• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Liderança, recrutamento e bem-estar: Santarém junta 200 participantes para discutir o futuro do talento

      A conta da luz mudou em outubro: quem paga mais e como pode poupar na eletricidade

      Empresas já trabalham melhor com IA, mas onde estão as receitas?

      Refugiados e emprego: «As empresas desempenham um papel absolutamente central»

      IRS: as despesas que pode estar a esquecer e que ajudam a reduzir o imposto

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      «Só 15%» dos profissionais sentem-se envolvidos na mudança». Pedro Monteiro e Filipe Seixas debateram como converter skills em capabilities

      Performance com propósito: a tecnologia ameaça ou prolonga a vida das marcas? 

      Cooperativas: um modelo de liderança para as organizações do futuro?

      Mário Simões e a consciência mais vasta que o céu

      «Cada vez estamos a rejeitar mais aquilo que é manipulado, aquilo que é alterado», realça Rita Andrade

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Gabriel Guimarães, o MathPunk: porque é que tantos alunos têm medo da matemática?

      «É difícil tomar decisões estratégicas sobre uma tecnologia que não se compreende», alerta Jorge Lopes, da Rumos Formação

      «O futuro da aprendizagem no local de trabalho passa por aprender enquanto se trabalha», defende JPS Kohli (SkillUp)

      Liderança feminina:«Não precisamos de mulheres a liderar como os homens»

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A sua equipa precisa de um salvador? Estes são os livros que desafiam o mito do grande líder

      Quem controla a realidade? Três livros sobre política, propaganda e poder

      Porque falham as equipas? Três livros para enfrentar o medo e liderar melhor

      De uma terra de cegos à arte de liderar: três livros para ler agora

      Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Liderança, recrutamento e bem-estar: Santarém junta 200 participantes para discutir o futuro do talento

      A conta da luz mudou em outubro: quem paga mais e como pode poupar na eletricidade

      Empresas já trabalham melhor com IA, mas onde estão as receitas?

      Refugiados e emprego: «As empresas desempenham um papel absolutamente central»

      IRS: as despesas que pode estar a esquecer e que ajudam a reduzir o imposto

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      «Só 15%» dos profissionais sentem-se envolvidos na mudança». Pedro Monteiro e Filipe Seixas debateram como converter skills em capabilities

      Performance com propósito: a tecnologia ameaça ou prolonga a vida das marcas? 

      Cooperativas: um modelo de liderança para as organizações do futuro?

      Mário Simões e a consciência mais vasta que o céu

      «Cada vez estamos a rejeitar mais aquilo que é manipulado, aquilo que é alterado», realça Rita Andrade

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Gabriel Guimarães, o MathPunk: porque é que tantos alunos têm medo da matemática?

      «É difícil tomar decisões estratégicas sobre uma tecnologia que não se compreende», alerta Jorge Lopes, da Rumos Formação

      «O futuro da aprendizagem no local de trabalho passa por aprender enquanto se trabalha», defende JPS Kohli (SkillUp)

      Liderança feminina:«Não precisamos de mulheres a liderar como os homens»

      «A crise da democracia é uma crise em torno do futuro», defende Helfried Carl

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A sua equipa precisa de um salvador? Estes são os livros que desafiam o mito do grande líder

      Quem controla a realidade? Três livros sobre política, propaganda e poder

      Porque falham as equipas? Três livros para enfrentar o medo e liderar melhor

      De uma terra de cegos à arte de liderar: três livros para ler agora

      Três livros para pensar a liderança, a diferença e as contas do poder

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Economia Notícias Sociedade As empresas estão a vender para um consumidor que já mudou

Sociedade

As empresas estão a vender para um consumidor que já mudou

Link copiado

Partilhe este conteúdo

1 Setembro, 2026 | 6 minutos de leitura

Um estudo global da Boston Consulting Group, conduzido junto de mais de 13 mil consumidores em doze mercados, conclui que o comportamento de compra atravessa a mudança estrutural mais profunda das últimas décadas, impulsionada por cinco fenómenos que a generalidade das empresas continua a subestimar ou a ignorar por completo.

