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Home Notícias Política Presidenciais 2026: 11 candidatos, 11 frases sobre a liderança de cada um

Política

Presidenciais 2026: 11 candidatos, 11 frases sobre a liderança de cada um

Presidenciais 2026: 11 candidatos, 11 frases sobre a liderança de cada um

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9 Janeiro, 2026 | 9 minutos de leitura

Falta pouco mais de uma semana para os portugueses elegerem o líder de Portugal para os próximos quatro anos. As eleições presidenciais acontecem no dia 18 de janeiro, com as sondagens a variar drasticamente de dia para dia. De mais de 40 pré-candidatos ficaram onze, tornando esta corrida uma das mais concorridas de sempre e também das mais imprevisíveis.

Este é o terceiro e último sufrágio dos últimos doze meses, atípicos por já terem acontecido eleições legislativas e autárquicas. As presidenciais trazem mais um recorde: nunca se viu tantos candidatos apoiados por partidos ou um independente entre os favoritos sem qualquer experiência política.

A Líder reuniu algumas frases marcantes de cada um dos onze candidatos à presidência, que resumem o tipo de liderança que prometem dar ao país.

 

«É preciso ter coragem de enfrentar os privilégios de uma minoria» – André Pestana

O sindicalista e porta-voz do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação estreia-se na corrida presidencial depois de ser «desafiado por dezenas de pessoas» a avançar com uma candidatura independente.

Numa entrevista à RTP, o candidato garante ser o único empenhado em «acabar com os subsídios milionários, de milhões, aos partidos políticos». Em debate na Antena 1, o candidato sublinhou ainda que quer «representar uma esquerda claramente diferente, mais democrática», posicionando-se contra aquilo que considera privilégios instalados no sistema político.

 

«Sou o Presidente que quer dar um murro na mesa» – André Ventura

O líder do Chega volta a entrar na corrida a Belém depois do terceiro lugar nas Presidenciais de 2021, apresentando-se como um candidato antissistema e não apenas «uma jarra de enfeitar», no frente-a-frente televisivo com António José Seguro. Ventura foi mais longe ao dizer que não pretende ser «o presidente de todos os portugueses», mas sim dos «portugueses de bem.»

Toda a sua campanha presidencial ficou marcada por polémicas, culminando na decisão do Tribunal Cível de Lisboa que obrigou à retirada de cartazes com a mensagem ‘Os ciganos têm de cumprir a lei’, considerados discriminatórios e incitadores de ódio. O candidato classificou o processo como um «ataque à liberdade de expressão», mas alterou os cartazes para ‘As minorias do costume têm de cumprir a lei’.

 

«A Constituição não precisa de ser revista, mas tem de ser cumprida» – António Filipe

Jurista e antigo deputado do PCP, António Filipe apresenta-se como um candidato «pela mudança» e pela concretização dos direitos fundamentais previstos na Constituição, defendendo que o foco da Presidência deve estar na efetivação de direitos como a habitação, a saúde e a educação. Ao formalizar a candidatura no Tribunal Constitucional, sublinhou que pretende «agregar as vontades» de quem se identifica com os valores da Constituição e do 25 de Abril, insistindo que o país precisa menos de revisões e mais de cumprimento.

No frente-a-frente com André Ventura, recusou um discurso centrado no endurecimento policial e criticou a ideia de um Presidente atribuir «poderes excecionais à polícia», afirmando que isso só existiria «numa república das bananas». No mesmo debate, reforçou a defesa dos trabalhadores e da legislação laboral, assumindo a candidatura como uma alternativa à escalada securitária e à normalização do discurso de exceção, num momento em que considera a democracia sob pressão.

 

«As eleições presidenciais não são de partidos, são de pessoas» – António José Seguro

Numa arruada por Alvalade, o candidato afirmou à comunicação social que, apesar do historial socialista, se separa dessa gaveta, por separar as presidenciais de partidos. «As divergências partidárias são importantes em momentos de eleição, mas depois devem convergir para resolver os problemas dos portugueses», explicou.

Seguro garante estar longe dos «joguinhos de poder» e apresenta-se como um Presidente agregador, com «seriedade, independência e ação», prometendo colocar a ética e a confiança nas instituições no centro do mandato. «Quando o Estado e os governantes se esquecem da vida das pessoas, é natural que surja a ilusão do populismo e radicalismo», alertou, defendendo que combater a desilusão democrática exige proximidade, compromisso e reformas com impacto na vida quotidiana.

 

«Ouvimos atacar os imigrantes porque não se quer debater a economia que temos» – Catarina Martins

Antiga coordenadora do Bloco de Esquerda e atual eurodeputada, Catarina Martins entra na corrida a Belém como a candidata que procura dar voz a uma presidência de esquerda, centrada na defesa do Estado social, na igualdade e na democracia. No debate geral com os onze candidatos, tocou no tema da imigração, acrescentando que o problema do país «não é onde cada pessoa nasceu, mas sim os salários baixos.»

Nos debates, tem defendido que a prioridade deve ser garantir serviços públicos robustos, contestando o alargamento do papel dos privados na saúde e na educação e alertando que a transferência de recursos públicos para esse modelo «sai cara» ao país. No frente-a-frente com João Cotrim de Figueiredo, contrapôs que o essencial é assegurar que o Estado cumpre o seu papel de garantia universal.

