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Rita Saldanha

Ana Alves é a nova Gestora comercial e Executiva de contas da Numen Portugal

22 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Ana Carla Alves é a nova gestora comercial e executiva de contas para Portugal da tecnológica Numen. A profissional será responsável pela prospeção de mercado, desenvolvimento comercial e relacionamento com clientes e parceiros. Com esta contratação, a empresa brasileira pretende fortalecer a sua presença em Portugal.

Ana Alves é Board Member e Country Leader da Women In Tech Portugal e conta com 21 anos de experiência profissional, incluindo 14 anos dedicados ao setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

No seu percurso, exerceu funções no Grupo Aldeia Global, Neoris, e IT Gest/Grupo Ideias Dinâmicas e Wakaru. Como fundadora da Follow Trend TIC, desenhou estratégias para tração e escala de negócios, implementou soluções de IA e geriu vendas e eventos.

Tem um MBA em Gestão da Tecnologia da Informação, pela FIAP, e um MBA em Gestão de Projetos, pela Estação Business School.

 

As boas referências sobre a Numen e a paixão e compromisso demonstrados durante o processo seletivo foram decisivos para a minha escolha. O meu objetivo é apoiar a expansão orgânica e estruturada da empresa, alavancando a sua vasta experiência e conhecimento por Portugal e Europa

Ana Alves, Gestora comercial e executiva de contas da Numen

Estamos em Portugal há um ano e sentimos a necessidade de expandir a nossa área comercial. A chegada da Ana Alves será fundamental para fortalecer a nossa presença na Europa, especialmente em Portugal. Estamos muito entusiasmados com a sua contratação

Danilo Santos, CEO da Numen Europa

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Está em curso o mapeamento da cultura negra em Portugal. Saiba como pode contribuir

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

O Automapeamento União Negra das Artes (UNA) é um projeto dedicado ao reconhecimento e celebração do legado cultural das pessoas negras. Está apoiado na crença de que mapear as próprias narrativas é um ato político fundamental na luta antirracista, com o objetivo de transformar não apenas o campo artístico, mas toda a sociedade.

A iniciativa parte de um sentimento de vácuo quanto a informações sobre o panorama cultural negro em Portugal. Tem como objetivos recolher e divulgar informações detalhadas da comunidade artística negra, de forma a afirmar a necessidade de políticas de reparação e medidas afirmativas.

Todos os dados recolhidos ao longo das fases do projeto serão divulgados, com vista a tornar acessível a informação sobre profissionais da cultura e gerar mais visibilidade, representatividade e oportunidades de emprego.

Na fase atual do projeto, a associação está a recolher informações básicas sobre artistas negros, em Portugal, através de um formulário que pode ser preenchido online.

A UNA existe desde 2021, resultante da «necessidade de criar uma estrutura que defenda os interesses específicos da negritude no setor cultural, atendendo às continuidades históricas do racismo colonial que mantém assimetrias profundas e dificultam a criação, fruição, acesso, produção e programação», como consta no seu website.

O formulário para o automapeamento de artistas negros pode ser preenchido aqui.

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias

Mpox: o que se sabe até agora?

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Na passada quarta-feira, 14 de agosto, Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), declarou o surto de monkeypox (mpox), anteriormente conhecida como varíola dos macacos, como uma Emergência Global de Saúde. O aumento de casos na República Democrática do Congo (RDC), e num número crescente de países africanos,  constitui uma ‘Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional’ (Public Health Emergency of International Concern).

«O surgimento de um novo clade (variante) de mpox, a sua rápida disseminação no leste da RDC e o relato de casos em vários países vizinhos, são muito preocupantes. Além de surtos de outros clades de mpox na RDC e em outros países da África, é claro que uma resposta internacional coordenada é necessária para conter esses surtos e salvar vidas», declarou o Diretor da OMS.

Esta segunda-feira, dia 19, foi confirmado no Paquistão, pelo respetivo Ministério da Saúde, o caso mais recente de mpox fora do continente africano, na sua variante menos perigosa (clade II). Trata-se de um homem que havia regressado de um país do Médio Oriente.

De acordo com o World Economic Forum, partilhamos mais dados e factos sobre a doença e o ponto de situação até agora.

O histórico da mpox

O surto, que afeta principalmente a RDC, registou mais de 14 mil casos este ano. Desde 2023, o país relatou cerca de 12.600 casos suspeitos e 580 mortes, um aumento acentuado em relação aos anos anteriores, de acordo com o Centro de Prevenção e Controlo de Doenças.