A consultora cruzou os dados do inquérito, realizado no Brasil, na China, em França, na Alemanha, na Índia, em Itália, no Japão, na Coreia do Sul, na Suécia, na Turquia, no Reino Unido e nos Estados Unidos, com a análise de mais de mil marcas e mais de cem entrevistas qualitativas em profundidade, para validar aquilo que classifica não como tendências passageiras, mas como temas estruturais, permanentes e transversais a treze categorias de consumo, das bebidas ao vestuário, da cosmética à mobilidade automóvel.

O relatório identifica cinco eixos que, segundo os autores, deveriam reformular de imediato as agendas de crescimento das empresas de consumo: o valor percebido como critério superior ao preço, a obsessão crescente pela longevidade e pelo bem-estar, a afirmação da vida a solo como opção deliberada, uma nova bússola de confiança construída à volta de especialistas, família e inteligência artificial, e a emergência da IA como decisora silenciosa nas jornadas de compra.

O preço abre a porta, mas já não decide a compra

Quase 70% dos inquiridos afirmam que recusam adquirir um produto, mesmo tendo capacidade financeira para o fazer, sempre que não lhe reconhecem valor suficiente, um dado que a BCG interpreta como prova de que a acessibilidade determina apenas a entrada de um produto no leque de opções consideradas, ao passo que a decisão final assenta num julgamento distinto sobre se aquele produto vale efetivamente o dinheiro pedido. A qualidade surge como o fator mais determinante desse julgamento, seguida da conveniência, cujo peso tem crescido à medida que os consumidores contabilizam o tempo e o esforço despendidos antes e depois da compra. Apesar disso, apenas 14% das marcas analisadas conseguem, de forma consistente, corresponder a essa exigência de valor.

A longevidade tornou-se sinónimo de sucesso

Quase três quartos dos consumidores colocam a saúde e o bem-estar no topo dos indicadores de uma vida próspera, à frente da carreira profissional e da riqueza financeira. A BCG isola um segmento a que chama «procuradores de longevidade», que já representa perto de quatro em cada dez consumidores e que cresceu quatro pontos percentuais no último ano, sobretudo entre gerações mais velhas e economicamente mais confortáveis. Este grupo distingue-se menos pelos hábitos que adota e mais pelos que rejeita, evitando com o dobro da intensidade o consumo de fast food, o excesso alimentar, o álcool e o tabaco. O crescimento acelerado das terapias com GLP-1, cujo número de utilizadores nos Estados Unidos multiplicou por mais de oito desde 2020, ilustra a rapidez com que este comportamento se propaga a categorias tão diversas como a alimentação, o vestuário, a cosmética e o desporto.

Viver sozinho deixou de ser exceção

Nos mercados mais desenvolvidos, 30% dos agregados familiares são já compostos por uma única pessoa, mais seis pontos percentuais do que em 2010, com a Alemanha, a Suécia, França e Itália a aproximarem-se dos 40% e o Japão e a Coreia do Sul a seguirem trajetória semelhante. Os inquiridos associam esta escolha ao controlo, à independência e à tranquilidade, e não à solidão, mas as empresas continuam, na sua maioria, a desenhar produtos e serviços a pensar em agregados de várias pessoas. Entre metade e sete em cada dez destes consumidores consideram que a oferta disponível não foi pensada para o seu perfil, apesar de gastarem, per capita, entre duas a três vezes mais do que os agregados multipessoa, revelando uma oportunidade de crescimento que a BCG classifica como uma das mais desaproveitadas do mercado atual.

