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Na IA, «ética e transparência não são um gesto cosmético», defende Elsa Veloso

Na IA, «ética e transparência não são um gesto cosmético», defende Elsa Veloso

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11 Novembro, 2025 | 7 minutos de leitura

Empresas tecnológicas exigem líderes tecnológicos e, com o avanço exponencial da inteligência artificial (IA) nas organizações, criar uma estratégia sólida tornou-se uma vantagem competitiva determinante. Mais do que incorporar plataformas automatizadas, trata-se de adaptar a tecnologia à realidade e à cultura de cada empresa, equilibrando inovação com responsabilidade. Para Elsa Veloso, CEO da DPO Consulting, […]

Empresas tecnológicas exigem líderes tecnológicos e, com o avanço exponencial da inteligência artificial (IA) nas organizações, criar uma estratégia sólida tornou-se uma vantagem competitiva determinante. Mais do que incorporar plataformas automatizadas, trata-se de adaptar a tecnologia à realidade e à cultura de cada empresa, equilibrando inovação com responsabilidade.

Para Elsa Veloso, CEO da DPO Consulting, o verdadeiro poder da IA reside na ética e transparência, pilares que devem estar no centro das decisões empresariais. À Líder, a especialista defende que a governação da IA deve ser tratada como uma questão de gestão estratégica, com supervisão humana, formação especializada e estruturas de governance robustas. Porque, no futuro próximo, as organizações que aliarem responsabilidade digital à eficiência tecnológica serão as que realmente lideram com propósito, confiança e resultados sustentáveis.

Que lugar deve ocupar a ética e transparência da IA na hierarquia das organizações?

Devem estar no topo das prioridades. Ética e transparência não são um gesto cosmético, são condições estruturais para a sustentabilidade do negócio. Uma IA ética é uma IA que gera confiança, protege a reputação e assegura resultados duradouros. O AI Act veio reforçar essa visão: a governação da IA é agora uma responsabilidade de gestão, que exige supervisão humana, documentação e avaliação de risco proporcionais ao impacto de cada sistema.

Na DPO Consulting, trabalhamos precisamente esse equilíbrio, ajudar as empresas a desenvolver modelos de governance, compliance e gestão de risco que tornem a IA transparente, justa e controlável, transformando-a num verdadeiro ativo estratégico.

 

Até que ponto são estas características um fator competitivo?

São sem dúvida muito importantes. O AI Act criou um mercado europeu baseado na confiança, onde apenas soluções éticas, explicáveis e seguras operam com vantagem. A ética e a responsabilidade deixaram de ser burocracia para se tornarem diferenciação. As empresas que compreendem isto cedo conquistam espaço junto de clientes, investidores e reguladores.

Na prática, a confiança é o novo diferencial competitivo, e quem combina ética com Eficiência e Performance Digital, Inteligência Aplicada e Automação, e Cultura e Capacitação Data-Driven está não só a cumprir a lei, mas também a gerar valor real e sustentável.

 

Como é que as PMEs, com menos recursos técnicos e jurídicos, podem começar a integrar IA de forma segura e eficiente?

As PMEs podem e devem começar de forma pragmática. O AI Act reconhece que a aplicação dos requisitos deve ser proporcional ao risco e à dimensão da organização. Isso significa que uma PME não precisa de criar um departamento jurídico próprio, porém deve seguir princípios essenciais: escolher ferramentas fiáveis e transparentes, definir regras internas de utilização e formar as equipas para tirarem o máximo partido das tecnologias disponíveis.

A formação é a maior arma de inovação para as PME’s em particular. Quando as pessoas percebem o que está em jogo, como privacidade, enviesamento, confidencialidade, passam a usar IA com mais consciência e segurança. Na minha opinião – e como todos sabemos – as grandes plataformas tecnológicas globais começaram em garagens, o que significa que pequenas empresas com cultura sólida de responsabilidade e inovação tecnológica podem estar melhor preparadas para o futuro do que grandes organizações com processos desatualizados.

 

Quem deve ser responsável por garantir a ética da IA dentro das organizações — os departamentos de compliance, tecnológicos ou o próprio CEO?

É uma responsabilidade partilhada, liderada pela administração. O CEO define o tom estratégico e os departamentos de compliance e legal traduzem as obrigações legais em práticas internas, assegurando a conformidade ética. Será fundamental garantir uma implementação com resultados e elevado grau de segurança.

O ideal é constituir um comité multidisciplinar de governação da IA, com reporte direto ao Conselho de Administração. E é essencial que os líderes tenham formação especializada em IA aplicada ao negócio.

 

A ética digital deve ser ensinada aos colaboradores como uma competência de liderança?

Sim. Liderar no digital exige mais do que domínio técnico, requer compreensão do impacto humano, social e reputacional das decisões tecnológicas.

Na DPO Consulting promovemos programas que desenvolvem literacia ética e pensamento crítico sobre IA, com treino prático: identificar riscos, interpretar resultados, questionar decisões automatizadas e aplicar critérios éticos no dia a dia.

Líderes com esta literacia transformam a IA em vantagem competitiva, percebem o que significa Eficiência & Performance Digital, Inteligência Aplicada & Automação, Cultura & Capacitação Data-Driven e Literacia em AI.

 

Que exemplos e boas práticas destaca para uma criação de valor com IA?

Valor em IA constrói-se com método e consciência. O ponto de partida deve ser um uso com impacto mensurável e risco controlado, sustentado por avaliações de impacto, de eficiência e com visão das hipóteses de escalabilidade do processo, do sistema ou do produto.

As empresas que tratam a governação da IA como uma alavanca de performance são aquelas que colhem resultados. Integrar ética, privacidade e qualidade de dados desde o design permite transformar eficiência operacional em vantagem competitiva duradoura. Criar valor é exponenciar com propósito e liderar com visão.

 

Na sua experiência, onde falham mais frequentemente os líderes quando tentam aplicar IA nos seus negócios?

Falham quando confundem velocidade com maturidade. Implementam rápido, isto é, compram licenças rapidamente mas sem estratégia, sem política e sem supervisão. É preciso introduzir precisamente essa noção de necessidade de conhecer, avaliar, controlar e documentar.

No outro extremo, há quem fique paralisado pelo medo da complexidade. A liderança eficaz consiste em criar modelos ágeis de governação que permitam testar com segurança e aprender continuamente. A IA só é realmente transformadora quando alia velocidade à responsabilidade e converte a estratégia em fator de performance.

Como é que o Programa Executivo da DPO Consulting se destaca, relativamente a estas competências?

De forma pragmática e proporcional. O Programa Executivo da DPO Consulting foi concebido para se adaptar à dimensão de cada organização, o que significa que as empresas podem avançar com confiança sem necessidade de estruturas complexas. O essencial é garantir bases sólidas de literacia de IA: escolher ferramentas fiáveis e transparentes, definir regras internas de utilização como, por exemplo, nunca inserir dados pessoais ou confidenciais em plataformas abertas e investir na capacidade de utilização das equipas.

A literacia em IA e a capacitação digital são, na prática, a melhor forma de mitigação de risco e exponenciação de resultados. Quando as pessoas compreendem o impacto e o potencial da tecnologia, usam-na com mais consciência e eficácia. As empresas com uma cultura sólida de responsabilidade tecnológica e foco em Eficiência & Performance Digital conseguem automatizar de forma segura, otimizar processos e inovar com maior agilidade. Por vezes é mais complexa a penetração da transformação digital organizações presas a modelos obsoletos e com pouca capacidade de abertura à inovação.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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