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«O futuro da educação não é exclusivo, é colaborativo», defende Déspina Sarioglou

«O futuro da educação não é exclusivo, é colaborativo», defende Déspina Sarioglou

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19 Agosto, 2025 | 11 minutos de leitura

À frente da Beyond International School, Déspina Sarioglou lidera um projeto educativo que promete desafiar os modelos convencionais de ensino. Com uma proposta centrada no desenvolvimento de competências humanas, emocionais e cívicas, a escola abre portas em Oeiras, já no próximo mês de setembro para o primeiro ano letivo. Numa altura em que se repensam […]

À frente da Beyond International School, Déspina Sarioglou lidera um projeto educativo que promete desafiar os modelos convencionais de ensino. Com uma proposta centrada no desenvolvimento de competências humanas, emocionais e cívicas, a escola abre portas em Oeiras, já no próximo mês de setembro para o primeiro ano letivo.

Numa altura em que se repensam os modelos de liderança e de educação, Déspina conta à Líder os princípios que orientam a escola, os desafios de liderar uma nova comunidade educativa e o papel transformador da educação na formação das lideranças de amanhã.

Qual é a missão da Beyond International School e que impacto pretendem trazer para o mundo? Em que medida procuram estar ‘além’ do ensino tradicional?

A missão da Beyond International School é formar seres humanos completos, conscientes de si, dos outros e do planeta, através de uma educação que vai além dos moldes tradicionais. Queremos educar com propósito, resgatando o que é mais essencial na experiência humana: a empatia, a ligação à natureza, a escuta ativa, a criatividade e o autoconhecimento.

Estar ‘Beyond’ significa justamente isso: ir além de um currículo rígido, de notas, testes e resultados. Significa ensinar com presença, sensibilidade e visão. Somos uma escola construída por pessoas que acreditam profundamente numa educação enraizada no desenvolvimento das competências humanas e emocionais, no poder da consciência cívica, da relação com a terra e com os animais, e na valorização daquilo que nos liga às nossas raízes ancestrais enquanto humanidade.

 

Afirmam que a vossa abordagem se centra no desenvolvimento das competências humanas e emocionais. Na prática, como pretendem implementar estas questões?

Na prática, trabalhamos com o modelo 4D, uma abordagem que integra o conhecimento, as competências, o carácter e a metacognição. Acreditamos que a aprendizagem deve ser experiencial, sensorial e significativa.

As emoções são vividas e refletidas em contexto: num projeto colaborativo, numa horta pedagógica, num momento de mediação de conflitos ou numa roda de partilha matinal. O desenvolvimento emocional está presente no modo como se escuta, se comunica, se respeita o tempo do outro, e isso faz parte da cultura da escola.

Além disso, as nossas práticas pedagógicas estão alinhadas com metodologias ativas e inclusivas que colocam o aluno no centro e a sua experiência como catalisadora da aprendizagem.

Criamos contextos onde as crianças vivem a empatia, a cooperação, a resiliência e a autorregulação não como temas isolados, mas como parte do dia a dia.

 

As crianças são os líderes do futuro. Que tipo de cidadãos querem formar e que valores norteiam o vosso caminho?

Queremos formar líderes conscientes, com pensamento crítico, curiosos, emocionalmente inteligentes, com respeito profundo pela diversidade e uma noção clara do seu impacto no mundo. Na Beyond, um líder não é aquele que manda, é aquele que escuta, que cuida, que age com coragem e empatia, e que promove o melhor de cada pessoa à sua volta, porque todos temos algo que nos torna especiais. Valorizamos o respeito pela diferença, a responsabilidade ambiental, o diálogo, a consciência ética e o espírito colaborativo.

Sabemos que o domínio da tecnologia, especialmente com o avanço da inteligência artificial, será essencial, mas acreditamos que o que realmente distinguirá os líderes do futuro será a sua humanidade. E é isso que queremos cultivar, sem ignorar os avanços tecnológicos.

