• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «O poder político é um servo voluntário da riqueza», afirma o filósofo Viriato Soromenho-Marques

      «O desejo de futuro é um desejo da Modernidade». Não perca a programação do ESPANTO para este fim de semana. Saiba tudo aqui.

      Bolas de Ouro, Botas de Ouro… os jogadores e os seus luxos além dos golos

      Salário leva 77% dos trabalhadores a procurar um novo emprego

      Antes de marcar as férias, veja o que deve fazer ao subsídio

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O poder político é um servo voluntário da riqueza», afirma o filósofo Viriato Soromenho-Marques

      «A análise relevante está concentrada em grandes instituições, fundos e family offices», afirma Bernardo Barcelos

      Pacote laboral: «os principais beneficiados pelo capital são os trabalhadores», defende o economista João César das Neves

      «Trinta ou quarenta horas é quase indiferente se a formação não acrescentar valor real», explica Luís Marinho

      Pedro Miranda: «Portugal pode tornar-se um eletro-estado dentro de 15 a 20 anos»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «O poder político é um servo voluntário da riqueza», afirma o filósofo Viriato Soromenho-Marques

      «O desejo de futuro é um desejo da Modernidade». Não perca a programação do ESPANTO para este fim de semana. Saiba tudo aqui.

      Bolas de Ouro, Botas de Ouro… os jogadores e os seus luxos além dos golos

      Salário leva 77% dos trabalhadores a procurar um novo emprego

      Antes de marcar as férias, veja o que deve fazer ao subsídio

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «O poder político é um servo voluntário da riqueza», afirma o filósofo Viriato Soromenho-Marques

      «A análise relevante está concentrada em grandes instituições, fundos e family offices», afirma Bernardo Barcelos

      Pacote laboral: «os principais beneficiados pelo capital são os trabalhadores», defende o economista João César das Neves

      «Trinta ou quarenta horas é quase indiferente se a formação não acrescentar valor real», explica Luís Marinho

      Pedro Miranda: «Portugal pode tornar-se um eletro-estado dentro de 15 a 20 anos»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Cibersegurança Economia Notícias Da guerra híbrida ao «efeito Trump»: os riscos que tiram o sono às empresas portuguesas

Cibersegurança

Da guerra híbrida ao «efeito Trump»: os riscos que tiram o sono às empresas portuguesas

Link copiado

Partilhe este conteúdo

18 Fevereiro, 2026 | 5 minutos de leitura

A instabilidade geopolítica está a ganhar peso nas decisões estratégicas das empresas portuguesas. A segunda edição do Barómetro do Risco Geopolítico para Empresas, do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School, revela que os ciberataques de grande dimensão, a possibilidade de uma nova crise financeira e a disrupção das cadeias de abastecimento são hoje os riscos mais temidos no curto e médio prazo.

O estudo, que recolheu 330 respostas válidas entre executivos de empresas com operação nacional e internacional, mostra uma perceção clara de que a competição geopolítica está a intensificar-se — e que os seus efeitos já não são abstratos.

A ameaça híbrida no topo das inquietações

Os ciberataques de grande escala, enquadrados numa lógica de ameaça híbrida com possível patrocínio estatal, surgem como o principal risco identificado tanto a um como a três anos. Cerca de 63% dos inquiridos classificam-nos como risco elevado.

O barómetro aponta para um cruzamento entre riscos ‘ciber’ de natureza criminosa e riscos estritamente geopolíticos, num contexto em que infraestruturas críticas e grandes empresas se tornam alvos estratégicos.

Também os conflitos intraeuropeus reforçam a preocupação das organizações. Seja na sua dimensão militar direta, seja através de formas híbridas de ataque, o risco é considerado elevado por 63% das empresas no curto prazo e por 53% no médio e longo prazo.

O fantasma de 2007 ainda pesa

A possibilidade de uma nova crise financeira continua a marcar o imaginário empresarial. Para 58% dos inquiridos, trata-se de um risco elevado.

Jorge Rodrigues, co-coordenador do Observatório do Risco Geopolítico para Empresas da Porto Business School, sublinha que esta perceção remete para um «terreno familiar», recordando a crise de 2007 como referência negativa ainda presente. A instabilidade geopolítica poderá, segundo o responsável, gerar perda de confiança nos mercados, choques económicos e constrangimentos ao investimento e ao crédito.

Cadeias de abastecimento sob pressão

A eventual disrupção das cadeias de abastecimento sobe ao terceiro lugar das principais preocupações, sendo apontada como risco elevado por 55% dos inquiridos. Entre empresas importadoras e exportadoras, a perceção agrava-se: 72% identificam este fator como uma ameaça crítica.

