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Home Notícias Política Sequestro ou justiça global? O cenário extremo que paira na Venezuela (e no resto do mundo)

Política

Sequestro ou justiça global? O cenário extremo que paira na Venezuela (e no resto do mundo)

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6 Janeiro, 2026 | 10 minutos de leitura

Os Estados Unidos capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro numa ação militar inédita que abalou a geopolítica mundial, levantando questões centrais sobre direito internacional, soberania e o uso da força. Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, forças americanas lançaram uma operação relâmpago sobre a Venezuela, utilizando ataques aéreos e tropas de elite para deter o líder sul-americano e a sua esposa, Cilia Flores, e levá-los para Nova Iorque para enfrentar acusações nos tribunais dos EUA.

Enquanto Washington fala em crime organizado e narcotráfico, Caracas fala em violação da soberania. E o mundo observa, mais uma vez, um conflito em que o verbo ‘capturar’ muda de significado conforme o lado da fronteira.

O ataque e a detenção de Nicolás Maduro

O ataque começou com bombardeamentos sobre alvos estratégicos em Caracas e outras regiões, coordenados com helicópteros e tropas de operações especiais. A ação foi planeada durante meses pelas autoridades dos EUA sob o nome de Operation Absolute Resolve. Em poucas horas, Maduro e Cilia Flores foram capturados e evacuados para uma base naval americana antes de serem levados para Nova Iorque, onde o presidente venezuelano foi detido num centro de detenção federal. Os movimentos na Venezuela apontam para 80 mortos, segundo fonte anónima daquele país citada pelo The New York Times.

O governo dos EUA acusa Maduro de crimes relacionados com narcotráfico e terrorismo, e o presidente Donald Trump declarou que a operação visava «aplicar a lei» e desmantelar uma alegada rede criminosa. Trump disse, ainda, que os EUA vão temporariamente «dirigir» a Venezuela e explorar os seus recursos petrolíferos (o país tem a maior reserva mundial), justificando a ação como uma forma de estabilizar a região e combater tráfico de drogas.

 

Quem assume em Caracas?

Após a captura de Nicolás Maduro, a vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez foi proclamada presidente interina pela Suprema Corte e obteve o apoio dos altos comandos militares que permanecem em posições de comando dentro do país. Rodríguez é uma aliada de longa data de Maduro e ocupava cargos de cúpula no governo antes da crise. A sua nomeação segue uma interpretação interna da Constituição venezuelana para casos de ausência do chefe de Estado, ainda que muitos contestem essa leitura.

Apesar dessa nomeação, a legitimidade de Rodríguez é amplamente questionada. Aliados de Maduro, em Caracas, declararam que ele continua a ser o presidente legítimo e qualificaram a ação americana como um sequestro ilegal que viola a soberania venezuelana. Membros do governo, líderes políticos e militares próximos reafirmaram apoio a Maduro, exigindo a sua libertação e repudiando a intervenção externa.

No campo opositor, a líder venezuelana María Corina Machado — vencedora do Prémio Nobel da Paz de 2025 pela sua longa campanha contra o autoritarismo em Caracas — saudou rapidamente a operação e considerou que «a hora da liberdade chegou». Segundo as suas mensagens públicas, a detenção de Maduro abre caminho para um retorno da democracia, para a libertação de presos políticos e para a reconstrução institucional do país, reivindicando que Edmundo González Urrutia, candidato apoiado pela oposição, deve assumir imediatamente o mandato presidencial constitucionalmente reconhecido por alguns países e observadores.

No entanto, essa visão enfrenta limitações práticas e políticas. Em declarações recentes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Machado «não tem o apoio ou respeito necessário dentro do país» para liderar a Venezuela e deixou claro que o governo americano não planeia entregar a direção do país diretamente a ela. Trump afirmou que os EUA irão gerir a transição venezuelana até que se possa estabelecer um processo «seguro, adequado e judicioso», sem nomear um sucessor partidário específico.

Washington e a narrativa da justiça global

A administração americana apresenta a captura como um triunfo na luta contra o crime organizado e uma resposta à alegada ameaça que Maduro representaria para a segurança dos EUA. Trump afirmou que a ação é necessária para «proteger os americanos» e «corrigir décadas de caos na Venezuela», incluindo corrupção e envolvimento com tráfico de drogas.

No contexto do narcotráfico global, a Venezuela desempenha sobretudo o papel de um corredor estratégico, não de um grande produtor. Segundo análises internacionais, a maior parte da cocaína mundial continua a ser produzida nos países andinos – sobretudo na Colômbia, Peru e Bolívia – e a Venezuela não figura como um centro relevante de produção própria de drogas ilícitas.

Contudo, a sua localização e fronteiras porosas tornaram‑na, nos últimos anos, uma rota importante no trânsito de cocaína para mercados na América Central, Caribe, Europa e África, com estimativas que sugerem que entre cerca de 10% e até quase um quarto da cocaína global pode ter passado pelo território venezuelano em determinados períodos — números que variam consoante a fonte e os métodos de medição utilizados. Essa dinâmica de trânsito, alimentada por fraqueza institucional e corrupção, é central na forma como Washington e outras capitais abordam as acusações de envolvimento do regime venezuelano no narcotráfico internacional

Ainda assim, a legalidade do ataque é fortemente contestada por juristas e líderes internacionais. A ONU debateu a questão da legalidade da captura sem autorização do Conselho de Segurança, nem consentimento venezuelano ou justificação clara de legítima defesa. Muitos consideram a operação uma violação do direito internacional.

