Uma das grandes dificuldades em lançar uma empresa de raiz prende-se com o esforço associado à gestão do dia-a-dia, mais do que a boa ideia que se teve no início. A empreendedora Patrícia Cruz Silva criou a marca apatricia.com, um serviço de apoio a freelancers e pequenas estruturas na gestão, contabilidade e organização dos seus […]
Uma das grandes dificuldades em lançar uma empresa de raiz prende-se com o esforço associado à gestão do dia-a-dia, mais do que a
boa ideia que se teve no início. A empreendedora Patrícia Cruz Silva criou a marca apatricia.com, um serviço de apoio a freelancers e pequenas estruturas na gestão, contabilidade e organização dos seus negócios.
Os trabalhadores independentes, em especial os dos meios criativos ou em especial da indústria criativa, têm dificuldade em gerir toda a parte burocrática: abrir e encerrar atividade, emitir faturas, tratar de obrigações declarativas e fazer pagamentos dentro dos prazos.
As consequentes vagas da Pandemia levaram a perdas de emprego em vários setores, sobretudo na área criativa, tanto para mulheres como para homens, mas, segundo um estudo do Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE), a recuperação de trabalho foi mais fácil para eles do que para elas.
O trabalho tornou-se mais remoto, e focado no digital. E por isso, há́ cada vez mais criativos e sobretudo mulheres a criarem empresas do zero e a darem cartas como empreendedores, sendo Portugal o sexto País do mundo com melhores oportunidades e condições de apoio para as mulheres crescerem enquanto empreendedoras – e é, neste arranque, que importa saber quais os apoios do estado a que podem aceder, que nível de flexibilização de impostos podem obter, etc.
“Apatricia.com é um projeto de apoio individual e corporativo, que surgiu com o objetivo de apoiar pessoas que também resolveram arriscar no desenvolvimento do seu negócio. O foco dos freelancers da indústria criativa tem de estar na criatividade, não sobrando muito tempo nem vontade para outras tarefas mais burocráticas. Isso leva muitas vezes a que entreguem declarações fora de prazo, paguem coimas, não aproveitem deduções ou não tenham noção do impacto fiscal dos valores faturados. Aquilo que garantimos é um apoio personalizado, que nos permite tomar conta dessas questões para que possam focar-se no que de facto fazem bem”, explica Patrícia Cruz Silva.
O público-alvo são jovens ativos, na faixa etária dos 18 aos 45, com particular incidência no intervalo entre os 25 e os 34, onde estão mais de 50% dos seguidores e interações nas redes sociais da marca.



