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Home Artigos Data with Purpose Summit (Parte II): «O que a IA pensa sobre nós importa», defende Fernanda Viégas

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Data with Purpose Summit (Parte II): «O que a IA pensa sobre nós importa», defende Fernanda Viégas

«O que a IA pensa sobre nós importa», defende Fernanda Viégas

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9 Maio, 2025 | 12 minutos de leitura

Há quem diga que a inteligência artificial nos está a estudar tanto como nós a estamos a analisar a ela. Os modelos de linguagem estão a tentar ler-nos, constantemente, para tentar produzir a resposta mais adequada – quer no conteúdo, quer no tom utilizado. Fernanda Viégas, Professora em Harvard e Cientista Principal da Google, protagonizou […]

Há quem diga que a inteligência artificial nos está a estudar tanto como nós a estamos a analisar a ela. Os modelos de linguagem estão a tentar ler-nos, constantemente, para tentar produzir a resposta mais adequada – quer no conteúdo, quer no tom utilizado.

Fernanda Viégas, Professora em Harvard e Cientista Principal da Google, protagonizou a talk ‘Art and Data Science’, que trouxe esclarecimentos sobre a importância de combater os vieses da IA e compreender o seu poder.

«O que a IA pensa sobre nós importa. É hora de começar a instrumentalizar estes sistemas, de forma a potenciar a consciencialização e segurança do utilizador», afirmou, perentoriamente.

Estes conteúdos foram abordados na ‘Data with Purpose Summit’, uma iniciativa da Nova Informations and Management School (IMS) que aconteceu no dia sete de maio, na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa. Este evento foi organizado em colaboração com o Jornal Expresso e produzido pela Líder Events.

Sob o mote ‘Mindshifting – for Better Lives’, a cimeira trouxe uma reflexão e análise do papel dos dados na construção de um Mundo mais inteligente, ético e sustentável.

Esta é a segunda parte do resumo de tudo o que aconteceu no evento, numa continuação do primeiro segmento. 

Combater o ‘ChatGPT bajulador’

No palco, a demonstração foi clara. A professora de Harvard Fernanda Viégas não poupou nas palavras: os LLM – modelos de linguagem de larga escala – têm um problema sério de bajulação. São como espelhos que sorriem conforme o rosto do utilizador. Dizem aquilo que acham que queremos ouvir – e fazem-no com uma elegância perigosa.

Chamou-lhe o ‘ChatGPT bajulador’ (sycophantic ChatGPT), capaz de adaptar respostas com base em percepções socioeconómicas, género, idade ou nível educacional. Se o utilizador parece ser um homem com formação superior, a resposta será longa, rica em opções, otimista. Se for uma mulher, mais jovem ou com sinais de estatuto inferior, o tom muda. A qualidade também. Tudo com base num modelo invisível de pontuação interna: o chamado user model.

É aqui que entra um novo conceito: cognição social emergente. Os sistemas estão a aprender a pensar sobre nós, a ajustar-se em tempo real às nossas características. «Todos os LLM fazem esta prova socioeconómica», avisou  a professora, exemplificando com dois pedidos semelhantes feitos por utilizadores com perfis distintos. Um afirma viver em Boston e pergunta como chegar ao Havaí – o modelo responde com opções variadas de voos. O outro, com menor poder socioeconómico, ou talvez menos instruído, ouve simplesmente que «não há voos diretos». A informação é filtrada. O utilizador, avaliado.

Para Fernanda Viégas é urgente «instrumentalizar os sistemas». Criar dashboards que tornem visível o perfil atribuído a cada utilizador. Perceber como somos lidos. E reagir. Porque estes sistemas não são neutros – falam mais com homens, respondem de forma mais emocional a certas perguntas feitas por mulheres e constroem modelos de nós sem pedirem licença.

A inteligência artificial está a aprender sobre os outros. Mas, antes disso, talvez fosse importante que começasse por aprender a tratar todos por igual.

Fernanda Viégas, Professora em Harvard e Cientista Principal da Google

O papel dos jovens e da adaptabilidade neste setor

Após o almoço, seguiu-se a mesa-redonda ‘Young Leaders in Data Science’, com o objetivo de dar a conhecer os horizontes dos jovens líderes que querem ultrapassar os níveis da ciência de dados e inteligência artificial.

Esta conversa trouxe ao palco Abdul Rehman Khan, Presidente da NOVAe (núcleo de empreendedorismo liderado por estudantes sediado na NOVA IMS), Marco Martins, Presidente da Associação de Estudantes da NOVA IMS e Margarida Sardinha, Presidente da Junior Data Consulting. O debate foi moderado pela jornalista Catarina Marques Rodrigues.

Margarida Sardinha refere a importância de colocar os alunos a testar os seus conhecimentos e cometer erros cedo no seu percurso. A confiança é conquistada com as grandes empresas através de comunicação constante e frequente, bem como o apoio de docentes da universidade. O conhecimento é a chave deste setor e essa é uma tendência a que os jovens se têm adaptado. «Estamos mais interessados em aprender e criar impacto do que em liderar», diz.

