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Home Entrevistas Leadership Pensamento sistémico e ambição: aqui está o futuro próspero das empresas

Leadership

Pensamento sistémico e ambição: aqui está o futuro próspero das empresas

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1 Agosto, 2025 | 8 minutos de leitura

Reconhecido a nível mundial como um dos principais especialistas em negócios sustentáveis e regenerativos, Wayne Visser é o mentor do recém-criado Católica Centre for Thriving Futures, sediado na Católica Porto Business School.  

Este Centro tem a missão de melhorar a saúde da natureza, da sociedade e da economia através de investigação aplicada, interdisciplinar e baseada na ciência sobre tendências e melhores práticas em matéria de políticas, tecnologia e finanças que possam ajudar a moldar um futuro melhor para Portugal e não só. 

Para Wayne Visser, a premissa é clara: aplicar pensamento sistémico e interdisciplinar para enfrentar desafios globais complexos, elevar a ambição das empresas, não só para prevenir danos, mas para regenerar ecossistemas e revitalizar as economias. 

Nesta conversa com a Líder abrimos as portas de um futuro próspero e ainda espreitamos o panorama das tendências em vários de setores de negócios e da indústria.  

Pensamento sistémico e ambição: aqui está o futuro próspero das empresas

 

Pode descrever-nos o propósito do Católica Centre for Thriving Futures? 

Vivemos tempos marcados por desafios globais complexos, interligados e de difícil resolução — o que alguns designam como wicked problems, eu prefiro chamar “problemas entreligados”. Nenhuma empresa, governo ou organização consegue resolvê-los isoladamente. 

Criámos este Centro precisamente porque acreditamos que é essencial uma abordagem sistémica. Precisamos de reunir várias disciplinas para abordar os problemas sociais e ambientais de forma eficaz. Por isso, começámos com uma aliança entre a Escola de Negócios, de Direito e de Biotecnologia, podendo futuramente integrar outras áreas. 

Esta abordagem é particularmente útil para as empresas, que frequentemente operam em silos, com pouca comunicação entre departamentos ou até entre setores da mesma indústria. Queremos quebrar essas barreiras interdisciplinares, pois só assim surgirão soluções verdadeiramente eficazes. 

 

E porquê “Thriving Futures”?  

Trabalho na área da sustentabilidade há 35 anos e o que constatamos é que, apesar das boas intenções, os problemas persistem — e em muitos casos agravam-se. Parte do problema é a falta de pensamento sistémico, mas também de ambição. Incentivámos as empresas a “fazer alguma coisa”, mas sem um objetivo transformador. O resultado é que muitas iniciativas empresariais apenas tornam o mundo “um pouco menos mau”, sem realmente o melhorar. 

Precisamos de projetos intrinsecamente regenerativos. Paul Polman, antigo CEO da Unilever, fala em “valor líquido positivo”. Eu falo em “prosperar”. Paul Hawken usa o termo “regeneração”. A ideia é comum: desenhar soluções que tornem o mundo melhor pela sua própria existência. Veja-se o caso da BASF, que mede o seu “Valor para a Sociedade”, estimando financeiramente o impacto económico, social e ambiental da sua atividade. A KPMG designa este conceito como “Valor Real”.  

O modelo económico e empresarial dominante no mundo atual gera, na sua maioria, valor económico e social à custa da destruição de valor ambiental. É, em essência, o modo como o capitalismo funciona hoje. Mas estamos a atingir os limites do planeta — as chamadas fronteiras planetárias — e começaremos a pagar o preço, não apenas a nível ambiental, mas também social e económico. 

Por isso, estas são as duas ideias fundamentais que orientam o trabalho do Centro: introduzir uma lógica de pensamento sistémico e interdisciplinar, mas também elevar a ambição. Precisamos de fazer mais, mais depressa — e melhor. 

 

Funciona como um serviço às empresas em que identificam um problema e o Centro mobiliza equipas multidisciplinares para o resolver? 

Sim, é essa a lógica. Este ano estamos a angariar parceiros fundadores, com um compromisso financeiro por três anos. Estes parceiros apoiam a missão do Centro e, em contrapartida, têm acesso a respostas para os desafios que enfrentam. 

Por exemplo, a Galp — o nosso primeiro parceiro fundador — está preocupada com o impacto das políticas europeias, nomeadamente no domínio digital, da IA e do RGPD, na inovação. Vamos conduzir investigação aplicada para avaliar até que ponto estas normas estão a ser um obstáculo e como ultrapassar essas barreiras. 

