• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Trabalho híbrido torna-se mais rígido: 62% das empresas já exigem dias fixos no escritório

      Quanto custa realmente pôr um agente de IA a trabalhar?

      Pensamento crítico é a competência mais procurada na era da IA: cinco formas de o desenvolver

      O desporto que pratica pode dizer muito sobre a forma como trabalha

      Volkswagen, Bosch, Continental. As empresas querem cortar. O mercado começa a perguntar quanto custa perder pessoas

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Caramulo: uma Vila de futuro. Do sonho pioneiro à visão de Salvador Patrício Gouveia

      «Não se otimiza 5% antes de cuidar dos 95%», Iara Rodrigues, nutricionista, aborda os custos de uma vida em permanente aceleração

      Michel Gonçalves (WIRED Group): «O fundador pode ser o motor da empresa e também o seu principal travão»

      André Sardet: «Um festival é um projeto emocional e cultural.»

      Alice Gonçalves: «Existe quase um ‘bullying’ contra os artistas que tentam viver da sua arte»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      O pensamento sociológico da comunicação – Organizado por Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Trabalho híbrido torna-se mais rígido: 62% das empresas já exigem dias fixos no escritório

      Quanto custa realmente pôr um agente de IA a trabalhar?

      Pensamento crítico é a competência mais procurada na era da IA: cinco formas de o desenvolver

      O desporto que pratica pode dizer muito sobre a forma como trabalha

      Volkswagen, Bosch, Continental. As empresas querem cortar. O mercado começa a perguntar quanto custa perder pessoas

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Caramulo: uma Vila de futuro. Do sonho pioneiro à visão de Salvador Patrício Gouveia

      «Não se otimiza 5% antes de cuidar dos 95%», Iara Rodrigues, nutricionista, aborda os custos de uma vida em permanente aceleração

      Michel Gonçalves (WIRED Group): «O fundador pode ser o motor da empresa e também o seu principal travão»

      André Sardet: «Um festival é um projeto emocional e cultural.»

      Alice Gonçalves: «Existe quase um ‘bullying’ contra os artistas que tentam viver da sua arte»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      O pensamento sociológico da comunicação – Organizado por Bruno Carriço Reis e José Ricardo Carvalheiro

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Leading Opinion Opinião Toxicidade Organizacional

Opinião

Toxicidade Organizacional

Link copiado

Partilhe este conteúdo

18 Junho, 2025 | 4 minutos de leitura

A cultura organizacional é uma espécie de código não escrito das regras que regulam os relacionamentos sociais. Ao definir o que é aceitável e o que é proibido no “jogo social”, a cultura de uma organização exerce um profundo efeito na forma como as pessoas atuam, cooperam, competem, tomam decisões, lideram e se deixam liderar. […]

A cultura organizacional é uma espécie de código não escrito das regras que regulam os relacionamentos sociais. Ao definir o que é aceitável e o que é proibido no “jogo social”, a cultura de uma organização exerce um profundo efeito na forma como as pessoas atuam, cooperam, competem, tomam decisões, lideram e se deixam liderar. Quando a cultura é forte, os membros da organização sabem claramente o que deles é esperado no que concerne à partilha de informação, à forma de reagir a solicitações das chefias, ao modo como responder a desafios dos clientes, ou à decisão a tomar quando existe conflito entre busca de resultados e princípios éticos.

A natureza e as consequências deste “código” social conduzem especialistas e líderes a advogarem a criação de culturas organizacionais fortes que, alegadamente, conduzem a superior desempenho organizacional. Mas importa ser cauto. A força de uma cultura não é, por si só, um indicador da valia dessa cultura. A cultura pode ser forte e, simultaneamente, perversa ou destrutiva. Muitos escândalos empresariais têm ocorrido em culturas organizacionais fortes. Para refletir sobre essa matéria, pense na sua organização. Como responderia às seguintes questões?

  • As pessoas atuam frequentemente de modo sigiloso?
  • Há desigualdade significativa de poder e status entre os níveis hierárquicos?
  • São conhecidos casos de aumentos salariais e promoções em troca de favores sexuais?
  • As pessoas recorrem à bajulação para ascender na carreira?
  • Comportamentos manipuladores e egoístas são recompensados com aumentos salariais e promoções?
  • A reputação dos membros organizacionais depende, acima de tudo, da sua riqueza material?
  • Piadas de cunho sexual são consideradas aceitáveis?
  • Os gestores desvalorizam a honestidade e a integridade?
  • São aceitáveis condutas antiéticas – desde que conduzam a resultados?
  • Existe a crença de que o dinheiro pode comprar tudo?

