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Denise Calado

Fundação Gulbenkian atribui apoio de emergência a refugiados da Ucrânia

23 Março, 2022 by Denise Calado

No valor de um milhão de euros, o apoio destina-se a organizações humanitárias, que ajudam os refugiados nos países fronteiriços mais pressionados, e às associações ucranianas em Portugal.

Face ao drama humanitário decorrente da invasão da Ucrânia pelo exército russo, que provocou, atá à data, quase três milhões de refugiados – número que de acordo com as atuais previsões poderá subir para 6,5 milhões -, a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu conceder, numa primeira fase, um apoio de emergência de 1 milhão de euros.

A Presidente da Fundação Gulbenkian considera que esta é “ uma situação excecional que precisa do apoio de todos, especialmente de instituições, como a Fundação, com um longo historial de ajuda aos migrantes e aos mais vulneráveis.” Isabel Mota refere ainda que “a Fundação poderá considerar outras medidas, de acordo com a evolução da situação”.

A componente internacional deste apoio foi estabelecida após contactos com as redes internacionais que a Fundação Gulbenkian integra, nos quais se alinharam estratégias filantrópicas para ajuda à integração dos refugiados nos países que fazem fronteira com a Ucrânia, e será concedido através da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e do Programa Europeu para a Integração e Migração (EPIM).

Em conjunto, foi estabelecido um consenso sobre a urgência de reforçar os fundos já disponíveis para apoiar organizações que ajudam as pessoas que abandonam a Ucrânia, designadamente organizações da sociedade civil que se encontram a operar nos países limítrofes da União Europeia onde esse esforço é mais significativo. A ação das ONG, nos países de trânsito e de destino, tem-se manifestado decisiva para enfrentar a maior catástrofe humanitária na Europa desde a 2ª Guerra Mundial.

No âmbito nacional, será concedido um apoio a várias associações ucranianas, robustecendo a sua estrutura e o seu funcionamento. Envolvidas, desde o início, no apoio humanitário e no acolhimento aos refugiados, estas associações, em conjunto com entidades locais, estão a desenvolver um trabalho que carece de mais apoios.

 

 

Arquivado em:Notícias

A arte de ser versátil quando, num instante, tudo muda

23 Março, 2022 by Denise Calado

Vasco Pereira Coutinho é CEO da Lince Capital, sociedade de capital de risco que investe em Portugal em vários sectores, e CEO da Lince Real Estate, uma empresa do sector da mediação imobiliária. Em conjunto gere perto de 50 pessoas. Saber que num instante tudo pode mudar, vem confirmar que é preciso ter agilidade e preparação estratégica para uma crise tão profunda, como foi a Pandemia por Covid-19.

Durante o período de confinamento, em 2020, entrevistámos 50 líderes/gestores de topo, das mais variadas áreas de negócios, visando encontrar padrões de comportamento suscitados pela pandemia. A questão subjacente foi: quais as respostas das empresas à COVID-19?

A entrevista é parte do projeto editorial “Como 50 CEO reagiram à pandemia?”.

O que é que ouviste, quando e como?

Voltei de uma viagem onde soube que uma das pessoas que viajava comigo no avião estava com Covid. Informei as pessoas do escritório e em 48 horas foi tudo para casa. Portugal funciona com estratégia a médio prazo, por isso quando aparece um cenário destes, e com a rapidez que foi, é muito difícil montar uma estratégia. É preciso ter uma grande capacidade de reação e ser versátil. Para isso, é importante ter internamente um centro de decisão curto, rápido e desburocratizado. E isso temos. Decisão de topo é tomada nesse dia, fica registada e é seguida de forma rápida. Isso é fundamental. Depois, os RH, pelo facto de termos uma estrutura enxuta e seca permite uma propagação da comunicação interna mais rápida. E finalmente, a nossa cultura de proximidade. As pessoas conhecem o bom e o mau, vitórias (e falhas) e do seu papel na cadeia de valor. Quando se toma uma decisão, por mais dura que seja, as pessoas têm muita facilidade em compreende-la. Há uma construção de valor e de conhecimento que permite isto. Muita frontalidade, transparência e envolvimento das pessoas no dia a dia.