Na prática, ensinamos os nossos alunos a liderar dando o exemplo. O nosso modelo de liderança é horizontal, e eu, como diretora do colégio, caminho lado a lado com a minha equipa, unidos por um objetivo comum e claro. O meu papel é garantir o bem-estar de todos e a excelência académica, mas também, sempre que necessário, estar disponível para ajudar no refeitório, limpar, montar e desmontar mesas, e estar presente em todas as áreas da escola. Fazemos isto não por obrigação, mas porque essa é a cultura da Beyond, uma cultura que estamos a construir juntos, todos os dias.

 

Estamos num mundo cada vez mais instável. Como é que esperam preparar os os alunos para uma realidade em constante mudança?

Com flexibilidade cognitiva, inteligência emocional e uma sólida consciência de propósito. Num mundo em transformação acelerada, não basta saber muito, é preciso querer aprender, saber aprender, desaprender, reaprender e aplicar esse saber com consciência. Por isso, promovemos um ambiente onde o erro é valorizado, onde as perguntas são mais importantes do que as respostas, e onde o pensamento crítico é incentivado desde cedo.

Queremos que os nossos alunos desenvolvam autonomia, mas também a capacidade de co-criar soluções, de colaborar em comunidade, de se adaptar sem perder os seus valores. Trabalhamos para que saibam quem são e não apenas o que sabem.

Ensinamos os nossos alunos a respeitarem-se a si próprios, a respeitarem os outros e o meio ambiente. Este pilar do respeito é fundamental na Beyond, porque acreditamos que qualquer caminho que eles escolham seguir no futuro, seja qual for a sua profissão, deve ter como base serem bons seres humanos.

Acreditamos profundamente que serão as competências humanas a diferenciar os profissionais do futuro. Num tempo em que os currículos vão perdendo peso, e as entrevistas se transformam em conversas genuinamente humanas, as empresas vão querer saber: «O que perdemos se este candidato não for escolhido?», uma pergunta que eu própria faço no final de todas as entrevistas que conduzo. Porque, mais do que o que sabem fazer, o que verdadeiramente importa é quem são.

 

Temos visto um crescente aparecimento de escolas internacionais em Portugal. Acredita que o futuro do ensino se cinge ao ensino privado e internacional ou deve haver cooperação com o ensino público? Como deve ser feita esta cooperação?

A educação é um bem comum e não deve ser vista como um mercado competitivo. Acreditamos profundamente na cooperação entre o ensino privado e o público, e é fundamental que essa ponte se construa com partilhas de boas práticas, projetos comunitários conjuntos e espaços de diálogo entre educadores de diferentes contextos.

O futuro da educação não é exclusivo, é colaborativo. E uma escola internacional pode e deve ter um papel ativo no tecido educativo do país, contribuindo com inovação, diversidade pedagógica e abertura ao mundo.

Para mim, liderar pelo exemplo passa também por promover uma mudança clara e intencional na forma como as escolas internacionais se relacionam entre si. Nos últimos 25 anos, Lisboa teve cinco grandes colégios internacionais, que competiam de forma muito agressiva e pouco saudável entre si. Hoje, existem mais de dez novas escolas internacionais abertas em apenas seis anos, o que mostra que existe uma necessidade real, e essa procura representa uma oportunidade de fazermos diferente.

Na Beyond, queremos quebrar com a tradição da competitividade entre escolas e promover uma cultura genuína de colaboração, que vá além do desporto, a área onde normalmente mais se observa esse tipo de interação, e que se estenda de forma transversal a todas as dimensões educativas.

Acredito profundamente que apoiar o crescimento de outras escolas é um ato de coragem, generosidade e visão. Se a nossa escola estiver cheia, recomendarei sem hesitar outra instituição cujos valores e princípios educativos conheço e em que confio, porque o mais importante é garantir que cada vez mais crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, humana e transformadora.

Esse crescimento também se faz através da partilha de conhecimento: convidando outras equipas a participar em ações de formação conjuntas, trocando ideias, práticas pedagógicas, frameworks curriculares e ideologias, não com receio de ‘entregar segredos’, mas com a consciência de que o verdadeiro crescimento é coletivo. É assim que vejo a educação do futuro, e é exatamente assim que pretendo liderar a Beyond: quebrando barreiras, criando pontes, e promovendo uma cultura de confiança e agregação.

