• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Docente da Universidade Católica distinguida com Prémio Europeu de Excelência na Educação

      IA no trabalho: quatro estratégias para proteger os dados pessoais

      Davos 2026: a praça pública do fim do mundo como o sabíamos

      Num mundo polarizado, que papel tem a fé?

      Portugueses são os que mais valorizam o trabalho híbrido na Europa

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Docente da Universidade Católica distinguida com Prémio Europeu de Excelência na Educação

      IA no trabalho: quatro estratégias para proteger os dados pessoais

      Davos 2026: a praça pública do fim do mundo como o sabíamos

      Num mundo polarizado, que papel tem a fé?

      Portugueses são os que mais valorizam o trabalho híbrido na Europa

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Economia Notícias Este é o ano da gestão ativa: saiba como rentabilizar em mercados desalinhados

Economia

Este é o ano da gestão ativa: saiba como rentabilizar em mercados desalinhados

Link copiado

Partilhe este conteúdo

9 Dezembro, 2025 | 8 minutos de leitura

Com os ciclos económicos fora de compasso, inflação a desalinhar entre blocos e bancos centrais a deslocarem-se em velocidades quase contraditórias, 2026 aproxima-se como um ano em que estar parado significa perder terreno. O mais recente Outlook 2026 da Schroders, dedicado ao mercado obrigacionista global, com análises de Julien Houdain (Head of Global Unconstrained Fixed […]

Com os ciclos económicos fora de compasso, inflação a desalinhar entre blocos e bancos centrais a deslocarem-se em velocidades quase contraditórias, 2026 aproxima-se como um ano em que estar parado significa perder terreno.

O mais recente Outlook 2026 da Schroders, dedicado ao mercado obrigacionista global, com análises de Julien Houdain (Head of Global Unconstrained Fixed Income), Lisa Hornby (Head of US Fixed Income) e Abdallah Guezour (Head of Emerging Market Debt and Commodities), disseca oportunidades, riscos e a nova anatomia de um mercado cada vez mais assimétrico.

Ciclos fora de ritmo e oportunidades para quem se mexe

2025 foi o ano em que as curvas deixaram de falar a mesma língua. As yields comportaram-se como placas tectónicas desalinhadas, a deslizar umas contra as outras,  por geografia, por maturidade, e sobretudo por expectativas que já não cabem na mesma narrativa monetária.

Nada indica que 2026 traga ordem a este coro desafinado. Pelo contrário: o crescimento abranda num país, reacelera noutro, e a inflação continua a escrever capítulos diferentes em cada continente. A Fed e o Banco de Inglaterra aliviam, o BCE mantém-se numa prudência quase meditativa, e o Banco do Japão continua a subir como se estivesse a acordar de um sono muito longo.

O resultado é simples e brutal: só ganha quem estiver desperto e em movimento. A gestão passiva, neste mundo fragmentado, arrisca ficar presa a durações mal alinhadas, regiões com prémios de risco desajustados e janelas de yield que já fecharam quando o investidor lá chega.

Figura 1: Em 2025, verificaram-se movimentos de yield desincronizados por país e maturidade, e espera-se que esta tendência continue em 2026

A economia americana acelera (e pode acelerar demais)

O estímulo fiscal do One Big Beautiful Bill Act, somado a uma política monetária mais suave, começa finalmente a infiltrar-se na economia real. 2026 será o ano em que esse cocktail chega ao sistema sanguíneo por completo.

E aqui nasce o risco. Se o mercado laboral voltar a apertar, ou se a inflação nuclear teimar em não descer, o ciclo americano pode tornar-se demasiado quente, demasiado rápido  e a Fed será forçada a recalibrar.

Depois de um período de clara vantagem para a dívida americana, as primeiras fendas abrem oportunidades fora dos EUA. E com Powell de saída em Maio, proteger-se contra um eventual soluço inflacionista é menos um palpite e mais um ato de prudência.