 

Que preparação tinham? Improvisações?

Somos muito virados para tecnologia e inovação o que nos ajudou na versatilidade que tivemos nesta mudança. Não mudou ter ido para casa. Não houve interrupção no que fazíamos no dia a dia, e pela equipa curta e boa cultura, a adaptação foi muito rápida.

 

Primeiras reações e sentimentos?

Depende da empresa, sendo que a gestão dos projetos está dependente do que pode aparecer. E aí estou um pouco preocupado. As vendas acabaram, o que assusta não teres horizonte temporal. A liquidez das empresas ajuda para fazer face aos salários e dá alguma garantia de compromisso com as obrigações que tens. No dia seguinte comecei a secar tudo o que é custos fixos e a colocar em primeiro lugar pessoas e salários, projetando uma garantia de 9 meses 1 ano. Na Lince Capital foi interessante porque alguns dos Fundos estão em fase de captação de liquidez e parei o investimento, porque é uma fase de oportunidades.

 

Decisões em real time?

Começar a trabalhar de casa, num muito curto espaço de tempo. De manhã para a tarde. Sem lay-offs, nem despedimentos.

 

Preocupações estratégicas a curto e médio prazo?

Os fatores internos, IT, RH, estratégia e parte económico-financeira são os mais críticos. Se não tiveres exposição à divida, over leveraged, se estiveres financeiramente bem, com alguma liquidez disponível, ou ativos que possas transformar em liquidez imediata, de uma forma geral as coisas correm bem. Hoje acho um erro o over leveraged. Mudei a perspetiva que tinha sobre a relação com os bancos e da forma como se financiava a atividade das empresas na crise de 2008 – 2011. Os bancos num primeiro contacto facilitam muito, mas quando as coisas começam a apertar têm uma agressividade que eu não esperava. A lição está aprendida e não é para repetir. Pode haver leveraged mas é garantido pelo projeto e não pela empresa.

Externamente estamos muito dependentes das ações e de quem nos regulamenta e governa. O órgão regulador vai ter um papel preponderante no que se vai passar.

 

Como é que isto vai reequilibrar a hard part e a soft part?

Estava a implementar acabar com o papel e isso vai acelerar. Tal como as reuniões virtuais, mas continua a ser importante o cara a cara e a relação física de proximidade.

 

Descoberta mais surpreendente?

A produtividade foi muito superior ao esperado. Claramente comprovado que dá para trabalhar a partir de casa. No entanto, faz falta a interação com a equipa, a comunicação e a linguagem gestual do dia a dia.

 

O que é aprendeste. A grande lição?

Tudo pode mudar do dia para a noite. O que leva daqui para a frente a continuar a garantir alguma versatilidade física da nossa atividade. Se eu quiser pegar nas coisas e ir para casa, ou para fora, continuando a acrescentar valor sem disrupção na minha atividade, é o que quero garantir.

 

O que passas aos teus filhos?

Eles nunca nos viram a trabalhar, a mim e à minha mulher. Tem trazido muita proximidade. Vemos a evolução deles ali, tem sido muito engraçado. Ao mesmo tempo eles vêem o nosso dia a dia, dificuldades, sentem o nosso stress e vão aprender a valorizar o que fazemos. Tenho-me obrigado a gerir melhor o tempo, de forma organizada e metódica. Exercício, pequeno-almoço, trabalho, jantar, estar com eles. Tem sido muito bom.

 

A COVID-19 numa palavra?

Surpresa é pouco. O impacto é muito. Mudança é a palavra.

Abraço e Obrigado.

 

Arquivado em:Entrevistas

O seu chefe saberá liderar em contexto de trabalho remoto?

