RHmais está a recrutar em Lisboa e Porto. Tem 400 vagas para o apoio ao cliente

A RHmais quer contratar 400 pessoas, até ao final do ano, para corresponder à dinâmica do serviço ao cliente das áreas das Telecomunicações e Media, em Lisboa e Porto.

Segundo Maria Emília Azevedo, diretora Coordenadora de Recrutamento e Seleção da RHmais: “A gestão global das empresas centrada no cliente leva a RHmais a procurar profissionais cuja excelência e adequação ao cargo se medem essencialmente pelo gosto genuíno e aptidão desenvolvida pelo contacto humano. Complementarmente, o cumprimento do nível de serviço e a qualidade de atendimento é indispensável, pelo que a capacidade de dedicação e compromisso é também uma premissa no recrutamento, sem esquecer as novas skills de autonomia e capacidade de autoformação e motivação, exigidas pelo “novo normal” do teletrabalho.”

É solicitado gosto e aptidão pelo contacto com o cliente e boa capacidade comunicativa, essenciais à prestação de um serviço de excelência e de acompanhamento contínuo. As habilitações literárias mínimas correspondem ao nível do 11.º ano e os conhecimentos de Inglês também são preferenciais.

Promover produtos ou serviços, reter clientes, esclarecer dúvidas sobre faturação ou solucionar outras questões são os objetivos do contacto telefónico, variando os requisitos em função da atividade específica.  Desta forma, são desenvolvidas competências relacionais e humanas, mas também comerciais. Ser a voz e o primeiro ponto de contacto das organizações que representam é a grande missão dos colaboradores nestas atividades.

A formação dos primeiros grupos tem data prevista para o início de julho e será em regime misto, ou seja, presencial e remota. As funções também serão desempenhadas parcialmente em teletrabalho e serão ajustadas conforme a evolução da pandemia.

Paralelamente a estas necessidades, e no âmbito da oferta de serviços de E-Learning, a RHmais também está a desenvolver vários projetos, nomeadamente para o Terceiro Setor, envolvendo a adaptação dos profissionais de creches e jardins de infância às novas exigências sanitárias.

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