A confiança concentra-se em especialistas, família e, cada vez mais, na inteligência artificial

Cerca de 43% dos consumidores dizem sentir-se mentalmente sobrecarregados pelo volume de informação a que estão expostos, e mais de metade admite não confiar plenamente em nenhuma fonte. Perante este cenário, concentram a confiança residual em especialistas, em familiares e amigos e, de forma crescente, em ferramentas de inteligência artificial, que a BCG identifica como a fonte que mais depressa ganha terreno: 30% dos inquiridos confiam nela por completo e outros 15% preveem vir a fazê-lo até 2030. As marcas, sublinha o estudo, não controlam nenhuma destas três fontes, o que obriga a repensar a confiança como uma capacidade a construir através da transparência e da evidência, e não como um ativo de comunicação.

A inteligência artificial já decide compras por muitos consumidores

Quase um terço dos consumidores inquiridos já recorreu à inteligência artificial nalgum momento da jornada de compra, praticamente o triplo do valor registado há apenas dezoito meses, com a adoção a ser mais expressiva nos mercados emergentes, nos agregados de rendimento mais elevado e entre a Geração Z e os Millennials. Cerca de 20% recorrem à IA de forma regular e 13% compram já diretamente aquilo que ela recomenda, uma proporção que sobe para 26% nos mercados em desenvolvimento. Segundo a BCG, a inteligência artificial introduz os consumidores a marcas que, de outro modo, nunca teriam considerado em cerca de 63% das jornadas de compra assistidas por IA, transformando-a numa espécie de pré-seletora silenciosa que grande parte das empresas ainda não aprendeu a monitorizar nem a influenciar.

Seis prioridades para as empresas

Perante este diagnóstico, a BCG propõe seis imperativos às lideranças empresariais: competir pelo valor e não apenas pelo preço; construir a oferta em torno dos segmentos que definirão o crescimento futuro, como os agregados a solo, os que procuram longevidade e os consumidores nativos digitais; conquistar a confiança através de evidência verificável; preparar as organizações para um comércio cada vez mais mediado por agentes de inteligência artificial; modernizar as capacidades de auscultação do consumidor para distinguir mudanças estruturais de ruído passageiro; e adaptar as capacidades comerciais, da gestão de receita ao marketing, a um consumidor que já não se revê nos pressupostos que guiaram a estratégia das últimas décadas.

Os autores do estudo, entre os quais Aparna Bharadwaj, Lauren Taylor, Christine Barton e Tony Portera, sustentam que estas cinco dinâmicas não podem ser lidas de forma isolada, uma vez que resultam de transformações demográficas, tecnológicas e sociais de longo prazo, como o alargamento da esperança de vida, o adiamento de marcos tradicionais da existência e a expansão vertiginosa do uso de inteligência artificial, e que tenderão, por isso, a consolidar-se e a tornar-se ainda mais determinantes ao longo da década.

Redação,
Equipa editorial Líder

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Sociedade

Out 29, 2026

Refugiados e emprego: «As empresas desempenham um papel absolutamente central»

Ler notícia

Tecnologia

Out 28, 2026

Black Friday 2026: comprar com desconto é sempre poupar?

Ler notícia

Sociedade

Out 28, 2026

Notícias em Portugal: 37% evitam-nas e só 8% pagam pelo digital

Ler notícia

Sociedade

Out 23, 2026

Jovens namoram menos. Está o custo de vida a afastar a Geração Z do amor?

Ler notícia

Sociedade

Out 21, 2026

Black Friday 2026: portugueses preveem gastar 369 euros, o máximo desde 2018

Ler notícia

Sociedade

Out 21, 2026

O merceeiro perdeu o cliente para uma aplicação. Obama acha que estamos a perder mais do que isso

Ler notícia

Sociedade

Out 13, 2026

Cheira a roupa lavada? O cérebro manda gastar mais

Ler notícia

Sociedade

Out 01, 2026

O que muda se houver vida depois da morte? Luís Portela e António Raminhos respondem

Ler notícia

Trabalho

Set 23, 2026

Igualdade de género: Portugal sobe no ranking, mas afasta-se da paridade

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+4k Seguidores

Lider

+273k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.