 

Contexto histórico de intervenções dos EUA

Esta ação americana remete para episódios anteriores em que os EUA intervieram militarmente além-fronteiras sem mandato internacional amplo. Em 1989, por exemplo, os EUA invadiram o Panamá para capturar o seu líder, Manuel Noriega, num ataque que derrubou o governo e restabeleceu um regime pró-americano. Essa operação foi justificada por Washington como necessária para proteger cidadãos e combater o tráfico de drogas, mas deixou um legado duradouro de críticas sobre soberania e intervencionismo.

Além disso, ao longo do século XX e XXI, os Estados Unidos apoiaram golpes de Estado, intervenções e mudanças de regime na América Latina e além, como em Granada (1983), Chile (1973) e Iraque (2003). Essas ações, legitimadas por distintos pretextos — desde «contenção do comunismo» até «guerra ao terror» — moldaram percepções regionais sobre o papel dos EUA como potência hegemónica.

 

Reações internacionais

A captura de Maduro desencadeou reações intensas e polarizadas. Países como Rússia, China, Brasil, Espanha e Cuba condenaram a ação, falando em violação clara da soberania venezuelana e de normas fundamentais do direito internacional. A sequência de ataques sem autorização da ONU foi descrita por vários líderes como um precedente perigoso que pode minar a segurança coletiva.

Outros atores, incluindo membros da União Europeia, apelaram à calma e ao respeito pelo direito internacional, ao mesmo tempo que pedem a libertação dos detidos e uma transição pacífica. Assim, vários países latino-americanos convocaram sessões urgentes no sistema interamericano para discutir segurança regional e consequências humanitárias.

 

Tensões geopolíticas: Rússia, China, Ucrânia e Taiwan

O episódio intensifica uma já profunda crise geopolítica entre grandes potências e abre um precedente perigoso no sistema internacional. Ao capturar um chefe de Estado estrangeiro através de uma ação militar sem mandato das Nações Unidas, os Estados Unidos fragilizam um dos pilares centrais da ordem pós-Segunda Guerra Mundial: a ideia de que a soberania territorial não pode ser violada unilateralmente, mesmo em nome de causas morais ou de segurança.

Segundo alguns analistas, para Moscovo, esta operação oferece um argumento político imediato. O Kremlin pode agora reforçar a sua narrativa de que a invasão da Ucrânia não foi um ato excecional, mas parte de um mundo onde as grandes potências impõem a sua vontade pela força quando lhes convém. A lógica usada por Washington — combate ao crime, proteção da segurança nacional, correção de um «Estado falhado» — aproxima-se perigosamente das justificações apresentadas pela Rússia para intervir em território ucraniano. Mesmo que os contextos sejam distintos, o precedente enfraquece a capacidade do Ocidente de reclamar autoridade moral ou jurídica sem ser acusado de hipocrisia.

O impacto estende-se à Ásia-Pacífico. Pequim observa atentamente. A China sempre sustentou que Taiwan é uma questão interna e que a reunificação é um direito histórico. Fontes diplomáticas acreditam que uma intervenção americana na Venezuela, feita à margem do direito internacional clássico, pode ser usada por Pequim para argumentar que, num mundo de regras flexíveis, também a China pode agir para «restabelecer a integridade territorial» ou «garantir a estabilidade regional». O risco não é imediato, mas a erosão gradual das normas internacionais reduz o custo político de uma ação militar chinesa sobre Taiwan, sobretudo se apresentada como resposta a ameaças à segurança nacional.

Na América Latina, o ataque expõe fraturas antigas. Alguns governos próximos de Washington veem na queda de Maduro uma oportunidade para reconfigurar alianças económicas, abrir o setor energético venezuelano ao investimento estrangeiro e encerrar um ciclo de instabilidade regional. Outros países, sobretudo com governos progressistas, encaram a operação como um regresso à lógica das intervenções do século XX, reagindo com repúdio e solidariedade a Caracas. Esta divisão aprofunda a desconfiança regional em relação aos Estados Unidos e enfraquece mecanismos multilaterais latino-americanos, já fragilizados.

Mais do que o destino imediato da Venezuela, o que está em causa é a arquitetura global de segurança. Ao normalizar a captura militar de líderes estrangeiros, o sistema internacional aproxima-se de uma lógica de força bruta, onde o poder substitui o direito. Num mundo já marcado pela guerra na Ucrânia, pela tensão em torno de Taiwan e por conflitos latentes noutras regiões, este episódio não resolve uma crise e acrescenta mais uma linha de instabilidade a um mapa global cada vez mais inflamável.

Possíveis cenários futuros

O futuro da Venezuela permanece incerto. Se Delcy Rodríguez consolidar o seu poder com o apoio das Forças Armadas, poderá haver transição de facto, mas sem legitimidade reconhecida por grande parte da comunidade internacional. Caso contrário, o país pode enfrentar resistência interna e prolongada instabilidade.

Por fim, na esfera global, a ação dos EUA pode incentivar novas alianças contrárias ao unilateralismo, reforçando debates sobre soberania e mecanismos de segurança coletiva. Alternativamente, se Washington conseguir formar uma frente diplomática forte, poderá tentar legitimar a sua posição internacionalmente. No entanto, está dependente de negociações complexas com potências rivais e organizações multilaterais. Assim, Caracas vê-se hoje com uma liderança interina em tensão: Delcy Rodríguez, apoiada pelas forças de segurança remanescentes; a oposição, com Edmundo Urrutia e Corina Machado e forças afins clamando por uma transição democrática; e um fator externo, os EUA, que assume um papel de influência decisiva no futuro imediato da Venezuela.

Marcelo Teixeira,
Colaborador

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