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Rita Saldanha

WAF: Bolsa de arte para mulheres artistas apresenta exposição individual e lança nova edição

18 Maio, 2026 by Rita Saldanha

Beatriz Narciso é a artista vencedora da primeira edição da WAF- Women in Art Fellowship, uma iniciativa que a 7 de maio chegou ao seu ponto alto: a inauguração da exposição Sótão na Galeria de Arte Moderna da Sociedade Nacional das Belas Artes (SNBA), em Lisboa, onde estará patente até 13 de junho.

A bolsa WAF, que conta um financiamento de 27 mil euros, mentoria especializada e oportunidades concretas de visibilidade, recebeu, na sua edição inaugural, 210 candidaturas de todo o país. O projeto de Beatriz Narciso destacou-se pelo rigor e sensibilidade sobre memória e resiliência no feminino, numa exposição que convida o público ao que a artista descreve como um exercício de “escutar a imagem”.

A exposição apresenta o tríptico monumental Sótão I–III (2026) uma instalação imersiva de grandes dimensões, em acrílico sobre tela, que ocupa o espaço total da galeria com uma forte dimensão sensorial e narrativa. Através da recriação de um sótão, um lugar simultaneamente íntimo e marginal, Beatriz Narciso apresenta um território simbólico onde se acumulam objetos e memórias.

Para a artista, este projeto “propõe uma abordagem simbólica da importância do contributo feminino em objetos, descobertas e invenções, resgatando um legado algo esquecido ao longo da história, reunidos num espaço quotidiano que reflete formas de estar e de ser, coletivas e individuais, assumindo a transmissão de uma ideia de visibilidade e homenagem”.

 

A própria artista integra a composição, não como protagonista, mas como presença vulnerável que humaniza o debate e aproxima o espectador da experiência representada.

Ser mulher, artista e portuguesa 

O trabalho desenvolvido por Beatriz Narciso, no âmbito da bolsa, materializa um dos seus principais objetivos: criar oportunidades reais de produção, apresentação e visibilidade para mulheres artistas emergentes. Entrevistada pela Líder, em outubro de 2025, altura em que foi anunciada vencedora, Beatriz Narciso explicou como o conhecimento que obteve nas mentorias não foi apenas útil, mas também essencial para validar o seu trabalho. «Nunca tive uma receção tão acolhedora, tão válida. Nós, artistas, para trabalhar, não precisamos de tanta validação, mas convém haver esta perceção pública», referiu. Receber este feedback permitiu-lhe estar «mais aberta à mudança». «Eu diria que 80% do meu tempo é aplicado aqui na ‘gruta’, como eu costumo dizer, a trabalhar. Mas acho que preciso de ter mais abertura pública e a bolsa permite precisamente isso», acrescentou.

Criada em 2025, a WAF – Women in Art Fellowship nasceu com o objetivo de contribuir para a correção das desigualdades persistentes no sistema artístico internacional, onde a representação feminina continua a ser significativamente reduzida. O projeto é promovido pelos centros Freeport Lisboa Fashion Outlet e Vila do Conde Porto Fashion Outlet, e desenvolvido em colaboração com a SOTA – State of the Art e a Portugal Manual.

No ano em que assinala 125 anos enquanto instituição de referência no panorama artístico português, a SNBA uniu-se à WAF para acolher esta exposição individual. Com esta exposição, a WAF afirma-se como uma plataforma de apoio e projeção de artistas emergentes, promovendo práticas que cruzam memória, pensamento crítico e resiliência no feminino. “O trabalho da Beatriz Narciso traduz de forma muito potente essa missão, ao transformar a experiência íntima em imagem, espaço e reflexão partilhada”, refere Astrid Sauer, da SOTA – State of the Art e co-curadora da exposição.

No âmbito da exposição será feito o lançamento da segunda edição da WAF que irá contar novamente com o envolvimento de Joana Vasconcelos, como madrinha da iniciativa.