Se respondeu “sim” à maioria dessas perguntas (espero que não!), é muito provável que esteja a trabalhar numa organização tóxica marcada por vários elementos: tolerância à má conduta sexual e ao assédio moral, desequilíbrios acentuados de poder, rivalidade interna, desrespeito pelas normas éticas, resistência à partilha de informação e conhecimento, e expansão agressiva do negócio impulsionada pela prevalência de incentivos monetários como mecanismos de motivação. Organizações marcadas pelo medo de “abrir o bico” e comunicar a verdade ao poder, por uma forte e cega deferência à autoridade, e por uma orientação para resultados a qualquer preço podem ser bem-sucedidas durante algum tempo. Atraem e recrutam quem alinha com essa dinâmica – ao mesmo tempo que afastam “ovelhas negras” que não atuam à luz da cartilha tóxica. Estas organizações podem transformar-se em casos de sucesso e permitir aos seus líderes granjear grande popularidade mediática. Mas, a prazo, estas dinâmicas destrutivas podem conduzir ao descalabro. Com o decurso do tempo, lideranças tóxicas ficam rodeadas por sicofantas, acólitos, oportunistas ou meros espetadores passivos. O discernimento para fazer juízos éticos e morais desaparece.

Eis um caso. Era uma diretora de nível intermédio, em início de carreira, na área de marketing. Cansada de assistir ao bullying que o seu diretor exercia sobre si e outras pessoas, decidiu abandonar a empresa. Foi convidada pelo departamento de RH para a célebre “entrevista de saída”. Aí deu conta das suas observações e das experiências com o referido diretor. Foi surpreendida com o pedido para “formalizar uma denúncia” – como se não estivesse a fazê-lo naquele preciso momento. Os RH, há muito conhecedores do caso, estavam manietados e nunca haviam tomado qualquer iniciativa que cortasse o mal pela raiz.  A podridão era, pois, antiga e bem conhecida. Mas o medo havia-se instalado e contaminado mesmo os setores da organização a quem cabia prevenir e corrigir tais disfunções. Pouco antes de abandonar o lugar, a diretora reuniu com o diretor em causa e expôs os motivos da sua decisão. O diretor desfez-se em lágrimas – literalmente.

Se, ao ler esta cena, desenvolveu alguma empatia por este diretor, agora em “sofrimento”, está a cair nas malhas manipuladoras destas figuras sombrias. Sofrem pelo mal que lhes é causado na sua reputação, na sua ascensão a posições de poder – não pelo sofrimento que causam às suas vítimas. Podem prosperar… em culturas fortes!

Arménio Rego,
LEAD.Lab, Católica Porto Business School

ver mais artigos deste autor
Arménio Rego https://lidermagazine.sapo.pt/wp-content/uploads/Armenio-Rego-1-600x400-1-600x400.jpg
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já

Opinião

Agosto

Ler artigo

Do idioma ao mercado: o potencial económico da Lusofonia

Ler artigo

Quando é que deixámos de conseguir passar férias no nosso próprio país?

Ler artigo

Quiet Quitting: rotura do contrato psicológico

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Opinião

Ago 31, 2026

Agosto

Ler notícia

Opinião

Ago 31, 2026

Do idioma ao mercado: o potencial económico da Lusofonia

Ler notícia

Opinião

Ago 28, 2026

Quando é que deixámos de conseguir passar férias no nosso próprio país?

Ler notícia

Opinião

Ago 27, 2026

Quiet Quitting: rotura do contrato psicológico

Ler notícia

Opinião

Ago 26, 2026

O problema não é decidir mal. É decidir tarde.

Ler notícia

Opinião

Ago 25, 2026

O custo invisível da solidão do empresário

Ler notícia

Opinião

Ago 24, 2026

Mais de meio ano de trabalho: o que aprendemos sobre nós em 2026?

Ler notícia

Opinião

Ago 21, 2026

O papel transformador da eficiência operacional da IA no setor bancário

Ler notícia

Opinião

Ago 20, 2026

O ROI da IA no Marketing: Estamos a poupar tempo ou a criar ruído?

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.