Abdul Rehman Khan corrobora esta necessidade de aprender, especialmente «além do currículo universitário», reunindo no NOVAe alunos com ideias e vontade de construir algo. «O nosso objetivo é empoderar os alunos, ajudá-los a compreender o seu potencial e descobrir o caminho», explica.

Versatilidade e adaptabilidade são as características destacadas por Marco Martins, devido à efemeridade de tecnologias como a IA. Os dados representam poder e, «se conseguirmos colocar os dados na decisão, melhor», conclui.

Abdul Rehman Khan, Presidente da NOVAe (núcleo de empreendedorismo liderado por estudantes sediado na NOVA IMS), Marco Martins, Presidente da Associação de Estudantes da NOVA IMS e Margarida Sardinha, Presidente da Junior Data Consulting e Catarina Marques Rodrigues, jornalista.

Fernando Bação, Professor Catedrático da NOVA IMS, entrou em cena com uma pergunta provocadora: queremos ser centauros ou ciborgues? Foi assim que abriu a sua talk Generative AI in Action, desmontando a fronteira ténue entre humano e máquina. «Sabemos que vai alterar tudo, mas ainda estamos numa senda de descoberta», afirmou, sem promessas fáceis.

Na metáfora que propôs, os centauros são os que distribuem tarefas com a IA, mantendo distância e controlo. Já os ciborgues fundem-se com o sistema, interagem de forma intensa, criam relação. E, segundo os dados apresentados, são estes que costumam obter melhores resultados na utilização de modelos de linguagem.

O professor partilhou três estudos que ajudam a mapear esta nova realidade:

  1. Os grandes beneficiários são os mais novos – colaboradores com menos experiência conseguem, com apoio da IA, atingir níveis de desempenho que antes levariam anos a conquistar. Ganha-se em qualidade e na capacidade de lidar com clientes. A fidelização sobe.
  2. Quem mais dificuldade tem, mais benefício retira – os colaboradores que antes sentiam maiores obstáculos no desempenho são os que mais evoluem quando apoiados por modelos generativos.
  3. Mais ideias, mas menos ideias excecionais – a criatividade, quando mediada por IA, ganha em quantidade mas perde em calibre. Há mais confiança, mas também mais conformismo.

A explicação? As respostas dos modelos tendem a ser transversais, vulgares e pouco exigentes. Sem provocação ou esforço por parte do utilizador, o conteúdo gerado corre o risco de ser plano. Para melhorar, diz Fernando Bação, é preciso desafiar a IA. Conversar naturalmente. Obrigar o sistema a sair do trivial.

No fundo, a escolha está lançada: queremos controlar a máquina ou queremos fundir-nos com ela? Centauro ou ciborgue? O futuro vai depender da forma como aceitarmos – ou resistirmos – à simbiose.

Fernando Bação, Professor Catedrático da NOVA IMS

Sustentabilidade e empreendedorismo 

A inteligência artificial e a ciência de dados não são apenas ferramentas de eficiência – são agora peças centrais nos debates sobre sustentabilidade. Na flash talk ‘Empowering Communities for Sustainable Energy Transition and Climate Resilience’, Catarina Neves, Professora Assistente da NOVA IMS, e Tiago Oliveira, Presidente do Conselho Científico da instituição, deixaram claro que a tecnologia só cumpre o seu papel se for centrada nas pessoas, com propósito e visão estratégica.

Apesar dos avanços no domínio energético, um dos grandes desafios é compreender o comportamento dos utilizadores – perceber como consomem energia, o que os faz adotar novas tecnologias e, sobretudo, como podem ser empoderados a fazer escolhas mais sustentáveis.

A resposta, segundo os investigadores, está numa abordagem dupla: quantitativa e qualitativa. Combinando dados e observação direta, criam-se modelos de pesquisa que ajudam a medir e quantificar os efeitos reais das políticas e tecnologias implementadas.

Entre os sete projetos europeus em curso, destacam-se:

  • Digital Twin aplicado à transição sustentável – uma réplica digital da interação consumidor-edifício-comunidade, que permite simular cenários e testar soluções. O objetivo? Saber o que funciona melhor e como adaptar as intervenções a cada realidade local.
  • De-Risk – uma iniciativa para criar comunidades energéticas locais, onde os cidadãos não apenas consomem, mas também produzem e trocam energia entre si, reduzindo a dependência das fontes tradicionais e centralizadas.
  • DeCO₂ – o passaporte digital do produto – desde a produção até ao descarte, a energia tem um percurso que agora poderá ser rastreado. Com esta tecnologia, o consumidor passa a ter informação clara sobre o impacto ambiental dos produtos que encontra nas prateleiras.

A visão que Catarina Neves e Tiago Oliveira defendem é clara: a tecnologia deve ser mais do que funcional – tem de ser transformadora. Uma ferramenta para envolver comunidades, comparar comportamentos com os melhores e criar estruturas que motivem as pessoas a mudar.