A exposição é gratuita e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 12h e as 19h, e aos sábados, das 14h às 19h, na Galeria de Arte Moderna da SNBA, no 1º piso.

Saiba mais aqui.

 

Créditos Fotografias: Pedro Sadio

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a WAF – Women in Art Fellowship.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

«O Espanto nasceu com uma ambição rara: retirar a Filosofia dos espaços académicos e devolvê-la à cidade» (Salvato Teles de Menezes)

12 Maio, 2026 by Rita Saldanha

Entre 13 e 28 de junho, Cascais vai encher-se de Filosofia e alimentar o desejo de pensamento. Um Festival que na sua estreia, em 2025, revelou como os gregos «mestres imperecíveis fizeram com inequívoca proficiência», levar a Filosofia para a comunidade e o encontro com o público. A analogia feita por Salvato Teles de Menezes, Presidente da Fundação D. Luis I, aconteceu no âmbito da apresentação à imprensa realizada na passada semana no Centro Cultural de Cascais, um local que é também um «tesouro filosófico».

O antigo Convento de Nossa Senhora da Piedade foi no século 16 uma das primeiras escolas de filosofia do país, agregando uma ordem de monges contemplativos. Nas palavras de abertura, Catarina Guerra Barosa, fundadora e curadora do Festival, esclarece quaisquer dúvidas sobre o local onde realizar o primeiro Festival Internacional de Filosofia em Portugal. «Aqui fazia-se alquimia no século 16. Para quem se questione de hoje em diante porquê Cascais, a resposta é: foi aqui que tudo começou há cinco séculos!».

E adianta: «Este é um projeto criado para levar a Filosofia e a prática do pensamento a todos, independentemente da sua classe social, género, religião, etnia ou qualquer outra categorização feita pelo ser humano». Partilhou a sua ambição de colocar Cascais no mapa como Concelho da Filosofia, com o reconhecimento da Unesco, tal como acontece em Óbidos com a Literatura.

Para além dos jornalistas,  da equipa da Associação Espanto e do Presidente da Fundação D. Luis I, Nuno Piteira Lopes e Luis Almeida Capão, presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais marcaram presença neste almoço.

Um Festival que devolve a Filosofia à comunidade

Salvato Teles de Menezes refere-se à primeira edição do Espanto, sobre o tema do Medo, realizada em junho de 2025, recordando-a não só como «uma estreia feliz, mas como um acontecimento cultural de inequívoco relevo internacional» que reuniu cerca de 1.350 participantes e mais de 30 oradores e especialistas nacionais e internacionais.

«O Espanto nasceu com uma ambição rara: retirar a filosofia dos espaços estritamente académicos e devolvê-la à cidade, ao encontro público, à experiência comunitária e à vida concreta. Distribuído por vários espaços emblemáticos do concelho, o Festival conseguiu articular excelência curatorial, com notável capacidade de integração territorial e social, incluindo sessões em bairros comunitários, o que deu ao evento uma dimensão pública e cívica absolutamente anormal.»

Na edição inaugural do Festival, o Medo serviu para convocar diversos públicos e formatos, entre debates, palestras, entrevistas, performances artísticas e conversas abertas, o que «confirmou um trabalho de programação particularmente sóbrio, capaz de cruzar pensamento, arte, ciência e participação comunitária sem perder densidade intelectual», conclui.

Nuno Piteira Lopes, apresenta Cascais como a «casa do pensamento e do diálogo, para nos ouvir e refletir sobre aquilo que são os dias de hoje, mas sobretudo o que serão os dias do amanhã». Pela sua dimensão, falar sobre Filosofia é falar em diversas áreas como o conhecimento, ciência, natureza, e o Homem em si. Neste encontro, o presidente da Câmara Municipal de Cascais destaca a Filosofia como «um guia para a vida das pessoas, e das comunidades, sobretudo da comunidade de Cascais, dos cascalenses de todas as gerações».