A mpox é um vírus da mesma família da varíola, mas com sintomas menos graves. As vacinas e medicamentos desenvolvidos para a varíola são eficazes contra a mpox, mas a distribuição equitativa e o acesso a esses recursos constituem um desafio. A mpox é transmitida pelo contato com animais e tem uma transmissão limitada de humano para humano.

Originalmente, a OMS declarou a mpox uma ‘Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional’ (PHEIC) a 23 de julho de 2022, que durou até maio de 2023, quando os casos foram controlados. A última vez que fez tal designação foi em janeiro de 2020, em resposta ao surto de COVID-19.

Até o momento, mais de 16.000 casos foram relatados em mais de 75 países, e o número de infeções confirmadas aumentou 77% do final de junho até o início de julho de 2024, de acordo com dados da OMS e da ONU.

Em 2022, a Europa foi o epicentro do primeiro surto de mpox, com mais de 80% dos casos no Mundo. Embora seja considerado alto, o risco global permanece moderado e é improvável que cause interrupções em viagens ou no comércio. O vírus foi descoberto em 1970 e os casos anteriores eram principalmente em África. Casos fora do Continente têm sido historicamente raros.

O que é a mpox?

Existem duas variantes (clades) genéticas identificados do vírus: a da Bacia do Congo (clade I) e a da África Ocidental (clade II). A da Bacia do Congo geralmente causa uma versão mais grave da doença e era considerada mais transmissível. Os casos recentemente identificados pertencem à variante da África Ocidental.

Como se transmite?

A mpox é uma doença zoonótica, o que significa que se transmite entre humanos e animais. Os casos aparecem geralmente em climas tropicais e florestas onde existem animais portadores do vírus, incluindo esquilos, arganazes e certos tipos de macacos e ratos. A doença é transmitida por mordidas, arranhões ou na preparação de carne de caça.

A transmissão de humano para humano é limitada e o vírus é transmitido por contato direto com fluídos corporais ou lesões cutâneas, bem como por contato indireto com roupa de cama ou vestuário contaminado. Também se pode transmitir por gotículas respiratórias, mas não se espalha facilmente pelo ar e requer contato direto e prolongado com alguém que tenha uma erupção ativa.

Quais são os sintomas? 

A mpox geralmente apresenta febre, erupção cutânea e gânglios inchados. Os estágios iniciais (1-3 dias) envolvem dor de cabeça e nas costas, dor muscular e falta de energia. Os indivíduos com a infeção costumam desenvolver uma erupção cutânea, de 1 a 5 dias após o início dos sintomas, começando como manchas elevadas antes de se transformarem em bolhas com líquido, que acabam por formar crostas e cair.

Qual é o prognóstico? 

Os sintomas da doença geralmente desaparecem em 2-4 semanas sem tratamento. Nos últimos tempos, a taxa de mortalidade tem sido entre 3-6%, principalmente entre crianças pequenas e indivíduos com doenças auto imunes. Os casos diagnosticados até agora têm sido leves.

Como é diagnosticada?

Todos os indivíduos que testaram positivo tiveram a infeção confirmada por um teste PCR.

 

Casos em Portugal 

A 16 de agosto, sexta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) havia esclarecido que nenhum dos casos de mpox reportados em Portugal é da variante mais perigosa da doença (clade I), a mesma que havia sido detetada no dia anterior, na Suécia. O caso foi reportado na região de Estocolmo, e trata-se de uma pessoa que esteve na zona africana mais afetada.

Segundo a DGS, entre 1 de junho de 2023 e 31 de julho de 2024, foram reportados em Portugal 244 casos de mpox. Entre maio e julho de 2024 foram reportados três novos casos.

De acordo com a agência Lusa, a DGS alerta para a importância da deteção precoce de casos, do diagnóstico e dos mecanismos de prevenção e controlo, visando a redução de cadeias de transmissão quando aparecem novos casos. A autoridade de saúde recomenda igualmente a vacinação preventiva da população com maior risco de infeção.

Em Portugal, o primeiro alerta para a doença data de 3 de maio de 2022, com a confirmação laboratorial pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), de cinco casos do vírus mpox.

Em junho de 2023, foi identificado um segundo surto, ao fim de três meses sem casos reportados no país. Neste segundo surto, mantém-se o perfil epidemiológico e clínico do primeiro. A quase totalidade dos casos são homens, com idades entre os 19 e os 64 anos.

Desde o início da disponibilidade de vacinas (a 16 de julho de 2022) e 31 de julho deste ano, foram vacinadas 9.391 pessoas.

