• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O ‘dark matter’ do trabalho remoto e a distância entre regras e prática

      A Coca-Cola começou numa farmácia: como nasce um ícone?

      Cinco novos projetos de investigação clínica apoiados em Cabo Verde e em Moçambique

      Vanguard Properties nomeia Henrique Rodrigues da Silva como novo CEO

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      O ‘dark matter’ do trabalho remoto e a distância entre regras e prática

      A Coca-Cola começou numa farmácia: como nasce um ícone?

      Cinco novos projetos de investigação clínica apoiados em Cabo Verde e em Moçambique

      Vanguard Properties nomeia Henrique Rodrigues da Silva como novo CEO

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Leading Opinion Quando o salário emocional não paga contas

Leading Opinion

Quando o salário emocional não paga contas

Link copiado

Partilhe este conteúdo

26 Julho, 2023 | 4 minutos de leitura

As pessoas sentem-se mais energizadas quando o ambiente de trabalho é vivaz e amistoso. Ou quando realizam trabalho que contribui para um bem maior – resolver problemas importantes dos clientes, ajudar cidadãos, desenvolver a comunidade em que a empresa opera, ou salvar vidas. Trabalhar com um propósito nobre é tão motivador que algumas pessoas reconfiguram […]

As pessoas sentem-se mais energizadas quando o ambiente de trabalho é vivaz e amistoso. Ou quando realizam trabalho que contribui para um bem maior – resolver problemas importantes dos clientes, ajudar cidadãos, desenvolver a comunidade em que a empresa opera, ou salvar vidas. Trabalhar com um propósito nobre é tão motivador que algumas pessoas reconfiguram cognitivamente a sua função. Por exemplo, alguns funcionários de limpeza dos hospitais encaram o seu trabalho como forma de ajudar os familiares dos pacientes. Ou o polícia de um bairro problemático interioriza que, com o seu trabalho, pode salvar adolescentes de uma vida de crime e contribuir para o seu crescimento com adultos responsáveis.

Algumas empresas procuram estimular o empenhamento dos empregados através da ativação desta motivação com propósito. Algumas fazem-no de modo genuíno. Outras procuram obter das pessoas mais empenhamento no trabalho – com o intuito de obter “mais leite de vacas contentes”. Há ainda outras empresas que, embora com boas intenções, se socorrem destas práticas para estimular a motivação sem aumentar custos salariais. Todavia, quando se sentem manipuladas, as pessoas remetem-se a uma posição defensiva e podem retaliar. Este sentimento explica porque muitos trabalhadores essenciais levantaram cartazes, durante a pandemia, com a expressão “não comemos aplausos”.

Serve este introito para discutir as limitações e vicissitudes emergentes do denominado salário emocional. São numerosos os especialistas, diretores, administradores e gestores de recursos humanos que, em entrevistas ou artigos de opinião, tecem loas a esse “salário”. O salário emocional é, no entanto, um “pacote compensatório” que abarca componentes bastante diferenciadas. O acesso a uma creche para os filhos, um dia de folga ou um seguro de saúde são componentes tangíveis. Mas outras componentes, como um título mais pomposo para o posto de trabalho, são apenas “rosas” com valor simbólico.

Estas “rosas” podem reforçar a autoestima e ser motivadoras. O que se torna perverso é o recurso às “rosas” para manipular o empregado e evitar pagar-lhe remuneração tangível. O salário emocional é uma fonte de “remuneração” altamente valorizada – mas o seu poder verdadeiramente motivador depende do verdadeiro salário.

Quando uma organização recorre à “remuneração” emocional como substituta da compensação financeira, é provável que os empregados se deem conta da tática e desenvolvam obediência cínica. Durante um programa de formação em liderança, a diretora de uma unidade de uma multinacional operando em Portugal relatou que o medo imperava porque a gestão de topo enveredara por um processo de reestruturação, racionalização e emagrecimento de custos. Decorriam despedimentos mais ou menos selvagens. Os sobreviventes do processo experimentavam ansiedade. Temiam que, a qualquer momento, a má sorte lhes batesse à porta. Para comprar a alma destes aflitos, a empresa decidiu sortear brindes.

A diretora, um elo na cadeia de transmissão e implementação desta política, estava atónita e preocupada. E tinha razões para isso. Os gestores que procuram comprar a “alma” dos colaboradores oferecendo-lhes brindes estão a iludir-se. O que recebem em troca é obediência cínica. Para salvarem a pele e protegerem o seu posto de trabalho, os empregados até podem aparentar dedicação ao trabalho – mas tudo não passa de simulação.

O “pagamento” de salários emocionais para estimular o empenhamento incorpora, por vezes, outra perversidade, fonte de injustiça: espera-se que os empregados “normais” se sintam compensados com salários emocionais, como substitutos da compensação financeira, mas a mesma premissa não é aplicada aos executivos.

Eis a inconsistência: executivos desmotivados pela sua “insuficiente” compensação financeira esperam que empregados mal remunerados sejam motivados por salário emocional. Portanto, segundo a narrativa, há duas diferentes formas de garantir o alinhamento dos interesses dos membros organizacionais com os interesses da organização e seus acionistas. Por um lado, acredita-se que o alinhamento dos interesses dos empregados “normais” com os da organização pode ser estimulado pelo salário emocional. Por outro lado, advoga-se que o alinhamento dos interesses dos executivos com os interesses da organização e seus acionistas requer incentivos financeiros. Eis a velha máxima: algumas pessoas são mais iguais do que outras. Mais cedo ou mais tarde, resulta mal.

Arménio Rego,
LEAD.Lab, Católica Porto Business School

ver mais artigos deste autor
Arménio Rego https://lidermagazine.sapo.pt/wp-content/uploads/Armenio-Rego-1-600x400-1-600x400.jpg
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já

Opinião

2026: o ano da viragem para as empresas que querem ser verdadeiramente ‘AI-Ready’

Ler artigo

Criar valor num país adverso

Ler artigo

2026: mais um ano à espera do Salvador?

Ler artigo

Leading Opinion

O fim do fim da história

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Opiniões

Jan 19, 2026

O fim do fim da história

Ler notícia

Opiniões

Jan 12, 2026

Transparência ou voyeurismo

Ler notícia

Opiniões

Jan 05, 2026

Bullies e queixinhas

Ler notícia

Opiniões

Dez 29, 2025

Dezembro

Ler notícia

Opiniões

Dez 22, 2025

Elogio dos patrões

Ler notícia

Opiniões

Dez 02, 2025

Novembro

Ler notícia

Opiniões

Nov 24, 2025

Portugal com futuro

Ler notícia

Opiniões

Nov 10, 2025

Igualdades e desigualdades

Ler notícia

Opiniões

Nov 03, 2025

O Estado a duas velocidades

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.