• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Miguel Ferreira escolhido pela UE para liderar literacia financeira em Portugal

      Portugal rendido às redes sociais: atenção, consumo e publicidade já vivem no digital

      Aquecimento global acelera: planeta pode ultrapassar limite de 1,5°C já nesta década

      O futuro está a fugir e os CEO portugueses estão a olhar para o passado

      Banksy desmascarado? O mito que valia milhões

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «As PME não têm falta de ideias, têm falta de ferramentas para as executar», defende Leonor Antunes

      Mulheres na liderança: o que falta para a igualdade sair do papel?

      «Duplicámos área porque o mercado mudou» — Diogo Fabiana, CEO do IDEA Spaces, explica a nova corrida aos escritórios flexíveis

      Apagões, estradas cortadas e casas a cair: o país tenta sobreviver às tempestades. Mas quem protege quem não consegue trabalhar?

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Nunca Lidere Sozinho – Keith Ferrazzi e Paul Hill

      Tahrir. Os Dias da Revolução – Alexandra Lucas Coelho

      Sobre os Sentimentos – António de Castro Caeiro

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Miguel Ferreira escolhido pela UE para liderar literacia financeira em Portugal

      Portugal rendido às redes sociais: atenção, consumo e publicidade já vivem no digital

      Aquecimento global acelera: planeta pode ultrapassar limite de 1,5°C já nesta década

      O futuro está a fugir e os CEO portugueses estão a olhar para o passado

      Banksy desmascarado? O mito que valia milhões

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «As PME não têm falta de ideias, têm falta de ferramentas para as executar», defende Leonor Antunes

      Mulheres na liderança: o que falta para a igualdade sair do papel?

      «Duplicámos área porque o mercado mudou» — Diogo Fabiana, CEO do IDEA Spaces, explica a nova corrida aos escritórios flexíveis

      Apagões, estradas cortadas e casas a cair: o país tenta sobreviver às tempestades. Mas quem protege quem não consegue trabalhar?

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Ludwig Wittgenstein: Filosofia na Era dos Aviões – Anthony Gottlieb

      Endireitar a Economia – Marianna Leite / Matti Kohonen

      Nunca Lidere Sozinho – Keith Ferrazzi e Paul Hill

      Tahrir. Os Dias da Revolução – Alexandra Lucas Coelho

      Sobre os Sentimentos – António de Castro Caeiro

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Leading Opinion Notícias Opinião A meritocracia funciona?

Opinião

A meritocracia funciona?

Link copiado

Partilhe este conteúdo

3 Julho, 2024 | 5 minutos de leitura

Nas organizações financeiras, uma quantidade considerável de gestores é promovida e remunerada com base em fatores não relacionados com competência ou resultados. São mais frequentemente homens que promovem outros homens – não necessariamente por razões sexistas, mas porque os decisores das promoções, frequentemente homens, tendem a preferir gestores “similares a eles”. Daqui resulta um sistema […]

Nas organizações financeiras, uma quantidade considerável de gestores é promovida e remunerada com base em fatores não relacionados com competência ou resultados. São mais frequentemente homens que promovem outros homens – não necessariamente por razões sexistas, mas porque os decisores das promoções, frequentemente homens, tendem a preferir gestores “similares a eles”. Daqui resulta um sistema de compadrio que precisa de ser combatido através da concessão de oportunidades às pessoas, designadamente mulheres, para demonstrarem as suas capacidades e excelência. A autora desta tese é Grace Lordan, fundadora e diretora da Inclusion Initiative, na London School of Economics. No Financial Times, escreveu que a “chamada meritocracia confunde sucesso com privilégio”, designadamente o “privilégio da incompetência” concedido a quem integra as redes de compadrio.

Tendemos a pensar que a progressão nas organizações é ditada pelas capacidades, competências, desempenho e resultados. Todavia, o quadro mental em que operam os decisores e a própria cultura organizacional estão contaminados por preferências, estereótipos e preconceitos que se reproduzem. As denominadas “bolsas de talentos” podem ser um desses espaços reprodutores.

Alicerçadas em informação exígua e perceções mais ou menos enviesadas, essas bolsas catalogam as pessoas de modo, por vezes, simplista. Estimulam a concessão de oportunidades às pessoas que integram a lista – que assim se tornam mais autoconfiantes e fruem de condições para mostrar o apregoado mérito. Ademais, ao rotular essas pessoas como talentosas, a empresa está a classificar as outras pessoas como desprovidas de talento. Essa decisão veicula uma mensagem: os “outros” não têm capacidade para chegar à bolsa de talentos. Esta mensagem declina a autoconfiança desses “outros”. Menor autoconfiança gera menor desempenho. Resultado: o mérito não é revelado e a profecia confirma-se! Este é, porventura, o pecadilho mais comum dos programas de gestão de “talentosos”.