«A Filosofia deverá ser um caminho para a verdade e para a liberdade. Nas circunstâncias mais difíceis, é a vida que tem de se adaptar à Filosofia e não a Filosofia que se adapta à vida. E em Cascais, esta é a mensagem que tentamos passar todos os dias aos nossos cidadãos, e aos nossos jovens, nas nossas escolas e instituições. Uma mensagem que lhes dê firmeza, espírito crítico, mas sobretudo que lhes continue a dar liberdade. Eu sei que é um caminho difícil, mas acredito que é possível. Com mais uma edição deste evento, Cascais torna-se o berço da reflexão, mas sobretudo da verdade»

Cascais é o berço da Filosofia em 2026

O Festival Espanto arranca nos dias 13 e 14 de junho com Voluntariado Filosófico em bairros sociais do concelho e, em simultâneo, Workshops de Filosofia para Crianças. No dia 25, terá lugar o jantar oficial de abertura In Vino Veritas, no Centro Cultural de Cascais (Conversas da Gandarinha) que vai reunir todos os filósofos, curadores, pensadores e parceiros do festival. O filósofo homenageado na edição de 2026 é Viriato Soromenho Marques, professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Entre os dias 26 e 28 de junho, destaque para as presença de Didier Eribon, escritor e filósofo francês, autor da obra Regresso a Reims; Minna Salami, autora e analista feminista; Richard Shusterman, professor da Florida Atlantic University e fundador do Centro para Corpo, Mente e Cultura; Sebastian Sunday Grève, filósofo e professor assistente na Universidade de Pequim; Gilles Lipovetsky, filósofo francês e ensaísta; Gonçalo M. Tavares; e João Constâncio, professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa.

A estes juntam-se também Nick Willing, realizador, produtor e argumentista britânico, filho da pintora Paula Rego; Samantha Rose Hill, escritora, investigadora e tradutora norte-americana; Maria Luísa Ribeiro Ferreira, filósofa e professora universitária; Marta Faustino, doutorada em Filosofia; Onésimo Teotónio Almeida, escritor e filósofo português radicado nos Estados Unidos; Madalena Sá Fernandes, cronista, escritora e autora; Manuel Curado, Professor de Filosofia na Universidade do Minho; Inês Bolinhas, Doutorada em Filosofia pela Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa; David Erlich, Professor de Filosofia no ensino secundário; Cláudia Clemente, arquiteta de formação, trabalha em escrita, fotografia e realização; e Anabela Mota Ribeiro, jornalista, escritora e apresentadora, formada em filosofia.

 

Programação paralela

Entre 25 e 28 de junho, decorre o ESPANTO OFF – encontros à margem das atividades programadas. A organização vai lançar uma agenda aberta ao público, com 8 horas disponíveis, por dia, para a marcação de um encontro gratuito com os filósofos que aderirem a esta iniciativa. Os encontros de uma hora, acontecem em três locais distintos com a participação de três pessoas em simultâneo. Os participantes devem inscrever-se antecipadamente no site do evento e indicar um tópico ou pergunta a abordar.

O dia 26 iniciar-se-á com uma Caminhada Filosófica pelos pontos de interesse do concelho de Cascais, a que se seguirão Lições de Filosofia (Curateus and Philosophers Lectures) no Centro Cultural de Cascais, com sessões interativas conduzidas pelos curadores e filósofos convidados. Para terminar o dia, decorrerá a Noite dos Desejos na Sala da Cisterna, na Cidadela de Cascais, com debate filosófico, atuação de Dela Marmy, artista musical natural de Trás-os-Montes e Beira Baixa, brindando-se de seguida com o ‘Chá das Onze’.

No dia 27, na Casa das Histórias Paula Rego, será apresentada a peça Hamlet, encenada por Marco Medeiros, com base na tradução da obra de William Shakespeare, feita por D. Luís I. Segue-se uma conversa sobre O Desejo em Hamlet com a presença de um dos tradutores de Shakespeare, a atriz Beatriz Batarda e um filósofo.

O podcast O Princípio da Inquietação, da Associação Espanto, já disponível nas plataformas do grupo Impresa (Expresso, SIC e SIC Notícias), contará com uma gravação ao vivo no Festival.