23 Março, 2022 by Denise Calado

De acordo com o estudo “ A liderança híbrida em Portugal e na Europa”, desenvolvido pela GoodHabittz plataforma de e-learning, cerca de 26% dos colaboradores em Portugal sente que os seus gestores não possuem as competências necessárias para conduzir as equipas a um futuro de sucesso. A principal razão apontada é o facto de o trabalho remoto exigir um conjunto de diferentes competências por parte dos gestores, sendo que os colaboradores sentem que há espaço para a chefia melhorar nas competências de comunicação (30%), liderança empática (26%), criação de espírito de equipa (23%) e liderança inspiradora (23%).

O estudo levado a cabo pela GoodHabitz, em parceria com a Markeffect, foi realizado através de inquéritos a 13.615 colaboradores em 13 países europeus, dos quais fizeram parte 1.047 pessoas da população ativa em Portugal, entre os 25 e 55 anos de diferentes funções e indústrias e em empresas de diferentes dimensões.

Segundo dados da empresa, depois de dois anos de pandemia, quase metade dos colaboradores portugueses (47%) viram a sua situação de trabalho mudar. 20% destes passaram de trabalhar apenas em modelo presencial para trabalharem unicamente a partir de casa, enquanto 27% passaram a trabalhar em regime híbrido. Por sua vez, 75% da população ativa acredita que continuará a trabalhar (parcialmente) a partir de casa no futuro, o que indica que o trabalho remoto veio para ficar.

Tendo este cenário em mente, mais de um quarto dos colaboradores não confia no seu manager para os conduzir a um futuro remoto bem-sucedido. Porém, os resultados mostram que em Portugal este resultado é mais positivo do que no resto da Europa onde a média mostra que 34% dos colaboradores sente que o seu gestor não possui as competências necessárias para liderar a sua equipa num ambiente remoto.

Neste sentido, apenas 45% dos inquiridos em Portugal sente que os seus gestores são perfeitamente capazes de os conduzir a um futuro remoto. Além disso, a pesquisa mostra também que mais de metade dos inquiridos portugueses (51%) sente que o trabalho remoto, nos últimos dois anos, não afetou a relação que já tinham com a sua chefia, sendo que cerca de um terço (30%) indica que este período os aproximou e apenas 14% indica que a sua relação se tornou pior ou muito pior (5%) ao longo do período de trabalho (parcialmente) remoto. Os resultados não mostram uma diferença dramática com os resultados europeus. A média europeia indica que 45% dos profissionais sente que a relação com os seus managers não mudou. Ainda assim, 20% dos colaboradores europeus sente que a sua relação com a chefia se deteriorou, enquanto 35% sente que a relação com os seus líderes melhorou ao longo dos últimos dois anos.

Todavia, os colaboradores afirmam que os líderes precisam de ganhar novas competências para gerir neste novo mundo híbrido. Neste sentido, destacaram a comunicação (30%) e liderança empática (26%) como as competências onde as chefias mais devem melhorar. Além destas, destacaram também a criação de espírito de equipa (23%), liderança inspiradora (23%), habilidades digitais (22%) e foco na saúde mental no trabalho (22%), que requerem também especial atenção. Todas estas skills podem ser facilmente ligadas a um novo modelo de liderança exigido pelo futuro do trabalho (remoto).

“O nosso estudo mostra claramente que os colaboradores não só estão disponíveis como estão sedentos de formação e por investir no seu desenvolvimento pessoal e em competências que lhes permitam ser bem-sucedidos como líderes no futuro. Este pedido dos colaboradores, caso seja ouvido pelas empresas, poderá fazê-las crescer e permitir que se preparem, no presente, para o futuro”, afirma Pedro Monteiro, porta-voz da GoodHabitz, em Portugal.

Por fim, relativamente às competências pessoais que os colaboradores portugueses mais gostariam de atualizar tendo em vista o futuro do trabalho, estes destacam três categorias de competências: 39% gostariam de melhorar as suas competências digitais para melhor corresponderem às necessidades no trabalho híbrido; 36% gostariam de melhorar as suas competências de comunicação e idiomas; e 33% dos colaboradores em Portugal quer desenvolver as suas competências de liderança.