Não recuso a eventual importância dessas bolsas. Nem subestimo a relevância dos processos de avaliação de desempenho, e da necessidade de premiar o mérito. Desejo apenas sublinhar que a meritocracia é, por vezes, mais mito do que realidade. A real fraca mobilidade social é elucidativa. O berço em que alguém nasce determina, em medida considerável, o berço em que nascerão os seus filhos. A posição social e económica dos pais exerce um papel crucial na posição dos filhos, o que contraria a essência da meritocracia: as oportunidades devem depender das capacidades e do esforço, não da origem familiar.

A mobilidade social é o motor e um indicador-chave de um sistema meritocrático. Infelizmente, em muitos países desenvolvidos, é cada vez mais difícil ascender na escada social. Como escreveu The Economist, “é cada vez mais difícil chegar a rico se se nasce pobre”. No Reino Unido, a probabilidade de uma criança pobre vir a ser um adulto abastado é de 9%.

Nos EUA, apregoado como o país das oportunidades, essa probabilidade é de 7.5%. O “sonho americano” é, pois, um mito que ajuda a manter o status quo. Em Portugal, a mobilidade social tem aumentado, mas está longe de corresponder a uma genuína sociedade de oportunidades na qual o mérito, mais do que o berço, determina o sucesso a que cada um tem direito na vida. Um estudo publicado pela Fundação Francisco Manuel do Santos revela que a mobilidade social entre pais e filhos é menor em Portugal do que na União Europeia, embora o aumento da mobilidade tenha sido “muito maior” em Portugal do que na União Europeia, resultando numa aproximação.

No prefácio ao estudo, escreveu Pedro Pita Barros:

“A mobilidade económica e social em Portugal é tradicionalmente baixa, embora tenha aumentado de forma marcada na década de 70 do século passado. Dados os níveis de educação tradicionalmente muito baixos na população portuguesa, essa transformação não é muito surpreendente. (..). Ainda assim, a sociedade portuguesa teve sempre uma menor mobilidade económica e social entre gerações do que os seus parceiros europeus, qualquer que seja o indicador e o período temporal considerados. Há, pois, ainda um caminho a percorrer para uma sociedade mais livre, com maior igualdade de oportunidades, em que a condição dos pais não seja um fator determinante da condição dos filhos, em termos económicos e sociais.”

Convém, pois, manter espírito crítico e desenvolver consciência de que vivemos numa sociedade de meritocracia limitada. Continuar a alimentar o mito tem consequências sérias. Se a nossa crença na meritocracia não tem aderência à realidade, há riscos de cometermos dois erros. Primeiro: rotulamos negativamente pessoas que, por serem malsucedidas ou pobres, consideramos preguiçosas ou desprovidas de virtudes. Segundo: reverenciamos pessoas que são bem-sucedidas, não por via do mérito – mas devido ao berço em que nasceram ou a fatores que nada devem ao mérito. Eis, pois, uma sugestão: coloquemos sempre um sinal de interrogação no final da expressão “a meritocracia funciona”.

Arménio Rego,
LEAD.Lab, Católica Porto Business School

ver mais artigos deste autor
Arménio Rego https://lidermagazine.sapo.pt/wp-content/uploads/Armenio-Rego-1-600x400-1-600x400.jpg
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Opinião

Mar 18, 2026

A vantagem competitiva perde-se em silêncio

Ler notícia

Opinião

Mar 17, 2026

Cuidado com o que o LinkedIn diz

Ler notícia

Opinião

Mar 16, 2026

As novas guerras

Ler notícia

Opinião

Mar 16, 2026

Inteligência Artificial e o Rendimento Básico Universal

Ler notícia

Opinião

Mar 13, 2026

Entre rigor e humanidade: o paradoxo da liderança feminina

Ler notícia

Opinião

Mar 13, 2026

Europa: entre a passividade tecnológica e a soberania de defesa que tarda em chegar

Ler notícia

Opinião

Mar 12, 2026

Gestão financeira no trading: o que a indústria não quer que saiba

Ler notícia

Opinião

Mar 11, 2026

Imóveis devolutos: quando o problema não é fiscal, mas jurídico

Ler notícia

Opinião

Mar 11, 2026

O último metro do marketing ainda é (e vai continuar a ser) humano

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.