O evento é organizado pela ESPANTO – Associação para o Desenvolvimento do Conhecimento, uma entidade portuguesa sem fins lucrativos, dedicada à criação e dinamização de iniciativas educativas, sociais e culturais que promovem o pensamento filosófico no seu sentido mais amplo e o aproximam da comunidade.

A agenda completa do ESPANTO pode ser consultada aqui.

Os bilhetes estão disponíveis aqui.

 

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias

«Fui um péssimo chefe na primeira fase da minha vida», recorda Francisco Teixeira no encontro do The Authors Table

5 Maio, 2026 by Rita Saldanha

O livro Ser Felices Sin Ser Perfectos de Javier Schlatter Navarro, serviu de base ao primeiro encontro do The Authors Table, um novo clube de leitura que junta vários líderes de empresas e organizações, entre outras personalidades. Esta iniciativa da Tale House, teve a sua estreia na passada semana em Lisboa, em que o primeiro convidado, Francisco Teixeira, Country Manager e CEO da WPP Media, trouxe o livro do médico psiquiatra que em várias outras publicações aborda os temas da perfeição e da felicidade.

Em conversa com Rita Sambado, autora, fundadora e CEO da The School of Being, Francisco Teixeira partilhou a sua reflexão a partir da leitura desta obra, começando por duas premissas: «ser feliz é a coisa mais importante» para além da «liberdade para fazer escolhas mesmo quando as opções são limitadas».

Ser feliz entre stress, imperfeição e a necessidade de tomar decisões

No mundo corporativo e das organizações, orientado por indicadores e metas, gerir a pressão torna-se especialmente desafiante, sobretudo para quem tem um perfil perfeccionista. «Por fora tudo parece perfeito, por dentro é o caos», afirma Rita Sambado. Como é gerido esse desgaste interior?

Francisco Teixeira responde ao desafio pelo seu gosto em viver com «a labareda na pestana»; «viver com stress é a minha força». Adepto do «erro inédito», é pelo convívio com as imperfeições e as falhas que se constrói o caminho, e admite que em Portugal não existe uma cultura de feedback e falha. «Ao confrontar o erro estamos no polo oposto onde vivemos as nossas vidas, o que faz alargar a zona de conforto», e reforça  a ideia de ‘zona de conforto’ e não o contrário.

Rita Sambado lança a reflexão, «se eu não me sentir imperfeita na minha perfeição, eu não procuro a perfeição». Então, no universo corporativo, como conseguir que todos caminhem no mesmo sentido? Francisco Teixeira responde naturalmente, «eu não fujo a uma verdade difícil», e no domínio das organizações, e na gestão, «a única variável estável é a mudança» adiantando que «muitas vezes sabemos o destino, mas não o caminho».

Contudo, há três princípios que o orientam e os quais partilha com a audiência: um líder ser capaz de balancear entre ego e o lego (criar e construir), a visão de ‘helicóptero’ (em co-construção) e o uso da inteligência emocional, com recurso à sigla PPP (Pouco, Possível e Progressivo).

Tal como diz, há que viver no gerúndio «de ir construindo». «Para onde vou levo os outros, mas tem de ser de forma genuína, se não vem de dentro sente-se». A tomada de decisão é dos atos de aprendizagem mais importantes. «A decisão é um ato de autoconhecimento, não há nada que fomente mais a auto confiança do que a decisão».

Francisco Teixeira deixa alguns conselhos para os que procuram a perfeição. « A procura da perfeição é um catalisador muito bom na vida. Esta coisa de fazer o que nunca foi feito, de querer mais, a insatisfação, não querer o mais ou menos, é uma coisa extraordinária. A mim alimenta-me muito isso», responde peremptoriamente.