O estudo associa esta preocupação à crescente tensão no comércio internacional e à atuação da nova administração norte-americana. Ainda assim, os conflitos comerciais entre EUA, China e União Europeia descem para o quinto lugar do ranking, tanto a curto como a médio prazo.

Segundo Jorge Rodrigues, a adaptação das empresas ao chamado «efeito Trump» e a perceção de que algumas ameaças comerciais acabam por ser mitigadas através de negociação podem explicar esta descida. O responsável deixa, contudo, uma interrogação quanto à evolução futura de dossiers mais complexos, como o programa nuclear iraniano ou a questão de Taiwan.

Riscos subavaliados?

De forma surpreendente, a negação de acesso à tecnologia surge apenas na sexta e oitava posições (a três e um ano, respetivamente), apesar do contexto de forte competição geoeconómica global, nomeadamente entre China e Estados Unidos. O impacto poderá variar consoante o setor de atividade, mas é considerado um risco estrutural relevante.

Também a desinformação associada à inteligência artificial aparece apenas na nona posição, sinalizando que o tecido empresarial pode ainda não estar plenamente consciente do potencial disruptivo deste fenómeno.

Outras preocupações mencionadas incluem riscos nucleares, biológicos e químicos, radicalização política e migrações.

Setores mais expostos

O impacto da instabilidade geopolítica não é homogéneo. Empresas da indústria transformadora apontam a disrupção das cadeias de abastecimento como principal risco, seguida de ciberataques e conflitos na Europa. Já no setor financeiro e segurador, as questões energéticas assumem particular relevância.

Curiosamente, nas organizações com investimento direto no estrangeiro, a disrupção logística não figura entre os três principais riscos a três anos, contrariando a tendência geral.

«A instabilidade geopolítica traduz-se numa elevada incerteza no comércio internacional, sendo naturalmente sentida com maior intensidade pelas organizações com maior exposição aos mercados externos», afirma Jorge Rodrigues.

Parcerias e I&D como escudo estratégico

Perante este cenário, as empresas procuram reforçar mecanismos de mitigação. As parcerias estratégicas são apontadas como principal ferramenta (44%), seguidas de tratados multilaterais (42%), investimento em investigação e desenvolvimento (40%) e reforço da preparação geopolítica interna (37%).

Segundo o responsável da Porto Business School, esta tendência revela que o setor empresarial pretende reforçar competências próprias e não depender exclusivamente do Estado para enfrentar riscos geopolíticos. O apoio estatal não surge como prioridade, embora exista confiança na importância de tratados internacionais estabilizadores.

A escola prepara, entretanto, a oitava edição do programa executivo ‘Risco Geopolítico e Estratégia para Executivos’, desenvolvido com o Instituto da Defesa Nacional, com início previsto para 5 de março.

Num contexto global marcado por guerra híbrida, fragmentação económica e volatilidade política, o barómetro confirma que a geopolítica deixou de ser um tema periférico para as empresas portuguesas. Tornou-se um fator estrutural na gestão de risco, com impacto direto na resiliência e competitividade do tecido empresarial nacional.

Redação,
Equipa editorial Líder

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Cultura e Lifestyle

Jun 26, 2026

«O poder político é um servo voluntário da riqueza», afirma o filósofo Viriato Soromenho-Marques

Ler Entrevista

Cultura e Lifestyle

Jun 26, 2026

«O desejo de futuro é um desejo da Modernidade». Não perca a programação do ESPANTO para este fim de semana. Saiba tudo aqui.

Ler notícia

Desporto

Jun 26, 2026

Bolas de Ouro, Botas de Ouro… os jogadores e os seus luxos além dos golos

Ler notícia

Trabalho

Jun 26, 2026

Salário leva 77% dos trabalhadores a procurar um novo emprego

Ler notícia

Finanças

Jun 25, 2026

Antes de marcar as férias, veja o que deve fazer ao subsídio

Ler notícia

Entrevistas

Jun 25, 2026

«A análise relevante está concentrada em grandes instituições, fundos e family offices», afirma Bernardo Barcelos

Ler Entrevista

Cultura e Lifestyle

Jun 25, 2026

Vai trabalhar durante as férias? Estes são os cinco erros que podem arruinar o seu descanso

Ler notícia

Sociedade

Jun 25, 2026

Longevidade está a mudar o imobiliário: compradores procuram casas para viver melhor durante mais tempo

Ler notícia

Legislação

Jun 25, 2026

As novas regras dos voos na UE estão a chegar (e não agradam a todos)

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Líder Corner

Jun 23, 2026

Employer Branding: o problema quase nunca está na comunicação

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Jun 23, 2026

Se o salário abre a porta, o que convence o talento a não sair?

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Jun 23, 2026

‘Ticket Simple’: a nova aposta da Ticket na simplificação dos benefícios.

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.