O índice Savills Executive Nomad, que analisa e classifica 15 destinos no mundo para nómadas digitais, em cargos executivos e sénior, coloca Lisboa em primeiro lugar, ficando à frente de cidades como Miami e Dubai. O clima solarengo, o custo de vida baixo e a facilidade de acesso ao aeroporto, estão entre os fatores que […]
O índice Savills Executive Nomad, que analisa e classifica 15 destinos no mundo para nómadas digitais, em cargos executivos e sénior, coloca Lisboa em primeiro lugar, ficando à frente de cidades como Miami e Dubai. O clima solarengo, o custo de vida baixo e a facilidade de acesso ao aeroporto, estão entre os fatores que tornam Lisboa um local atrativo para quem tenha um vencimento acima da média.
A análise da consultora imobiliária Savills, considera também fatores como a rapidez de internet, qualidade de vida, clima, acessibilidade de voos e rendas acessíveis o que faz ainda da região do Algarve, o quarto destino mais atrativo potenciado pelo clima, praia e qualidade de vida.
O estudo apontou que a rapidez da internet foi um dos fatores decisivos na escolha da cidade destino dos nómadas executivos, e que tem atraído também investidores imobiliários internacionais.
De acordo com o Instituto Português de Estatística (INE), os nómadas digitais estrangeiros estão dispostos a pagar o dobro do que os portugueses, por uma habitação em Lisboa. Em 2018, o valor correspondia, em média, a 4.283€ por metro quadrado numa habitação na capital, por oposição aos portugueses, que pagariam 1.858€.
“À medida que o local de trabalho evoluiu para um novo modelo mais flexível, os nómadas executivos estão a transformar o mercado de casas de férias ou segundas casas em mercados com uma duração anual. Alguns locais nas Caraíbas e no Mediterrâneo, assim como cidades como Lisboa, Miami e Dubai, oferecem uma ótima conectividade, climas favoráveis e uma elevada qualidade de vida”, refere Paul Tostevin, responsável da Savills World Research.