Na Europa, o estímulo alemão dá algum oxigénio, mas não acende fogos de artifício. A recuperação existe, mas arrasta-se a passo curto, olhar atento à inflação importada, indústria ainda a meio gás. O Reino Unido, por seu lado, tem um caminho mais irregular: orçamento apertado, mercado laboral a perder vapor e um crescimento que teima em ficar aquém da média global. Um ambiente imperfeito, mas fértil para movimentos tácticos nos gilts desde que se entre e saia com precisão cirúrgica.

A exuberância que vem da IA, o alongamento extremo das avaliações em equity, o zumbido constante das tensões geopolíticas, tudo isto devolve às obrigações a sua função original: ser o contrapeso, o porto seguro que ainda gera rendimento real. E para quem continua a acreditar que o ‘dinheiro parado’ é sinónimo de segurança, o aviso é claro: as taxas de caixa já não protegem contra a inflação. O custo da imobilidade volta a ser real.

Crédito: spreads demasiado curtos pedem contenção

O crédito corporativo teve um 2025 brilhante, quase exuberante. Mas os spreads estão agora esticados até ao limite, com o prémio de risco reduzido a um fio. Entrar pesado neste ambiente seria uma temeridade discreta, daquelas que só se percebe meses depois, quando já é tarde.

Oportunidades existirão. Sempre existem. Mas 2026 exige frieza: investigação fundamental séria, análise cirúrgica de balanços e capacidade para enxergar valor onde os outros não olham.

Nos Estados Unidos, os agency MBS continuam a oferecer valor num mercado que aprendeu a conviver com volatilidade. Na Europa, os covered bonds e os quasi-soberanos apresentam pontos de entrada que ainda compensam o risco. Um refúgio disciplinado num mundo onde a exuberância se está a tornar perigosa.

Dívida norte-americana: um ano forte e um 2026 que pode prolongar o ciclo

Ao contrário do pessimismo que dominou parte do mercado no início de 2025, o ano revelou-se surpreendentemente sólido para praticamente todos os sectores do fixed income nos Estados Unidos. Cupões elevados, quedas nas yields do Tesouro e compressão de spreads em crédito e mortgage-backed securities (MBS) criaram um mix raro e favorável, capaz de gerar retornos consistentes mesmo num contexto de incerteza global. O ambiente que sustenta este desempenho mantém-se vivo à entrada de 2026.

Figura 3 – Dinâmica da dívida e yields reais: comparação entre mercados emergentes e desenvolvidos

Uma das principais razões é o crescimento económico moderado, sem sinais de contração brusca. A inflação em trajectória descendente, a aproximar-se do intervalo de conforto definido pela Fed, também contribui para a consolidação da confiança. A par disto, o mercado laboral ajusta-se de forma gradual, evitando choques abruptos. Assim, é, em termos clássicos, um cenário de soft landing, historicamente fértil para anos positivos nas obrigações.

O que sustenta esta perspectiva e riscos que não podem ser ignorados

Alguns fatores estruturais reforçam a tese de continuidade. As tarifas comerciais, temidas por impulsionarem a inflação, tiveram impacto limitado. Também as empresas absorveram parte dos custos através de ganhos de produtividade e margens mais reduzidas.

O estímulo fiscal do One Big Beautiful Bill Act (OBBBA) continua a oferecer almofada à economia. E o consumidor americano mantém-se robusto, apesar da concentração de despesa nos escalões de rendimento mais elevados.

Com yields de partida já elevadas, não há necessidade de assumir riscos excessivos para captar retorno. A chave reside na seleção criteriosa de ativos, priorizando qualidade e sustentabilidade de rendimento.

Sobre os riscos, recentes falências em segmentos menos regulados recordam a importância de transparência e liquidez: sem elas, o mercado perde fundamento. Paralelamente, o ecossistema da inteligência artificial, carregado de capital e altamente interligado, introduz novos riscos sistémicos. Um abalo em qualquer ponto da cadeia pode propagar-se rapidamente, com efeitos em cascata sobre todo o sector tecnológico e financeiro associado.

Ainda assim, sectores consolidados — como agency MBS e obrigações municipais isentas de impostos — permanecem bem posicionados para 2026, oferecendo uma combinação de rendimento atraente e risco controlado.