 

«Podem confiar em mim para ser um Presidente que exige rigor, transparência e responsabilização» – Henrique Gouveia e Melo

O ex-chefe do Estado-Maior da Armada entra na corrida a Belém com a promessa de ser um Presidente independente e agregador, afirmando querer trazer «união» num país marcado pela polarização. No arranque oficial da campanha, garantiu que, «em momentos em que a opacidade toma conta de muitos discursos, traz clareza e transparência«, defendendo que a Presidência deve funcionar como garante de confiança num tempo de incerteza.

Durante a campanha, prometeu também trazer «rigor, transparência e responsabilização». Caso seja eleito, o Almirante promete exercer «magistratura de influência, numa pressão constante ao longo do tempo, com consistência, com persistência e com verdadeira vontade de mudança.»

 

«O maior problema do povo português é a habitação» – Humberto Correia

Candidato independente, Humberto Correia apresenta-se como alguém que vem «da pobreza» e conhece «o sofrimento do povo português», assumindo que a sua candidatura nasce da experiência pessoal de emigração e trabalho em França. Em entrevista à RTP, afirma que o seu foco é dar voz a quem sente que ficou para trás e aponta a habitação como prioridade absoluta: descreve o problema como um «desastre» que o preocupa «dia e noite», defendendo que a Presidência deve usar toda a sua influência para colocar o tema no centro das decisões políticas.

A sua candidatura procura afirmar-se, assim, como uma campanha centrada em problemas concretos e numa agenda social, mais do que em polémicas ou disputas partidárias.

 

«Um país de pessoas paradas é um país parado» – João Cotrim de Figueiredo

O antigo líder da Iniciativa Liberal apresenta-se como o candidato da modernização e da ambição, defendendo um país «preparado para o futuro» e centrado no «conhecimento, cultura e crescimento». Na apresentação oficial da sua candidatura, Cotrim de Figueiredo afirmou querer uma Presidência que empurre Portugal para a frente e que não se limite à gestão do dia-a-dia, insistindo na necessidade de reformas estruturais e numa economia mais competitiva. «Um país de pessoas paradas é um país parado», disse, nas redes sociais, associando estagnação económica ao sedentarismo, também característico em Portugal.

Em entrevistas e declarações públicas, tem assumido uma visão de liderança mais interventiva em matéria de justiça e responsabilidade política, defendendo que, perante suspeitas graves, o Presidente deve usar os seus poderes e influência: «se houver indícios suficientemente fortes… tenho o poder direto de destituir o Primeiro-Ministro», afirmou no podcast Política com Assinatura.

 

«Os portugueses estão fartos de ter de escolher entre o menos mau» – Jorge Pinto

Deputado e candidato do Livre, Jorge Pinto entra na corrida a Belém como a voz de uma esquerda que quer ser alternativa, reivindicando uma Presidência «presente» e comprometida com justiça social, sustentabilidade e transparência. Critica a lógica do ‘voto útil’, mas diz compreender a pressão, sublinhando que «os portugueses estão fartos de ter de escolher entre o menos mau». A mensagem é clara: exigir mais da liderança política e recusar a resignação como horizonte eleitoral.

Em entrevista à RTP, admitiu estar disponível para desistir caso isso evitasse uma vitória da direita que abrisse caminho a uma revisão constitucional, desde que exista reciprocidade entre candidaturas à esquerda. Assume-se «com muito orgulho de ser de esquerda» e defende que uma Presidência deve proteger direitos sociais, reforçar a democracia e combater desigualdades, com a habitação e o clima no centro do debate.

 

«Só desisto se for eleito» – Manuel João Vieira

A candidatura do fundador da banda Ena Pá 2000 e dos Irmãos Catita gerou celeuma desde o início. A linha entre a sátira e a seriedade é ténue, passando por promessas – algumas novas, outras repetidas de candidaturas anteriores – de vinho canalizado em todas as casas, fontes de bagaço nas ruas e um Ferrari para cada português.

Já não é a primeira vez que o tenta entrar na corrida a Belém, mas apenas desta vez reuniu as assinaturas necessárias para oficializar o nome no boletim de voto. Numa entrevista à RTP Notícias, afirmou que a recolha foi resultado de um «esforço realizado por uma equipa» e voltou a assumir o estilo irreverente que tem marcado a sua presença pública: desafiou os restantes candidatos a «dar um pé de dança» na noite de Passagem de Ano e prometeu levar a Belém uma agenda cultural com «fado nacional» e «leitão».

 

«Se vencer, sou eu quem vai para Belém e não o PSD» – Luís Marques Mendes

Antigo líder do PSD e comentador político, Luís Marques Mendes apresenta-se como o candidato da experiência e do conhecimento institucional, defendendo que o cargo de Presidente exige traquejo político, capacidade de mediação e leitura estratégica do Estado. o oficializar a candidatura, fez questão de sublinhar a sua independência: «Se vencer, sou eu quem vai para Belém e não o PSD», afirmou, procurando afastar a ideia de uma candidatura partidária e reforçando que será um Presidente de todos, com liberdade para agir.

No frente-a-frente com António Filipe, as divergências foram profundas, sobretudo sobre o papel do Estado e a leitura da Constituição, mas Marques Mendes procurou reforçar o seu posicionamento: um Presidente com experiência deve garantir estabilidade e evitar aventuras políticas em tempos de incerteza. A candidatura aposta, assim, num perfil institucional, que reivindica maturidade democrática e capacidade de conter crises antes de se tornarem rupturas.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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