Num rápido exercício de auto análise, recuando ao princípio da sua carreira profissional enquanto jornalista, o atual CEO do maior grupo de agências de meios em Portugal, recorda: «Fui um péssimo chefe na primeira fase da minha vida. Achei que a liderança se afirmava no ‘todos igual a mim, na minha maneira de ser e à minha velocidade’. E os que não são iguais a mim é porque não são competentes ou porque têm as falhas, ou porque estão a vestir a camisola. E é tudo errado. Eu aprendi muito com gente muito diferente de mim, sem nunca perder a ambição e a vontade.»

Na sua visão, «é bom conviver com esta ideia de não sermos perfeitos» –  a busca da perfeição pode ser algo «extraordinário», mas também o é saber lidar com as falhas ou «insuficiências». Rodear-se de pessoas diferentes, fazer uma autoavaliação, procurar o feedback para alargar a zona de conforto e assim ter liberdade de tomar decisões e não deixar de procurar a felicidade.

O segundo capítulo do The Authors Table, acontece no dia 28 de maio e conta com a participação de João Pedro Tavares, Presidente da UNIAPAC e Membro do Conselho de Administração do Santander. Desta vez, o livro O Amor como Critério de Gestão, de António Pinto Leite, serve de ponto de partida para uma nova conversa com Rita Sambado.

A Tale House é a primeira produtora em Portugal dedicada à produção de audiolivros e também a maior, e única, produtora de audiobooks. Produz podcasts e videocasts, tanto institucionais, como comerciais, com conteúdos presentes nas plataformas do Expresso, Observador e Grupo Renascença.

Esta iniciativa conta com a parceria da revista Líder.

Arquivado em:Liderança, Nacional, Notícias

NOVA IMS: Conheça os novos Mestrados Executivos em Dados, Tecnologia, Decisão e Liderança

30 Abril, 2026 by Rita Saldanha

A NOVA Information Management School (NOVA IMS) lança sete novos Mestrados Executivos, dirigidos a profissionais que querem decidir com mais confiança, tirando partido das novas tecnologias para gerar inovação, eficiência e vantagem competitiva. Os mestrados têm a duração de dois semestres e combinam aplicação prática, projetos reais e contacto direto com problemas concretos das organizações.

O programa foi desenvolvido em articulação com mais de 40 empresas e entidades parceiras, o que reforça a proximidade ao mercado e assegura uma formação alinhada com problemas, decisões e oportunidades que os profissionais enfrentam hoje nas suas funções.

A oferta cobre sete áreas centrais da transformação contemporânea e responde a uma procura crescente por competências que liguem dados, tecnologia, decisão e liderança:

  • Marketing Analytics, Políticas Públicas e Inteligência de Dados;
  • Cidades Inteligentes e Analítica Urbana;
  • Fintech;
  • Digital and Decentralized Finance;
  • Artificial Intelligence for Business;
  • Data-Driven Innovation and Entrepreneurship;
  • Data-Driven Organizations

Tal como afirma Miguel de Castro Neto, Diretor da NOVA IMS: “Os dados não substituem a experiência. Tornam-na mais robusta. Estes Mestrados Executivos foram criados para profissionais que já tomam decisões todos os dias e querem fazê-lo com mais contexto, mais ferramentas e mais impacto – nas suas equipas, nas suas organizações e na sociedade”.

A ligação aos NOVA Analytics Labs, o hub de laboratórios da NOVA IMS, reforça a componente aplicada destes programas, aproximando os participantes de projetos, conhecimento e desafios reais nas áreas em que irão atuar.

A experiência de aprendizagem é enquadrada pela estratégia pedagógica EDGE (Educational Design for a Global Experience) e pela Bridge Room, um espaço único e inovador, que oferece aos alunos que, pontualmente, não possam estar presentes, a flexibilidade para acompanharem o curso com uma experiência equivalente à de uma sessão presencial.

Os Mestrados Executivos destinam-se a profissionais com pelo menos cinco anos de experiência na área do curso, ou em áreas próximas. Os candidatos devem ter licenciatura e domínio da língua inglesa. As candidaturas estão abertas e o arranque das aulas está previsto para setembro de 2026.