Qual é a vossa relação com a comunidade académica, nomeadamente os estudantes? 

O nosso foco são os parceiros estratégicos, pelo que os estudantes não são o público-alvo imediato. O trabalho principal será desenvolvido por investigadores da Universidade em resposta a desafios concretos das empresas. Ainda assim, estamos abertos a outros formatos. Uma empresa pode querer, por exemplo, um programa formativo específico ou até apresentar um caso de estudo numa das nossas aulas. Nesse caso, os estudantes também beneficiam. 

Após tantos anos a trabalhar em sustentabilidade, quais os principais desafios que ainda subsistem? 

O mais visível é o da crise climática. Apesar de décadas de estudos, a situação continua a agravar-se. A transição energética está em curso, mas decorre demasiado lentamente. Outro desafio, talvez ainda mais crítico, é a perda de biodiversidade. Desde 1970, perdemos dois terços das populações de vida selvagem e há mais de um milhão de espécies em risco de extinção. Este fenómeno decorre sobretudo de alterações no uso do solo, com destaque para os setores alimentar, agrícola e urbano. É um tema complexo, de difícil perceção direta para muitas empresas, mas com consequências profundas. A desigualdade é outro problema persistente — tanto a nível de rendimentos como de género. Segundo o Fórum Económico Mundial, ao ritmo atual, levaríamos cerca de 150 anos a eliminar a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Pior ainda, está a emergir uma reação contra os princípios de diversidade, equidade e inclusão, sobretudo nos EUA, com repercussões negativas nas políticas empresariais. 

 

Como avalia o ecossistema empresarial e económico português? 

Estou ainda a conhecer melhor o contexto, mas vejo sinais positivos. No setor energético, há uma elevada incorporação de fontes renováveis. Existem também startups e empresas inovadoras em áreas-chave como o biometano e o hidrogénio verde — tecnologias essenciais para descarbonizar setores industriais de difícil transição. Empresas como a REGA Energy são bons exemplos, com a ambição de colocar Portugal na liderança da transição energética.  

Os setores alimentar e têxtil também demonstram forte compromisso com a sustentabilidade. A indústria da cortiça, por exemplo, é inerentemente regenerativa, e há avanços notáveis em biomateriais. A própria linguagem adotada em cursos da universidade — como o certificado em “sustentabilidade e regeneração” — mostra um posicionamento avançado face a outros países. Foi também um dos motivos que me levou a integrar este projeto. A nível municipal, há autarquias com abordagens bastante progressistas. Naturalmente, existirão diferentes níveis de maturidade, mas vejo vontade de inovar, tanto em startups como em empresas estabelecidas. 

 

O Kaleidoscope Future Labs faz parte da estrutura do Centro. Quais são as tendências mais relevantes que identifica no futuro próximo? 

Uma das áreas críticas é a Economia Circular. Num sistema finito, não é possível crescer indefinidamente sem dissociar esse crescimento do impacto ambiental. A circularidade é, portanto, uma condição essencial para a sustentabilidade futura. Há também um conjunto de tecnologias emergentes com impacto potencial transformador. As mais conhecidas são as ligadas à energia limpa — solar, eólica, baterias — que, combinadas, irão acelerar o declínio dos combustíveis fósseis.  

A mobilidade elétrica é outro vetor relevante, com Portugal já a atingir cerca de 25% de vendas de veículos novos elétricos. Menos conhecidas, mas igualmente promissoras, são as tecnologias relacionadas com o hidrogénio verde e a amónia verde. Estas permitirão fornecer calor de alta intensidade a setores como o cimento, aço ou fertilizantes, substituindo os combustíveis fósseis. 

No setor alimentar, destaco duas inovações disruptivas. A fermentação de precisão — produção de ingredientes via microrganismos — com um impacto ambiental até 90% inferior ao da pecuária tradicional. O mesmo se aplica à agricultura celular, onde se cultivam proteínas a partir de células. Ambas reduzem drasticamente as emissões, o uso de água e solo. Por fim, os biomateriais — obtidos a partir de plantas, cogumelos ou microrganismos — permitirão criar novos materiais, como tijolos ou têxteis autorreparáveis, com baixos impactos e grande potencial de inovação. 

Rita Rugeroni Saldanha,
Diretora de Conteúdos

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