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Home Economia Notícias Tecnologia Inteligência artificial: terceira revolução industrial ou a próxima grande bolha?

Tecnologia

Inteligência artificial: terceira revolução industrial ou a próxima grande bolha?

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2 Fevereiro, 2026 | 5 minutos de leitura

À medida que os investidores afinam as apostas para 2026, uma pergunta ganha peso real: a inteligência artificial é o motor de uma nova revolução económica ou uma bolha tecnológica prestes a rebentar, com impacto suficiente para empurrar os Estados Unidos para a recessão?

A questão é material. As sete maiores tecnológicas norte-americanas já representam mais de 30% do S&P 500. Só em 2024, o investimento agregado em IA por parte dos grandes hyperscalers ultrapassou 200 mil milhões de dólares, sobretudo em centros de dados, semicondutores e capacidade energética. Se esta aposta falhar, o choque não fica confinado ao setor tecnológico.

Este artigo parte de uma interpretação e adaptação de uma análise económica internacional da autoria de David Rees, Diretor de Economia Global, publicada pela Schroders.

Um ponto de partida comum: crescimento e excesso de capital

Os dois cenários partem de pressupostos semelhantes. A economia norte-americana entra em 2026 com crescimento próximo de 2%, desemprego ainda abaixo de 4,5% e condições financeiras relativamente acomodatícias. Ao mesmo tempo, os hyperscalers continuam a expandir o investimento em capital (capex) a taxas superiores a 20% ao ano.

Este fluxo de capital sustenta os mercados acionistas e empurra as valorizações tecnológicas para múltiplos historicamente elevados. Em alguns segmentos ligados à IA, os rácios preço/lucro ultrapassam 35 a 40 vezes, níveis que exigem crescimento rápido e sustentado para serem justificados.

O ponto de rutura surge quando o mercado deixa de premiar a promessa e começa a exigir retorno.

AI Bust: matemática contra narrativa

No cenário AI Bust, torna-se claro que uma parte significativa do investimento em IA não gera retorno suficiente. A monetização fica aquém do esperado, as margens não acompanham o volume de capital investido e os projetos são adiados ou cancelados.

Assume-se uma queda acentuada do mercado acionista, liderada pela tecnologia, com perdas na ordem dos 20% a 30% nos principais índices. O investimento empresarial entra em contração durante cerca de dois anos, à semelhança do que aconteceu após 2001, quando o investimento privado nos EUA caiu mais de 15% em termos reais.

A deterioração da confiança empurra o desemprego para valores próximos de 6%, o consumo abranda e a economia norte-americana entra numa recessão moderada. A Reserva Federal responde com cortes agressivos nas taxas de juro, levando-as para níveis abaixo do neutro, possivelmente na ordem dos 2%.

Com estímulo orçamental limitado mas presente, a economia estabiliza e entra numa recuperação cíclica a partir de 2028, desta vez menos concentrada na tecnologia e com maior dispersão setorial.

AI Boom: produtividade dispara, emprego não

No cenário AI Boom, a correção de mercado funciona como seleção natural. Algumas empresas caem, outras consolidam-se, e o investimento acelera de forma ainda mais agressiva.

O capex tecnológico cresce a ritmos exponenciais, com foco em automação, robótica, IA aplicada à indústria, logística e serviços. O efeito macroeconómico central é a produtividade: assume-se um crescimento sustentado próximo de 3,5% ao ano, face a uma média histórica de cerca de 1,5% nas últimas duas décadas.

Este salto permite um crescimento do PIB real acima de 3%, mas cria um desfasamento estrutural no mercado de trabalho. Mantendo-se estáveis o crescimento populacional e a taxa de participação, o aumento da produtividade implica um acréscimo do desemprego para níveis entre 5,5% e 6,5% — não por crise, mas por substituição tecnológica.

Inflação: desce num lado, sobe noutro

O cenário de boom tecnológico gera uma economia a duas velocidades. O aumento do desemprego e a pressão sobre salários têm um efeito desinflacionista claro nos serviços, na habitação e no consumo discricionário. No entanto, o lado da oferta sofre tensão.

Os centros de dados consomem quantidades massivas de energia. Estima-se que a procura elétrica associada à IA possa aumentar o consumo total dos EUA em 3% a 5% ao longo de poucos anos. Cerca de 50% da eletricidade norte-americana é gerada a partir de gás natural, o que cria pressão ascendente sobre os preços.

O impacto não fica pela energia: o gás é essencial na produção de fertilizantes, abrindo espaço para efeitos de segunda ordem nos preços alimentares. O resultado é uma inflação mais baixa nos serviços e mais persistente nos bens e na energia.

O nó fiscal e político

Aqui surge o verdadeiro problema estrutural. Cerca de 75% das receitas federais dos EUA provêm da tributação do trabalho, enquanto apenas 25% resultam da tributação das empresas. Ao mesmo tempo, uma parte significativa da despesa pública está ligada a prestações sociais.

Num cenário de crescimento com menos emprego, a base fiscal encolhe precisamente quando a despesa tende a aumentar. A resposta lógica — maior tributação sobre empresas altamente produtivas — implica uma revisão profunda do sistema fiscal e enfrenta resistência política evidente.

A questão deixa de ser económica e passa a ser política: até que ponto os governos estão dispostos a aceitar crescimento sem emprego?

O risco real: fingir que isto é só mais um ciclo

Do ponto de vista dos mercados, o maior risco não é errar no cenário, mas tratar a inteligência artificial como apenas mais uma moda tecnológica. Quando estão em cima da mesa cenários que vão de uma recessão clássica a uma transformação estrutural do capitalismo, a complacência não é prudência. É miopia.

A IA pode falhar. Pode também funcionar melhor do que o esperado. O que já não pode é ser ignorada.

Marcelo Teixeira,
Colaborador

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