Já está disponível a plataforma dedicada a facilitar novas conexões e acompanhar as organizações na sua jornada de sustentabilidade, tendo como meta a regeneração. A EarthWise Alliance, uma comunidade de consultores e freelancers, é a organização encarregue desta iniciativa. Esta rede de partilha de aprendizagens e de oportunidades de trabalho quer ativar competências distintas para […]
Já está disponível a plataforma dedicada a facilitar novas conexões e acompanhar as organizações na sua jornada de sustentabilidade, tendo como meta a regeneração. A EarthWise Alliance, uma comunidade de consultores e freelancers, é a organização encarregue desta iniciativa.
Esta rede de partilha de aprendizagens e de oportunidades de trabalho quer ativar competências distintas para cocriar propostas ao encontro da realidade de cada empresa, por todo o país.
Algumas de nós trabalham já há vários anos como independentes. Mas os desafios de Sustentabilidade exigem sinergias, porque são altamente complexos, multidisciplinares. Tocam toda a organização. Começámos a juntar-nos para ter essa visão mais sistémica, acompanhar a evolução na área, muito rápida, e ganhar escala para certos projetos”, conta a cofundadora Clara Silva. A vontade de criar uma plataforma agregadora para consultores foi crescendo e ganhou vida com um exercício de reflexão, em julho de 2023, que mapeou um sonho conjunto: “empoderar pessoas e organizações para regenerar o mundo.
Clara Silva, Cofundadora EarthWise Alliance
Liderança no feminino… e não só
A aliança reúne atualmente onze mulheres com formações, vivências e perspetivas diversas: da Biologia à Engenharia do Ambiente, Psicologia, Comunicação, Bioquímica, Turismo, Gestão e Design, com especializações em ESG, Sustentabilidade, Economia Circular e Liderança Regenerativa.
«Reconhecemos o papel das mulheres na liderança neste processo. Mas esta não é uma comunidade no feminino», diz Cristina Silva Bastos, também cofundadora do projeto. «Indo buscar a inspiração à sabedoria da Natureza, apostamos na diversidade, no fluxo entre divergências e convergências, para criar condições para novas respostas emergirem. Por isso abrimos portas a quem queira explorar possibilidades, pessoas e organizações, sempre com base nos valores que nos unem», acrescenta.
A participação como membro-aliado é regida por um “Pacto de Confiança”, um documento que guia o sentido de atuação, identifica os valores partilhados, a governança e apresenta uma distribuição financeira transparente.
«Tudo começa por uma mudança de mentalidade, de formas de ser, de estar e de fazer nas nossas empresas. E implica a mobilização de uma liderança partilhada, porque todos nós podemos e devemos ser agentes da mudança necessária», conclui Cristina Silva Bastos.