 

As escolas internacionais apresentam uma oferta especializada, mas nem sempre barata. Que preocupações terá a Beyond International School na inclusão de todo o tipo de famílias?

Temos plena consciência deste desafio e estamos profundamente comprometidos com a criação de um modelo de acesso justo e responsável, que reflita os valores de inclusão, diversidade e equidade que estão na base da Beyond.

O nosso posicionamento no mercado é, na verdade, diferente do habitual quando comparado com muitas das escolas internacionais que nos rodeiam. Identificamos claramente três grandes grupos de famílias que nos procuram:

Famílias portuguesas, que querem proporcionar aos seus filhos um ensino de qualidade, onde o inglês tenha um papel de destaque, mas sem que o português perca o seu lugar como língua principal. Estas famílias não querem que o português seja tratado como uma disciplina secundária, e nós partilhamos dessa visão.

Famílias expatriadas que escolheram Portugal como casa, e que, embora valorizem um currículo internacional, fazem questão de que os filhos aprendam português como segunda língua materna, de forma integrada, consistente e respeitosa.

Famílias internacionais em mobilidade temporária, que procuram uma escola onde os filhos possam usufruir de uma educação internacional sólida, mas que também garanta a aprendizagem da língua e cultura portuguesas, mesmo que a sua estadia em Portugal seja incerta ou temporária.

A Beyond oferece exatamente isso: um projeto académico que equilibra o melhor de dois mundos, um currículo internacional, centrado nas competências do século XXI, com um forte reconhecimento e respeito pelas línguas e culturas, dando especial destaque ao nosso país de acolhimento, Portugal.

Em termos financeiros, temos trabalhado para alinhar os nossos preços com a realidade destas três tipologias de famílias, oferecendo condições justas, transparentes e acessíveis dentro do universo internacional.

No nosso ano de abertura, criámos condições especiais para as nossas ‘founding families’, famílias que acreditaram no projeto desde o início, garantindo-lhes benefícios ao longo de toda a jornada académica dos seus filhos na Beyond.

Acreditamos que uma escola internacional não tem de ser elitista para ser excelente. O que nos orienta é a qualidade do ensino, a autenticidade da experiência e a construção de uma comunidade educativa diversa, real e significativa.

 

Como Diretora, que desafios antecipa na liderança de uma nova escola? Que características considera essenciais?

Liderar uma nova escola é, acima de tudo, um exercício de escuta, clareza e presença. Os desafios serão muitos, desde a construção de uma cultura pedagógica comum, até à gestão das diferentes expectativas das famílias, passando pela articulação de uma equipa diversa e apaixonada. Mas é precisamente nesse desafio que reside a beleza da liderança.

Acredito numa liderança humana, colaborativa e inspiradora. Para mim, liderar é caminhar ao lado, criar pontes, manter a visão viva e garantir que cada pessoa se sente vista, escutada e valorizada. É preciso coragem, coerência, humildade e um amor profundo pela educação.

Juntei-me à Beyond por amor à educação, e será na Beyond que irei ficar. É um projeto pelo qual me apaixonei desde o primeiro dia, porque me identifico a 100% com a visão, com as pessoas e com a vontade coletiva que temos de fazer da Beyond International School o sucesso que sabemos que vai ser. Não queremos ser apenas mais um colégio internacional. Queremos ser um de muitos colégios onde os professores sejam felizes, se sintam respeitados e valorizados, e onde amem o que fazem porque sabem que têm um impacto real na vida dos nossos alunos.

E isso transforma-se em alunos felizes, curiosos, que aprendem com entusiasmo e que querem, todos os dias, ficar e saber mais. Os pais confiam em nós porque sabem que, além de ensinar e cuidar, amamos aquilo que fazemos. Afinal de contas, ensinar é um dos atos de amor mais ancestrais, e é com esse amor que estamos, juntos, a construir a Beyond.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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