 

Arquivado em:Notícias, Saúde

Voltou ao trabalho? Respire fundo e leia estas pistas para um regresso tranquilo

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

No regresso das férias parece um desafio retomar as rotinas, voltar a calçar sapatos fechados e ainda ter de programar o despertador.  Mas há formas de fazer uma transição suave onde as empresas também desempenham um papel importante.

A Líder partilha algumas pistas que, segundo a Adecco Portugal, o vão ajudar a manter o foco, concentração e a motivação após uma ausência prolongada.

Veja aqui.

 

Planeie antecipadamente

Antes de regressar ao trabalho, dedicar algum tempo a planear a primeira semana pode fazer toda a diferença. Organizar o calendário, definir prioridades e criar uma lista de tarefas são passos essenciais para minimizar a sensação de sobrecarga e proporcionar uma visão clara das tarefas urgentes.

Inicie o trabalho de forma gradual

Um regresso ao trabalho com boa disposição é fundamental, assim como estabelecer metas claras e realistas para os primeiros dias de trabalho ajuda a retomar o ritmo gradualmente, evitando frustrações. Pequenos objetivos alcançáveis podem fazer uma grande diferença na motivação.

Gerir bem o tempo

A gestão eficaz do tempo é crucial para recuperar a produtividade. Utilize técnicas como o método Pomodoro, que consiste em trabalhar por períodos de 25 minutos seguidos de uma breve pausa, são eficazes para manter a concentração e evitar a fadiga mental. Para alguns, pausas a cada 50 minutos também podem ser uma alternativa eficaz.

Organize o espaço de trabalho

Um ambiente de trabalho organizado pode influenciar diretamente a produtividade. Arrumar a mesa, arquivar documentos e eliminar itens desnecessários são passos importantes para criar um espaço limpo e propício à concentração.

Comunique de forma eficaz

Marcar reuniões com a equipa para estar atualizado com tudo o que aconteceu durante a ausência é essencial. Uma comunicação clara e transparente garante a colaboração e o alinhamento das ações.

Encontre o equilíbrio entre o trabalho e o descanso

Equilibrar o tempo de trabalho com pausas regulares é crucial para evitar o esgotamento. Pausas curtas e frequentes ajudam a manter a mente renovada e pronta para os desafios do dia.

Cuide da saúde mental

O regresso ao trabalho pode ser stressante, por isso, é importante cuidar da saúde mental. Caso sinta dificuldades em concentrar-se ou sinais de stress, procurar um especialista é uma medida preventiva eficaz.

Tenha uma atitude positiva

Manter uma atitude positiva é essencial, ou seja, focar nos benefícios que o período de férias trouxe para o bem-estar pessoal e profissional ajuda a enfrentar os desafios com resiliência e otimismo.

Como podem as empresas ajudar?

As empresas também desempenham um papel no apoio aos seus colaboradores durante o processo de regresso ao trabalho. Estas são algumas medidas que as empresas podem adotar para ajudar os colaboradores a retomar as suas atividades com energia renovada e foco:

  • Organizar convívios e encontros durante o verão, proporcionar momentos de descontração e socialização entre os colegas pode fortalecer os laços de equipa e criar um ambiente de trabalho mais coeso.
  • Incentivar a uma maior flexibilidade de horários ou trabalho remoto, permite que os colaboradores se ajustem melhor às suas rotinas pessoais e profissionais, promovendo um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal.
  • Facilitar o acesso a especialistas em saúde mental é essencial para garantir o bem-estar mental dos colaboradores, ajudando-os a gerir o stress e as pressões do regresso ao trabalho.
  • Promover eventos de team building pode reforçar o espírito de equipa e relembrar os colaboradores dos objetivos comuns, incentivando a colaboração e o engagement.
  • Realizar reuniões de feedback para ajustar comportamentos e objetivos é fundamental para alinhar expectativas e ajudar os colaboradores a corrigir comportamentos e alcançar objetivos antes do final do ano.

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Sustentabilidade tomou conta dos eventos e viagens empresariais. Conheça as novas tendências

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Em março, Lisboa foi eleita, pela primeira vez, o Melhor Destino MICE (Meeting, Incentive, Convention e Exhibition), cujo prémio é referente ao ano de 2023. Os eventos sustentáveis, que refletem a crescente consciência ambiental das empresas, têm vindo a ganhar terreno um pouco por todo o Mundo.