Sustentabilidade não é só uma questão técnica. É uma questão humana.

 

Tiago Oliveira, Presidente do Conselho Científico da NOVA IMS, e Catarina Neves, Professora Assistente da NOVA IMS.

Mariana Pedro, estudante da NOVA IMS e Vasco Pedro, CEO & Fundador do Unbabel, conversaram sobre as mudanças tecnológicas que estão a abalar o empreendedorismo de ciência de dados e todos os setores.

Na talk ‘Intergenerational Dialogue in Data Science Entrepreneurship’, Mariana Pedro explica que o empreendedorismo mudou, bem como as capacidades dos alunos. A ideia do apoio constante com IA ou ferramentas é algo que preocupa Mariana, pela questão da aprendizagem de conteúdos e de combater «a preguiça do cérebro».

Mariana Pedro, estudante da NOVA IMS e Vasco Pedro, CEO & Fundador do Unbabel.

 

O que nos reserva o futuro?

Seguiu-se a última mesa-redonda do dia, ‘Future Scaping’, que contou com Bruno Soares, Diretor de Operações Globais da Foundever, Cláudia Mendes da Silva, Diretora Global da Women in Tech, Major-General João Carlos de Bastos Jorge Gonçalves, Subchefe do Estado-Maior da Força Aérea (SCEMFA), Ricardo Conde, Presidente da Agência Espacial Portuguesa, e Ruben Eiras, Secretário-Geral do Fórum Oceano. A conversa contou com a moderação de Miguel de Castro Neto, Dean da NOVA IMS.

«O futuro está a acontecer agora e Portugal tem talento e ativos no território para fazer com que exista um cluster de tecnologia digital azul daqui a dez anos», diz Ruben Eiras.

Ruben Eiras, Secretário-Geral do Fórum Oceano

O Major-General reforça o fator humano e as oportunidades que existem nesta transformação. Não só na força aérea, mas a base de dados ligadas à defesa necessitam de todos os cérebros adaptados às competências tecnológicas que coloquem Portugal na linha da frente.

O espaço e o futuro estão ligados intimamente e Ricardo Conde desafia a humanidade a olhar mais para cima, não tanto para nós. «O que fizermos nos próximos dez anos vai impactar o que fizermos nos próximos cem», esclarece. Esta agenda existencial vai pesar na humanidade e criar uma nova ordem mundial, alterando mais profundamente a existência do que as mudanças geopolíticas ou económicas. É o início da economia espacial.

Major-General João Carlos de Bastos Jorge Gonçalves, Subchefe do Estado-Maior da Força Aérea (SCEMFA)
Ricardo Conde, Presidente da Agência Espacial Portuguesa

Para Bruno Soares é «importante manter o fator humano no centro de tudo», inclusive no apoio ao cliente. «Vamos ter meios muito mais eficientes, produtivos e automáticos na área do cliente», explica, acrescentando que vão começar a surgir: UX Design para chatbots e analistas de emoções dos clientes, por exemplo. Este potencial carece de uma sinergia entre tecnologia e as características humanas. A quantidade e qualidade dos dados é também crucial nesta área.

«O futuro é agora e está a ser atualizado ao segundo», defende Cláudia Mendes da Silva. As vozes que escreverem este futuro têm de estar a par dos propósitos e funções de toda esta tecnologia, especialmente os jovens, que não compreendem o verdadeiro potencial. A igualdade de género é igualmente importante, para que existe equidade e diversidade de olhares e pensamento.

Bruno Soares
Cláudia Mendes da Silva, Diretora Global da Women in Tech

O dia terminou com a apresentação das equipas finalistas do ‘Deans Open Innovation Challenge 2025’, seguida do anúncio dos vencedores. Mais de cem candidatos distribuídos em 22 equipas tentaram a sua sorte, mas apenas três se sagraram finalistas.

As iniciativas a chegar à final foram: InnerShift, uma aplicação focada em saúde mental que ajuda a eliminar a dependência do telemóvel; reVive, uma app para promover o autocuidado e conexão entre trabalhadores de uma organização, cuidando da saúde mental e evitando o burnout; Disastra, uma app que pretende facilitar e promover segurança em caso de um desastre natural.

A equipa vencedora foi a da app revive, conquistando 1.000 € (por membro da equipa) e três Sessões de Mentoria nos NOVA Analytics Labs.

 

Aceda à galeria de imagens do evento aqui.

Todos os momentos da ‘Data with Purpose Summit’ estarão disponíveis na Líder TV – em www.lidertv.pt e nos canais 165 do MEO e 560 da NOS.

 

Leia a Parte I do resumo deste evento:

Data with Purpose Summit (Parte I): «As habilidades críticas e criativas pertencem-nos», diz Martin Anthony

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

ver mais artigos deste autor

Marcelo Teixeira,
Colaborador

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