“Ser Feliz em Portugal – em casa” com Helder Figueiredo (Trivalor)

«Estar confinado é, como costumo dizer, sobretudo “acartar” comida para casa. Com quatro filhos em aulas e testes online o primeiro desafio é planear a logística necessária para alimentar tantas bocas, garantindo que são cumpridos os diferentes horários de aulas e de reuniões. Para esta tarefa conto com a enorme ajuda da minha filha mais velha, a Rita, que tem boa mão para a cozinha e que garante belas refeições. Além da comida, o outro desafio maior é garantir que a rede elétrica e a internet funcionam bem. Diz a operadora que a net pode ir até cinco equipamentos, mas no meu caso são 11 equipamentos, isto sem contar com a minha mulher que trabalhando no setor da Saúde não pode estar em teletrabalho, e quando chega a casa contamos com mais um telemóvel, e de vez em quando outro computador.
O Ribatejo e viver no campo são uma verdadeira vantagem quando se trata de confinar, e em Alpiarça, terra de onde sou natural e onde vivo, com a sua Barragem dos Patudos, proporcionam-nos um espaço e um enquadramento fantástico para uma caminhada ou uma corridinha para exercitar o corpo e higienizar a mente.
Ter uma família numerosa é também um enorme antidepressivo em tempos de confinamento, pois há sempre muitas estórias e muita animação ao longo do dia, que é também aqui e ali acompanhado pela interação com as nossas duas cadelas, que são uma espécie de campainha que nos avisa de tudo o que se passa do lado de fora da porta.
Depois de seis anos a trabalhar no estrangeiro, este confinamento parece uma espécie de desforra para poder passar tempo com a família nuclear, pelo que há que olhar para o lado positivo desta situação, e pensar que estar e ser feliz é poder estar com a família».

As escolhas de Helder Figueiredo, Group HR Director Trivalor:

  1. Corrida na Barragem dos Patudos, em Alpiarça
  2. Passear as cadelas
  3. Passar tempo com a família nuclear
  4. Estudar para o Doutoramento

 

 

 

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