Publicados pela primeira vez em 1936 e 1937, respetivamente, os dois livros mantêm-se um testemunho fundamental e a Dom Quixote volta a colocar os livros no mercado, num único volume, com prefácio do Paulo Tunhas. Por ocasião da sua viagem à URSS, a convite das autoridades do país, o escritor francês André Gide (1869-1951), Nobel […]
Publicados pela primeira vez em 1936 e 1937, respetivamente, os dois livros mantêm-se um testemunho fundamental e a Dom Quixote volta a colocar os livros no mercado, num único volume, com prefácio do Paulo Tunhas. Por ocasião da sua viagem à URSS, a convite das autoridades do país, o escritor francês André Gide (1869-1951), Nobel da Literatura em 1947, descobre, por detrás de um aparente entusiasmo coletivo, um projeto que o desilude. Testemunho que causou muito debate na época.