Cada vez mais empresas solicitam aos organizadores de eventos corporativos que concedam prioridade à seleção de locais amigos do ambiente, sendo que muitos deles exigem a implementação de práticas sustentáveis durante os mesmos.

De acordo com a Consultia Business Travel, o compromisso das empresas com a sustentabilidade está a tornar-se cada vez mais importante, especialmente no que diz respeito à organização de eventos MICE

Os passos que as organizações estão a dar rumo a viagens mais sustentáveis

Algumas ações que fazem a diferença para as empresas que querem ser mais sustentáveis são, por exemplo, a proximidade dos destinos de um evento: optar por realizar o evento numa cidade próxima ou, por exemplo, na cidade onde a empresa está localizada, trará uma redução considerável na pegada de carbono.

No entanto, as empresas que optam por organizar o evento noutra cidade devem ter em conta que, de todos os meios de transporte existentes, o comboio é normalmente o menos poluente de todos. Isto porque emite menos CO2 e transporta um maior número de pessoas.

Há ainda outros pormenores que cada vez mais empresas valorizam na organização de eventos, entre eles, a gestão do catering. Atualmente, há uma tendência para a seleção de produtos de origem local, embalagens reutilizáveis ou recicláveis e uma gestão correta dos resíduos, através da quantificação exata dos participantes e do seu compromisso de presença.

Por outro lado, muitas empresas já implementam ações de comunicação interna que visam sensibilizar os seus colaboradores para o respeito pela natureza ou pela história do local visitado. Estas ações sublinham que não se deve tocar em edifícios, monumentos e templos antigos para os preservar e, no caso de ecossistemas sensíveis, como os recifes de coral ou as florestas tropicais, informam os participantes sobre como causar o menor impacto possível e não os degradar. Salientam igualmente a importância de respeitar as pessoas, a cultura, os costumes, a gastronomia e as tradições das populações locais.

 

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

O propósito como catalisador na mudança de carreira

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

A mudança de carreira é, muitas vezes, impulsionada pelo desejo de encontrar um propósito claro e significativo numa nova oportunidade profissional, algo que muitas pessoas procuram ao longo das suas vidas. Além de nos inspirar a ser melhores, termos um “porquê” claro pode ter um impacto profundo na nossa carreira.

Inicialmente, os interesses e temas inerentes a uma área específica conduzem à escolha de uma profissão. No entanto, com o tempo, uma nova conexão com outra área pode despertar interesse e levar à decisão de investir em educação e formação avançada. A pandemia de COVID-19, por exemplo, foi um catalisador para muitas pessoas reconsiderarem as suas carreiras, principalmente em setores como a tecnologia e a saúde. Esta reavaliação das prioridades, frequentemente alinhada com um propósito renovado, levou muitas pessoas a explorarem o desconhecido e arriscarem mudanças de carreira.

Durante o processo de transição, é natural que algumas dúvidas persistam e que novas surjam. Ainda que os profissionais estejam satisfeitos com as novas conquistas e com a devida coragem subjacente, questões sobre o percurso escolhido acabam por surgir. Neste caminho, o propósito profissional assume o papel de bússola a guiar as escolhas e a ajudar a manter o foco nos objetivos definidos. É fundamental que cada pessoa acredite que está no caminho certo, mas também é muito importante reconhecer que existem sempre outras opções quando há um propósito claro e bem definido.

Por sua vez, as empresas podem desempenhar um papel importante no apoio à reconversão de carreira. Oferecer uma rede de suporte, como a presença de um Career Coach, pode ser essencial para quem está a recomeçar. Neste sentido, uma grande parte dos colaboradores acreditam que o reskilling e upskilling são cruciais não apenas para a retenção de talentos, mas também para atrair novos profissionais e assegurar que a força de trabalho esteja preparada para os desafios futuros. Ademais, investir na formação contínua dos colaboradores garante que haja uma adaptação eficaz à nova área e o desenvolvimento das suas competências de forma eficiente.

Portanto, a mudança de carreira acaba por ser impulsionada por uma variedade de fatores, desde a insatisfação com a ocupação atual até ao anseio de fazer parte de algo com um impacto positivo numa nova área. Enfrentar desafios e incertezas é uma parte intrínseca deste percurso, mas com um propósito bem delineado e um apoio adequado, a transição pode culminar numa carreira gratificante e em harmonia com os valores e objetivos pessoais. O foco no propósito não só ajuda a orientar a mudança, mas também fortalece a resiliência necessária para enfrentar os desafios dessa decisão.

 

Arquivado em:Notícias, Opinião

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