebra uma década de partilha de conhecimento das principais questões da liderança da atualidade e do futuro, com uma edição que comemora a 10.ª Leadership Summit Portugal, este ano dedicada à aliança entre mente, máquina e significado na construção de uma nova Era para a humanidade. O ponto de partida para esta edição, do ano 2056, foi o filme Blade Runner (1982). A história decorre na cidade de Los Angeles, em 2019, onde é de noite e está sempre a chover. Num momento em que os algoritmos e os sistemas decidem e os dilemas éticos ecoam, o que nos espera? A tecnologia ‘inteligente’ permite construir sistemas que podem contribuir para uma melhoria da compreensão e da condição humana.
Como conciliar crescimento económico e bem-estar social? A liderança é sobre poder ou sobre propósito? Que estruturas irão compor o mundo em 2056, que espaços e lugares vamos habitar? Que Arte vamos observar? E do que nos vamos rir? Esta revista não é um mero exercício de futurologia, mas um confronto com a nossa própria responsabilidade. O futuro não acontece sozinho. Acontece pela soma das decisões que adiamos, das escolhas que delegamos e dos silêncios que aceitamos. O futuro é construído tanto por quem decide agir como por quem, podendo fazê-lo, escolhe ficar a assistir.
Leonor Sampaio Santos, Advogada, parte das palavras de Antoine de Saint-Exupéry, no artigo ‘O Essencial é Invisível aos Olhos (e à IA)’ e abre o tema de capa com a afirmação de que o Homem não inventou nada de novo. Há dois mil e quinhentos anos, Aristóteles já havia pensado em máquinas que trabalhassem por conta própria, sem ninguém a movê-las. E agora, o que nos cabe fazer? Segue-se o artigo do professor e empreendedor Pedro Santa Clara, ‘Construir Um Novo Paradigma Educativo Na Era Da IA’ que desbrava os desafios do futuro juntamente com o de Rita Nabeiro, Administradora Executiva do Grupo Nabeiro, ‘Uma Nova Gravidade’.
‘O Futuro da Saúde e do Bem-estar dos Colaboradores’ é um contributo exclusivo do Professor Sir Cary Cooper para esta edição, um dos principais especialistas mundiais em bem-estar no local de trabalho, stress profissional e gestão de recursos humanos.
Ana Miguel dos Santos, Partner e Head of Defence & Security da Deloitte Portugal é a autora de ‘2056: Quando a Guerra Deixar de Parecer Guerra’, um ensaio sobre a Terceira Guerra Mundial que já se está a viver e Afonso Abecasis Gomes, jornalista de Desenvolvimento de Negócio e Assuntos Europeus do Contexte assina a peça ‘Algoritmocracia, Tecnofeudalismo e Stress Climático. O que resta da Democracia?’.
Inês Baptista da Câmara, CEO@ Studio Astolfi e Strategic Consultant for Art Thinking, Culture, Luxury & Business Innovation, traz a Arte para esta edição com o artigo ‘Data com IA (Intenções Artísticas)’ e o humorista José Diogo Quintela imagina do que nos podemos (ou não) rir com ‘Assistente de IA Ajuda a Escrever Texto em 2056’.
A partir de um excerto de uma das 11 conversas que compõem o Livro Entre a Arte e o Algoritmo – Criadores portugueses confrontam a Inteligência Artificial, a Líder partilha parte da conversa entre Paula Cristina Cunha e o músico Paulo Furtado, aka The Legendary Tigerman, no artigo ‘Humanidade, Empatia e a Guitarra de Tigerman. O Que a IA Nunca Vai Ter’.
O espaço de escritório e o futuro do trabalho está em ‘Lugares onde Valha a Pena Estar’ escrito por Erika Okazaki, Creative Director, especialista em Workplace da Openbook, segue-se o artigo ‘O Futuro do Trabalho – A Inteligência Artificial não Substitui Todos. Mas Muda Tudo’ de Maria João Guedes, Professora Associada do ISEG, Coordenadora do POWER – POrtuguese Women’s Equality ObseRvatory e Vice-presidente do Conselho Económico e Social.
‘Cooperativas, Propriedade, Poder e Liderança nas Organizações do Futuro’ é o artigo de Deolinda Meira, Professora e investigadora da Faculdade de Ciências Empresariais do Porto (FCEP).
O futuro das cidades volta a estar em destaque em ‘A Cidade 2056 Já Existe’, por Pedro Baganha, Arquiteto e Urbanista ex-Vereador de Urbanismo e Habitação do Porto e o ‘Agricultura Celular e o Futuro da Produção Alimentar’ estão em foco no artigo de Hélder Bandarra-Tavares, Investigador da área de Bioengenharia.
E porque o futuro não existe sem uma dimensão interplanetária, ‘De um Pequeno País a uma Nação Espacial’, é a reflexão de Ivo Yves Vieira, CEO da Lusospace.
A edição de outono/inverno conta ainda com três dossiers especiais.
O primeiro, Leading People tem como tema ’O Novo Capital Humano: Talento e Skills para o Futuro / Cultura Híbrida e Liderança Distribuída’, segue-se Leading Brands ‘Empresas Sensíveis: A Próxima Fronteira da Inteligência Organizacional’ e Leading Tech ‘Performance com Propósito: Marcas com Alma no Século XXI’
Líder é a revista da Tema Central. É uma publicação, com duas edições por ano, de ensaio, crítica, investigação e reflexão, que aborda todas as áreas da liderança.
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