Conheça os Mestrados Executivos e respetivos Parceiros 

Mestrado Executivo em Marketing Analytics

Prepara profissionais para transformar dados, IA, customer insights e métricas em estratégias de crescimento mais eficazes e mensuráveis. Parceiros: Ivity; Nestlé Business Services; OutSystems; Plot; First Five Consulting; Vision Box.

Mestrado Executivo em Políticas Públicas e Inteligência de Dados

Foca a utilização de análise e inteligência de dados na conceção, implementação e avaliação de políticas públicas. Parceiros: AMA; Câmara Municipal de Alenquer; COTEC Portugal; IAPMEI; INE; IPQ; OesteCIM.

Mestrado Executivo em Cidades Inteligentes e Analítica Urbana

Aplica dados e tecnologia à mobilidade, eficiência energética, sustentabilidade e governação inteligente. Parceiros: Área Metropolitana de Lisboa; Porto Digital; OesteCIM; Esri Portugal.

Mestrado Executivo em Fintech, Digital and Decentralized Finance

Aprofunda a transformação do setor financeiro através de blockchain, criptoativos, DeFi, regulação, risco e inteligência artificial. Parceiros: 3 Comma Capital; Fidelidade; Legistabela; Metafiscal; Onstep Consulting II; Similarvalue.

Mestrado Executivo em Artificial Intelligence for Business

Centra-se na aplicação estratégica da IA ao desenvolvimento de produtos, serviços e soluções de negócio. Parceiros: DareData; Data Masters; Generali Tranquilidade; Jerónimo Martins; Future Healthcare; Mind Over Data.

Mestrado Executivo em Data-Driven Innovation and Entrepreneurship

Usa dados, analítica avançada e IA para identificar oportunidades e desenvolver novos modelos de negócio. Parceiros: 3cket; Ageas; Associação para a Inovação e Empreendedorismo de Lisboa; DareData; Impresa; Ivity; JMV; Plot; Tema Central.

Mestrado Executivo em Data-Driven Organizations

Prepara profissionais para liderar culturas organizacionais mais analíticas, eficientes e orientadas por dados. Parceiros: Arquiconsult; BI4ALL; GUSP; Jerónimo Martins; Unipartner.

Saiba mais aqui

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com a NOVA IMS.

Arquivado em:Líder Corner

Dia Mundial da Poesia: a poesia é difícil de compreender, tem de rimar e outros mitos

20 Março, 2026 by Rita Saldanha

Celebrado todos os anos a 21 de março, o Dia Mundial da Poesia marca uma das formas mais estimadas de expressão cultural, linguística e de identidade da Humanidade. As origens da poesia são remotas, ligadas à evolução da linguagem humana, surgindo com uma das primeiras formas de comunicação articulada há cerca de 80.000 anos. A poesia nasceu da necessidade de expressar emoções e sentimentos, com um carácter ritualístico, comunitário e oral.

Neste artigo, a Líder procura quebrar os mitos em torno da poesia e deixar ideias para que a partir de hoje ela entre na sua vida e, quem sabe, no seu coração. A partir do livro How Poetry Can Change your Heart, de Andrea Gibson e Megan Falley, e de as respostas a um questionário informal feito a um grupo de leitura de poesia, enfrentámos um dos principais paradoxos: como pode a poesia ter um poder tão transformar e ser tão mal compreendida?

E concluímos que um poema triste pode deixar-nos feliz.

O que é a Poesia? 

“Poesia (substantivo): texto que expressa uma perceção imaginativa e concentrada da experiência, através de uma linguagem cuidadosamente escolhida e organizada para suscitar uma resposta emocional específica por meio do significado, do som e do ritmo” (Merriam-Webster.com/Dictionary)

Tal como se explica em How Poetry Can Change your Heart, a poesia tem tantas definições quantas pessoas existem na Terra, por isso podemos encontrar oito mil milhões de significados para a palavra poesia.