Link para o estudo completo aqui.

 

Arquivado em:Artigos, Leadership

Ciberataques contra países da NATO aumentam em 116%

23 Março, 2022 by Denise Calado

Na última semana a Check Point Research (CPR), observou um aumento anormal de ciber ataques contra países membros da NATO, ataques estes provenientes de endereços de IP Chineses.

A CPR avaliou esta tendência antes e depois da invasão da Rússia à Ucrânia, percebendo que os ciber ataques de IPs Chineses aumentaram em 116% contra países da NATO, e 72% contra o resto do mundo. A CPR não pode atribuir estes ataques a entidades chinesas ou a outro ator de ameaças chinês. Esta constatação indica uma tendência que os hackers, provavelmente na China e no estrangeiro, estão a aumentar a utilização de IPs Chineses como recurso base para o lançamento de ciber ataques depois do início do conflito Rússia-Ucrânia.

A Check Point Research (CPR) viu o aumento dos ciber ataques provenientes de endereços IP chineses devido ao atual conflito Rússia-Ucrânia.

Na semana passada, a média de ataques globais por organização provenientes da China foi 72% mais elevados que no período anterior à invasão e 60% mais elevados que nas primeiras três semanas do conflito

Na semana passada, a média de ataques provenientes da China a redes corporativas em países NATO foi 116% mais elevada que antes da invasão, e 86% superior às três primeiras semanas de conflito

O aumento é significativamente maior que no aumento global de ciber ataques vistos nos mesmos períodos de tempo

“Enquanto a guerra Rússia-Ucrânia se intensifica, ficamos atentos a ciber ataques originados na China. Estamos a ver aumentos significativos de ciber ataques originados de endereços IP Chineses. É importante reforçar que não se pode atribuir esta tendência às entidades chinesas, pois é muito difícil d determinar a atribuição em cibersegurança sem mais evidências. O que nos é claro é que os hackers estão a usar IPs Chineses para lançar ciber ataques globais, especialmente focados em países NATO. Os IPs são muitas vezes usados pelos hackers que se encontram na China como no estrangeiro. Esta tendência pode ter muitos significados. Por exemplo, o aumento pode indicar que é onde é mais fácil ou mais barato de implementar e operar o serviço ou onde é mais oportuno esconder a origem real do ataque. Pode também indicar como o tráfego cibernético global está a ser roteado neste momento. A CPR irá continuar a investigar esta tendência observada durante as próximas semanas. Para já estamos a reportar a informação do que vimos.” refere Omer Dembinsky, Data Group Manager at Check Point Software.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Aceitação de criptomoedas continua a crescer

23 Março, 2022 by Denise Calado

A última semana foi positiva para o mercado das criptomoedas, apesar da guerra em curso na Ucrânia e da falta de progressos no que diz respeito às negociações de paz. Os mercados conseguiram digerir bem os aumentos sobre as taxas de juro conduzidos pela FED e os comentários hawkish da Reserva Federal. A Bitcoin conseguiu manter-se acima dos 40.000 USD, enquanto as altcoins registavam fortes ganhos.

Longe dos nervos geopolíticos, os investidores em criptomoedas estão a concentrar-se no progresso dentro do próprio ecossistema, em particular a iminente fusão de vários projetos baseados na blockchain Ethereum. O domínio do mercado pela Bitcoin diminuiu para 41,7%. A capitalização de todos os criptoativos em circulação subiu para 1,874 mil milhões de dólares, enquanto o volume médio diário de transações passou a marca dos 88,20 mil milhões de dólares.

