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«Os líderes são crianças que cresceram à imagem dos seus pais», explica Jessica Joelle Alexander

«Os líderes são crianças que cresceram à imagem dos seus pais», explica Jessica Joelle Alexander

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20 Outubro, 2025 | 5 minutos de leitura

O que somos no presente é, em grande parte, o reflexo da nossa educação. Muitas vezes, replicamos no local de trabalho quem aprendemos a ser nas nossas casas, repetindo comportamentos e modos de estar.

Jessica Joelle Alexander é a autora do livro ‘Educar à Maneira Dinamarquesa’ e defende que a educação escandinava está a criar adultos – e líderes – mais felizes. E os estudos não mentem: a Dinamarca é o segundo país mais feliz do mundo, de acordo com o World Happiness Report 2025.

À Líder, a autora americana explica o que podem os líderes aprender com a mentalidade e forma de educar dinamarquesa, construindo relações laborais mais hyggelig.

Qual é, em essência, a forma dinamarquesa de educar? E o que podem os adultos aprender com ela que seja aplicável ao contexto profissional?

A essência está no modelo PARENT — play (brincar), authenticity (autenticidade), reframing (reformulação), empathy (empatia), no ultimatums (sem ultimatos) e togetherness & hygge (convivência e bem-estar). E sim, pode ser perfeitamente adaptado ao local de trabalho.

Muitas pessoas referem o quão versátil este modelo é, aplicável a todo o tipo de situações — sobretudo pela ênfase em empatia, respeito, confiança, leveza e tempo de qualidade (hygge).

 

Gerir uma equipa ou uma empresa pode assemelhar-se a educar uma família. Como é que os líderes podem adotar os princípios dinamarqueses na sua forma de liderar?

De forma muito simples — é um modelo extremamente adaptável às organizações.
Faço muitas palestras e workshops em empresas precisamente por essa razão. Elementos como reformular (aprender a encontrar o lado positivo numa situação negativa), brincar (porque todos, mesmo os adultos, beneficiam de momentos de descontração e jogo em grupo), e empatia (um tema enorme, com tanto por ensinar no contexto corporativo) são fundamentais.

Seja na comunicação por e-mail ou presencial, ou ao abordar o conceito de fundamental attribution bias — a tendência para rotular negativamente o outro por um erro que desculparíamos em nós próprios — há sempre espaço para melhorar.

Outra reflexão importante: os líderes são crianças que cresceram à imagem dos líderes com quem conviveram — os seus pais. Pode perceber-se muito sobre um líder a partir da forma como foi educado e das crenças que herdou. Se cresceu num ambiente autoritário ou autoritativo, se foi ouvido e respeitado ou apenas ensinado a obedecer. Há inúmeras confluências interessantes entre educação, liderança e empatia. Já pensei, mais de uma vez, que seria curioso criar um tipo de teste de personalidade no início de um novo emprego para compreender o contexto e as crenças de cada pessoa neste sentido.

 

Na parentalidade, ouvir é mais poderoso do que pregar. O que podem os líderes aprender com este princípio na gestão de pessoas?

Costumo dizer: ensina respeito, sê respeitoso e serás respeitado. Talvez a primeira parte venha de ouvir e procurar compreender primeiro o outro, antes de querer ser compreendido.

Quando alguém se sente visto e ouvido, está muito mais disponível para escutar e aceitar orientação, porque se sente respeitado. Isto é um pilar fundamental da empatia.

 

Como equilibrar empatia e responsabilização ao liderar uma equipa?

É um equilíbrio delicado, mas, novamente, tudo começa no respeito. Isto não significa ausência de limites ou de responsabilidade — apenas envolver as pessoas nas expectativas, para que sintam que fazem parte delas, em vez de lhes serem impostas.

A maioria das pessoas quer sentir-se valorizada, e essa é uma verdadeira competência de liderança: motivar as equipas a serem responsáveis porque respeitam o seu líder e querem orgulhá-lo.

 

A autonomia é central na cultura escandinava. Como podem os líderes aplicá-la em organizações onde o controlo é a norma?

É uma questão muito interessante — e nem sempre funciona da mesma forma. Conheço muitas pessoas habituadas ao controlo que adoram ganhar autonomia e confiança, mas também outras que não conseguem trabalhar sem supervisão constante. Depende muito do tipo de organização e dos colaboradores.

Nas empresas com que colaborei, onde as pessoas não estavam habituadas a ter autonomia, foi visível a transformação: aprenderam a adaptar-se, tornaram-se mais independentes e responsáveis pelo seu trabalho. E descobriram uma satisfação profunda na auto-liderança, para além do reconhecimento do gestor. Mas é importante sublinhar: nem todos conseguem fazer esta transição.

 

Brincar é essencial no desenvolvimento infantil. Que papel têm o espírito lúdico e a criatividade na liderança eficaz?

Um papel muito importante. É precisamente aqui que se integra o conceito de hygge, também fundamental nas escolas e locais de trabalho dinamarqueses. Nas escolas da Dinamarca diz-se que «não se pode aprender bem se não se estiver bem». E esse bem-estar nasce das relações. O mesmo se aplica ao trabalho — somos mais felizes quando gostamos de quem trabalha connosco.

O jogo e a descontração facilitam essa ligação, seja através de atividades lúdicas, dinâmicas de equipa ou refeições partilhadas. Qualquer experiência que aproxime e fortaleça as relações tem um impacto positivo.

 

Porque é importante educar hoje as crianças que serão os líderes de amanhã?

Porque é isso que elas serão. Costumo dizer que pais e professores têm as tarefas mais difíceis e mais importantes do mundo, pois estão literalmente a preparar a próxima geração. Se plantarmos as sementes da empatia, as nossas crianças crescerão para transformar o mundo num lugar melhor.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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