Quando pensas em “poesia”, qual é a primeira palavra ou ideia que te vem à cabeça? Ritmo, Tragédia, Desafio, Aperto, Verdade, Emoção, Amor, Perspectiva

A poesia transforma o mundo? 

Os poetas são os legisladores desconhecidos do mundo

Esta frase de Percy Bysshe Shelley, um dos mais importantes poetas românticos ingleses do século 19, enfatiza o papel da poesia como um veículo social para a mudança. Hoje, os temas refletem os direitos LGBT, a brutalidade das forças policiais, a violência sexual e o capitalismo. Basta mencionar um mal para que haja provavelmente um poeta a trabalhar para desmantelar a máquina que o gerou.

A poesia desempenhou um papel em quase todas as revoluções da História. Poemas políticos têm sido recitados em comícios, protestos, e em outros tantos momentos. O discurso «I Have a Dream» de Martin Luther King Jr. foi, em si, um poema, já que utilizou recursos poéticos para realçar a sua mensagem e cativar os ouvintes.

Em Portugal, a poesia foi também ação, linguagem do povo e instrumento de mudança. Ary dos Santos (1937–1984), é um dos exemplos claros da poesia ligada à mudança social. Poeta associado ao 25 de Abril de 1974, muitos dos seus poemas tornaram-se canções de intervenção. A sua escrita aborda a liberdade, a desigualdade social, a opressão política e não ficava pelo papel. Chegava às pessoas através da música, dizia-se na rua, cantava-se o que levava a uma consciência coletiva.

“Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo”

De As portas que Abril abriu

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919–2004), não é uma poetisa “panfletária”, mas foi uma voz ativa contra a ditadura, na defesa da liberdade, justiça e dignidade humana tendo participado na vida política após o 25 de Abril enquanto deputada.

“Esta gente cujo rosto
Às vezes luminoso
E outras vezes tosco
Ora me lembra escravos
Ora me lembra rei”

De Esta gente

 

Desmistificar a poesia

O livro apresenta um ranking dos mitos que mais estão associados à poesia.

Veja aqui o top 5:

#1 – A poesia tem de rimar

#2 – A poesia tem de ser sobre amor

#3 – Ou flores, ou paisagens invernosas

#4 – A poesia é difícil de compreender

#5 – A poesia só se encontra nos livros

  

Achas a poesia difícil de entender? Porquê?

Porque não temos as vivências do autor, nem sentimos as coisas da mesma forma;

A poesia exige tempo, raciocínio, não é para consumir tipo fast food;

Há poemas que não capto a essência e às vezes acontece-me voltar a eles e já os entender de outra forma.

Acho que é preciso entrega. A dificuldade é a luta de não se entregar;

Nem por isso, mas depende de quem a escreve. Depende do momento em que lemos os versos;

Não acho difícil. Acho que a poesia se sente (mais do que entende);

O que pode afastar as pessoas da poesia?

A ideia de que é uma coisa muito intelectual;

A forma como é ensinada na escola. Tive sorte, para mim foi o oposto, excelentes professores que me mostraram a beleza da poesia;

A pressa – ler poesia exige silêncio interior;

A ideia de que é preciso entendê-la. O estudo formal da poesia na escola, como primeiro contacto, não ajuda;

A subjetividade num mundo cada vez mais tecnológico e ‘IAzado’, onde as respostas são claras e rápidas;

Conforme explicam Andrea Gibson e Megan Falley é verdade que, por vezes, os poemas podem ser difíceis de compreender à primeira leitura, ao contrário do que acontece com um ensaio ou um romance. Contudo, é possível apreciar poemas que não compreendemos logo à primeira. Por vezes, lemos ou ouvimos poemas que sentimos chegar ao nosso íntimo antes de estarmos conscientes do que eles dizem.

Como podemos perceber a poesia

Os poemas podem revelar as nossas mágoas esquecidas. Podem incitar-nos à ação, ou encorajar-nos a gritar a nossa dor. Mas isso não significa que os mesmos poemas não possam também fazer-nos feliz.