BITCOIN:

  • O novo Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, prometeu começar a adotar mais as criptomoedas na Coreia do Sul, impondo zero impostos sobre das mais-valias até $40.000.
  • O novo Chefe de Estado, entretanto, prometeu permitir a introdução de ofertas iniciais de moedas como parte do plano mais amplo para a adoção das criptos na Coreia do Sul.
  • Goldman completou a sua primeira transação de opções de compra de Bitcoin no estrangeiro com a Galaxy Digital, uma empresa de gestão de investimentos, que é vista como um marco fundamental no ecossistema das criptomoedas.
  • A Lightning Network atingiu um novo marco, permitindo o envio em massa de transações instantâneas fora da cadeia a um custo praticamente nulo, e na semana passada ultrapassou a capacidade de 3.500 BTC. A tecnologia está em vigor há vários anos, e tem crescido silenciosamente nos bastidores para atender ao aumento do volume e dos consumidores.

Fonte: Bitcoin Visuals

A Bitcoin começou a sessão de hoje em baixa, mas os compradores conseguiram manter o controlo do preço perto da SMA de 50 períodos (linha verde). Fonte: xStation5

 

ETHEREUM:

  • O preço da Ethereum subiu acentuadamente nos últimos dias, uma vez que quase 10% do fornecimento do token foi retirado de circulação, dado que os investidores têm adotado cada vez mais por fazer staking do token.

De acordo com dados da semana passada, 8,56% da oferta disponível em circulação da Ethereum foi para staking. Fonte: Glassnode, Etherscan

  • Na semana passada, os desenvolvedores da Ethereum testaram com sucesso uma fusão na blockchain através do proof-of-stake, dando assim esperanças que a Eth 2.0 poderá ser libertada em breve. Espera-se que a nova atualização torne a aposta mais análoga ao investimento passivo, o que pode levar a um interesse ainda maior por parte dos grandes investidores e aumentar a adaptação da segunda criptomoeda mais importante.

A Ethereum conseguiu quebrar acima de uma zona importante perto dos $2790,00, que é marcada pelo limite superior da estrutura e dos níveis de Fibonacci nos 23,6%. Hoje, o preço voltou a testar esta zona e os compradores conseguiram retomar o controlo do preço.  O próximo alvo para os compradores poderá ser a marca dos $3185. Fonte: xStation5

 

CARDANO:

  • A rede Cardano registou o maior aumento mensal no valor total bloqueado em staking na sua blockchain
  • O valor total bloqueado (TVL) aumentou em 10 milhões de dólares, o que, por sua vez, fez subir o domínio da Cardano no ecossistema DeFi. De acordo com o Crypto Tracker DeFi Llama, a TVL agregada da rede Cardano é de 277 milhões de dólares.

A TVL da rede Cardano subiu acentuadamente em março. Fonte: TVL: FXStreet

 

Fonte: xStation5

Arquivado em:Economia, Notícias

Novo Diretor-Geral da BMW Financial Services em Portugal

22 Março, 2022 by Denise Calado

Thierry Tacoen foi nomeado como o novo Diretor-Geral da BMW Financial Services, empresa do BMW Group, em Portugal. O gestor vai assumir a nova posição a partir do próximo dia 1 de abril, sucedendo a François Bruder.

O profissional conta já com uma ligação de três décadas ao BMW Group, tendo desempenhado funções na Bélgica e no Brasil. Em Portugal há quase duas décadas, Thierry Tacoen fez parte da equipa fundadora do BMW Group Portugal, em 2004.

Thierry Tacoen ocupava atualmente o cargo de Diretor de Marketing e Vendas da BMW Financial Services em Portugal. Com esta nomeação, estas funções serão assumidas, a partir da mesma data, por Nuno Silva, que já integrava o departamento de Marketing e Vendas da BMW Financial Services.

A vasta experiência e ligação de longa data ao BMW Group dão a Thierry Tacoen uma visão de longo alcance, em prol da missão da BMW Financial Services. Esta nomeação reflete também a forte aposta na competência interna por parte do BMW Group.

“A BMW Financial Services vai continuar a contribuir para estratégia de digitalização, em prol da sustentabilidade, do BMW Group, mantendo sempre o foco nas necessidades dos nossos clientes”, assegura Thierry Tacoen.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

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