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Home Notícias Sociedade Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

Sociedade

Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

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17 Novembro, 2025 | 5 minutos de leitura

Em Portugal, 60% das interações violentas analisadas nas redes sociais procuram desvalorizar as capacidades das mulheres ou questionar o seu direito a opinar em temas de debate público. Cerca de 20% destes ataques não se dirigem sequer às ideias expressas, concentram-se na descredibilização pessoal.

Segundo um estudo ibero-americano promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pela Secretaria-Geral Ibero-Americana (SEGIB) e pela Iniciativa Ibero-Americana para Prevenir e Eliminar a Violência contra as Mulheres, a violência digital dirigida a mulheres com visibilidade pública continua a crescer e a ganhar novas formas.

A investigação, que abrangeu oito países ibero-americanos, analisou milhares de comentários para perceber como o digital se tornou um espaço onde a violência é usada como mecanismo de silenciamento político, afastando as mulheres da arena pública. Portugal, o único país lusófono incluído, contou com a análise detalhada de 43 contas de mulheres com visibilidade ativa, desde políticas e jornalistas a artistas e ativistas.

Um ataque ao sujeito político, não às ideias

A psicóloga Marta Silva, coordenadora da equipa de violência de género da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), explicou à ONU News que o ambiente digital não cria novas formas de violência, mas amplifica dinâmicas que já existem. «O digital não traz nada de novo. O que muda é a forma como a violência se manifesta e se instala», afirma.

No caso português, os resultados são particularmente reveladores: a maioria dos ataques não visa o debate de ideias, mas sim a tentativa de reduzir a mulher a papéis tradicionais, retirando-lhe legitimidade para participar na vida pública. Marta Silva destaca que muitos comentários recorrem a expressões que procuram remetê-las para «o seu lugar», num eco direto de estereótipos de género. «Um quinto dessas interações não eram sobre a opinião, eram sobre a emissora», relata. Entre vários insultos, destacam-se opiniões misóginas, como «Não venhas para aqui, para a esfera, que é dos homens».

Ideologia, direitos e o peso do ativismo

A análise mostra também que 40% dos ataques estão ligados à filiação política e ao ativismo cívico, com particular incidência sobre mulheres que defendem temas como igualdade de género, saúde sexual e reprodutiva, direitos das mulheres e ativismo climático. O alvo varia entre o espetro político, mas a psicóloga reconhece que o peso dos ataques é maior à esquerda.

Para Marta Silva, a violência é desigual e tende a atingir com maior intensidade mulheres situadas à esquerda do espectro político. Os dados revelam ainda que 8% das agressões incidem sobre o corpo e a sexualidade, enquanto 2% se relacionam com identidade e 1% traduz ameaças diretas à integridade física.

Estas diferentes camadas de agressão constroem um padrão claro: a tentativa de excluir a mulher das esferas onde se tomam decisões, onde se constroem narrativas e onde se molda a opinião pública.

Quando a violência leva ao silêncio

Ainda que o estudo não analise diretamente as reações das mulheres visadas, a experiência clínica e institucional mostra que esta violência tem efeitos profundos. Muitas optam por encerrar contas, suspender temporariamente a atividade ou adotar autocensura, tornando-se mais cuidadosas com aquilo que publicam. «Isto é um constrangimento direto ao exercício da liberdade de expressão daquela pessoa», afirma Marta Silva.

A consequência é estrutural: ao afastar mulheres do debate digital, afasta-se também a sua voz do debate democrático. «A ideia é afastar a mulher de mais este espaço público», sintetiza.

Prevenir, denunciar, punir

Para responder ao avanço da violência digital, o estudo propõe medidas dirigidas aos Estados e às plataformas, estruturadas em três eixos: prevenção, responsabilização e repressão penal. No campo da prevenção, os especialistas defendem educação e literacia digital, sobretudo entre os mais jovens, com enfoque na desconstrução de discursos de género normalizados.

«Temos de fazer uma reflexão profunda: porque é que tantos rapazes validam discursos misóginos e tantas raparigas aceitam papéis mais submissos?», questiona Marta Silva.

Regras claras e liberdade

A segunda linha de atuação recai sobre a responsabilidade das plataformas digitais. O relatório recomenda regras claras sobre os limites da liberdade de expressão e mecanismos eficazes para remover conteúdos violentos. Marta Silva reforça a importância de um trabalho próximo com «quem gere os Instagrams, o Facebook, os Twitters, o Meta».

O estudo sublinha ainda a necessidade de aplicar a legislação existente no combate à violência online, lembrando que muitas condutas configuram crimes como injúria, ódio, incitamento à violência ou importunação sexual. Recomenda também a criação de canais rápidos de denúncia, possivelmente apoiados por inteligência artificial, capazes de identificar ataques com maior celeridade.

Um fenómeno global, com raízes comuns

Portugal integra, desde 2023, a Iniciativa Ibero-Americana para Prevenir e Eliminar a Violência contra a Mulher, que partilha soluções e experiências entre países com realidades distintas. Para Marta Silva, as origens do problema são universais. «Independentemente das geografias, o que há para fazer radica sempre nos mesmos problemas», afirma.

A especialista destaca que o digital não cria desigualdades novas, mas amplifica desigualdades antigas, funcionando como extensão de violências profundamente enraizadas.

Redação,
Equipa editorial Líder

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