O liberalismo – o irmão de modos mais suaves quando comparado com os mais ardentes nacionalismo e socialismo – nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e com os governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, […]
O liberalismo – o irmão de modos mais suaves quando comparado com os mais ardentes nacionalismo e socialismo – nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e com os governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina «obsoleta». O autor de “O Fim da História” define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância.