E se os poemas tristes forem, na verdade, os poemas mais felizes devido à catarse que proporcionam? E se os poemas tristes concederem ao leitor permissão para sentir a sua perda? E se as suas páginas abrigarem um espaço seguro para processar emoções, para sentir os sentimentos e libertá-los?

Alguma vez um poema ajudou-te a compreender melhor um momento ou sentimento? Se sim, queres partilhar?

Sim, o Amigo, de Alexandre O’Neill, entendi porque preciso tanto dos meus amigos;

Sim, o António Machado com Al Andar se Hace el Camino;

Sim, vários poemas em muitas fases de vida. É isso que vou buscar à poesia: a tradução por palavras de emoções que não sou capaz de traduzir. Encontro muito este efeito em Fernando Pessoa;

Sim, Tempo de Travessia de Fernando Pessoa;

A poesia escrita e cantada por Layne Stanley ou Mark Lanegan é profunda e explica bem que a vida é um vale de lágrimas, entre conquistas e derrotas;

Ajuda-me sempre a resignificar os momentos. Um que volto muitas vezes e partilho bastante é a Casa de Hóspedes de Rumi. 

Há poesia em todo o lado

Encontrar poesia fora de um livro é uma das experiências mais encantadoras. A sensação de descobrir o poético, o belo, o significativo, o milagroso num momento ou lugar invulgar liga-nos à essência da beleza neste planeta.

Se eu ler um livro e ele me deixar com todo o corpo tão gelado que nenhum fogo jamais consiga aquecer-me, sei que isso é poesia

Emily Dickinson

O que poderia tornar a poesia mais próxima?

Ser prática comum em casa, nos locais de trabalho, nas relações de amizade e até nas amorosas;

A Raquel Marinho faz isso com a sua página de instagram, divulga belíssimos poemas como memes. Em Londres houve uma campanha em que se colocava poesia no metro. O essencial é incluir poesia no quotidiano;

Entender que poesia é diferente de verso rimado, e que ela não está no livro. Ela está em toda a parte e nem sempre é feita de palavras;

Uma abordagem mais leve, mais focada na reação que provoca do que na análise formal do conteúdo ou estilo.

 

Para quem não lê poesia, o que aconselhas para começar?

Há que saber o tema que a pessoa gosta, isso ajuda. Começava com poemas curtos. Sophia de Mello Breyner, Matilde Campilho, alguns de Alberto Caeiro;

Letras de músicas, mas depende da pessoa, da idade, interesses;

Música. Manoel de Barros, Adélia Prado;

Que se apaixone pelo que tem à volta.

How Poetry can Change your Heart, Andrea Gibson, Megan Falley, Chronicle Books, 2019

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Ana Trindade é a nova Head of Social Media da Lift

18 Fevereiro, 2026 by Rita Saldanha

Ana Trindade conta com um vasto percurso profissional a liderar estratégias digitais em contextos multinacionais, com passagem pela ATREVIA, NOSSA, Deloitte Digital e BNP Paribas CIB, onde consolidou competências críticas em Gestão de Reputação Online, Performance & Engagement, Coordenação Global e estratégica com equipas LATAM, APAC, EMEA e US. É licenciada em Ciências da Comunicação, na variante de Comunicação Institucional, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

É um privilégio estar de volta às origens com uma visão de futuro. Na Lift, o foco será transformar a complexidade do digital em soluções de alto valor. Num ecossistema cada vez mais volátil, a nossa missão é clara: dotar as marcas e as suas equipas de ferramentas e estratégias que se traduzam em resultados sólidos, parcerias de confiança e num impacto real no mercado

Ana Trindade, Head of Social Media da Lift

A experiência e visão da Ana permitirão aportar ainda mais valor à estratégia digital que queremos fomentar e consolidar em 2026, transformando estrategicamente o papel das redes sociais em ferramentas de comunicação e de negócio, que ajudam na construção da reputação das marcas e dos seus resultados

Diogo Ferreira da Costa, Partner of Digital & Social Media da Lift

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