“Ser Feliz em Portugal” é no SUD Lisboa

Entrar no SUD Lisboa Terrazza, embaladas pela inconfundível voz de Frank Sinatra, enquanto nos encaminham para um terraço cosmopolita num ambiente sofisticado, parece um sonho, mas foi o que nos aconteceu!

E quando, já confortavelmente sentadas em cadeirões de pele, pregamos os olhos na vista soberba – um Rio Tejo a poucos metros, barcos a pintar o azul a perder de vista e ainda a ponte 25 de Abril num pano de fundo ensolarado – o relógio desacelera o compasso para nos fazer usufruir de uma experiência sem pressas.


Suspeitámos que o que vinha a seguir só podia ser único (e seguro). E não nos enganámos!

Há uma lista extensa e original de cocktails e mocktails saborosos. À nossa mesa chegaram dois sem álcool. E a hospitalidade dos empregados é total, e sem cerimónias.

Afinal, estamos num dos destinos obrigatórios de Lisboa, que é muito mais do que um restaurante. Em julho completa quatro anos de vida, e já ganhou o estatuto de espaço multicultural com um ambiente elegante inspirado no lifestyle descontraído dos países do Sul da Europa.

É nesta redoma que nos deixamos ficar, não cedendo às tentações de ir espreitar e-mails ou agarrar o telemóvel. A vida agitada ficou de fora, aqui há tempo para apreciar a vista, mas também a nova carta do Chef Executivo Patrick Lefeuvre, que convida a degustar a frescura e a qualidade de pratos de autor de sabores mediterrânicos e os pratos de influência italiana.

Começámos pela Salada Contadina de Quinoa (com açafrão, cogumelos Portobello confitados, espargos, tomate cherry e beterraba chioggia em vinagrete de limão e picles de mostarda) e o Cremato de Fois Gras (numa terrina de foie gras caramelizada, ananás confitado em especiarias, mel e vinho do Porto com um crocante de balsâmico). Seguimos pela nova carta e escolhemos Peixe-Galo à la Meunière (o peixe corado, com um cremoso de couve-flor, chutney de tomate agridoce e condimento de azeitona Taggiasca, com notas de mar) e Coxa de Cabrito (confecionada em forno de lenha, bimis ao alho e cremoso de batata trufado). E não ficámos por aqui! A eleição das sobremesas já foi mais difícil, optámos pelo Créme Brûlée (de baunilha de Madagáscar Caramelizado) e o Mil Folhas (com ganache de baunilha e de pistáchio, couli de framboesa e raspa de lima, cumble de pistáchio e sorbet de morango), mas gostávamos de tudo. Foi divinal, e sem arrependimentos!

E para os apreciadores, há uma seleção de charutos, dos Montecristo simples aos Cohiba Siglo VI.

No interior do restaurante há ainda uma pequena mercearia com produtos gourmet, desde caviar a massas. Mas há também dois bares, uma cabine do DJ, ventoinhas coloniais, candeeiros imponentes e até mesmo o bengaleiro é afinal uma peça de design. Os pormenores são muitos neste edifício, e o Arquiteto António Pinto imprimiu um cunho cosmopolita, de um luxo que acolhe sem ser ostensivo.

E quando subimos a emblemática escadaria em caracol até ao primeiro piso chega-nos uma brisa de Saint-Tropez, um murmúrio de Mykonos e deparamo-nos com o SUD Pool Lounge, a piscina infinita com uma queda de água e a música house do DJ residente fazem-nos viajar até essas latitudes. Deste local, repleto de luz e energia, não restam dúvidas: estamos perante uma das vistas mais cobiçadas de Lisboa!

E se seguirmos pela ponte com o chão envidraçado vamos parar ao andar de cima do SUD Lisboa Hall, o edifício próprio para eventos, dotado de uma personalidade camaleónica, o espaço adapta-se à realização de eventos sociais (casamentos, aniversários, batizados) e corporativos (conferências, lançamentos de produto, balanços anuais).

E ficámos ainda a saber que o Terrazza era um dos locais cativos de Madonna em Lisboa, ou que um dos eventos internacionais da Omega trouxe a Cindy Crawford ao Hall. E são também locais de eleição de embaixadores e políticos.

O SUD Lisboa é o primeiro projeto fora do código genético da rede SANA Hotels e assume-se premium, eclético e multifacetado.

Ah! Mas não é tudo. Neste recanto a sul, assistimos ao despertar da tarde e restaurámos as energias, quase sempre com os olhos colados no azul do Rio. Haverá lá melhor experiência?

Texto TitiAna Amorim Barroso
© SUD

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