Dívida dos mercados emergentes: 2026 prepara-se para uma grande rotação

Os mercados emergentes caminham para o terceiro ano consecutivo de desempenho sólido. Não é fruto do acaso, mas resultado de ajustes estruturais consistentes. Nos últimos anos, muitos países conseguiram equilibrar contas externas, consolidar orçamentos e reforçar reservas, o que lhes deu resiliência num mundo marcado por choques comerciais, tensões geopolíticas e volatilidade constante.

Agora, com os investidores globais a reconhecerem estas conquistas, o capital começa a regressar aos emergentes. E o ciclo de realocação ainda está longe de ter atingido o seu auge.

Mais espaço para crescimento e alívio monetário

Com a melhoria das condições de liquidez interna e bancos centrais a ganharem margem para aliviar políticas, 2026 promete acelerar o crescimento nos emergentes. As exportações mantêm-se robustas e a inflação continua contida, em parte graças à deflação exportada pela China, que suaviza pressões em muitas economias.

A China, embora continue a enfrentar fragilidades no sector imobiliário e riscos políticos, mantém-se longe de ser vulnerável. A solidez das reservas, o excedente comercial e o apoio governamental calibrado fornecem uma almofada significativa, capaz de absorver choques e sustentar a estabilidade regional.

O dólar, por outro lado, perdeu impulso. O ciclo de valorização que durou quinze anos rompeu em 2025. Com défices gémeos persistentes, uma moeda cara e juros relativos em declínio, o ambiente favorece ativos fora dos EUA, especialmente dívida emergente em moeda local. Mercados como Brasil, México, África do Sul, Índia e partes da Europa Central destacam-se pelo valor real e pelas oportunidades consistentes.

Figura 3 – Dinâmica da dívida e yields reais: comparação entre mercados emergentes (EM) e desenvolvidos (DM)

Mesmo a dívida emitida em dólares continua a apresentar oportunidades para investidores criteriosos. Embora os spreads estejam comprimidos, existem emissores soberanos e corporativos de high yield selecionados que oferecem retorno atrativo, desde que a análise seja rigorosa e baseada em fundamentos sólidos.

O ano de 2026 será, acima de tudo, um teste à capacidade de navegação dos investidores. Num mercado global de obrigações cada vez mais assimétrico, divergente e sujeito a mudanças rápidas, a gestão ativa passa a ser uma necessidade. Complacência não será recompensada. O sucesso pertencerá a quem interpreta a curva antes do desvio, identifica valor onde o ruído não chega e atua com decisão num cenário em constante mutação.

Marcelo Teixeira,
Colaborador

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Pessoas

Jan 27, 2026

Docente da Universidade Católica distinguida com Prémio Europeu de Excelência na Educação

Ler notícia

Tecnologia

Jan 27, 2026

IA no trabalho: quatro estratégias para proteger os dados pessoais

Ler notícia

Política

Jan 27, 2026

Davos 2026: a praça pública do fim do mundo como o sabíamos

Ler notícia

Cultura

Jan 27, 2026

Num mundo polarizado, que papel tem a fé?

Ler notícia

Trabalho

Jan 27, 2026

Portugueses são os que mais valorizam o trabalho híbrido na Europa

Ler notícia

Responsabilidade Social

Jan 27, 2026

Santa Casa lança programa piloto de apoios financeiros nas áreas da educação, inclusão e saúde

Ler notícia

Sociedade

Jan 26, 2026

O que preocupa o mundo? Crime, inflação e desigualdade lideram as inquietações globais

Ler notícia

Trabalho

Jan 26, 2026

Portugal precisa de trabalhadores mas não consegue ficar com os seus

Ler notícia

Economia

Jan 26, 2026

Café, chá, cacau e especiarias: volume de negócios sobe 17%

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Líder Corner

Jan 23, 2026

Certificação Internacional em SEO prepara profissionais para a era da inteligência artificial

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Jan 15, 2026

Num mundo sem fumo, «a ciência é a pedra angular da transformação», explica Asli Ertonguc

Ler notícia

Líder Corner

Cabo Verde

Jan 14, 2026

Protocolo de garantias pré-aprovadas: uma nova porta de acesso ao financiamento para empresas cabo-verdianas

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.